Dona Sueli meteu-se em encrencas

    "- Aaaaaaiiiiiii.... garoto, como isso é bom! Aaaaaaaiiiiiii, não para, não para, eu preciso tanto disso! Meu Deus, como é bom! Aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii..."

    Mais de uma semana se passou sem que eu pudesse retornar ao apartamento em que “Dona Sueli” vivia. Fiquei muito ocupado com os estudos, viagens com a turma para museus, provas, trabalhos escolares e competição de música. Para quem não sabe, na época, na Cidade Maravilhosa, as escolas da rede municipal de ensino competiam entre si durante um mês, criando sambas, que poderiam tornar-se tema de escola de samba no ano seguinte durante o carnaval... mas isto não importa agora, foi só pra esclarecer.
    Eu estava em casa, já nem me lembrava de “Dona Sueli”...
    Você pode até estar pensando: mas não foi legal no dia em que esteve lá da última vez…? Sim, foi, como foi! Mas lembre, minha cabeça não tem de funcionar como a cabeça de todo mundo, pois “meu nome não é Raimundo”! Cada um deve pensar de acordo consigo mesmo. Quem anda pela cabeça dos outros é piolho! Eu tinha muita coisa a fazer, era minha vida que estava rolando e agi como de costume comigo mesmo.
    Dito isto, um dia, ouvi uma irmã dizer-me: “Olha, acho que você vai precisar ir lá na sua amiga, a Sueli está precisando de ajuda, ela parece estar preocupada por você não ter ido mais visitá-la...” e ficou com um sorriso maroto nos lábios. Hoje, eu entendo o motivo do riso, mas, na hora, nada me ocorreu e fui lá, subi os degraus do edifício e “Dona Sueli” já estava na porta a me esperar. Até ali, tudo normal, ainda nada tinha me ocorrido. Sei que parece estranho, mas foi assim. Como dizia aquele filme “... não sei, só sei que foi assim...”
    Ela parecia mesmo sem jeito, tristonha, talvez, ao ver-me seu rosto iluminou-se. Um sorriso bonito aflorou seus lábios. Era mesmo uma bela mulher, de corpo e de rosto. Eu já disse antes, ela tinha uns... vinte e cinco anos... por aí... talvez um pouco mais, mas acho que não... loura, magra, talvez um metro e setenta, cabelos longos, quase brancos, lisos, seios medianos, não muito cheios (a maioria dos homens adooooram seios grandes e cheios... não é nem nunca foi minha preferência), firmes, mesmo sem sutien... que não estava a usar naquele instante, só um vestidinho florido, leve, até os joelhos. Pele clara, mãos longas, era um poco mais alta que eu, que media uns... deixa ver... na época... um metro e sessenta e cinco... é, minha altura era essa... por aí... e ela... um belo exemplar de mulher à minha espera, iluminada de alegria e satisfação.
    - Então, não está zangado comigo, afinal? – disse-me, bem alegre, segurando-me a mão suavemente e me dando um beijo no rosto... próximo aos lábios... outro beijo do outro lado... e um selinho. – Eu estava preocupada, achando que você não viria mais, que não tivesse gostado de nossas brincadeiras e do “presente” que eu dei... – para quem não sabe de que “presente” ela fala, é bom ler o conto imediatamente anterior a este, vai entender tudo.
    “Dona Sueli” pegou-me pela mão e, com muito carinho, levou-me pra dentro da sala, trancou a porta e me abraçou..., desta vez, calorosamente!
    - Ai, como fiquei preocupada! Eu pensava: “Será que fiz errado? Será que ele não gostou?” Olha, pensei tanta coisa! Afinal, mais de uma semana sem notícias de você! – pois foi verdade, quase duas semanas haviam decorrido desde aquele dia.
    Pois vejam, foi só então que caiu a ficha pra mim e lembrei dos seios de “Dona Sueli”, do sutien, da pele rosada das aurelas dos seios, da orelha que ela pedia pra mordiscar, de sua boa entre minhas pernas e da sensação maravilhosa que havia sentido. Veio tudo num repente! Como uma explosão! E agarrei aquela mulher nos braços, meu Deus, como podia ter esquecido de tudo aquilo!!? Envolvi-a nos braços e beijei seu pescoço, mordisquei seus lábios, o queixo, o busto e peguei-me abocanhando um seio por cima do vestido que ela usava.
    Ela sorria, parecia tão feliz naquele momento! Desabotoei seu vestido, que caiu no chão, com sofreguidão eu a livrei de sua calcinha minúscula, ela nada dizia, apenas sorria, sorria, sorria, suavemente, mas sem parar. Passei uma mão em sua vulva pequena e gordinha, com aquele pequeno botão sobressaindo de entre os lábios, acariciei ali e ela gemeu fundo...
    - Aaaaaaiiiiiii.... garoto, como isso é bom! Aaaaaaaiiiiiii, não para, não para, eu preciso tanto disso! Meu Deus, como é bom! Aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii...
    Continuei indo ali, dia após dia. Não esqueci de ir pra escola, não deixei pra trás minha vida, isto não, mas gostava cada vez mais de ir lá no apartamento para “ajuda-la”. A cada visita, aprendia coisa nova. Uma hora, era aquela mão suave de pele clara envolvendo meu pênis, acariciando, apertando, puxando a glande, acariciando o saco; outra hora, eu que beijava aqueles seios magníficos, sugava-os “... como um bebezinho morrendo de fome...”, dizia ela, entre risos. Recebia suas unhas em minha pele, me arranhando, me apertando contra si, querendo fazer-me entrar em seu corpo com um aperto só! Foram dias de carícias, de beijos, de gemidos e aquele corpo gostoso sacudindo-se, ficando mole em meus braços, arfando, pernas enfraquecidas, ela caída na mesinha de centro, no sofá, no tapete da sala... no seu quarto também, mas em sua cama não. Ela fazia questão de evitar. Aquilo não fazia diferença pra mim, aprendia cada vez mais as artes daquela mulher deliciosa!
    Mas, se você prestar atenção, eu não disse nada sobre penetração, apenas carícias. Ela sugava meu pênis, batia com ele no rosto, colocava entre os seios, apertando-o, enquanto eu, movimento após movimento, via um leite grosso, bem denso mesmo, esguichar fortemente em seu rosto, em seus cabelos, caindo no tapete, sujando a parede, ela se divertia com aquilo: “... garoto, o que é isso! Quanta vitalidade!” mas ela também se acabava com minha língua dentro de si, entre suas pernas, na sua pequena racha, macia, que derramava um líquido pegajoso escorrendo entre suas pernas e ela com um paninho limpando tudo “... quero deixar tudo limpinho, sabe, melhor assim...”, dizia pra mim sorrindo. Depois, antes de eu retornar pra casa, ela vinha com um perfume, uma água de colônia e passava nos lugares onde eu tinha derramado meu esperma, onde ela tinha deixado escorrer aquele líquido de si, mantinha tudo impecavelmente limpo e perfumado.
    Ah, “Dona Sueli”, como era bom ouvir seus gemidos perceber aquele corpo vibrar, perceber a fraqueza que a dominava após cada sessão em que penetrava-a com meus dedos, com a língua, com simples chupadas em seu ponto mais sensível! Como era bom sentir seus lábios em meu pênis, aquela língua percorrendo meu corpo todo, os beijos, as mordidas suaves, aquelas mãos frescas por toda minha pele, ela sempre morna, quente, um calor que não sabia de onde vinha, ela sempre tão feliz ao me ver, satisfeita.
    Em minha casa, meu irmão passava a olhar-me com respeito e admiração, eu percebia e aquilo deixava-me contente, afinal também gostava de perceber que estava a fazer algo que dava... contentamento... ao meu irmão... mas não chegava mais a me perguntar sobre o apartamento, respeitava meu silêncio.
    - É isso mesmo, tem de falar nada não, você está certo.
    Mas tornei a ficar alguns dias sem poder mesmo visitar “Dona Sueli”.
    É que ela e o marido, com a filha junto, tiveram de viajar para outra cidade e ficaram por lá quase todo um mês. Havia nada que pudesse ser feito, claro. Minha rotina continuava, o fim do ano se aproximando, mais provas na escola, trabalhos escolares, era até bom que ela estivesse em viagem. Mas, agora, sentia uma falta indefinível, algo que não era palpável, mas estava ali, fazia-me companhia a todo lugar em que eu ia. Diziam pra mim que eu estava muito mudado, silencioso, sem brilho. Isto foi uma professora quem disse certa vez, lecionava língua portuguesa, a melhor professora daquela matéria que conheci em toda a minha vida.
    - Meu caro amigo – ela costumava dizer -, o que está havendo com você?
    - Como assim, Maria, estou com problemas em sua matéria?
    - Não, realmente não, você é ótimo, como sempre. Você e Dinho são sempre um orgulho pra qualquer professor (o “Dinho” a quem se referia era um aluno da mesma turma, o melhor da classe), mas... tem algo acontecendo com você, tenho certeza... seu riso é triste, sua voz está mais baixa, anda sozinho, você e Dinho eram tão amigos e de repente... huuuummmmm... haverá alguma musa, alguma bela donzela apertando este coração tão jovem ainda? – e afastava-se sorrindo, mas sem gozar de mim, era apenas brincadeira mesmo.

x – x – x – x – x

    Ela voltou.
    Sim, “Dona Sueli” estava de volta.
    - Dona Maria, a senhora pode me emprestar seu filho por alguns minutos, pode? É que eu preciso ir ao mercado e seria tão bom poder contar com a ajuda dele, sabe, nós mulheres estamos sempre precisando de uns braços fortes de homem pra nos ajudar, a senhora entende...
    Minha mãe sorria, dizia que estava tudo bem, “Dona Sueli” seguia na frente, eu aprontava as coisas que estava fazendo e, minutos depois, seguia para o edifício, subia as escadas e lá estava ela, loura, clara, iluminada por um riso maravilhoso, olhos brilhantes, lábios frescos, entrava antes de mim, fechava a porta assim que eu entrava, me abraçava por trás e, beijando-me o pescoço, dizia o quanto tinha sentido minha falta e perguntava se eu tinha sentido saudades dela. Dava os lábios para serem beijados, mordiscados, aquele corpo gostoso para ser despido ali mesmo, na sala, com volúpia, com pressa, sôfrega, já ronronando suavemente como uma gata no cio, com as carícias que já eu fazia em seu corpo todo. Parecia uma simples boneca de pano em minhas mãos, toda entregue, toda minha, deliciosa, macia, suave.
    - Hoje, você vai aprender algo novo, quer aprender, não quer? Sei que quer, você é sensacional, aprende tudo tão rápido! – deitou-se no sofá, colocando as pernas sobre o braço do mesmo, deixando a xana inchadinha e pequena mais elevada, chamando-me para cair de boca ali e foi o que fiz, mamei muito naquele pinguelinho assanhado, enfiei muito a língua naquela mulher, um dedo, dois dedos, três... e ela pedindo mais, “...sssssss... aaaaaaaaiiiiiii... não para, por favor, continua, aaaaaaa, como é bom isso, garoto, como você me faz feliz... uuuuuuiiiii! ... vai... continua... isssssssooooooo... aaaassssiiiimmm... como senti sua falta, ai..., meu Deus, como isso é bom! Agora... aaaaaiiiii... agora... deixa... uuufff... deixa... eu mamar neste pinto bonito, deixa.”
    Deixei, claro, aquilo era muito bom.
    Mas o que ela queria mesmo, naquele momento, era outra coisa.
    - Eu disse que ia te ensinar uma coisa nova, não foi? Pois é... vem cá.
    Deitou-me no tapete ali na sala mesmo, com o pênis apontando para o céu... não, não, não era bem assim... a gente, quando está deitado, fica com o pênis caído sobre o ventre, né, um pouco suspenso, vai, mas caído, mesmo assim. Ela veio sobre mim, pegou meu mastro com carinho, passou um creme sobre ele e, de pernas abertas, veio descendo sobre mim, direcionando meu pinto na direção de sua xana pequena e apertadinha, quente. Veio descendo, descendo, gemendo, forçando, levantava-se e tornava a descer sobre mim, o pênis entrando nela aos poucos, ela gemendo sempre, erguia-se mais uma vez e, desta vez, descia com vontade mesmo, fazendo meu pinto invadí-la totalmente. Senti um aperto grande no meu membro, sua perereca era mesmo apertada, pequena, mas engoliu tudo, entrou rasgando, mas entrou. E ela soltou um gemido forte, precisou colocar a mão para tampar a boca, mas o gemido foi quase um grito: “Aaaaaaiiiiiii! Que delííííícia!”
    Agora, ajeitava-se sobre mim, com as mãos sobre meu peito, subia e descia, subia e descia, cavalgava gostoso, “... upa, upa, cavalinho... você é um cavalo mesmo, tão grande, tão grosso assim... nunca vi... que maravilha... aaaaaaiiiiiiiiii... ssssssss...”, e ia quicando na vara, gemendo, sorrindo, suando, aquilo não parava mais, por vários minutos ainda, até ela gritar mais alto e despencar sobre mim, arfando, mal respirando.
    - Meu Deus! Uf... uf... uf... uf... nunca... nunca... senti... isso... nunca gozei... tanto assim... aaaaaffff... foi tão forte! Foi tão bom! Garoto, como você é gostoso! Santo Deus! Mas... você... ainda não... você nem gozou... sabe... aquele leitinho que sai do pinto... aquilo... você nem... quer gozar, quer? Me dá leitinho, vai! Adoooorooo quando sai leitinho de você, me lambuza todinha, eu gosto muuuuiiiiito! Me dá leitinho, dá!
    Foi só então que ela percebeu que era assim comigo, eu demorava mesmo. Claro, eu mesmo não sabia de nada disso, entendia nada de sexo, estava aprendendo pela primeira vez, mas já tinha percebido que para “sair leitinho” era necessário um certo tempo transando, ou, como ela dizia, “brincando”, não eram dez minutos de “brincadeira” que me fazia “dar leitinho” não. Ela precisou me chupar um pouco, mexer as mãos no meu pau, cada vez mais rápido, até, finalmente, receber o prêmio que buscava.
    - Caramba! Eu fico sempre admirada com a quantidade de leitinho que sai desse pinto lindo! Tanto leite, tão grosso, tão delicioso, tão forte que sai, com uma força incrível, chega a me melar todinha, até nos cabelos tem leitinho seu! Pensei até que você não tinha gostado da brincadeira de hoje! Pensei muito pra ter coragem de brincar com você assim, sabia! Não tinha certeza se você ia querer, sei lá, você é tão diferente! Mas é tão gostoso! Ai, como é gostoso! Me acabou desta vez, me acabou de verdade, fiquei sem forças, fraquinha! Mas não pense que acabou! Nada disso! Eu estava com muita falta desse seu maravilhoso pinto, uma saudade tão grande dessa coisa maravilhosa! Agora, você vai me pagar por toda a falta que me fez! Só largo você no fim da tarde! Quero tudo, tudo e mais um pouco, quero sim, como quero! Tudinho, tudinho!
    E foi uma tarde memorável!
    Achei lindo quando ela deitou-se de bruços sobre o tapete e me convidou a invadi-la, prendendo seus braços, prendendo todo seu corpo sob o meu.
    - Eu me sinto uma colegial, presa por um garoto malvado que quer me estuprar, fico toda dominada, adoro, adoro ser dominada assim, é delicioso... vem, me ferra todinha, vem... quero você todinho dentro de mim, vem, me maltrata... me faz ficar doidinha... me põe pra gritar, quero gritar mesmo, sem vergonha... eu sou mesmo, né... uma senvergoinha... mas... eu não resisto... com você assim... me apertando... aaaaaiiiiii... como pode.... ser... tão... sssssssss... tão bom... sempre... sempre... você me enlouquece... ui... ui... ui... ui... malvado... ui... ui... você é malvado...
    - Quer que eu pare?
    - Parar? Ai, meu Deus, que parar que nada! Continua... acaba comigo... precisa ter dó não... vai... assssiiiiiimm... ai... ai... ai... ai... não para... não para... não... sssssssss... eu... eu... aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiii... gozei de novo! Para um pouquinho agora, para... para... por favor... só um pouquinho... aaaaaai... eu não vou... não... vou... aguentar... para, por favor... só um pouquinho... para um... para... pa... só... um... ssssssss... para... par... p... por fav... par... por f... aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
    Desta vez, ela não aguentou mesmo! Ficou arfando, arfando, respiração bem pesada mesmo... até que foi parando, parando, a respiração sumindo, baixinha... baixinha... puxa! Será que... Deus meu! O que foi que eu fiz!?
    Mas ela tornou a respirar.
    - ai... ai... aaaaa... (letra minúscula mesmo, a voz estava apenas um fio, baixinha) você... voc... você quase... uuuuuuufffff... quase que me matou mesmo... nossa... você... é... uma coisa... doida... deuses... não sei... se aguento... mais alguma... coisa...
    Eu fiquei, logicamente, muito assustado com aquilo, mas coisas daquele tipo iam se repetir em minha vida a partir daquele dia, melhor me acostumar logo.
    Ficamos conversando por minutos, ela ainda derreada no tapete.
    - Nunca, nunca em minha vida tinha sentido isso, nunca! Gozei tantas vezes sem parar, você não parava, não parava, só metia, metia, metia, eu... não aguentei, você me acabou de verdade! Agora, não sei o que vou fazer pra viver sem você! Não sei! Vou enlouquecer com isso! Vou! Você nem consegue imaginar como você faz gostoso, garoto, consegue não! Qualquer mulher fica doida com você, tenho certeza! Não pensei que ia ser assim! Juro que não pensei! Só pensei de brincar um pouco com o garoto de minha amiga... só isso... brincar um pouco... estava tão carente... Tem certeza que nunca tinha feito isto antes? Não parece que seja a primeira vez não, viu, nem parece... é como se você vivesse fazendo isso com as mulheres... que energia! Você só vai bombando, bombando, bombando... come, come, come, come... e meu coração não aguentou... foi isso... é prazer demais... agora... sabe... vou ficar com ciúmes das mulheres por sua causa!
    Mas não parou por ali.
    Naquele dia, foi o que foi...
    Nos outros dias? Bem... como direi?
    Teve uma vez em que ela quis brincar de gatinha. Deitou-se no tapete do corredor, abaixou bem a cabeça, ergueu bem a bunda, pernas abertas, sua buceta pronta pra invasão. Ah, desta vez eu meti foi muito, achei aquela posição maravilhosa, descobri que gostava muito daquela posição, ela ficava linda, ainda mais linda que antes, só faltava ronronar. Encaixei o pau ali atrás e, de uma vez, fui invadindo aquele corpo gostoso, ela gemendo, na verdade deu um grito alto quando a invadi de vez “...aaaaaaiiiiiii, vai com calma...”, mas dali a poucos segundos, já delirava, a conversa era outra... “...ai, ai ... ai... não... para... por... favor... come... come...” e eu atendia seu pedido, como um bate-estacas, metia, metia, metia, rápido, rápido... ela gozou algumas vezes assim. Até que perguntou...
    - Quer comer o cuzinho, hein!? Ai! Eu tenho até medo, mas... esse pau todo... duro desse jeito, grosso assim... mas... tô com tanta vontade de deixar... vem... me envara... com carinho... atrás é diferente... doi um pouquinho... mas... eu quero tanto... quero sim, quero... vem... vem... passa um creminho, ... já sei... espera um pouquinho.
    Levantou-se, foi ao quarto e retornou com um potinho.
    - Aqui, ó, passa vaselina, no cuzinho e no pinto, vai ajudar a entrar mais fácil... mas eu vou querer... todinho... pode gozar dentro de mim, quero sentir você me enchendo todinha!
    E lá fui eu, entrando, saindo, entrando, saindo... ela gemendo, pedindo mais, eu nem pensava em parar. “Como pode ser tão gostoso assim!? Vai, rasga minhas preguinhas, rasga, mete tudinho, aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii... que delícia!”
    Afinal, devido eu ser demorado, ela não aguentou esperar que eu gozasse.
    - Ai, já estou toda acabada mesmo, aaaiiii... goza na minha boca, vem, quero ser aleitadinha, mamar gostoso nesse pau... goza pra mim, goza... eu nunca tomei seu leitinho... vem... goza... goza...
    E foi muita gala que saiu, jatos tão fortes que ela chegou a engasgar... não conseguiu engolir tudo, ainda melei seu rosto, mas ela fez questão de limpar tudinho com aquela língua gostosa, deixou tudo limpo, sorrindo, satisfeita.
    - ... claro, estou satisfeita mesmo, com um homem desse não dá pra ser diferente! “Homem”, sim, você é homem, ai, eu que sei, como é, viu!

    Aquilo durou por menos de um mês.
    Soube que “Dona Sueli” tinha mudado dali.
    O marido levou-a para outro bairro e nunca mais nos vimos.
    Soube, alguns meses depois, que ela estava em um bairro distante, vivia apanhando do marido, que passou a sentir muito ciúme da jovem esposa, enquanto eu pensava por que motivo aquilo? Não pensem que era hipocrisia minha, na verdade eu não entendia mesmo... claro, com o tempo, tudo passou a fazer sentido, né, e acabei foi sentindo vergonha de mim...
    Mas... foi muito bom enquanto durou!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dona Sueli meteu-se em encrencas

Codigo do conto:
268258

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5