Esta é a sétima parte da estória. Recomendamos que leia as anteriores para entender esta.
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Quando ele voltou do mercado com a carne pra vovó, eu tinha subido um pouco mais a saia, abri um botão ou dois da blusa e ele pôde mais do que esperava. Tinha também retirado o sutian e vi o pau subir na hora. Sabia que ia funcionar! Tio é mesmo tarado por uma garota dando mole pra ele.
- Linda! Quer voltar no matadouro de novo?
- Claro que sim, tio! – ele a toda hora, por qualquer coisa, passava aquela mão boba em minhas pernas.
- Menina, você tá brincando com fogo!
Mas eu tava mesmo era querendo ver a fumaça da fogueira, né!
Eu só pensava mesmo em ter aquele homem gostoso comigo na cama, me fazendo mulher, kkkkk.
- Já são quantas horas tio? – ele falou e me assustei – Nossa tio! Temos que buscar a Cris.
- Vamos – ele bem podia me agarrar a caminho da escola e me chupar gostoso, podia, mas ouvimos alguém chamar:
- Zezinho, vai pra onde? – era o tio Doí...
- Vou buscar minha filha no colégio.
- Pode dar uma carona até lá perto?
- Posso, entra aí! – droga, não ia ser daquela vez ainda não! Tava ruim dar pra ele.
Quando chegamos no colégio, a Cris estava saindo. Passei pro banco de tras e você deu um selinho nele e pediu:
- Pai, dá uma carona para minhas amigas.
E fomos pra casa.
- Desce pai – a tia Marluce já havia chegado do BEG. Ela trabalhava no Banco do Estado de Goiás. Tio Teo estava pra fazenda. Foi tia que vconvidou:
- Zezinho, fica pra almoçar! - Bruna veio reforçar.
- Fica tio – mas ele não quis.
- Vou com o senhor, pai.
- Não vai almoçar com a gente, Cris? - perguntou tia, mas papai desculpiu-se direitinho.
- Cris disse que comeria comigo na casa da avó - fui trocar de roupas e fomos pra casa.
Almoçamos e ficamos conversando com a mamãe e o vovô, então comuniquei e meu pai anunciou que ia trabalhar.
- Tudo bem, vou arrumar suas coisas. Daqui em diante, eu vou tomar conta do senhor e das suas coisas, nem tente discutir.
Ao final de tudo, quando papai apareceu em casa, depois de trabalhar, viajar para outra cidade e tudo o mais, eu continuava lá na sua casa.
- Demorou, bebendo né? Arrumei toda sua bagunça.
- Obrigado! Bebi só umas duas. Vou tomar um belo banho.
- Quer que eu te dê banho?
- Já estou grandinho, até dou conta de lavar as orelhas e o pintinho.
- Nossa! Que gracinha! – a gente se abraçou e entrou na pequena casa. Ele tirou a roupa, ficando só de cueca.
- Não vai tirar o resto? - mas ele dizia que não - Já te vi pelado várias vezes comendo a mamãe e até já bati punheta pra você e chupei seu pau, esqueceu?
- A situação agora é outra. – entrou no banheiro e saiu de lá enrolado na toalha. Vestiu as roupas e preparava-se pra sair. Eu continuava sentada na cama com o cotovelo na perna, mão no queixo. Deu-me um beijo na testa e chamou.
- Vamos, gatinha linda!
- Espera, também vou me refrescar.
- Vou avisar sua vó que já vamos sair e volto – dali a poucos minutos ele voltava e eu tava contando no chuveiro, muito feliz. Sai com uma toalha enrolada na cabeça e outra no corpo. Olhei sorridente pra ele e perguntei:
- Quer ver sua obra?
- O que? – por algum motivo, ele parecia assustado.
- Sua obra – falei e soltei a toalha. Foi impagável vê-lo naquele instante! Estava meio pastel, abobado! Me olhava de boca aberta, os olhos fixos em meu corpo, com um riso fora de contexto.
- Puxa, filha, assim também, eu... meu deus! Como você é bonita! Estou embasbacado com tamanha beleza. Esses eitos durinhos em forma de pêra, esses mamilos pequenos e rosinhas, essa barriga chapada, cinturinha fina, ancas largas e a bucetinha... uma obra prima! Eu costumava deixar um pouquinho de pelinhos sobre a rachinha fechadinha, gordinha e pequenina – Linda! Linda! Que pernas lindas, lisas e bem torneadas... assim eu não aguento!
- Gostou? - Dei meia volta, pra mostrar a bundinha redonda, empinada e durinha, já bem grandinha.
- Hein? - ele estava abobalhado.
- Acorda pai! - dei um pulo da cama.
- Se veste menina. Vou te esperar lá fora - estava suando frio e de pau duríssimo.
Saímos calados, fomos pra casa de tio Teo. E eu cobrei, reclamando, risonha:
- Nossa! Nem elogiou! - me deu um beijinho e entrou sorrindo.
As fotos são meramente ilustrativas, não esqueça!
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Continua, viu, acabou não!





Delícia 😍
Q conto gostoso hummmm
Menina sapeca, nem o papai ela deixa escapar!