Acabei fisgando papai



    Por aqui, havia uma garota tesuda, de pele clarinha, nem o sol da praia conseguia escurecer. Os olhos esgazeados, o riso bonito, as pernas, ulalá! Que pernas, meu deusinho do céu,! Grossas, fortes, longas… E o bumbum, então! Muito rechonchudinho, firme, empinado, lindo! Ah, mas não falei ainda do riso, maravilhoso e convidativo, e nem dos seios! Médios, eles ficaram, mas na época do conto, eram pequenos ainda, mas cheinhos, tão bons pra ganhar umas mamadinhas, bons mesmo, você ia adorar mamar daquela garota, ia, mamar até cansar. Peitinhos deliciosos! Ela era jovem ainda eos seios estavam em desenvolvimento.
    Era mulher de serviço completo, sala, mesa e cama! Huuuum... não, cama não, ainda não tinha ganhado uma boa pirocadinha, nem na bundinha.
    Era ainda bem jovem, sim. Não vou dizer a idade, mas era jovem, solteira, muito talentosa. Puxa, até parece que estou falando de mim mesma! Desista, sou euzinha não, é outra gaiatinha da comunidade, amiga da gente tudo.
    Se está na dúvida quanto à beleza da garota, basta olhar as fotos que postamos, depois me diga, é ou não uma gata deliciosa?!
    Bem, vamos ao conto.

    Ela vivia da escola pra praia, onde trabalhava o pai, de lá, pra casa. Tinha mãe não. Os dois eram conhecidos de todos. Seu nome era... vou inventar um... Sowa.., tão bom como qualquer um, é um nome nativo daqui mesmo... podia ser Kloyali, Norah... mas era Sowa mesmo... cabelos escuros, longos, franjinha, claro que era, né, orientalzinha, olhinhos puxados como os meus, caraminholas de jovem na cabeça, lá ia ela da escola pra praia ajudar o pai a limpar peixes e organizar as tralhas. Nós aqui nas ilhas fazemos muito isso, ou plantamos nos campos de arroz, costuramos, fazemos artesanato, por exemplo, mas o que produzimos é para consumo dos familiares, a produção é sempre pequena, as ilhas produzem muita coisa não... seguindo...
    Falei que a mãe de Sowa havia morrido? Pois foi, coitadinha. Os pais costumam entregar os filhos para as matriarcas da familia cuidarem quando ocorrem coisas assim, mas ele não fez isso. Resolveu que iria dar educação à filha, embora ouvisse muitas reclamações da família... é bom entender que, entre nós, são as mulheres que comandam a vida da sociedade, não os homens. As decisões sáo tomadas pelas mulheres mais velhas...
    Pois é, um costume que muitos pensavam que estava extinto pra sempre do planeta.
    Graças a Deus, isto não é verdade, por aqui.
    Vamos mudar de assunto.
    Sowa cresceu, virou uma mocetinha bonita e desejável. Rapazes olhavam praquele corpinho já com desejos na cacholinha... de baixo! Riririririri!
    Ela nos procurou, certa vez, também procurou outras pessoas, claro, mas nós conhecíamos mais coisas, pois vivíamos viajando para outras terras, conhecíamos outras culturas... meu marido havia sido professor... era biólogo... tudo aquilo contava para aquele povo simples. Daí, resolvemos orientá-la pra eduque conseguisse convencer o pai a educar a filha nos costumes do povo... sobre isso... espero que não se escandalizem... é costume nosso que a inicialização sexual, sabe, a primeira transadinha, os primeiros carinhos e prazeres... sejam ministrados aos filhos pelos próprios pais, quando chegarem os filhos à idade adequada pra isso. Isso não é tabú para nós, é o costume, achamos que assim os jovens se desenvolvem com mais... satisfação e alegria... não significa engravidar a mãe ou ao pai ter filho com a filha, isto nós vemos como promiscuidade; ocorre apenas orientação, os primeiros passos... quer dizer... em alguns casos, pais e filhos passam a viver como uma grande família mesmo, ainda mais amorosa do que no ocidente.
    Isto talvez não seja bem visto na sua sociedade, não é, ririririririri...
    Mas nós resolvemos ajudar a rapariguita.
    Ela fez o seguinte:
    - Ô pai, sabia que os garotos andam na minha cola?
    - O que foi que disse, filha? – ele recolhia algumas redes de seu barco de pesca.
    - Eu disse que os garotos andam na minha cola, entendeu?
    - Sim, entendi, filha.
    - E... você diz o quê?
    - Eu? Eu digo nada, não é assim mesmo que as coisas são? Os garotos sempre perseguindo as meninas, foi sempre isso!
    - Mas... pai... eu quero isso não!
    - Bom, se você não quer, então não dê trela que eles desistem.
    Sabe, não vou continuar com isso, porque aquilo se repetiu várias vezes. O pai sempre desconversando e largando a decisão de educar sexualmente a filha para as mulheres da comunidade.
    - Mas, Mari, eu resolvi que quero fazer diferente, decidi... meu pai é que tem de me mostrar como fazer as coisas, não quero a ajuda das senhoras da comunidade não, quero meu pai. Ele que vai fazer isso, só ainda não descobri um jeito bom...
    - Não é coisa tão difícil quanto você está imaginando não. Tem uns segredinhos que funcionam muito bem... e... eu poderia até mostrar algumas dessas coisinhas pra ajudar você com seu pai.
    Assim, ela voltou pra casa. E, a partir daqui, vou contar o fato como se fosse ela falando, você deixa? Pode ficar mais interessante.

    - Eu fiz tudo como você me orientou, Mariko, esperei ele ir ao banheiro pra tomar banho, contei alguns segundos e entrei, já retirando a roupa. Ele sabia que eu fazia aquilo desde sempre, tomava banho com ele e ficava nua perante ele a qualquer hora, por qualquer pretexto. É que a gente tinha esquecido daquilo. Naquela hora, ele tava retirando a calça e eu entrei de vez.
    - Oi, filha, vou tomar banho pra tirar o cheiro de peixe do corpo. Quer que eu saia pra você fazer alguma necessidade? Está certa que não? Precisa de alguma coisa?
    - Pai, eu só quero uma coisa, meu lindo, tomar banho com você.
    Ele arranjava um monte de desculpas pra não tomar banho comigo, mas eu não deixei ele me engabelar! Pra cada coisa que ele dizia, eu sorria e insistia pra continuar ali com ele. “Papai, não adianta, eu quero tomar banho com você, não vai deixar? Eu não sou mais sua filhinha do coração não?”. Ele baixou a guarda e fiquei sorridente.
    Havia ganhado a primeira batalha.

    Próxima etapa: receber carinhos de papai.
    Fiquei nuazinha, coloquei as roupas sobre um movelzinho e segurando papai pela mão, fomos pra banheira. (Mariko - O banho aqui vocês precisam entender... que não existe chuveiro no mundo todo, especialmente chuveiro elétrico quente, que só conheci em um pais, o de vocês, em vários países do oriente, o banho é feito em banheira mesmo, ou com chuveirinho de mão em alguns lugares). A água estava quentinha e logo depois de me molhar, comecei a passar sabonete em mim e...
    - Papai, você... não quer...
    - O que foi, filha? Precisa de alguma coisa?
    - Sim, preciso... preciso de suas mãos no meu corpinho... tem lugares que ficam mais bem limpinhos com sua ajuda...
    - ... mas... você não pode... sei lá... eu acho que você consegue...
    - O que foi, papai? Não quer ajudar a filhinha a ficar limpinha, é? Quer que as pessoas andem por aí comentando que “... vergonha... o pai de Sowan nem ajuda a menina a andar limpa como todos os outros jovens...”, é isso, papai, o que deseja pra mim?
    Ele realmente me lançou um olhar assustado e começou rapidamente a me ensaboar. Mas eu queria bem mais, claro. Não queria carinho por obrigação, não, não, não. Daí, fiquei em pé juntinho a papai, ele me ensaboando e conhecendo meu corpinho todo mais uma vez... já havia muito tempo que ele nem ligava pra mim... ele passava aquelas mãos calosas sobre meu corpo e eu gostava, era mesmo bom. Passou nos peitinhos e eu vibrei... foi especial. Daí, ele desceu as mãos para meu ventre, minhas coxas... a sensação foi bem boa mesmo, eu fiquei extática... era algo diferente de tudo o que eu conhecia. Ele acariciou minha bunda, huuuuum... pele na pele... passou uns dedos em meu rego... automaticamente eu abri as pernas e ele levou aqueles dedos até... vocês adivinham, não é? Lavou direitinho mesmo todo o meu corpo jovem, mas quando os dedos percorreram os lábios de minha raxa, nem sei o que dizer! Penso que é algo difícil de descrever, tudo o que a gente consegue dizer é “foi muito bom, foi delicioso”, mas isto é tão pobre! Foi extasiante! Enlouqueceu meu corpo instantaneamente. Ele se descontrolou todinho. Derrepente, eu não conseguia mais saber quem estava ali no banho, não conseguia controlar o que sentia, o que fazia, o que dizia. Eu gemi tão gostoso, que papai parou na hora o que estava fazendo.
    - Sentiu alguma coisa, filhinha? Machuquei você, minha florzinha de manjericão?
    Eu sorri. “Não, meu papai querido, não, meu amorzinho, foi isso não... é que... é que...” e ele me olhava com desconfiança, enquanto eu ria, suavemente...
    – O que foi, então, filha, você... olha, me assustou com esse gemido.
    Expliquei que aquele gemido tinha sido porque eu fui surpreendida com o que senti.   
    - O quê, o quê você sentiu, filhota? Foi bom, foi?
    – Ai, paizinho, bom é pouco! Foi... sabe, foi... sssssssssssssssss... muuuuuuito bom, paizinho, muuuuuuito bom... – e fiquei respirando forte, papai olhava pra mim com um ar entre preocupado e feliz -. Se você repetir isso, pai, eu acho que vou querer tomar banho com você todos os dias, umas duas vezes ao dia ou mais, viu!
    O banho acabou naquilo mesmo.
    Procurei mais uma vez meus amigos e ouvi de Mariko isto:
    - Quando eu tinha sua idade, era só uma pivetinha, eu atentava muito nas casas de meus parentes... uma das pessoas lá (você pode dizer que era irmão de minha mãe), adorava me colocar no colo, fazer cócegas, me olhar tomando banho no lago, na praia também... e ele queria brincar comigo, sabe... daí, foi bom conversar com minha mãe, ela me ensinou umas coisinhas que eu não sabia... mas não usei para atrair meu parente, mas sim para agarrar Yamagushi. O parente já era doido por minha kkinha, eu nem preocupava com isso, não, eu queria paizinho. Ele que me fez mulher, sabe... bom... quer dizer... eu já brincava forte nos braços do meu parente pelo meio das plantações..., ele era doido por minha ratinha..., mas nunca deixei. Queria que fosse com outra pessoa. Mas... senti aquele prazer que toda mulher sente quando... olha... é uma coisa boa demais! O parente me tarou na portinha de tras, fez eu sentir um prazer doido e eu gritei muito com ele dentro de mim, rebolei gostoso, sabe, gostoso, ele me acabava de gozar, chegava a sair um pouco de melzinho da ppka, era sim... mas, depois, veio meu amarelinho e tudo mudou, descobri que podia ser ainda mais forte, quase morrer de gozar, era tudo ainda mais gostoso e até hoje não tem quem me convença a viver com outro.
    - Você pode me ajudar a fisgar papai, Marilo, eu acho que ele gostou do que fizemos no banho outro dia, mas... seria melhor umas ajudinhas... as mulheres entendem disso, já ouvi isso muitas vezes.   
    Saí dali com a cabeça mais leve, mas cheia de pequenos planos, algumas artimanhas e espertezas de minha amiga querida.

    - Sowa, minha querida, não acha que já tomei banho suficiente hoje não?
    - Rsrsrsrs, pode até ser, papai, mas aquele bainho gostoso comigo ainda está faltando, não está?
    Ele riu e admitiu que era verdade, ele estava se acostumando a tomar banho comigo e colocar pra gemer... com os dedos, até que estava gostando mesmo.
    - Mas, hoje, querido papai, vamos fazer uma coisa diferente...
    - O que você imaginou pra hoje, filha?
    - Ah, papai, achei de fazer uma massagem em você, acho que a vida de pescador é cansativa, você quase nunca relaxa.
    - Massagem, Sowa? Não acho que precise disso não.
    - Ah, papai, precisa sim e vou fazer isso por você. Vamos já pra cama.
    Pois ele insistiu e disse que tinha mais o que fazer, mas eu não desisti, de jeito nenhum. Puxei o papai até o quarto e o deitei na cama, comecei a retirar sua roupa toda. “Mas... toda, Sowa? Isso é mesmo necessário?”. É, sim, papai, pra relaxar você do jeito que eu quero, deixar prontinho... pra gente brincar direito... claro, eu aprendi algumas coisas de massagem com minha amiga espevitada, uns truques, uns toques, uns óleos... e papai já estava quietinho na cama, respirando forte. Quando virou-se, ficou de frente pra mim, vi como ele estava... agitado com minhas massagens apimentadas.
Foi só o trabalho de retirar as últimas peças de roupa, a bermuda e a cueca que havia colocado por teimosia no banheiro. Agora sim, estava de jeito! Fiz minhas massagens e ele gemia baixinho, com minhas mãos nas suas bolinhas, pelo tronco duro com aquela cabeça vermelha apontando pra mim, teso! Como é bonito o corpo nu de um homem!
    - Papai, você está tão bonito!
    - Mas eu estou como sempre fui, um pescador queimado de sol...
    - Eu sei... mas esta coisa bonita aqui eu nunca vi nesse tamanho todo não, papi!
    - É mesmo, filha, você gostou?
    - Claro, paizinho, ele é lindo, duro, grosso... dá até água na boca, sabia? Vontade de...
    - Vontade de que, minha princesa, pode dizer.
    - Vontade... sabe papai... de dar uns... uns beijos nele, de fazer carinho...
    - Você quer mesmo experimentar o pinto do seu pai, quer, minha flor?
    - Eu quero, papi, minha boca está ensalivando... não consigo olhar pra ele sem ter vontade de colocar na boca!
    E foi logo o que fiz. Abaixei-me e, com carinho, segurei na peça de papai, acariciei muito ele, quentinho, cabeçudo, macio, latejava na minha mão, era uma coisa tão gostosa segurar aquele pedaço de papai! Ele me conduziu com sua experiência e me levou a degustar aquele magnífico presente... “presente”, sim, afinal foi o que ganhei na xoxota molhada por não ter desistido de ser educada por papai, como dizem nossos costumes. Um homem como ele merece uma vida mais cheia de alegrias e prazeres, ele é um bom homem e me faz feliz demais. Por isso, me esforcei por dar prazer a ele também.
    - Eu quero aqui, ó, bem no cuzinho, papai, vai ser meu primeiro orgasmo na vida... bem... se não contarmos os que eu tive com sua mão na banheira, aquelas vezes eu me senti tão feliz, papai, você me fez sentir tanto prazer, como nunca tinha sentido e nem sabia que existia! E olha que foi só com os dedinhos e a língua! Ai, papai, você me põe fora da realidade!
    Papai veio com vontade, levantou-se, depois de eu mamar muito naquele pinto e fazer ele ter um orgasmo comigo ali só na mamadinha. Mas eu queria mais, bem mais, claro. Papai me atropelou e me lançou no chão, nem quis pensar em cama, foi ali mesmo, rude e direto. Ele era um pescador, acostumado com madeira firme, com o balanço do barco, um homem rude, mas cheio de vontade de me devorar. Eu estava já nuazinha, lembra, devido o banho que tinha tomado com ele. Senti aquelas mãos me apertando, uma boca quente nos meus seios ainda em crescimento, mas já bem bonitos, um dia poderiam vir a ser tetas bem firmes, daquelas que endoidecem os homens.
    Por enquanto, eram bonitos, mas não do tamanho dos de algumas mulheres que eu conhecia... como os de Mariko, é, sem tirar nem por, bonitos, quase médios, firmes, apontando o céu... huuuum... não, o céu não... os peitos que apontam pro céu são aqueles que, lentamente, começaram a cair. Os meus apontavam direto pra frente, abusados. Papai sugava meus peitos, os bicos eram mordiscados, eu gemi já com aquilo. Foi então que papai introduziu uns dedos em mim. No rabo, sim? Fiquei impressionada com aquilo e gostei muito. Aqueles dedos entrando e saindo de mim, como dizia minha amiga, parecia que dissolvia nosso juízo todinho, não havia espaço pra pensar em nada, apenas gemer e sentir prazer, apenas isso! Eu me contorcia no chão, podia ser duro aquilo ali, mas não me importava nem um pouco, o bom mesmo era... uuuuuffffffa... papai pincelava seu garoto na minha xoxota e, com os sucos         que ela produzia, tentava introduzir-se em meu rabo.
    Pincelou algumas vezes, até que conseguiu. “Entrou a cabecinha, filha, está desagradável pra você?” não, já havia passado o momento inicial e tudo o que tinha sobrado era um prazer gostoso, que me fazia deslizar entre um sonho e a realidade. Pegava-me dizendo coisas que nem conhecia, sentia coisas que nunca tinha conhecido também, sonhava coisas de mulher, já não era uma menina, era mulher de verdade... quer dizer... quase... ainda faltava ele entrar em mim pela frente. Enquanto aquilo não acontecia, eu me satisfazia com o prazer único que sentia no cú, meu pai alargando meu anelzinho, vuco, vuco, vuco, eu gemendo, pedindo sempre mais, com uma alegria que nem conhecia antes, sentia os testículos baterem no meu rabo, aquele negócio deliciosos de meu pai entrando em mim, me desfazendo em gemidos e prazeres.
    Então, ele mirou minha entrada principal.
    Eu tinha sido comida de gatinhas...
    Agora, estava de barriga par cima...
    Veio pra cima de mim com gosto!
    Me esquartejou naquele pau delicioso, penetrou fundo.
    Lógico, pra chegar lá tão longe, ele teve de, primeiro, arrasar com minha virgindade, que dei de presente especial ao homem especial de minha vida, meu pai! Ele comeu minha boceta e tirou meu cabaço. Depois daquilo, o céu passou a ser o limite!
    Que os deuses nos protejam, sou hoje a companheira de papai, ele é um homem mudado, mais alegre, menos bruto, muito mais suave em tudo o que faz e mesmo os amigos elogiam sua mudança pra melhor.
    Eu, bem, o que dizer?! Eu me sinto completa, agora, mulher de verdade, um sonho conquistado com meu Homem, meu pai!
    Pronta para a vida e para o mundo!

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Comentários


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donizete- Comentou em 13/08/2026

Me dê papai, adoro o conto me deu um tesão louco 🤤🤤💦💦😈 Votadissimo 👏👏👏

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casalbisexpa Comentou em 13/08/2026

amo incesto




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Acabei fisgando papai

Codigo do conto:
269762

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5