Andava pelas ruas da cidade, não tinha um destino, apenas “bestava”, como dizia um amigo. Pensei ir à praia, ficava distante, mais de doze quilômetros, a pé ficaria bem difícil, através de ruas e avenidas apinhadas de veículos... voltei em casa, montei em minha bike, tava numa vibe boa e queria curtir o dia. Cheguei na praia, muita gente na areia, umas rochas grandes do lado esquerdo, diziam que por ali havia um forte do exército do país... fui lá, encostei a bicicleta em um tubo metálico (não havia ciclovia ou bicicletário na cidade). Havia um caminho concretado nas rochas subindo, subindo e um restaurante mais além, fui caminhando até o fim do caminho. Ficava observando pessoas lançarem linhas nas águas azuis do mar, dizendo que pescavam... talvez até fosse verdade, mas via peixe nenhum por ali... - OLÁ! - em maiúsculas mesmo, com muito entusiasmo. Ouvi aquele cumprimento, nas minhas costas, mas preocupei-me não, apenas repeti o “olá”, podia nem ser comigo, havia mais pessoas no local, eu conhecia ninguém ali, com certeza não era comigo. Mas a voz repetia o cumprimento e alguém lançava uma mão suave sobre meu ombro direito. É, era comigo, sim. Sem muita vontade, virei-me para despachar a pessoa, com certeza, era apenas um engano, alguém confundiu-me com outra pessoa, era isso! Do tipo: “A gente já se encontrou em algum lugar...” era um truque conhecido pra começar uma convertsa com estranhos, eu já conhecia aquilo. Mas minha surpresa foi grande. E boa! “Dona Sueli” estava ali, de blusinha fina de tecido enrugado, saia de tecido bem fino todo enrugado também, possivelmente um crepe ou seda de Bali, com estampas de flores, curta, um chapéu de palhinha na cabeça e um sorriso lindo no rosto. - GAROTO (com letras maiúsculas mesmo, que a surpresa era grande e a alegria também), que prazer encontrar você aqui! Eu estava espantado! Estava contente, como estava! Como assim? De onde ela vinha? Estaria vivendo ali por perto, naquele bairro de zona sul? E o marido? E a filha? E a vida? Ela abaixou a cabeça um pouco, quando perguntei sobre o marido. “Eu fui abandonada... estou sozinha... sou mãe solteira, agora...”. ficou bem embaraçada, mas explicou que a filha já estava na escola, afinal haviam decorrido cinco anos desde que nos vimos pela última vez no apartamento em que ela vivia de aluguel. “... mas... – disse ela, enxugando uma lágrima – o que importa é que estamos bem, eu e ela, trabalho muito em casas de família por aqui, lavando, passando, cuidando das casas das pessoas, faço o que posso, mas minha filha está bem cuidada, não vou deixar nada de ruim acontecer a ela, não!” Shirley, a filha, já estava com... idade... de estudar em escola regular. Eu mesmo já ia fazer vinte anos. “Dona Sueli” tinha já uns deliciosos vinte e oito anos! - Mas não precisa me chamar de “dona”, não, a gente é amigo e... sou solteira, né... “dona” é só pra mulher de respeito... - abaixou a cabeça ao dizer aquilo, com cara triste. Peguei em seu queixo e suspendi sua cabeça. - A senhora não é menos respeitável, nem por isso! O que aconteceu não tira sua honradez nem nada mais! – disse eu, com energia. Ela olhou pra mim por uns instantes, sorriu, um riso suave, mas tristonho, parecia verdadeiramente sem jeito. Estava um dia lindo e eu não queria deixar aquela mulher entristecer-se, estávamos na praia, o mar logo ali, um céu lindo, uma brisa fresca, os seus cabelos finos e quase brancos de tão louros esvoaçavam ao vento. Durante os primeiros dias, semanas, meses, sem ela por perto, tudo tinha sido difícil, eu precisei me agarrar aos estudos com força, esforcei-me e consegui seguir em frente sem que alguém percebesse minha frustração, mas foi um período complicado mesmo. Eu já estava na faculdade de biologia, tocava em um grupo musical em um bairro por ali, a vida seguia. - É, a vida sempre segue, a gente não pode ficar parada, a vida continua, apesar de tudo... – ela dizia - ... mas... estou tão contente de ter encontrado você aqui! Foi a Providência Divina quem trouxe a gente aqui, só pode! Tenho tanta coisa pra te contar! Mas... você pode... você aceitaria... ããã... me chama só de “Sueli” mesmo, vai... eu... sabe... gostaria muito... esquece o “dona”... eu... acho que... nem sou... assim tão velha, sou...? Claro que não era, na realidade, era uma gata, uma mulher linda e desejável, havia mudado, mas para melhor, mais calma, mais... não sei como explicar, mas era mais ela do que jamais havia sido! A gente se moveu um pouco e o sol brilhou em suas costas e percebi que estava usando um biquini, ou calcinha pequenina, dava pra ver através do tecido que, como disse, era bem fino. Uma loura espetacular! - Quer ir pra água comigo, quer? Vem, vamos nos molhar, vamos!? Eu a segui, tiramos nossas poucas roupas, mas continuei de shorts, afinal não estava usando cueca de praia e já não usava cueca nenhuma, portanto, ia entrar daquele jeito no mar. Ela retirou a saia, que caiu ao chão, a blusinha pela cabeça. Era mesmo uma pequena peça de biquini que usava, mas sem a parte de cima, praticava topless naquele momento. “Eu costumo colocar a parte de cima, está aqui na bolsa, mas... com você ao meu lado... tem ninguém por perto pra ver mesmo, né, o que tem demais? Você se importa? Quero que você me veja assim, gostou? Ou... já perdi os encantos que tinha, pra você?”. Olhei nas duas direções da praia, havia ninguém por perto mesmo, só o pessoal lá no alto das rochas, brincando de pescar, mas a gente estava oculto por elas. Eu enlacei-a em meus braços, beijei muito aquela boca sensual que já havia mamado em mim de forma bem gostosa, com loucura. E era com loucura que me retribuía os beijos, como se o mundo fosse acabar naquele instante. - Pensei... pensei... – dizia ela, entre soluços – que... pensei... que nunca mais ia ver você... pensei... tanta coisa ruim... mas sabia que não podia deixar minha filha sozinha nem abandonar pro pai criar, ele é um bom homem, não é justo falar mal dele, mas ela é minha filha... e... e... você... eu... tive tanto medo, fiquei tão triste quando fui embora daquele jeito, sem nem dizer nada a você... eu não queria, mas ele... – eu a calei com um beijo de novela, daqueles que duram minutos – Aaaaiiii, garoto, assim nem consigo respirar! Mas... quem pensa em respirar estando junto de você!? Só penso em... em... você sabe... coisas... só penso em coisas... coisas boas... deliciosas... você me acende todinha, garoto! Eu sinto um calor doido! Vamos logo pra água, vamos, que esse fogo todo vai abaixar, tenho certeza... quer dizer... rsrsrsrs... duvido muito! – e ficou rindo, aquele sorriso gostoso que eu conhecia de tempos atrás. Pegou no meu pinto dentro d’água, fez carinho, rindo e soluçando – Você está aqui comigo mais uma vez! É você, é você, é sim! Tudo o que eu tenho pedido a Deus este tempo todo! E agora... e agora... você está aqui... – e me agarrava, me beijava, me apertava, puxava minha cabeça em direção aos seios firmes – Vai, mama gostoso, mama, me faz sentir feliz novamente, faz, mama gostoso, garoto! Mas aquilo não podia ficar daquele jeito. “Estou morando aqui perto, uns quinze minutos caminhando, o que acha, quer ir lá comigo, quer? Sei que quer, estou vendo nos seus olhos, está cheinho de vontade, não está!? Sei que sim, vamos lá em meu apartamento, vamos, tem ninguém pra atrapalhar. Shirley só chega em casa no fim da tarde, é seguro, a gente pode... pode... você não quer ir? O que houve? Você não gosta mais de mim não? Estou com medo! Era difícil parar aquela doidinha! Fomos ao apartamento, sim, e lá... ai... ai... a porta foi trancada... e os vizinhos devem ter ouvido muitos gemidos e gritos naquela tarde. - Já aprendeu mais coisas com as garotas, aprendeu? Sendo bonito assim, gostoso assim, com certeza, tem alguma namoradinha, não tem? ... não? ... sério mesmo? ... ninguém? Quer dizer que tenho você todinho só pra mim, não vou ter de dividir com mais ninguém? Jura? Com ninguém mais? Eu até aceitaria dividir você com mais alguém, só não quero perder você de novo, isto não! Todinho meu! Todinho meu! – e me beijava, me acariciava o corpo todo, sorria de forma engraçada, como se fosse uma criança ganhando o doce mais delicioso com o qual sonhou. – Claro, você é tudo o que uma mulher pode desejar! Lembra que eu disse isso um dia lá no apartamento? Uma mulher que conhece bem você não esquece mais, não mesmo! Ai, foi por isso que tive de ir embora... eu nem queria, nunca..., mas não pude fazer nada... apanhei tanto... todo dia... bastava ele olhar pra mim... deixou de ficar no quartel e ia pra casa direto, todos os dias... me xingava, me batia... – e começou a chorar! - ... mas... mas... isso já passou, não é verdade!? Passou, sim, agora vou recomeçar tudo, vou... vem, me abraça, me faz esquecer, faz! Claro, abracei aquela mulher sensacional, muitos beijos, muitas carícias. - Quero sentir sua boca aqui, ó... – e apontava pra sua raxa – ai, que saudade, como você fez falta, garoto, quanta falta! Vem, corre, vem! – e lá fui eu, claro, língua entrando pelos grandes lábios, uma lambida no grelinho, língua afundando na raxinha, ela tremendo, gemendo – Ai, caramba, mais fundo, vai, mais... ssssssssss... mais... ai... delícia... mais... asssssiiiiiim... vou... aaaaiiiii... eu... eu... aaaaaiiiii... caramba, como isso é bom... ssssssssss... aaaaaaiiiiii... eu... eu... garoto... eu... gozei, garoto, mais uma gozada de arrebentar, aaaaaiiii... não, me toque ainda não... não aguento... o corpo está formigando todo... mecha em mim agora não, por favor... eu... eu... aaaaaaaf... sssssss... garoto do céu... me dá uns minutinhos... uuuuuuuf... ai, como é bom ter você do meu lado novamente, como é bom! Só você consegue me enlouquecer assim, só você! Mas... agora... eu quero uma coisa diferente... sabe... antes, eu não queria brincar com você na cama, achava que não devia..., mas agora... agora... vem pra cama, vem, eu quero na cama, vem, vem deitar comigo aqui, deita, gostoso, deita comigo. Me dá amor, dá, eu preciso tanto! São cinco anos sonhando com você, cinco anos! Sabe lá o que é isso! Cinco anos de secura! O que foi? Eu já estava subindo pelas paredes, pensando em pegar um pepino, uma cenoura, sei lá... você acha que depois de você fiz isso com alguém? Pois foi por isso que eu apanhei, porque me recusava, ele só conseguia me forçando, me estuprando, por isso eu apanhava tanto! Mas... você está aqui... me ama, vai, me dá prazer, preciso tanto! Pelos cinco anos de ausência, vem! Pediu-me que a vendasse com um lenço, com outro amarrei as mãos e com outro ainda, devia amar as pernas. “Vai ser um estupro, vai, você vai me dominar, não vai, me dominar, me comer gostoso, bem violento mesmo? Aaaaiiii, eu quero tudo bem aqui, bem fundo!” Era impossível resistir àquele apelo erótico! Primeiro, abocanhei sua vulva, coloquei pra gemer enfiando a língua bem fundo e um dedo por trás – “Vai invadir meu reino por trás também, é? Invade, arromba tudo, invade tudo, toma conta de tudo, é tudo seu, tudinho...” E gemia, gemia – “... mais, meu gostoso, mais... assssiiiiim... arrasa sua putinha, arrasa, estou presa, você me domina... aaaaaiiiii... como é bom... come... aaaaaiiii.... mais.... aaaiii... ssssss...” – era difícil demais resistir a uma mulher como ela, carinhosa, delicada, deliciosa... gozou muito, gemeu muito e, por fim... - Agora, você vai me dar um prêmio, não vai? Goza na minha boquinha, goza, meu lindo, me dá de mamar, dá, quero leitinho, tesudo, todo o seu leitinho, aqui... na boquinha de sua putinha, prometo que vou engolir tudinho, deixar você sequinho, você vai ver! Vou tomar seu leitinho todo, todo! Foram jatos fortes, como sempre, mas, daquela vez, tudo pra dentro da boca de Sueli, que já não era mais “dona”, apenas “Sueli”, não por falta de respeito, muito pelo contrário, era carinho mesmo! “Quero ser sua Sueli, só sua! Agora... vai me desamarrar, não é verdade?! Eu... vem... me desamarra, garoto, vai... você... você... quer mais? Deus do céu! Mas você acabou de gozar! Como pode? O pau continua duro! Que coisa doida! Quanto tesão guardado, hein! Me come de gatinha, então, come, na bundinha, vem, mete mesmo, acaba comigo, pode se fartar, é tudo pra você mesmo, o quanto que você quiser!” – ela dizia e abaixava-se, rosto na cama, rabo empinado, pernas abertas. Encaixei a ponta da glande, ela abriu-se mais ainda... – “Será que vai entrar assim, sem vaselina? Você é tão grosso! Acho melhor passar um creminho aí. Passa...”. peguei um creme que ela tinha no quarto, untei tudo muito bem e comecei a penetração, ela gemendo logo no começo “... mas é que você é graúdo... avantajado mesmo... vem... o cuzinho vai se abrir pra você, vem, come gostoso, meu tesudo!” e eu continuava a brincadeira, uma invasão gostosa, ela toda aberta, a rola entrando, entrando, foi quase tudo... “Nem cabe tudo...”, cabia, sim, na frente ficava mais difícil, mas por trás... “... me mata... sssssss.... ai... ai... ai... ai... asssiiiiiim...”, eu segurava-a pelos quadris e socava com vontade “...sem dó, tesudo, sem dó...”, dizia ela. Claro, ainda brincamos com ela por cima, quicando feito bola de tênis, mordendo os lábios, soluçando, gemendo, até gritar no final... estava aprendendo a ser escandalosa! - Não dá pra ser diferente, não! Só gritando mesmo. Não é você que é arrombado por uma pica deste tamanho! Isso não é pra qualquer uma, meu garoto, é não! Aaaaaiiiii! ... mas como é bom! Eu vou no céu e volto!
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