Eu sou loura, peitinhos ainda por apontar, pernas bonitas, coxas grossas para a idade e um bumbum lindo e arrebitado! Sou muito determinada. Tenho duas irmãs, uma dois anos mais velha que eu, a Amanda; e uma mais nova dois anos, a Andreia. Meu pai é o José e minha mãe é a Lucília.
Eu mesma, sou a Cristina, ou Cris, como todos me conhecem. Nesse tempo, achava meu pai muito “mala-sem-alça”, minhas irmãs não davam bola pra mim, nem minha mãe. Eu era uma pessoa bem solitária, mas sempre fui bem mais esperta que elas todas, todos diziam. Amanda tinha o hábito de sentar no colo de papai sempre que podia. Andreia não, era bem mais ligada em nossa mãe. E sobrava eu, né, sem ninguém. Era eu e mais eu. Mas conseguia viver bem, só não queria saber das besteiras de minhas irmãs. Ia estudar e, ao voltar pra casa, os homens ficavam dizendo besteiras, sabe, os mais velhos e os mais jovens, eu nem ligava, pra quê! Meus parentes me achavam muito descolada e era verdade.
Aprendi cedo coisas sobre sexo. Escutava minhas tias e tios, via e ouvia meus primos e primas falarem daquilo, fazerem aquilo, sem perceberem que eu estava por perto. Encontrava alguns dos primos e primas se acabando numa punheta ou numa siririca e aprendi aquilo... Era uma de minhas alegrias, em casa, como era mesmo solitária, ninguém percebia que eu existia mesmo, ia lá no fundo de um corredor onde meus pais ajuntavam as tralhas e, escondida como achava que tava, sentava no chão, abaixava a calcinha e um dedinho ia na periquita com vontade, aaaaaaaaaiiiiiiiii, como era bom! Eu ficava vermelhinha, suava horrores, mas procurava não dar bandeira, né, nada de gemer, tinha de ser silenciosa e conseguia, normalmente ninguém percebia. Andava pela casa, preparava uns sanduiches pra mim, ia comer tudo em algum lugar tranquilo. A gente morava perto de minha avó, mãe de meu pai. Havia uns tios e seus filhos, um deles era o Cleone, tinha uns sete anos mais que eu, acho. Era filho de minha tia Lair. Era conhecido como “o pegador de meninas” do lugar. Depois que tinha traçado a bichinha, saia contando aos quatro ventos o que tinha feito e as meninas ficavam mal faladas, claro! Era um safado!
Certa vez, eu tava curtindo a vida, no fundo do corredor da bagunça, e só percebi uma mão me pegar pelo braço, me sacudir com força. Era minha mãe! Ai, meu deus! Me ferrei! Mas aconteceu que tava na hora de papai chegar do trabalho e foi aquele escarcéu quando ele chegou.
- Foi bom você chegar... toma, dá uma surra nessa moleca, se você não der, dou eu!
- O que aconteceu? – perguntei e ela respondeu:
- Peguei ela no corredor lateral da casa, no meio das bugingangas se masturbando. Tava vermelhinha e suada de tanto tocar siririca.
Papai pegou-me pelo braço com força e senti que já era! Eu tava frita! Daí, ele olhou-me bem com calma, sabe, fiquei gelada com o olhar dele.
- Ela não vai apanhar por isso – ele disse pra mamãe.
- Como não!? Temos de fazer alguma coisa com ela, sim, não dá pra andar fazendo esse tipo de sem-vergonhice pelos corredores não.
- É da natureza de cada um... uns começam mais cedo, outros mais tarde, você conhece minha história. Não vou bater nela por isso.
- Até nisso ela te puxou!
E papai me mandou ir fazer minhas coisas, o que deixou mamãe uma arara e emburrada com ele.
Só mais tarde, com o tempo, fiquei sabendo das coisas que seu, José, meu pai, aprontava quando era molecote. Aprendeu a tocar punheta logo cedo e aquilo deixava minha avó apavorada, dava surras e mais surras nele, mas não conseguia nada não, ele aprendeu a se esconder em lugares especiais e ninguém conseguia pegar o danado! Mas foi por isso que ele não me bateu como queria minha mãe, ele não foi hipócrita e eu me safei daquela vez!
Quem disse que aquilo fez eu mudar minha vida? Que nada! Quase um ano depois daquilo, eu tava no meu cantinho de sempre, suada, vermelha, gozando horrores e, quando abri os olhos... meu deus! Era ele, seu Zezinho, meu pai! Me pegou no flagra tão bem, que fiquei sem saber o que dizer. E olha que eu era bem espevitada, sabia sair de minhas encrencas com maestria... quase sempre, claro... nunca fui pega colando na escola, nunca fui pega mexendo nas coisas de mamãe pra pegar uns cosméticos pra me embelezar..., mas tinha sido pega por papai e mamãe na siririca! Foi um baita susto! Dei um pulo e me recompus rapidinho, me ergui e fiquei de cabeça baixa, morrendo de vergonha, claro! Ele me pegou pelo braço e me levou ao meu quarto, depois fechou a porta e disse pra eu sentar na cama. Eu tinha nada a dizer, nada!
- Seu quarto não tem chave? – ele perguntou e eu gaguejei pra responder:
- Si... si... sim pai, tem.
- Tem ou não tem? - tornou a perguntar em tom raivoso. – Vamos, me responda. – ele não estava gritando nem nada, mas falava com cara bem séria mesmo, eu olhava pra ele assustada e só balancei a cabeça dizendo que sim - Quero ouvir você falar, vamos... tem ou não tem? – ele parecia bem furioso, agora!
- Sim... sim, pai, tem, sim senhor... – daí, ele mudou de fisionomia e falou:
- Então quando você tiver vontade e quiser fazer novamente, venha pro seu quarto, tranque a porta e faça aqui, pois assim ninguém vai pegar você... entendeu? - balancei a cabeça afirmativamente, ele estava certo, claro, eu tinha sido tonta - Já livrei você de uma surra, mas se der mole de novo, não vai haver saída, eu vou ter de surrar você, compreendeu? - balancei a cabeça concordando - Você tá ficando mocinha e não precisa mais ficar apanhando... entendido?
- Sim senhor!
Ele saiu e bateu a porta, sem dizer mais uma palavra sequer. Como ninguém tinha notado nada, ficou por isso mesmo e papai não contou nada pra mamãe, virou um segredo nosso. Não tocamos mais no assunto, mas comecei a mudar de atitude com ele, claro, percebi que ele não era tão “mala-sem-alça” como eu pensava, até que tinha sido bem legal comigo nas duas vezes e aquilo me tocou fundo, sabe! Me acheguei mais a ele, viramos cúmplices. Contava segredos das primas e até das tias solteiras a ele. Amanda não saia do seu colo, quando chegava em casa, pois ela era a mais agarrada com ele e aquilo começou a me irritar aos poucos, garota enxerida! Então começamos uma guerra, uma verdadeira disputa por causa do carinho dele.
Todas nós tínhamos o costume de dar selinho nele todos os dias, quando ia trabalhar e quando chegava do trabalho, mas, quando não tinha ninguém por perto, meus selinhos eram mais demorados, eu tinha todo o cuidado de me certificar que não tinha ninguém olhando. Me tornei mais carinhosa e meiga com ele, até mamãe notou a mudança. Se estava no seu colo e não tinha ninguém por perto, ou que pudesse nos observar, o beijo era bem mais demorado e molhado, bem gostoso mesmo, procurava me encaixar mais junto de seu corpo, não parava quieta, mexia-me, sempre me esfregando e movimentando. Eu sentia uma coisa gostosa por ele, era gostoso sentir aquela coisa que crescia embaixo de mim, claro que eu percebia, não era nenhuma tola, ele acabava ficando de pau duro, mesmo sem querer admitir. Era só eu sentar e logo começava a endurecer, não sei, mas percebi que era inevitável pra ele aquilo. Eu era nova ainda, mas tinha a genética de sua família na altura, aliás todas nós éramos espichadas e de pernas bem torneadas. Eu era bem bonita, de rosto e corpo, tinha cabelos longos, peitinhos já apontando, uma ratinha ainda sem pelos, mas que ficava toda molhadinha só de pensar nele e naquele pinto, que ainda não tinha visto direito. Foi quando notei que ele ficava meio sem jeito quando eu pulava em cima de suas pernas e me encaixava ali, procurando sentir bem aquilo crescendo, crescendo, ficando grande e duro..., mas ele começou a tentar fugir, arrumava uma desculpa para se levantar, tratando de sair logo do lugar, mas eu não dava trégua, não sou mesmo de vacilar quando quero uma coisa e sentar no seu colo era o que eu mais queria, sentir o carinho de papai por mim, tinha perdido tantos anos de minha vida me sentindo rejeitada por ele... era só vê-lo chegar e ia logo beijá-lo, sentar-me no seu colo, mas ele logo pedia que me sentasse ao seu lado, eu aceitava por uns instantes, mas sabia muito bem o que queria e logo voltava pro colo, dizendo bem dengosa:
- Deixa eu ficar aqui paizinho... Da Amanda, o senhor não reclama - até mamãe ajudava...
- Ela tem razão amor... Amanda você deixa ficar, então o que tem de errado ela também sentar? Ela também é sua filha! – mal sabia ela que papai tinha motivos para agir daquela forma, eu que não ia dizer aquilo a ela! Mesmo porque, na época, eu achava que tinha nada de mais naquilo, só queria o carinho de meu paizinho. E outras coisas, mas eram ainda coisas nebulosas pra mim... sabia bem o que queria e iria lutar por aquilo, sim, mas não pensava nas consequências de meus atos.
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As fotos deste conto, logicamente, não são originais, apenas ilustrativas, vocês entendem, né...





Pensamos que a ideia do que é golpe ou apenas vontade sincera e inocente de ser feliz sem causar dano a ninguém... é apenas ponto de vista... maldade está no pensamento de quem a tem... suas opiniões são respeitadas por nós, mas não necessariamente concordantes conosco, não nos agrada a misoginia. Fique bem e gratos pelo comentário e voto em nosso conto
comovente, mas continua jogadora, aplicando golpes baixos da ninfeta potrinha...olha tem que ter disposição para passar a vida assim, acertam quando disseram olha igualzinha você...