Lembra-se disso?
Não?
Então precisa ler o conto anterior pra entender este.
Não fique perdidinho, vá logo ler o conto anterior e depois leia este.
Nós esperaremos pacientemente pela sua volta, prometemos não sair daqui até você voltar.
Se já leu, pronto, tarefa cumprida, vamos em frente que atrás vem gente!
Uuuuiiiii! A-dooooo-ro quando atrás vem gente! Um dedinho no reguinho e eu… já era! Juizinho já foi pro espaço! Fiquei dominada!
Mas vamos ao conto.
Bem, as coisas estão assim:
1 – meu corpinho estendido no chão, quase sem se mexer, dando gemidinhos fraquinhos, fraquinhos, nem dá pra ouvir.
2 – paizinho estendido numa cadeira (é um jeito carinhoso de chamar meu maridinho gostoso), também com respiração pesada.
3 – titio segurando-se na pia pra não cair, as pernas fracas.
4 – uma pessoa falando alto, com preocupação na voz: ”Valha-me Deus, vocês mataram a menina!”
5 – eu era a “menina”, mas estava morta não… ainda não! Ainda tem muito leitinho de meu paizinho pra tomar, antes de morrer! Sou muito nova pra isso, tem muita vida ainda pela frente e muita pica ainda pra me traçar e creme de rola pra me dar… Está muito cedo ainda!
- Vocês mataram a coitadinha!
Quem gritava daquela maneira era a dona da casa, esposa de nosso amigo. Estava mesmo consternada com aquilo, mas eu ainda respirava, pode ver daqui, meu corpinho subindo e descendo no ritmo do coração, estou viva, gente, estou viva! Calma! Mas ela já se apressava a me colocar no colo, levar pro banheiro e me dar um banho rápido, afinal eu estava nuazinha mesmo.
Ai, amorzinho gostoso, meu paizinho do coração, com você aprendi muita coisa boa, mas, principalmente: “com você aprendi que só conheci a vida depois de eu que te encontrei!” Bem romântico!
- Ela está viva, ainda está viva! O que foi que fizeram com ela!? Tão miudinha, tão delicada… e vocês… e vocês dois… maltratando a coitadinha assim! Dois de uma vez montados nela! Nem dava pra ver a pobrezinha no meio de vocês… E tome pica, tome pica, tome pica… Ela não aguenta! Se fosse comigo, nem diria nada, mas elazinha…
Essa frase ficou comprometedora, não acham
... ou será que só eu reparei naquilo?
E eu gemi, baixinho: ”… eu aguento, sim, amiga, aguento direitinho… ainda dá pra mais um pouquinho… ainda quero um tiquinho mais...”
O seu marido sorriu:
- Ela não é de brincadeira, né!? Ainda quer mais? Pois então vamos saciar a fome dessa xana safada, menina! - E sua esposa falou, zangada:
- Deixa de safadeza, seu velho tarado! Não dá conta de mim direito e quer satisfazer a fome das outras! O galo velho quer ciscar no terreiro dos outros, enquanto não percebe o que acontece no seu.
Todos nós ficamos rindo com aquilo, as forças no meu corpinho retornando. Na verdade, o marido não era nada velho, talvez tivesse… pouco mais de… quarenta anos… e um corpo até bonito, desejável.
- Pois eu digo, acho que se ela quer mais, então tem todo o direito de escolher o que achar melhor, não concordam comigo?
Claro, ele mesmo estava de olho no corpo nu ali na sua frente. Eu nem era tão menina assim, sempre enganei quem me olhava, pareço mesmo novinha, mas é nada disso, meu povo demora a mostrar marcas de envelhecimento, só isso! Mas… fico pensando… o que essa gente vê em mim… miudinha... bonitinha, sim, sei que sou… mas tenho tanto a oferecer assim não! No entanto, já percebi que os homens não pensam o mesmo não! Tudo bem, o que interessa o que os homens acham de mim, quando tenho um homem maravilhoso que me ama tanto!? Meu paizinho tendo desejo por mim, já é o suficiente.
Meu marido se aproximou, me acariciou, beijou, meio tristonho, e comentou, com voz embargada:
- A gente exagerou dessa vez, não foi, coração?
Eu ri, um riso ainda fraco, mas sincero.
- Meu benzinho lindo, o que quiser fazer comigo, estou sempre à sua inteira disposição.
- Isso é que é paixão! Que lindo! – disse nossa anfitriã.
- “Amor de pica, amor de pica…” - cantou seu marido – O que foi? Não conhecem isso? É daquele cantor pernambucano… como se chama mesmo…?
- Alceu, o Alceu é muito abusado, ás vezes…
Eu não sabia de quem ela falava, mas achei engraçado da mesma forma. Já estava fortinha novamente. Só precisava de umas comidinhas, sal pra subir a pressão e prontinha pra mais uma rodada.
Mas eu estaquei.
A realidade da situação caiu sobre mim de vez, feito uma pedrada!
Eu estava pelada!
Tinha sido vista transando com meu paizinho e titio gostosão, fazendo dp!
Aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que vergonha! Fiquei vermelhinha! Nem conseguia falar, a língua travou dentro da boca. Nunca na vida me senti tão constrangida!
- O que foi, menina, aconteceu alguma coisa com você? Quer dizer, está se sentindo mal? - ela foi bastante educada comigo, falando suavemente, me acariciando, preocupada mesmo comigo.
Calada eu tava, calada fiquei. Não por mal, é que eu não conseguia falar nada, o que dizer? A vergonha era grande. Agarrei meu esposinho, enfiei o rosto no seu peito, fiquei assim escondida, com a doce e tola ilusão de estar protegida. Yamagushi, percebendo o meu embaraço, me acariciava os cabelos, me beijava, eu quase chorando.
- O que é que aconteceu agora, minha filha, o que houve? Você não está bem não – foi nossa amiga quem falou aquilo! Ela tentava me afagar os cabelos, mas eu me encolhia ao toque de suas mãos – O que está acontecendo aqui? Eles forçaram você a fazer alguma coisa, foi? Eu não vou perdoar esses dois se eles tiverem forçado você a fazer uma coisa que você não quis, meu anjo! Eu acho até que vou chamar a polícia!
Ao ouvir aquilo, toda a minha vergonha tinha passado.
- NÃO!- eu gritei – não, ninguém precisa de polícia aqui, não. Por favor!
A boa senhora levou um susto!
- Como assim? Você não foi estuprada por esses dois depravados?
- Não, senhora, foi isso que aconteceu não, acredite em mim! – agora sim, eu estava chorando! - Eu… eu… estava… sabe… eu… é que… eu… estou… com vergonha, só isso!
- … mas… menina… vergonha de quê?
- É que… é que… - e eu chorava sem freios - eu estava… eu… vocês viram a gente… - e mais choro.
- Nós não vimos nada de errado.
- … mas é que eu… a gente… vocês sabem… fizemos… aaaaaiiiiiii… a gente…
- Vocês estavam trepando, é isso que você quer dizer? - eu balancei a cabeça concordando – você sabe o que é que a gente veio fazer aqui, sabe? A gente imaginava que vocês estivessem se despedindo de seu tio e, como percebemos os amores que há entre vocês dois, com certeza que estariam se despedindo de forma bem gostosa, claro! E a gente veio perguntar se havia espaço pra mais dois, só isso! E, pelo que a gente viu, vocês estavam indo muito bem!
Eu ri! Ri de tranquilidade, de alegria… afinal, ao invés de nos censurarem, queriam apenas participar da despedida, nada mais! E eu a imaginar coisas, cheia de vergonha! Sorri bem alto!
- Claro, minha querida, vocês são muito bem vindos nessa casa que, afinal, é de vocês!
Ela já foi se aproximando de titio, acariciando sua masculinidade. Ele foi se empolgando, aquela coisa gostosa entre sua pernas foi crescendo, crescendo e ela toda alegrinha: “Nossa, que belo documento você guarda aqui escondido! Posso fazer um carinho? Ele é bem valente, hein! Acabou com a nossa pobre menina e ainda está ficando pronto pra outra!” meu titio já sorria, satisfeito. “Você não vai ficar com ciumes de eu roubar assim seu tio não, Mariko?”, falava ela, mas já com a pila de titio nas mãos. Seu marido aproximou-se de mim e acariciou um seio. “Tão novinha, tão bonita e já é levadinha assim! Que corpo lindo você tem, minha garota! Pronto pra dar prazer a qualquer um! Uma delícia!”… e quando Yamagushi falou a ele minha idade, ele olhou-me com ainda mais admiração.
- Meu Deus! Já tinha ouvido falar de povos assim, onde as pessoas não aparentam a idade verdadeira, mas nunca encontrei alguém como você, filha! Você é um verdadeiro milagre genético! Por Deus do céu, eu acreditava que os dois aqui estivessem seviciando menina menor de idade! Isto é mesmo espantoso!”, dizia ele, mas as mãos já apertavam com gosto os biquinhos de meus seios. Bobinho, né! E eu já gostando daquilo, já sentindo as brasas começarem a arder na minha pequena fornalha. A temperatura subindo, subindo… Yamagushi, meu senhor, veio pra junto de mim e começou a mordiscar uma orelha, Pra quem não sabe, é a porta de entrada pra minha fornalha interna… claro, assim como meu pescocinho, meus peitinhos durinhos, o umbigo, o rabinho… quer dizer… o corpinho todo, né! Tudo me faz pingar fogo! Mas… um dedinho descendo pelo reguinho… é o “most”, o céu dos céus pra mim! E meu doce amor sabia disso, daí… aquele dedinho rabinho abaixo em busca de meu furinho... eu estava pronta pra todas as coisas gostosas que estavam por vir! Nossa amiga já cavalga gostoso na delícia de meu querido tio, enquanto o homem dela me colocava sobre a mesa e começava a passar uma língua abusada sobre minha flor-de-maçã, me fazendo sentir comichão pelo corpo todo; enquanto isso, meu querido marido sugava um de meus peitinhos durinhos.
- Ui, Donizete querido, isto é tão bom! Vou ficar com saudade quando você for pra casa! Ai, caramba, você e meu marido juntos, lá em casa… eu nem ia pensar em shoppings! Ai, ai, ai, ai… ia viver como num conto de fadas! Fica mais alguns dias por aqui, fica! Uuuuiiiiiiiiii, me come bem forte, Doninho, mete o ferro mesmo, mete! Ai-ai-ai-ai-ai-ai... Nós vamos cuidar de você muito bem, Doninho”– isso tudo dito entre uma cavalgada, uma quicada e alguns gemidos… titio sorria satisfeito. Acabava de descobrir uma nova fonte de divertimento!
Quanto a mim, senti pela primeira vez, um risco de ciumes, senti, como assim!? Ela pretendia roubar de mim meu próprio tio?! Bajuladora da boceta rachada! Eu já pretendia defender meus direitos de primazia, quando vi o sorriso de satisfação de titio, sua felicidade! E, na mesma hora, tudo passou! A velha rixa que as mulheres têm entre si… tudo foi embora! Era a felicidade de titio e eu não podia negar isso a ele, afinal eu estava de partida pro oriente, pra nossa casinha no meio dos vales cheios de arroz, de inhames, peixes de rio e outras coisas. Isso bastava pra mim.
Titio metia o pau na vagabunda, ferrava a cona dela com vontade, ela gemia muito, satisfeita “no colinho do titio”. Yamagushi, meu esposo, foi pra junto dos dois, enquanto nosso anfitrião ferrava minha coninha espevitadinha. Eu gozava mais uma vez, bem forte, ele tinha uma coisa rombuda também de excelência, entrava rasgando minha xavasquinha, como bom macho que era, enquanto um dedinho abusado acabava de vez com meu juizinho, entrando pelo cuzinho a dentro!
Mas ainda fui colocada de bruços sobre a cama, meu senhor veio se chegando e me compartilhou com o nosso amigo. Logo, titio estava ao meu lado, todo alegrinho com aquela coisa gostosa que ele tem… nossa amiga já estava desfalecida sobre o sofá e eu levando vara, tapas fortes na cara: “… ai, paizinho... ai, paizinho, maltrata sua putinha direito, sssssss… mais fundo, titio, mais… uuuuuuiiiiii… eu vou morrer…” dizia tudo isto enquanto mamava gostoso no pinto de nosso anfitrião. Era um membro sensacional, pouco menor do que o de meu dono... mais fino talvez um tiquinho, mas capaz de matar no gozo qualquer quenguinha como eu…
Nosso anfitrião ainda me pegou pelos braços, me pôs no colinho, eu ficava com as pernas em redor da cintura do malandrinho, enquanto ele apontava sua piroca na direção de minha xavasquinha e me sentava o cacete pra valer! Eu segurava o pescoço do malvado, soluçava, com um dedinho no cantinho da boca, subindo e descendo no ritmo gostoso daquele pau maravilhoso, enquanto meu rei e senhor veio se juntar a nós e, logo, estava no meio dos dois tesudinhos, com nosso anfitrião metendo na bocetinha e meu amor comendo minha bundinha com voracidade! Era só delírio, “… aaaaaiiiii… sssssssssssss… que delícia, meu amor, como vocês são cruéis... seus brutos... ui... ui... ui... ui... seus malvados... ai... ai... ai... ai... são uns ogros comigo! Aaaaaaaai, que gostoso… eu… eu.. uuuuuuuiiiiiiii, meu… docinho... uuuuuuuuuiiiiiiii… vou… juro que vou… aiiiiiiii... eu… eu… ãããããã... eu… estou…. estou... eu... aaaaaaaiiiiii… a-a-a-a-a-a-a-ai-i-i-i-i-i… eu... go… go… gozei…”, só então os dois me desceram de seus braços… escorria gel de de mim. Aquele jeito de comer kknha era cansativo pra eles também, ainda que eu fosse levinha.
Estava sendo tão feliz naquela casa, naquele lugar, que cheguei a pensar em ficar mais uns dias… mas sabia bem que não tinha como... precisávamos retornar a nossa terra.
Fiquei de cócoras, mamando gostoso aqueles tres colossos deliciosos, chupando, lambendo o saquinho, a cabecinha de cada um, eles gemiam nas minhas mãos e me sentia poderosa, como gente grande, com tres machos maravilhosos gemendo nas minhas mãos, gemendo, gemendo... Pra minha sorte, nenhum deles quiz brincar de garganta profunda, coisa que não suporto! Ainda bem que meu maridinho querido não gosta tambem, ele diz que é idiotice de macho, que nem dá prazer pro homem como ainda ajuda a engasgar a mulher, serve apenas pra maltratar e humilhar a companheira que lhe deu tanto prazer, o que é apenas imbecilidade machista!
Por fim, fui aleitadinha por uma boa esporrada na minha boca, de cada um. Foi difícil, mas engoli tudinho, tudinho com gosto, como toda cadelinha deve fazer quando seu macho, dono e senhor goza e me levantei pra ir ao banheiro, claro. Ficar limpinha, cheirosinha todinha, pois a noite ainda não tinha chegado, mas prometia ser muito movimentada!




