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Leia a primeira parte deste conto, assim vai conseguir entender muita coisa que não é explicada neste. Vá lá, procure o outro conto, leia e retorne aqui...
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“Eimi” voltou ao seu dia-a-dia doméstico e todo o povo da comunidade saudava a pequena senhora do solar ao pé da praça do mercado.
Seis meses se passaram, um ano e alguns meses e então, num dia de muita humidade, surgiram três homens, todos ribenren. Um deles foi à casa de “eimi” e pediu o direito a uma visita. Era o mesmo ribenren que estivera com ela nos dias quentes em que se amaram loucamente por dias sem parar. Ele vinha acompanhado de dois irmãos. A conversa que tiveram com mamã foi longa, mas muito boa. Foi o que transformou a pequena aldeia nos dias seguintes.
Vou tentar reproduzir aqui o diálogo que aquele ribenren teve com mamã.
- Eu, honrado japones, que um dia esteve nesta digna casa, venho mais uma vez pedir sua hospitalidade, para mim e meus irmãos – dizia o ribenren.
- Muito honrada estou com visita tão digna. – respondeu mamã, dentro dos padrões polidos de conversas entre os visitantes.
Para não cansar, vou dizer que o povo daquele homem tinha um costume muito próprio com relação à união entre homem e mulher... para os efeitos de sociedade, os dois estavam casados. E, de acordo com os costumes do povo ribenren, a mulher, ao casar, assumia o compromisso de ser esposa dos irmãos do marido (não se assuste nem pense que estou inventando, procure na net e você vai ver que ocorre isso em algumas aldeias do Japão ainda hoje). Mamã ouviu com atenção o que aquele homem dizia e pediu tempo para pensar. O certo é que, após poucos dias, ela estava “casada” com os três homens. O acordo foi que nenhum dos costumes do nosso povo seria alterado, os ribenren respeitariam nossos costumes e leis, em troca, mamã aceitava se entregar de boa vontade aos três homens que a visitavam por um período. Foram três meses de muito vuco-vuco, muitos gemidos e muitos amores tórridos pela comunidade toda!
- Como você responsabilizou-se, da outra vez, por minha manutenção e segurança, é de nosso dever cuidar de tudo desta vez, querida esposa.
E assim, os três alugaram uma pequena, mas boa casa situada junto a um pequeno riacho à beira de um pequeno bosque, o qual ia desaguar no lago Lugu. Ali, mamã entregou-se de corpo e alma aos três ribenren. Os camponeses diziam que seus gemidos eram ouvidos na estrada por todos, dia e noite! Eram encontrados se amando na beira do córrego, à beira do Lugu, nos bosques, nas estradas, nos campos de arroz... já foram encontrados na praça do mercado ao raiar do dia, ainda adormecidos os quatro! Para o povo, aquilo não era motivo de escândalo, mas causava admiração a todos uma mulher tão fogosa daquele jeito.
Dabu (minha “avó”, a matriarca de todo o nosso clã) convidou-os a passarem alguns dias no solar da família e, riririririri, disse que se arrependeu muito.
- Puxa, era muito esquisito ouvir minha filha gemendo daquele jeito pelos corredores, embaixo das escadas, nos quartos, pela sala, na cozinha... até mesmo no pátio de entrada, com duas rolas duras cravadas naquele corpo bonito que ela tem, e sempre uma terceira que ela punhetava ou chupava, fazendo os danados gemerem muito e darem muito leite pra ela tomar! Ela era mesmo muito fogosa, não tinha quem conseguisse apagar aquele vulcão! Rerererere! Minha filha era mesmo uma coisa doida demais! E ainda é!
Acho até que é bom deixar “eimi” contar um pouco de sua própria estória.
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Pois vou contar, sim, contar do dia em que cheguei naquela casinha que meus esposos alugaram na beira do riacho. Digo no plural por que assim é que foi, eles três eram meus esposos e eu os tratei justo daquele jeito, não sei fazer de outra forma. Ela estava muito bem provida de tudo o que íamos precisar. É bom saber que pra nós, os mosuo, uma casa hospitaleira é uma casa provida de tudo quanto as pessoas possam precisar, não aceitamos menos do que uma vida boa e confortável. Se for para viver com necessidade, preferimos viver sozinhas, como é nosso costume, inclusive. Não convidamos um homem a passar uma única noite conosco, se não formos capazes de prover o nosso amigo de tudo o que ele possa necessitar. Mas aquilo estava sendo feito às avessas, eu aceitei aquilo, mas deixei bem claro que não podia continuar daquela forma pra sempre, nós mulheres temos nosso orgulho! E entendemos que é nosso dever prover alimento e proteção a quem nos vai brindar com momentos de prazer!
E aqueles três ribenren me surpreenderam. Encontrei uma casa maravilhosa, embora pequena, abastecida de tudo quanto pude pensar. Ali me entreguei aos prazeres que eles tencionavam me proporcionar... e eu a eles, lógico! Nunca aceitamos alguma coisa se não tivermos o que dar em retribuição. Não demorou pra sentir mãos afoitas retirando minhas roupas. Mas vamos devagar. Sou mesmo lava de vulcão, sei bem disso, mas há coisas de que não esqueço. Meninos, primeiro um bom banho quente para todos! Um bom, relaxante e higiênico banho. Vocês podem imaginar que não tomamos apenas banho naquela banheira, que ficou bem apertada e não coube todos nós de uma vez, né. Naquele banheiro eu conheci o talento que um ribenren tem para dar prazer a uma dama!
É certo que eu já havia conhecido aquelas artes no dia em que abri a porta ao meu esposo. Naquele dia ele mostrou-me muito bem suas técnicas... e eu mostrei as minhas. Garanto que ele não se esqueceu, tanto assim que retornou para me visitar, trazendo meus outros dois maridos. Fui chupada, sugada, bolinada nos seios e na periquita toda, no cuzinho e onde podiam me bolinar. Eu já sentia um prazer que ia se descontrolando, ia me descontrolando, me enlouquecendo aos poucos. Mãos me apertavam, línguas invadiam minhas intimidades e eu permitia tudo, tudo! Não apenas porque aquele era o acordo, mas por que eu assim queria, entregar-me toda aos três, recebendo e dando muito prazer a todos. Meus maridos seguravam-me pelo quadril suspendiam-me entre eles e me cravavam pau pra dentro em qualquer orificio que encontravam. Fui sugada, sodomizada, completada, rasgada por rolas bonitas e deliciosas, eu não pensava de forma alguma em parar com aquilo, tanto eles me davam de carinho, beijos, enfiadas, sugadas, mamadas, eu retribuía com muito prazer a todos eles, levando-os a gemerem, urrarem de prazer e satisfação.
Queria que ninguém interrompesse aquilo, era um momento só nosso, por isso adorei ir praquela casinha, onde pude ser escandalosa, gritar, meter de dia e de noite, ser enrabada, sugada, fodida como toda mulher merece ser em sua vida. Eu rebolava gostoso nos cacetes, levava meus maridos â loucura! Recebia muito leite de rola pelo corpo, nos olhos, nos cabelos, tomava muito creme de pica e fazia os danados se acabarem em meu corpo cheio de fogo e sede... sede de piru, de cacete, pau entrando na boceta a todo instante, um pau no cu, acabando com meu juizo, igual minha filha relata pra mim de sua vida com Yamagushi... ela diz que é um escândalo só! Claro, filha minha, não podia renegar as origens mesmo! Ela e aquele ribenren... meio-ribenren... que a acompanha é um deus de beleza e fogo, de acordo com ela... já ouvi relatos de outras pessoas que atestam que ele não se recusa a satisfazer os mínimos desejos de sua companheira, por isso tenho muito respeito e estima por ele...
Um dia, ainda pego aquele ribenren de jeito!
Meus companheiros não me davam folga para respirar! Transamos em todos os cômodos da casa, no jardim, nos bosques em volta e à beira do riacho em uma noite de luar. Muito romântico, não acham?! Sou de um signo lunar e as noites me fazem bem!
Mas o espetáculo de que todos por aqui se lembram é o dia em que fomos encontrados na praça do mercado dormindo nus. Sei que isso parece coisa de menino, mas foi algo que deu muito o que falar a toda a comunidade! Rererererere! Nem eu esperava por aquilo.
Chegamos no mercado pra fazermos compras. Os quatro. Olhamos as coisas que desejávamos levar, mas não compramos, preferimos passear até a case de “eimi” – vocês sabem, né, minha mamã! – lá brincamos em um dos quartos, eles me pegavam com força e eu procurava esconder os gritos para não alarmar “eimi”- mas não conseguia, claro, uma hora era um deles mamando meus peitos firmes, uma boca no meu clitóris avantajado, enquanto um pau entrava pela porta dos fundos em mim. Outra hora era eu mamando um deles, retirando até a última gota de sêmen que pudesse haver naquele pinto bonito. Ficamos brincando por mais de hora na casa de “eimi”, a nossa casa, de todo o clã.
Ao fim da tarde, retornamos à praça do mercado e começamos a conversar, era um lugar público e movimentado, não queríamos escandalizar o povo. Sentamos em um dos bancos da praça... mas a noite chegou e com ela pouco movimento por ali. E a lua no céu... sabe... eu acho que ela me domina... só pode! Fomos retirando as roupas, eles me faziam carinhos ousados e eu retribuía com beijos, carícias, gemidos, uma mão segurando um saco, pernas abertas permitindo a invasão de minha keka, uma boca aplicando um chupão em meu pescoço, uma boca aflita em um peito, sugando o bico, eu já molhada de vontade de entrar no pau! E aquilo demorou nada. Foi só o caso de me deitarem em uma mureta baixa e começarem a me dedilhar toda, enquanto uma rola gostosa veio por cima de mim e ofereci a boca aberta pra ela entrar. Assim começou aquela fantástica noite! Apenas alguns gaiatos passavam por ali, mas, na maioria do tempo, a praça permanecia vazia de tudo, embora todos pudessem ouvir meus gritos e gemidos, conhecidos já de toda a população local. Ninguém surgiu pra interromper nosso divertimento.
A madrugada chegou e me encontrou ainda a gemer nos braços dos meus homens. Estávamos cansados de tanto vuco-vuco” e adormecemos mesmo, eu nos braços de todos. Quando a manhã surgiu, abri os olhos e os primeiros aldeões começavam a passar pela estrada, todos evitando se aproximar da praça. Era a senhora dos vulcões que ali estava a descansar de uma noite de amores e prazeres. Nos levantamos, meus amigos muito envergonhados, é normal na cultura deles sentirem vergonha das coisas que a natureza nos deu... como ocorre no ocidente, pelo que ouvi relatar... mas não é assim entre nós, respeitamos o ato sexual e não o transformamos em alucinadas proibições.
Bem, colocamos nossas roupas e retornamos ao nosso pequeno chalé à beira do riacho e ali ficamos por três meses.
Quando aqueles ribenren retornaram à sua terra, minha linda filha estava gerada, embora eu não possa afirmar quem foi o pai... diria que todos eles contribuiram de alguma forma, cada um com um pouco de si, para o surgimento dessa maravilhosa filha que me faz viver orgulhosa e satisfeita. E agora ela também é mãe, tenho comigo sempre em crescimento seu lindo filho, que é a alegria da aldeia e da família. Um dia, ela o iniciará em suas atividades sexuais, assim sempre foi entre nós. Esse é nosso costume.





Que delícia, muito obrigado por compartilhar conosco, essas fotos Me deixou louco de vontade dessa mulher sexy e maravilhosa ❤️😍❤️ Votadissimo 👏👏👏