Andei fazendo uns planos para o dia de hoje… só não contava já estar fazendo parte dos planos de mais alguém, incluindo meu marido, titio Donizete e, pasmei, ate os donos da casa, amigos que nos acolhiam ali!
Vou avisar logo: esta aventura começa aqui, mas acaba aqui não, a última parte vai ser no conto seguinte… parece chato ter de esperar, eu sei, também sou impaciente, mas você vai gostar, espere, sim, espere pra ver!
Meus planos eram tres:
Plano 1 – sair com os amigos até a feira livre na zona agrícola da cidade. Veja você, vou poder colher uva no pé! Sabe o que é isso (nunca vi um pé de uva!)?
Plano 2 – fazer compras no shopping – pois é, gente, até esses dias, não fui lá, enquanto todos eles já foram, não é curioso!? As mulheres simplesmente a-m-a-m ir ao shopping fazer compras, passear, se exibir (se exibir, sim!), paquerar, e euzinha ainda não fui!
Plano 3 – tem plano nenhum não, gente, vou esperar pra ver o que vai acontecer, isso sim.
10:00 h – estamos na estrada, indo à feira! Ao chegarmos, meu marido desce do carro, segura em minha mão e desço também. Ele é tão cavalheiro! E tem tanta coisa na feira! Sabia que eu nunca tinha ido a uma? Coisinhas bonitas, frutas, vocês devem saber direito, a novidade é minha, em nossa terra existe algo assim não.
11:12 h – estamos de volta à casa que nossos amigos conseguiram pra gente passar os dias por ali... é onde eu tenho sido atacada por meu marido e titio, na cozinha, no quarto, na varandinha pela noite, no jardim, na banheira... é, tem uma banheira na casa, nem tinha contado, né, ali já gritei muito e bebi muito creme de rola. Outro dia, talvez, eu conte isso.
Mas eles estão na sala, conversando, e eu vou pra lá, né, já preparei o almoço, coisa simples: pizza de pepperoni. Também tem um quindim na geladeira, aprendi a receita e estou experimentando, nunca tinha visto isso, mas é muuuuuuito bom demais! Será que os meninos vão gostar? Antes de chegar na sala, passo pelo banheiro e tomo um bom banho, limpinha, cheirosinha, fresquinha como toda mulher gosta de estar. As pessoas daqui são assim, adoram banho… porque em outras terras, tem quem passe o dia todo, a semana até sem um banho! Claro, isto é em lugares frios... mesmo assim... acostumei a tomar banho direto, nas ilhas a gente tem o mar, os rios e lagos, ninguém tem costume de ficar sem banho não!
11:56 m – todo mundo sabe que nós, mulheres, não somos de ter pressa no banho, daí a diferença de horário... o importante é estar fresquinha, limpinha, cheirosinha, relaxada, prontinha pra tudo! E quando digo “tudo”, quero dizer isto mesmo. A casinha em que estamos passando os dias é pequena: um quarto apenas, uma sala, cozinha, varandinha na entrada... será que você pensou “...um quarto, apenas?”. Eu disse isso mesmo. Os amigos perceberam as intimidades que eu, meu amorzinho e o titio Donizete tínhamos e conseguiram esse lugarzinho pra nós três, sabendo muito bem... ou imaginando... o que iria rolar lá dentro... tanto que, certo dia, até apareceram por lá, roupas minúsculas, já um bocado de vinho na cachola, rindo muito, alegres, né... e o que rolou foi... vou contar agora não, não... vou deixar pra o próximo conto mesmo, mas acho que vocês vão gostar também. Eu a-m-e-i!
12:55 h – recebemos umas visitas de pessoas do mercado onde estivemos mais cedo, conhecidos dos donos da casa. Conversamos um bocado, mas já foram, dá pra ver daqui, lá na curva, aquela fumacinha lá longe... é o carro indo embora. É hora de comer. Calma, gente, quis dizer almoçar mesmo, a pizza, tá, ririririririri! Comida servida, duas pizzas grandes, comemos enquanto conversamos, bebemos... Sinto um pé roçando minha perna... huuuuum... de quem será... está me bolinando a coxa... isso são horas pra bolinar uma senhora respeitável, por acaso?! E eu sou uma senhorinha bem respeitável, claro. E aquele pé invadindo por baixo de minha saia... huuum, algum arteiro está pensando coisas... sossega, menino!
A sobremesa é servida, titio que foi buscar na geladeira. Olhei bem pra ele... tinha um volume suspeito no meio das pernas... pilantrinha, viu, sirigaito! Riririririri! Depois que aprendeu o caminho das pedrinhas, não me deixa sossegada mais! O quindim está excelente, melhor ainda aquele pé infiltrando-se no meio de minhas coxas, devagar... o tampo da mesa é de madeira, dá pra ver nada... mas dá pra sentir! Meu maridinho está logo ali ao lado, sorridente, um outro pezinho procura arribar minha saia, dois taradinhos resolveram me atacar ao mesmo tempo, será que é só pra isso que eu sirvo nesta casa? Ser a comida dessa gente?! A-a-a-a-a-i-i-i-i-i-i! É só pra isso não, mas que é uma boa escolha, lá isso é!
14:12 h – eles estão na piscina, me esperando. Apareço usando uma microtanga, quase só tampando a perseguidinha, nada mais. A danadinha está bem delineada no tecido da microtanga, dá pra ver a rachadinha que tenho, o tecido fino dividia aquilo em duas partes e os meninos não param de olhar, eletrizados! Adorei chamar a atenção dos dois moleques!
Ninguém se oferece pra passar óleo em minha pele não?
Quatro mãos afoitas já me deitam em uma espreguiçadeira e passam óleo, sim, em mim, nas costas, no bumbum arrebitadinho, nas coxas... ssssssssssssss... que mãos suaves eles têm! Um dedinho se desvia, eu sinto, procura minha grutinha, eu finjo que não percebo, dou um sorriso bobinho… me faço de difícil, aperto as pernas, mas outra mão já achou a primeira ali e estão lutando pra ver quem vai me abrir todinha pros abusos que sei que virão. Logo, me viro de frente e eles passam óleo nas coxas, vêm subindo, subindo… na minha barriga, duas mãos salientes, uma de cada lado, acariciam meus peitinhos... é tão b-o-m! Já tinham tirado a parte decima do biquíni, claro… Apertam com carinho e tara meus biquinhos, uma boquinha mais ousada abocanha um peitinho e mama gostosinho, mas para logo... nem sei porquê... recebo beijos de língua de meu maridinho, claro, me chupa o pescoço, me morde atrás da orelha... isso tá começando a ficar bom... eles relaxam, entendo o motivo não… eu queria mais, bem mais… vamos todos pra água, nadamos... eu nem tanto, sou ruim em natação, mas sei boiar... assim, eles brincam de mergulhar, enquanto passam a mão em mim todinha, a tanguinha é tão mínima que é como se não existisse... um deles vai pra beira da piscina, enquanto o outro vem por trás de mim, coloca-se do meu lado e leva a mão na frente da tanguinha, enfia um dedinho na portinha da xana, bolina meu pinguelinho, começo a sentir comichão gostoso ali, mas ele fica mordendo meu pescoço, um dedinho já entrou na minha ppka, me arrepio todinha! O outro, percebendo a safadeza da gente, tira o pinto pra fora do calção e fica acariciando, lentamente... dá pra sentir seu tesão pela grossura e pelo tamanhão daquilo! É meu marido que está na beira da piscina; é o titio gostosão que está me bolinando forte, passo a mão no pinto, seguro aquilo, faço carinho e ele soluça baixinho... vem pro meio de minhas pernas, puxa minha tanguinha pro lado e passa a língua descarada em ninha kknha, chupa gostoso por uns minutinhos, enquanto eu me esforço pra continuar a acariciar aquele pau duro dentro d’água. Logo ele me leva pra beira da piscina, onde uma rombuda cabeça de um pau imenso grande e grosso me espera. Ali que paro e abocanho aquilo, como gosto de abocanhar um cacete gostoso, ai, gente, gosto muito!
15:56 h – eles foram buscar umas bebidas, relaxamos um pouco, eles parecem nem me perceber mais… isso pode?!?! É claro que é uma violação das regras de toda taradice… mas resolvo não deixar barato, isso não! Me trocar por bebidas!? Coisa absurda! Será... olha, gente, gelei! E se eu estiver perdendo meus encantos? Ficando baranga, euzinha?!?!?!?! Não!!! Tudo menos isso!!! Mas... mas... eles parecem nem ligar... como se eu nem existisse! Ah, não, vai fiar assim nada!Vou lá dentro, troco de roupa, ponho um conjuntinho de langerri bonita e saio em direção da piscina... mas consigo chegar lá não! Sou atacada no corredor mesmo, me enchem de beijos, de mordiscadas, de apalpadelas... agora sim, está melhorando... ser trocada por garrafas de bebida nunca! Me carregam como um troféu pra cima da pia da cozinha, eu sorrio, satisfeita, é a felicidade de toda mulher se sentir desejada por garanhões, isso mexe muito com a gente! Nosso juizinho não é muito bom pra rejeição não, pro descaso, a gente corre risco de matar ou morrer de desespero e tristeza! É simplesmente assim! Nunca despreze uma mulher, ou a maldição implacável da xana desprezada vai persegui-lo até o fim!
19:... - quem disse que sei as horas? Nem percebi o tempo passar!
Depois de me deitarem sobre o balcão da pia, minhas roupinhas haviam sumido, claro, mãos afoitas já me apertavam todinha.
Meu doce senhor, maridinho meu, quero ser comida!
Me come, benzinho, come!
Mas... também quero dar prazer pra titio Donizete... vem, titio taradão, vem, cadê esse pinto gostoso que não está na minha boquinha ainda?! Titio vem rápido e traz aquele troço gostoso, me dá pra chupar e não se arrepende. Logo, os dois estão gemendo comigo deitada sobre a pia, uma língua no meio da periquitinha já bem molhadinha, no ponto pra levar pau; e uma rola na minha boca, eu sugo com vontade, deixo titio louco, sei que sim, ele revira os olhos, geme bastante, titio, geme na boquinha da sua sobrinha assanhada, geme, me dá esse prazer, dá... e o que você quiser eu dou a você, titio gostoso, tudo, tudinho mesmo, nem penso duas vezes!
Yamagushi (quando falo o nome dele, me parece diferente... estou tão acostumada a chamar só de “benzinho”, “môzinho”, “gostoso”, “meu senhor”, “meu doce”, “denguinho” que nem reconheço direito o próprio nome de meu marido! Pode!?!?!?
Bem, ia eu dizendo que meu “sonho-de-valsa” estava ali, com um pinto lindo, um cheiro gostoso de taradão, de macho bruto, que adora arregaçar uma boceta doida, gelzinho de pica escorrendo da cabecinha marota e eu sequinha de vontade querendo sugar aquilo, deixar o danadinho caído gemendo com minha mamada... foi bem assim... titio me retirou da pia, depois de muitos gemidos, umas três gozadas que dei, todas bem boas, mas podiam ser melhores e elas viriam! Me colocou de gatinhas no piso da cozinha, mirou bem aquele trabuco na entradinha de minha xerequinha... ficou passando a ponta na portinha, lubrificando no meu melzinho... eu estava pra lá de pronta pra ser judiada no cacete! Ele me segurou pelos quadris e socou tudo de uma vez! Eu dei um berro alto! Eu vi estrelinhas! Que sensação indescritível, aquela! Eu sentia flutuar, derreter, queimar toda de vez, indo desde o paraiso ao inferno, dos doces campos do céu aos abrasadores calores do capeta! Meu maridinho deu a rola pra eu mamar, mas estava tão concentrada no titio, no prazer que ele me fazia sentir, que esqueci de mamar gostoso! Eu gemia, gemia, rebolava na rola, empurrava o corpo pra frente e pra trás, forçando aquela coisa boa a entrar rasgando minha periquita endoidecida! Foram bons minutos com ele ali atrás enterrando aquele pau gostoso com força, segurando meus cabelos, me puxando de encontro a ele e a rola entrando, a rola entrando... eu gemia, ele gemia e logo gozei do jeitinho que desejava, bem forte mesmo, com ele cravado ali atrás de mim, sem forças, caí ao chão e demorou pra me erguer, as forças tinham ido embora, a gozada tinha sido bem forte, aliás, foi mais de uma, pelo menos três seguidas!
Precisei de quase um minuto pra me recuperar, a respiração pesada, doidinha!
Meu coraçãozinho já estava voltando a si.
Uuuuuuuui, titio, você me es-tu-proooooou! Violentou meu corpinho frágil... - e continuava arfando, arfando - Seu,.. Seu… - consegui gemer com muito carinho - meu taradinho!
Mas tive paz por muito tempo não!
Amoreco, você já vem também, é!? Deixa eu respirar um pouquinho que já vou... aaaaaaiiiii, seu doidinho! Me estupra, vai, me violenta! Come meu cuzinho, come, mas se eu morrer, se meu coraçãozinho parar... você vai chorar… quer chorar no meu buraquinho, é!? E quem disse que ele ligou pra isso!? Foi meu anelzinho fechadinho que teve de se abrir todinho pra agasalhar aquela rombuda coisa dos deuses, o pau de meu marido é um sonho, mas eu estava acabadinha ali, ele nem respeitou e meteu bruto no meu buraquinho de trás. Logo, eu estava gemendo mais uma vez, quase sem forças, baixinho, com aquele pau gostoso me violentando, me trucidando! Eu chorava, chorava mesmo na ponta da pica, ele me castigando, comendo meu cuzinho com raiva, com força, nem sei por que... será que tava com ciumes de titio?! Não, tava era de taradice mesmo, acho... nunca vi esse homem com ciúmes de mim... até gostaria que ele tivesse um pouquinho, um tiquinho só... faz parte de ser mulher, o ciúme é parte do desejo, de se sentir desejada, disputada por aqueles que amamos! Mas não, era ciúme não, era mesmo vontade de me maltratar, me bater na carinha, um tapa, dois, três, quatro... uuuuuuuiiiiiiii! Aquilo me acordou de vez. Joguei meu diabinho no chão, virei ele de frente pra mim, encaixei aquela jeba gostosa na minha bocetinha e convidei titio.
Vem, titio, come minha bundinha, come, mete “de-com-força", mete! Quero sentir as preguinhas serem rasgadinhas, vem... e ele veio, faminto, os olhos crispados, aquela coisa na mão já brilhando de vontade de entrar no meu cuzinho. E foi o que fez. Os dois maluquinhos por mim, eu maluquinha por eles, os três gemendo – come, titio, come... mete gostoso, amorzinho, mete... ssssssssssssssss... eu vou... uuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiii... vou... gemi de loucura pura, gemi... de prazer, de amor... me fode gostoso, titio, fode sua cabritinha endoidecida, fode! E eles gemendo, gemendo, me torturando, me maltratando, que loucura! Era um verdadeiro “sonho”, sabe, aqueles doces de padaria... eu era o recheio no meio dos dois safadinhos, o recheio delicioso que eles queriam devorar todinho, todinho mesmo! E meu juizinho me sabotando, pedindo mais pica! Aaaaaiiiii, naquela hora, se houvesse mais uma por ali, eu acho... sei não... acho... quem sabe... vou falar... vou... eu ia adorar ter mais um pau duro ali pra eu mamar direitinho e colocar pra gemer também com minha chupada, fazer sair leitinho daquela cabeça sem juízo... sei lá... acho que entrava na dança... entrava na rola!
E foi o que recebi!
Leite grosso, abundante, eles estavam desesperados por me comer, sei que sim... tavam, sim, desesperadinhos por me devorar... naquele instante, tudo o que queriam era me lambuzar de gala quentinha, queriam mesmo era gozar! E como gozaram! Os dois ao mesmo tempo! Nem dei conta de beber tudo, aquilo! Eram jatos fortes, fortes, até nos cabelos tinha gala escorrendo! E ficava eu pensando: como pode uma coisinha tão simples como eu, pequenina, bonita, vai, mas... sei lá... como pode eu dar tanto prazer a esses pilantrinhas!? É demais pra meu pobre juízo, já todo tomado pelos gemidos, vuco-vucos, gozadas e gritos que demos ali naquela casa de veraneio!
Mas acabou não!
Que nada!
No próximo conto, isto vai continuar! A gente só foi dormir no outro dia, cinco pessoas esparramadas no chão, nuas como vieram ao mundo, portanto… faça como eu: aguarde o próximo!




