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Vamos contar um caso que aconteceu com a gente não, mas com uma pessoa próxima da gente, daqui mesmo da comunidade. Até podemos contar o nome... claro, será de ficção, né, vocês entendem, sei que sim.é algo forte, forte mesmo, não muito comum entreas pessoas da comunidade em que vivemos, mas... acontece.
Era uma bela mulher, vocês vão ver nas fotos que publicaremos, um tesão mesmo, com um riso fácil, tipo euzinha. Milil era o seu nome, de pele mais escura que a minha, mais alta e boca mais larga, cabelos escuros, lisos e longos, mas de resto bem parecida: alegre, conversadeira, seios mais fartos que os meus, igualmente firmes, deliciosos (meu maridinho ao menos acha, diz que dá pra mamar gostoso ali e dou todo apoio, mama mesmo, traça a diabinha, né, tentação?), pernas grossas, coxas grossas, bumbum arrebitado e cheio, cabelos longos, alguns anos mais que eu... uma coisa chamava a atenção dela nos homens: riso fácil, farto de promessas deliciosas... que quase nunca se cumpriam... os homens babavam atrás de seu riso sapeca e comprometedor... só pra se desiludirem depois.
Ah, falta um detalhe: casadinha. Jovem, deliciosa, fazendo promessas de delícias aos homens com seu riso, sem querer, e casadinha!
Uma bomba prestes a explodir.
O dia chegou e a bomba explodiu!
Ela mesma que nos contou, por que, durante o desenrolar das coisas, a gente procurou ajudar com sugestões, avisos... que ela não colocou em prática.
Bem, apresentamos a danadinha, vamos ao caso. Ela mesma conta.
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Nas horas mais difíceis da vida, aparece uma dor de dente num domingo, falta eletricidade pela noite quando estamos sem velas, o gás acaba... e o triturador da cozinha não funciona e a pia fica vazando, cheia de água, a cozinha molha toda, que coisa horrível! É o pesadelo de toda mulher!
É um inferno!
Eu sou a Milil, de Peleliu, em Palau, amiga aqui de Mariko e Yamagushi...
Vou contar o caso do jeito que contei a meus amigos.
Eu moro em Peleliu, no Rois ra Sang, aqui perto tem escola, museu... praias por aqui não faltam! E foi na praia que encontrei o rapaz Reng, sabe. Eu passeava de biquini vermelhinho, meu corpo fica muito bem dentro dele, tenho um corpo bem bonito, todos falam, principalmente... os homens... e eu adoro ser elogiada, quem não gosta!?
Um dia, eu toava caminhando pela Storyboard Beach em direção ao Klouklubed, onde tem umas ruinas da segunda guerra mundial... pois é, eu ia por ali, olhando as coisas, quando vi aquele rapaz caminhando na mesma direção. Era bonito, pele cheia de sol, sei que muita gente que vai ler isso é de pais do ocidente, onde há praias bonitas como... não, me pediram pra não falar nomes aqui... deixa pra lá. O rapaz Reng ia me ultrapassar... eu não sabia o nome dele ainda, fiquei sabendo depois quando ele contou... ele caminha rápido, sabe, e ia me ultrapassar, me ultrapassou mesmo e sumiu, eu ia devagar, sim, ele sumiu no Klouklubed... mas eu fiquei impressionada, ele era bem bonito, chamou minha atenção especialmente porque nem me percebeu, nem deu bola, passou, disse nada e foi embora. Nunca vi isso. Será que nem é homem? Ou só estava com pressa mesmo?!
Alguns dias depois disso, o triturador de minha pia estragou. Era noite e meu marido estava em casa. Sou casada, sim, gosto muito de meu esposo, sim, gosto muito. Ele colocou alguns baldes de plástico embaixo da pia pra molhar menos o chão e pediu pra eu procurar um profissional no outro dia. Eu fiz isso assim que pude. Falei com alguns amigos e me disseram de um desentupidor/encanador que fazia aquele serviço, me passaram o telefone do técnico, eu liguei e marquei a visita, que foi bem rápida. Peleliu não tem muitos habitantes, assim os profissionais daqui fazem serviços por preços baixos e são ligeiros pra chegar na casa do cliente, afinal não há muitos... uma boa parte dessa gente costuma ser pintor, pescador, construtor, muita coisa ao mesmo tempo... estou falando bobagem.
Mas o homem chegou quase ao mesmo tempo que eu em casa. Olhou o sistema e disse que resolveria rapidamente aquilo e foi mesmo, sim, ele consertou tudo, limpou o chão pra mim e foi embora. Fiquei mesmo satisfeita e, à tarde, quando meu marido chegou da pescaria com muito peixe que tinha conseguido, ficou contente com o resultado. Falei pra ele da rapidez do serviço e ele beijou-me novamente, muito, sim, ele gosta de beijar, sim, eu também, sim.
Na cama, fizemos um amor muito gostoso, ia dizer satisfatório, mas não seria verdade, foi mesmo bastante gostoso. Ele é muito bom pescador e amante. Eu quero dizer isto mesmo, meu marido e meu amante, por que ele é muito bom amante também, ama de forma muito total, completa mesmo
Então os dias se passaram e tive problemas novamente na cozinha, desta vez foi a eletricidade que começou a falhar de vez em quando, as luzes piscando, aparelhos se desligando... nem precisei esperar meu marido, liguei logo para a mesma pessoa de antes, que se desculpou, mas tinha serviço a fazer e só poderia me atender dali a dois dias! Céus! Aquilo era um desastre!
- Calma, senhora, calma, eu não posso ir aí, verdade. Mas posso enviar alguém para ajudar. Ele entende tanto de eletricidade quanto eu, o meu filho.
Aquilo resolvia, sim, resolvia e o homem enviou o ajudante em minha casa. Ele chegou rápido e, ao vê-lo, tive um estremecimento. era o mesmo rapaz que havia encontrado na praia, que caminhava rápido e nem ligou pra mim. Bem, não vou me demorar com bobagens, ele ficou o dia tentando resolver os problemas lá da casa, que eram poucos, mas eu exagerava, partia algumas coisas de propósito e mantinha o rapaz bonito ali comigo.
- A senhora tem um riso lindo! – enfim, ele fala... e fala coisas agradáveis!
- Só não gostei que me chamou de senhora, mas... obrigada, você também é bonito.
Depois de muitas sabotagens que causei, ele entendeu o que estava se passando e me disse: “Olhe, Milil, eu preciso mesmo desse dinheiro, se não já tinha ido embora, sei que você está causando esses problemas, não entendo pra que faz isso, mas não posso ficar aqui o dia todo não, você vai me desculpar.” Eu sorri amarelo, né, já imaginou, fui pega nas minhas armações. Ele foi embora mesmo e tudo continuou a funcionar direito em casa. Não entendi. Ele era homem, dava pra sentir, talvez casado, nas ilhas a gente não demora muito pra casar não, pra viver junto, nem precisa de nada como um casamento com festa, um pedido do noivo, sei lá, nada disso, apenas combinamos de morar juntos e pronto, fica mais fácil. Ah, tem outras coisas, mas vou falar disso não, quero falar é dele, o rapaz Reng.
Ele é bonito, da minha altura, a pele é como a de todos, corada de sol, anda rápido, trabalha com o pai. Tenho mais coisas a dizer, que reparei nele, mas vou contar não, fica comigo, só eu sei o que vi, não diga que é ciúme, isso não, só quero evitar a má sorte, só isso. Eu precisava ver aquele rapaz novamente, não podia terminar daquele jeito, eu me recusava a aceitar. Mariko e Yamagushi diziam pra eu deixar pra lá, que se fosse das divindades a gente iria se encontrar de novo, lembravam que eu era casada, mas eu não queria ouvir coisas daquele tipo, eu queria o rapaz Reng, só isso me importava. Foi paixão, sim. Como a ilha não é muito grande e nem tem muito morador, a gente se encontrou por aí, um dia em que eu estava triste, perambulando pelas praias... ele estava ali na minha frente, pescando. Nem sabia que já havia me fisgado, só faltava a vontade de me levar pra casa e... sei não... eu... fico molhadinha só de pensar nas possibilidades, sim. Ele não me notava, passei na sua frente, ele disse nada. Andei um pouco por ali e voltei, passei por ele novamente e nada. Eu que ousei. Retirei o biquini, a parte de cima. Fui pra perto dele e então puxei conversa. Ele pescava e olhava o mar. Ficamos assim um tempo. Então, ele me encarou.
- Milil, me conta o que foi que houve na sua casa. Eu sei que aquelas coisas foram aprontadas por você. Por que fez aquilo? Eu precisava mesmo do dinheiro e foi bom, mas trabalhei muito e você pagou à toa. Por que gastou dinheiro daquele jeito? Vocês não são ricos, eu sei que não,
- Sabe o que foi, Reng, eu... é que... eu estou apaixonada por você, garoto, não percebeu por que não quis! – ele olhou bem pra mim e ficou admirado, talvez extasiado, não sei... você jogou algum feitiço em mim, garoto, não sei mais ter paz. Eu... – e sorri, ou tentei...
- Milil, eu não sei o que dizer, você... não sei mesmo... seu marido... o que ele diz?
- Contei a ele ainda não, Reng, estou com medo!
- Com medo, Milil? De quê? Você sabe que o fato de você ter um amante não importa pra mim, seu marido no momento é seu amante oficial, mas isto não é tão importante, você pode pedir licença a ele pra passar uns dias comigo, ele vai concordar, você sabe disso!
Eu já estava nos braços do rapaz Reng, ele me envolvia com calor, carinho, uma mão nos meus cabelos, um beijo no pescoço, a outra mão no meu seio esquerdo, eu me entregava sem pensar duas vezes. Agora era definitivo. Eu ia dar pra ele. Queria sentir aquele pinto duro dentro de mim, suspirava de desejos,
Gemia antes de ele me penetrar, já não aguentava mais. Eu tinha de dar pro rapaz Reng! Tinha de dar! Minha ratinha gritava de desejos, meu corpo estava quente, uma febre me dominava e eu não aguentava mais aquilo. Tirei seu calção e me abaixei, caí de boca naquele pedaço de musculo maravilhoso, aquilo que faria minha febre passar de vez. Só ele podia apagar o incêndio que havia dentro de mim, ninguém mais, nem mesmo meu amado marido, como dizia o rapaz Reng, meu amante oficial.
O que fiz ali com aquele monumento de homem foi mais do que apenas chupar seu pinto, muito mais do que apenas dar pra ele, deixar ele me devorar, foi muito mais! Foi saciar uma fome que eu nem tinha percebido que existia, mas estava lá, uma fome por aquele corpo bonito, sedutor, uma loucura tomava conta de mim e eu não queria saber de nada, esquecia os conselhos de Mariko, não ligava pra meu marido, nada importava mais, eu estava ali com aquilo que iria matar minha fome. Aquele rapaz delicioso que me apertava em seus braços, me suspendia, depois de mamar muito no pínto grosso e delicioso. Ele gemia, apertava minha cabeça de encontro ao seu sexo, eu batia com a ponta do cacete no meu rosto, louca de tesão, vibrando, todas as fibras de meu corpo vibravam, eu só queria ser trespassada por aquela vara magnífica, que dominava toda a minha mente, me seduzia, me encantava!
- Alguém fez algum feitiço de amor pra mim, só pode ser, eu não me controlo, eu não me domino, só quero você dentro de mim, vem, vem, me possui com vontade, vem, corre, vem apagar minha febre, vem!
E ele veio, veio com força, com violência, me dominou toda, me penetrou com desejo, com brutalidade, de forma fantástica! Meu marido nunca me comeu tão bem quanto aquele rapaz! Até hoje, ninguém me fodeu tão completamente quanto ele! Parecia que ele tinha se guardado pra me devorar, que essa era a sua utilidade na terra, me comer com vontade mesmo, como nenhum outro homem soube fazer na vida! Eu gozava de forma descontrolada, totalmente descontrolada, seguidamente, ele me transformava em boneca de pano, me arrastava pra onde queria, eu seguia aquele garoto, me fazia de sua escrava se ele quisesse, não me importava, trairia minha feminilidade, ele me dominava completamente, era meu verdadeiro Homem, aquele que meu corpo aguardava, por quem ansiava dia e noite, noite e dia! Meu corpo o encontrou e não queria mais ficar longe dele. Morrer seria mais agradável do que perder de vez aquele homem, sim, seria preferível, sim!
Nos amamos muito, eu delirava nas dunas da praia. A noite chegou e ainda estávamos nos amando, ele mamava gostoso na minha boceta, tirava urros de minha garganta, meu corpo se contorcia, a coluna arqueava, eu não aguentava tanto prazer! Depois veio a penetração, mais uma! Fantástica! Fenomenal! Meu corpo era uma coisa líquida, derramava-se todinho pra cima do rapaz Reng, ele se derramava totalmente dentro de mim e nós nos possuíamos daquele jeito, sem conflitos, sem preocupações, sem existir mundo! Ele acabava com toda a resistência que pudesse haver no universo, ele me trespassava com seu cajado maravilhoso! Eu me sentia uma deusa, poderosa e muito amada nos braços de meu Homem, meu dominador, meu dono de tudo, meu dono, meu dono!
E assim chegou o dia seguinte, a gente estava deitado na areia, ele me abraçando, eu apertando seu corpo contra o meu para ter certeza de que aquilo não era uma miragem! Encontrei minha paz, encontrei a verdade da vida, encontrei meu Homem!
Aquilo valia por tudo!




