Esta é a sexta parte da estória. Recomendamos que leia as anteriores para entender esta.
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Quando Bruna nos viu abraçadinhos, deu um largo sorriso e disse:
- Humm... vi que fizeram às pazes né? – eu ri, bem alegre, como uma criança que ganhou um brinquedo novo.
- O que você acha, sua boba? Olha aqui, senhor Zezinho, avise suas biscates, peguetes, ficantes e o caramba a quatro que a boa vida delas acabou!
- Ulalá! A Cristina tá de volta! Tá ferrado tio! - Bruna também estava muito alegre.
- Não folga... estou de olho em você também. Essa safada é louca pelo senhor, disse que se você não fosse seu tio, ia... - Bruna a interrompeu.
- Não começa, você tem rabo preso comigo! – falou aquilo risonha.
- Bem, acho melhor a gente achar um local para lavarmos a roupa suja, garotas.
- Que nada tio, ela vai ficar quieta, sabe muito bem que tenho mais armas que ela - deu uma gargalhada gostosa.
- Bem meninas vocês estão empatadas., então... vamos embora.
-Aaah não paai... tá cedo! – eu queria mais, ficar ali curtindo o dia que acabava, meu pai delicioso com quem eu tinha feito as pazes e tinha uma estória muito doida..., queria ir ainda não...
- Não, tá na hora. Vamos!
Entramos no carro e fomos embora. Quando chegamos, Bruna desceu do carro olhou pra meu pai e disse:
- Vou deixar os pombinhos se despedirem. Juízo, viu, tio - e entrou rindo.
- Está mais tranquila, linda?
- Sim pai, estou legal Me beija, pai!
- Espere um pouco, vamos conversar - ele sabia que isso ia acontecer, tinha mexido no vespeiro.
- Para com isso pai! Já conversamos muito, perdemos muito tempo. Eu sei que o senhor me quer, sinto isso. Vi como o senhor tava quando se levantou. Um pintão sem tamanho!
Cheguei pra perto dele e abracei com vontade, senti o calor dos seus lábios, de novo aquele imã atraiu. Beijei, me entreguei, ficamos até o fôlego acabar.
- Espera, filha.
Me olhou carinhosamente, eu tava com o rosto afogueado e respiração entrecortada.
- Filha, esse não é o caminho certo. Não força a barra, por favor. Não me faça perder a cabeça.
- Pai, agora o senhor não tem desculpas, não é mais casado com a mamãe. Eu esperei muito por esse momento. Eu te amo! Você não entende? Eu quero você! Sei que você me quer e tem tesão por mim. O senhor lembra o dia que você tava de pau duro, comigo sentada no seu colo e a mamãe veio te chamar? E no dia que o senhor estava assistindo jogo?
- Claro que me lembro, você me avisou na hora. Foi muito esperta.
E deu um sorriso. Estava tentando se controlar, mas o pau tava duro feito uma rocha.
- Sei que tá duro de novo. – levei a mão, peguei nele e dei uma apertadinha. - Não disse!
- Vamos dormir... amanhã a gente se fala.
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Papai combinou comigo que, no dia do meu niver, iria perder o cabacinho, finalmente! E, de quebra, ele queria comer a Bruna. Tudo bem, ela bem que merecia, afinal ser minha amiga não é coisa fácil não e ela aguentou o tranco direitinho, sempre do meu lado, ajudando até mesmo nas pazes que fiz com papai. Ela era mais do que uma amiga, eu não iria encrencar com eles de se pegarem não. Ele que comesse Bruna, tirasse aquele cabaço que ela estava doida de vontade de perder.
No dia seguinte, fui oro meu curso e enviei um recado por Bruna pra papai ir me buscar em determinada hora, ele já sabia, na escola. E ela acabou por me contar a conversa que tiveram junto da casa de vovô:
- Tio, a Cris mandou um recado pro senhor - ela tava com o uniforme do colégio, de acordo com ela, ele olhou com aquele olhar devorador que todo tarado tem e falou assim:
- Vamos no barraco, vou guardar minha pasta - passou o braço no ombro dela e a levou pra edícula.
Entraram e ela sentou-se no sofá, ele foi pro quarto, deixou a pasta e foi ao banheiro. Quando ele saiu, encontrou a safa já sentada na cama.
- Queria conhecer seu matadouro tio - e bateu a mão no colchão. Quando quer, ela sabe olhar fixamente com uma cara tão safada!
- Gostou? – ele olhava pro meio de minhas pernas, daí levantei mais um pouco a saia, dando uma visão mais privilegiada das minhas pernas gostosas. Pelo olhar dele, tava pensando em me comer ali mesmo, naquela hora! E eu nem iria recusar, não!
- Já pegou muitas aqui, né, tio? – o pau dele começou a se mecher, tava vivo, querendo meu cabacinho, tenho certeza!
- Umas duas – respondeu.
- Sabia, tio, que tem muitas amigas nossas que são doidas pra ficar com você? A Cris fica uma arara - e descruzei as pernas, abri um pouco e deixei ele olhar minha calcinha branca. Eu fazia de pirraça, tava adorando a brincadeira de gato e rato... e a ratinha era eu!
- Não, não sabia, mas... porque não está na aula, garota?
- Porque faltaram professores e a Cris me pediu para avisá-lo para buscá-la – olhei aquele volume nas calças do titio e fiquei com um sorriso malicioso, abrindo e fechando as pernas devagar, provocando o tio. Ele descaradamente deu uma alisada no pau, fiz questão de mostrar que tinha percebido, passei a língua nos lábios bem devagar, olhando aquilo tudo com ar guloso, o lobo mau tava pronto pra me atacar quando a Maria chamou.
- Zezinho! Sua mãe tá te chamando pra você comprar carne pra ela. – fui salva pelo gongo.
- Diga pra ela que já vou.
- Posso ir com o sr. tio?
- Você que sabe gata, mas cuidado com o lobo mau - disse com um sorriso safado.
- Não tenho medo desse lobo... sei que comigo ele vai ser bonzinho – olhei praquele monte de rola ali escondida pela calça, me levantei e teu pai colocou o braço no meu ombro, abracei pela cintura e saímos. Passamos pela entrada lateral, o espertinho aproveitou para deixar a mão boba escorregar e ficar apoiada nos meus peitos, mas não esbocei nenhuma reação contraria e o safado espertalhão então espalmou a mão, deu uma apalpadinha. Tenho certeza de que se não estivéssemos chegando na calçada, tinha invadido o decote e agarrado meus peitos.
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Continua, viu, acabou não!
As imagens são meramente ilustrativas, retiradas da web.




