O triturador da pia estava com defeito - parte dois



    Se você não leu o primeiro conto, "O triturador da pia estava com defeito, daí chamei o técnico e ele me fez de sua amante", melhor correr e ler o primeiro pra entender este... vai lá, a gente fica aqui esperando...

    Quatro semanas mais tarde, voltei pra casa.
    Meu marido, quando me viu, entre assustado e feliz, abraçou-me, beijou-me muito e, mais calma, perguntou-me o que havia acontecido comigo. Não costumamos mentir sobre essas coisas e por isso contei o que havia se passado. Ele ouviu meus argumentos, pensou no que eu havia dito e resolveu apenas aguardar, dar-me tempo para resolver o que desejava fazer de minha vida. Eu mesma não sabia o que responder. Amo meu marido, ele é muito importante pra mim, foi com ele que conheci realmente alegria, satisfação, viver de verdade, sabe, mas... há coisas que, simplesmente, a gente não comanda, perdemos todo o rebolado, algo que nos domina, nos atrai de forma irresistível e eu tinha sido pega em um desses remoinhos da vida, estranho como pode parecer, foi daquele modo mesmo, eu estava inteiramente dominada pela presença do rapaz Reng, ele era, naquele momento, tudo o que mais importava para mim, ainda mais do que meu amado e respeitado marido, muito mais. Se tivesse de escolher naquele instante entre os dois, não precisaria pensar duas vezes, claro.
    Parece, às vezes, que os deuses gostam de brincar conosco como se fôssemos apenas brinquedos, sabe, o que me deixa cheia de ira contra eles! Não sou um pedaço de pano, um galho de árvore que se atira a um cão. Sou um ser humano! O que seria dos deuses sem nossa presença? Já pensou nisso antes? Pois eu já. E entendo que, sem nossa presença, eles nem existiriam! É nossa consciência que dá existência a eles! Mas isso não importa, deixe disso, garota, o que importa é o rapaz Reng! Os deuses que se virem!
    Então, com a ajuda de Chull, meu ainda marido, recolhi aquilo que eu tinha naquela casa, que também era minha, mas como era eu quem estava abandonando o lar... Chull foi muito decente, ajudou em tudo o que eu precisei, transportando tudo o que eu tinha à nova casa. Ali encontrei o rapaz Reng, que esperava por nossa chegada. Chull recomendou-me ao rapaz Reng, saudou-me, desejou-me boa sorte, beijou-me mais aquela vez e retirou-se. Eu era agora a companheira de Reng, não vou mais chamá-lo “rapaz”, por que de agora em diante, será ele meu marido, meu amante-oficial. Mas meu carinho pelo rapaz Chull não desapareceu, apesar de todo o fogo que sentia por Reng, o rapaz Chull ainda era muito querido ao meu coração e assim consegui um acordo pacífico, onde Reng aceitava ser meu amante-oficial e Chull o meu amante-de-dois! Parecia bom para todos e a vida continuou assim. Eu e Reng nos amávamos nas dunas, nos barcos de pesca, já fomos encontrados a gemer no Peleliu WWII Memorial Museum, pode dizer que somos loucos, pois somos mesmo! Quando nos encontraram lá, chamaram os seguranças e tivemos de sair correndo, alegres como dois adolescentes que tivessem feito xixi nos pés da estátua de Roosvelt!
    Reng amou-me com uma intensidade que poucas vezes encontrei.
    Quando nós três nos encontrávamos, até os deuses gemiam nos céus, batendo punheta ou siririca, ou se comendo entre eles! Eu mamava Reng, mamava Chull. Os dois me punham no meio deles, em pé ambos, eu de frente pra um deles, suspensa em seus braços, aquelas picas maravilhosas entrando em mim, eu sendo preenchida tão completamente por eles que não desejava mais nada na vida, aquele para mim era o paraiso! Só a mulher que já foi possuída por dois colossos maravilhosos iguais a eles, sabe o quanto é gostosa e arrasadora esta experiência! Dois membros duros, em riste, grossos, brutos, animalescos nos penetrando, completando todo o espaço dentro de nós, acabando com o vácuo de nossos corpos... não há como saber! Só experimentando!
    E eu era uma mulher poderosa. As amigas todas me admiravam, faziam perguntas, queriam saber coisas, tais como se era tão bom assim ficar presa, espetada na ponta de dois paus deliciosos, se era tão bom assim ter dois amantes tão deliciosos como os meus eram. Como é comum em nossa sociedade, eles eram amigos e não havia disputa por mim. Eu pertencia a eles e eles me pertenciam, este era o acordo. Quando um queria, os outros resolviam suas questões e se procuravam, até a tríade estar completa. Como da vez em que eu estava a conversar com Mariko e Yamagushi e os dois surgiram com fogo nos olhos e os pintos eretos. Eu mesma nem tinha pensado em sexo naquele instante, mas os dois vinham aluados. Foram me pegando, me desnudando ali mesmo, na frente de meus amigos, eu fui pega de surpresa, claro, com aquelas bocas famintas me degustando toda, amassando meus peitos, fiquei nuazinha nos jardins de meus amigos, eles admirados, de bocas abertas, enquanto Reng e Chull me taravam deitados na grama, um por baixo, eu descendo na pica e o outro já se preparando pra encaixar a rola no meu rabo.
    Foi tão inesperado, que Mariko e Yamagushi resolveram participar também.
    Foi a primeira vez que vi os dois nus, como eram bonitos! Mariko é uma garota linda, corpo pequeno, mas muito bem constituída, nada em exagero, enquanto que seu companheiro, meus deuses, o que era aquilo! Era um monumento ao sexo, aquele homem! Uma pica não “fenomenal”, verdade, mas linda, maravilhosa! Grande, grossa, reta, dura cheia de veias saltadas, uns vinte e dois, vinte e três centímetros e que grossura! Está certo, há homens com coisas ainda maiores, por isso que eu disse que não era “fenomenal”, embora algumas mulheres achem, sim, mas aquilo era de deixar uma mulher toda assada, arrebentada por dentro, ainda mais se desse o cu! Até fiquei imaginando aquilo tudo dentro de mim, que loucura! Meus dois homens me levaram para a beira da piscina e ali me comeram bonito. Eu gemia demais, mas Mariko... hum hum hum... ela berrava, gritava, sorria, soluçava, chorava... como era escandalosa! Devia estar muito bom mesmo... os dois nem ligavam pra gente... era o mundo só dos dois... e eu mais meus dois amantes... em um mundo nosso, mas eu também percebia aqueles dois amantes rolando pela grama do jardim, ele comia a companheira sem dó, desvairadamente, com tudo mesmo, bruto, enterrando tudo de vez naquela pequena boceta que ela tem, como da vez que ficou de gatinha, de cara no chão e ele montando a coitadinha. Tive pena, viu, por ela... aquilo era muito grande até pra mim! E ela gritava, sorria, pedia pra bater na sua cara, pedia pra enterrar tudo de vez, mais fundo... e ele atendia seu pedido, estrunchava mesmo a garota, uma cara de tarado que nunca tinha visto antes!
    E então, ele veio pra cima de mim.
    Quem disse que foi porque Mariko cansou? Engano mesmo, nada disso, ela pediu pra ele me fazer feliz e ele me olhou com aquela cara de tarado maluco, como se estivesse vendo o prato mais saboroso do banquete e ele estivesse faminto, azul de fome... e veio com tudo. Meus dois companheiros foram brincar com Mariko e aquele homem maravilhoso veio me arrasar! Nossa, que amante maravilhoso que ele é! Entendi muito bem por que Mariko nunca quis um amante-de-dois... com aquele ali, minha filha, ui, ui, ui... Me comia de papai-mamãe e mesmo assim era diferente, era uma coisa só dele. Me transformava em um pacote de batatas fritas, devorava como se fosse apenas um lanchinho rápido! Em poucos minutos, eu tinha gozado horrores, diversas vezes e todas elas muito fortes. Eu quase não tinha mais forças pra me levantar, enquanto Mariko continuava divertindo meus companheiros. Como não bastasse, depois de me comer muito e me fazer gozar tantas vezes, ele foi pra cima da companheira e ficaram os três devorando minha pequena amiga! Ela brincava com eles, levava pica na boceta, mamava no pau de outro e punhetava o terceiro, ou deitava na rola de um, dando o cuzinho, ganhava pica na xana e pau na boca. Que mulher! Tão pequena, mas devoradora, devassa!
    E foi ali a minha cura de Reng.
    Na ponta do cacete do marido de minha amiga!
    Não quero dizer com isso que desisti de Reng, ou que me apaixonei por Yamagushi, de jeito nenhum! Mas começou em mim uma transformação que acabou por me libertar da fixação que eu sentia por aquele garoto gostoso. Comecei a entender que minha fixação era por ele não ter sido... homem... interessado... acho que é isso, não ter dado bola pra mim na primeira vez em que nos vimos. Era uma espécie de despeito, uma espécie de fetiche às avessas, de vontade de mostrar a ele que eu existia, que eu era gostosa, que devia me paquerar... uma daquelas coisas que ocorre com toda mulher quando um homem bonito não mostra interesse por ela, como se tudo perdesse o sentido e a garota precisasse mostrar como era gostosa, atraente...
    Foi na ponta do cacete de Yamagushi que entendi que a felicidade é mais do que apenas ser desejada até por quem não conhecemos... a felicidade tem a ver com satisfação, com prazer, com respeito... eu estava ali disposta a me humilhar perante Reng pra conseguir mostrar que eu era gostosa, pra mostrar que eu existia, não merecia ser desprezada..., mas eu não tinha sido desprezada, apenas havia coisas mais importantes na vida de Reng do que olhar belas pernas, bela bunda, belos peitos... e a gente que é mulher deve lembrar que, mesmo não sendo notada por alguém, continuamos a ser quem sempre fomos, lindas, maravilhosas, gostosas. Mulheres de verdade!
    Humilhação é doença.
    Dominação é doença.
    Escravidão é doença.
    Masoquismo é doença..
    Sadismo é doença.
    E precisamos nos livrar de tudo que nos humilha, nos prende, nos escraviza, nos domina.
    Ser mulher não é ser dependente.
    Ser mulher é existir, é aceitar que somos seres humanos como todos os outros e temos direitos iguais! Direito à felicidade. Direito a lutar pelo que desejamos. Direito ao prazer! Sem chauvinismo, sem dominações, sem prisões que nos amarrem e nos limitem.
    Sem machismo.
    Sem feminismo.
    Com feminilidade!
    Com dignidade!
      As imagens aqui são apenas ilustrativas.

Foto 1 do Conto erotico: O triturador da pia estava com defeito - parte dois

Foto 2 do Conto erotico: O triturador da pia estava com defeito - parte dois

Foto 3 do Conto erotico: O triturador da pia estava com defeito - parte dois

Foto 4 do Conto erotico: O triturador da pia estava com defeito - parte dois

Foto 5 do Conto erotico: O triturador da pia estava com defeito - parte dois


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Ficha do conto

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baiatsifata

Nome do conto:
O triturador da pia estava com defeito - parte dois

Codigo do conto:
270926

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
28/08/2026

Quant.de Votos:
1

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