Meu Professor de Violão



    Eu via aquele bonitão entrando de vez em quando no instituto de música e, na total inocência, passei pela porta e fui conversar com a atendente. Saí dali com 10 informações muito importantes e uma matrícula no curso de violão.
    As informações eram:

1 – estrangeiro
2 – solteiro
3 – 30 anos
4 – professor de violão
5 – não morava muito perto, mas nem era tão longe assim
6 – endereço
7 – numero telefônico
8 – endereço de e-mail
9 – sozinho, no momento!
10 – não havia vizinhos por perto, morava afastado de todos!

    Bem, vou me apresentar: morena, cabelos quase negros, lisos e fartos, longos, na cintura, olhos castanhos, pele queimada de sol de piscina (o mar é distante), um metro e sessenta, por volta de cincoenta quilos, pernas grossas, até os tornozelos são, bumbum arrebitado, seios medianos, mãos suaves, longos dedos, poucos colegas, nenhum amigo, vivendo com os pais, estudante, ainda virgem, mas na idade para pensar em coisas gostosas, kkkkkkk! Aí estão meus dados.

    Hoje ele passou em direção da papelaria. Corro pro quarto, ponho um topezinho preto, um shortezinho de tecido fino, negro, bem curto e apertadinho, fica até a marquinha da divisão de minha xavasquinha, kkkkkkk. Passo na papelaria, ele ali está. Mecho nos cabelos, ele está olhando em minha direção. Passo como se desfilasse, solto os cabelos, espalho tudo pelos ombros, ele viu, me segue com o olhar, virou até a cabeça pra me ver melhor! Ai, ele me notou! Tenho certeza!
    Eu também reparei nele, claro. Mas sou bem intencionada, ingênua, podem acreditar, tudo o que fiz foi… digamos… mania de mocinha mesmo, que gosta de ser notada pela pessoa certa.
Nas aulas, procuro sair por último e quase sempre funciona, ele conversa comigo. Tentei passar meu número telefônico, mas ele não aceitou, dizendo que se precisasse entrar em contato com os alunos, o próprio curso faria isso por ele. E eu, toda bobinha, ainda tentei enviar mensagens pelo whatsapp (eu tinha conseguido o número dele, a colega do curso me fez esse favor no primeiro dia em que fui me inscrever… mas o gostoso não sabia disso)… ele nem olhou pra mensagem, que não era nada indevido, sou bobinha, lembra, só queria conversar com ele.
Outro dia, ele passou no café onde eu estava com colegas de escola. Na mesma hora me levantei e fui falar com ele. Falamos de amenidades, convidei para se juntar a nós, mas recusou. Ainda consegui acompanhá-lo um pouco, mas me despistou. Sumiu.
    De outra vez, eu estava em uma praça fazendo nada, só jogando conversa fora, quando percebi ele vindo pela calçada. Fui ao seu encontro como se tivesse sido algo casual. Naquele dia, ele desapareceu novamente dentro de uma loja.
    Mas teve um dia em que nos encontramos mesmo por acaso e acabamos conversando muito, mas ele tentou usar a tática de sumir em uma loja, mas não deixei. Fiquei na cola o tempo inteiro, até que ele viu que não tinha jeito e resolveu que ia pra casa. Eu o convidei pra passearmos um pouco pela vila, mas ele se recusou. Me dispus a acompanhá-lo à sua casa e ele, mais uma vez desconversou.
    - Olha, professor, tenho nada pra fazer de especial, posso ir com você até sua casa, o que tem de mal?
    - É que não tenho carro.
    - Isto não é problema, gosto de caminhar…
    - Mas… eu moro na vila não, moro distante…
    - Oras, isto tem nada demais. Já falei, gosto de caminhadas.
    - Entenda, mocinha, eu vivo sozinho, longe, vou pra casa de bicicleta…
    Bem, aquilo nos afastava mesmo.
    - Puxa, professor, você não gosta de mim mesmo, hein! Fico imaginando o que foi que eu fiz de errado pra merecer isto…
    Ele estacou. Justo o eu queria. Explicou que tinha nada contra mim não, eram as suas obrigações que o mantinham afastado de todos, só ia à vila para lecionar e fazer compras.
    - Puxa, não sai um pouco pela noite…? Nunca vi você por aqui em algum café, bebendo, socializando, jogando conversa fora...
    - Tenho tempo não… também é bom lembrar que moro há uns cinco quilômetros da vila, não tenho carro, fica inviável…
    - Bem, se você quiser, posso passar em sua casa de carro e trazer você pra vila, depois levo em sua casa de volta. – a tentativa foi boa, mas fracassou também. Êta homem difícil! – Mas hoje você podia, ao menos, pra mostrar que tem mesmo nada contra mim, passear um pouquinho comigo pela vila. Eu prometo que não vou tentar mordê-lo!
    Desta vez, a tática teve êxito. Passeamos a tarde quase toda, entramos em lojas, sentamos nas esplanadas dos cafés, fizemos copras pra ele, uma lembrancinha pra mim – que ele deu – e o tempo passou tão rápido que nem percebemos.
    - Está vendo, a gente se divertiu foi muito, eu nem fui chata como você esperava, nem tentei mordê-lo! – ele riu. Ele sorriu! Primeira demonstração de apreço, de afeto que ele demonstrava para comigo. estamos evoluindo! Ao final, ele acompanhou-me até minha casa, conheceu minha família e foi um ótimo dia mesmo!

    Chego em frente a sua casa, a porta aberta indica que está lá dentro… quer dizer, que pode ter gente lá dentro. Vou me aproximando e, antes de eu falar qualquer coisa, ele aparece, todo atrapalhado.
    - Oi. Como me descobriu aqui, mocinha? – pois foi isso que ele me disse, nada de uma saudação mais carinhosa, uma demonstração de surpresa, apenas um soco direto na minha autoestima. Nada melhor pra começar o dia! Acho que nós, as mulheres somos mesmo umas tontas, sempre correndo atrás de quem não parece dar valor pra gente! Somos loucas! Mas eu sabia porque eu andava atrás de tal homem.
    Um homem ainda jovem, pouco mais de trinta anos, possivelmente quase o dobro de minha idade… é, já disse que sou jovem! Um moreno lindo (aos meus olhos, ao menos, e de minha mãe, que elogiou muito quando o conheceu). Porte esportivo, pedalava muito sua bicicleta, pernas grossas, fala mansa, calma, voz baixa. Mãos cuidadas, grandes, dedos longos, aquilo atraiu minha atenção em especial! Eu me aproximei e o beijei no rosto. Sorri. Ele estava ali na minha frente, sem ninguém por pero!
    - Como chegou ate aqui, sua doidinha? – mostrei pra ele o patinete elétrico que eu tinha trazido. Ele sorriu. – Você não tem jeito mesmo, né! Tanto fez que descobriu onde moro…
    - Claro, né, nós meninas sempre vamos atrás daquilo que queremos! Nós somos terríveis, ninguém segura a gente! - e fiquei pensando na brincadeira que eu disse, na verdade, quando uma garota quer um homem, não tem quem impeça, quando a xaninha começa a coçar por um cara, não tem quem segure a gente! E aquele ali me fazia passar mal na minha cama com um calor absurdo entre as pernas, nem os dedinhos satisfaziam mais!
    - Não vai me convidar a entrar, professor?
    Ele pareceu acordar e me pegou pela mão. Entramos na sua vivenda. Era um espaço pequenino, um quarto-sala-cozinha de uns sete metros por seis… era o suficiente para o que ele tinha, disse-me. Havia uma cama e eu, claro, percebi. Joguei-me sobre ela de costas, toda sorridente! A blusinha subiu um pouco como eu queria, mas não o suficiente… “Que cama macia, professor! Sua mulher deve gostar muito, né… onde está ela, professor?”, ele me olhou enviesado. Disse que vivia sozinho ali, eu já sabia, claro, era só charminho meu. “… mas uma namoradinha, uma garota jovem, tipo eu assim… sabe… tem namorada, professor?”. Ele negou novamente e eu também já sabia. ” Pois olha, professor, eu mesma viveria aqui sossegada, sabe… lugar gostoso, tranquilo, silencioso, com um homem feito você assim, bonito… é o paraiso!” ele riu mais uma vez. Levou-me pra conhecer um pouco da terra, com muitas fruteiras, mas eu queria correr, provoquei-o, ele me seguiu, correndo também, eu me escondia ele me agarrava, eu fugia novamente, ele me pegava… que pegada gostosa! Até que, uma hora lá, me pegou firme por trás. Eu senti aquela coisa dura atrás de mim, bem na minha bunda. Deixei ele me prender, ainda rebolava de leve com ele ali me apertando. Ele me pos nos braços e    me levou pra dentro de casa.
    - Você é louca, sua diabinha, louca! Eu sou adulto, seu professor, não posso fazer isso que você quer…
    - E… você sabe… o que… eu quero, professor?
    - Claro que sim, sua tonta! Com certeza, todo mundo na vila já percebeu! E é por isso que eu corro perigo com você aqui comigo!
    - Puxa, nem é assim…
    - Claro que é! Você é muito nova, você é uma…
    - Eu sou uma mulher! – falei alto, mas sem gritar - Sei muito bem o que quero pra mim! E… - falei com suavidade, fazendo charminho pra ele – o que quero está bem na minha frente! - Ele riu!
    - Você não tem jeito mesmo!
    - Tenho mesmo não!
    – Vou acabar sendo expulso do curso de música…
    - Só se eles ficarem sabendo, mas… adivinha? Eu não vou contar pra ninguém, vai ser o nosso segredo, você topa? - e dizendo isso, joguei-me na cama, de costas. Minha blusinha desta vez subiu ainda mais e deixou meus peitos de fora. Eu nem liguei! Ele me olhou, havia fogo nos olhos daquele cara, parecia um cavalo olhando pra égua no cio e eu era quase uma. Ele veio pra cima de mim, sentou-se na cama, deu dois tapas na minha cara quase fortes e um beijo gostoso. Mas me colocou sobre suas pernas como seu eu fosse sua filha pirracenta,, suspendeu minha saia e me deu uns quatro tapas na bunda.
    - Ai, professor!
    - E isso é pouco, você merece bem mais que isso!
    - Mereço mesmo, é, meu lindão? Então bate mais, bate, eu sou levadinha, mereço castigo, bate mais, bate!
    Ele riu e mim, sabia que o “castigo” só ia acender mais meu fogo! Fiquei deitada sobre suas pernas, de cara pra cima. Ele me beijou forte, segurando e apertando meu roto entre as mãos. Segurava um peito com uma das mãos e mamava o outro com violência! Eu fui ao céu! Aquela boca quente, aquela língua no mamilo, gente, uma coisa deliciosa! Ele fez questão de tirar minha roupa toda, aos poucos, mas fiquei ali peladinha na casa do meu professor e ninguém precisava fiar sabendo! Me chupou toda, de língua e de chupada mesmo com a boca. Minha periquita estava louca louca, ardendo de vontade, mas eu delirava com aquelas linguadas que ele me dava! Quando foi retirar a bermuda que usava, não deixei. Eu mesma queria ter esse prazer, deixar ele peladinho e, na hora de tirar a cueca, ver aquela coisa linda e deliciosa pular pra fora. Até deixei minha cara bem perto pra ganhar um tapa de pica. E pulou mesmo e me bateu na cara… só que foi antes do que imaginei... ele não usava cueca… e me maravilhei com aquilo., o pinto Era grande e grosso! Eu não esperava aquilo tudo. Já vi de garotos, claro, algumas vezes quado faziam xixi, mas daquele tamanho todo nunca! Ai, meu Deus será que eu ia aguentar tudo? Não parei pra pensar naquilo, mamei gostoso… nem tanto assim… eu coloquei as mãos nele, segurei, acarinhei, mas foi o professor que me guiou no que devia fazer. E aprendi logo, como boa aluna que era! Chupei gostoso, mordiscava a cabeça, passava a língua por ele todo, como um pirulito… piru… lito… era um piru-lito, um piru lindo mesmo ali na minha boca. No começo foi nada fácil colocar aquilo na boca, era grosso… mas a gente descobre um jeitinho, sempre descobre, não é?! E ele gostou. Prendeu meu grelinho com a boca, ficou sugando o bichinho bem forte e aprendi a gemer. Eu era virgem ainda, sabe, mas aquilo era apenas uma barreira bem fina a ser ultrapassada e ele conseguiu… com os dedos. Naquele dia ficamos naquilo meso, ele me chupava e eu chupava aquele pau lindo. Me enfiava dedos na periquita, enfiava, enfiava, enfiava, enfiava… nem sei quantas vezes... muito rápido, muito rápido sim, chacoalhava tudo lá dentro, parecia que eu tinha água ali e eu gemia, me torcia de prazer… tive minha primeira gozada com a boca dele na minha raxa. Saia muito liquido de dentro de mim, eu melava muuuito!
    Gozei ainda mais da segunda vez que visitei meu professor, mas isso fica pra próximo conto. Se vocês gostarem desse, conto um pouco mais… e trago mais fotos… até a próxima!

Foto 1 do Conto erotico: Meu Professor de Violão

Foto 2 do Conto erotico: Meu Professor de Violão

Foto 3 do Conto erotico: Meu Professor de Violão

Foto 4 do Conto erotico: Meu Professor de Violão

Foto 5 do Conto erotico: Meu Professor de Violão


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Comentários


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baiatsifata Comentou em 15/08/2026

A última foto é minha, não posso colocar muitas fotos aqui, problema de idade, viu.




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Ficha do conto

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baiatsifata

Nome do conto:
Meu Professor de Violão

Codigo do conto:
269903

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
15/08/2026

Quant.de Votos:
1

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