O limpador de piscinas um dia pensou em se tornar gay...

O que vou contar aconteceu tem muito tempo não, mais de mês, deixa ver… cinco ou seis meses... por ai... mas como vocês gostam de coisas interessantes, achei que seria bom contar isso. Não vai ser muito longo, mas não sei se vai parar por aqui… até o momento, está tudo na santa paz de Jah!

Eu vi quando ele chegou.
Foi pela manhã. Nem dez horas eram ainda. Um moço bonito, trajando roupas próprias para seu trabalho: limpeza de piscinas.
Posso contar isso de um jeito rápido ou com detalhes… contar rápido é bom, porque termina logo tudo e pronto, daí não fico mais pensando nisso…, mas eu gostaria de contar devagar… tem os detalhes, sabe, podem ser… interessantes… se é que me entende. É mesmo sobre o moço que fazia a limpeza da piscina, uma pessoa que veio prestar um serviço para nós. Eu precisei recebê-lo por que não dispomos de empregadas ou coisa assim e nem meu marido estava em casa. Ele viaja de vez em quando, aquela foi uma das vezes.

- Olá, qual o nome da senhora?
Huuum, começou errado, mas vou relevar. As mulheres, ainda mais sendo novas, não gostam de serem chamadas assim. Falei meu nome, Mariko (acho que todos aqui já sabem que os nomes que usamos são de ficção, né) e ele me perguntou na lata.
- A senhora é japonesa?
- Não, mas sou descendente direta de japoneses e chineses (do povo mosuo), o que faz com que eu tenha os olhos amendoados, um rosto bem oriental, quase mongol.
Por falar nisso, é bom me apresentar: morena (sempre aprendi que os orientais são o “povo amarelo”, nunca havia pensado em mim como “morena clara”), olhos de cor indefinida, uma hora estão na cor castanho bem suave, às vezes estão quase esverdeados, podendo parecer violetas também; cabelos longos escuros, boca pequena, lábios médios, sensuais; seios muito bonitinhos, firmes em tamanho mediano, cintura fina, bumbum arrebitado, pernas grossas e longas… tenho nada fora das medidas, não sou bunduda, não sou peituda, não sou grande... mas me considero muito bem proporcional; tenho um riso convidativo e charmoso, quente. Espero que tenham apreciado. Eu gosto do jeito que sou, gosto mesmo.
Naquela manhã, eu trajava um vestidinho justo, longo, em cor cinza claro, um tecido macio e muito gostoso de usar, marcava bem minha silhueta. Minha altura? Por volta de um metro e cincoenta, pouco mais, talvez… peso por volta de cincoenta quilinhos… idade? Aí, já está de intimidade demais!
Não, senhor, não está atrapalhando nada.
Não, senhor, estou preocupada com nada, nós confiamos na empresa que o enviou, seu trabalho deve ser bom o suficiente. Quando terminar, basta avisar, pra eu fechar o portão.
Estou na cozinha, agora. O moço trabalha com tranquilidade. Parece bom no que faz, é ágil, silencioso, em pouco tempo conclui o serviço e vai embora,
já é tarde agora e o moço da piscina aparece. Deixou alguns objetos na beira da piscina dos quais acabou precisando, veio buscá-los. Por que deixou-os ali? É que ele precisa retornar periodicamente pra realizar mais uma limpeza. Abro o portão, ele entra, vai na beirada da piscina, pega alguns objetos e já está indo em direção ao portão, quando eu resolvo aproximar-me.
- O senhor fez um trabalho bem feito aqui, estou satisfeita.
- “Senhor” não, garota, é muito formal… ah, é porque eu a chamei de senhora pela manhã! Está bem, é justo… agora já sei que é a filha dos donos, né isso? Não!? ... Então... a senhora... digo... você... é... parente... não entendi... ah, é a própria dona?! Mas… não é jovem demais pra ser casada não? Pequenina, jovem bonita assim... Desculpe, estou sendo inconveniente e indevido, desculpe... Deixe pra lá, eu já tava de saída mesmo, até a próxima. Se puder falar bem de meu serviço na empresa, vou agradecer.
E, antes de sair, ainda perguntou mais uma vez meu nome e fiquei rindo dele.
- Desculpe, é abuso de minha parte, desculpe, já me vou. Tchau.
Estava mesmo quase no portão, quando eu o chamei.
- O senhor não… - acabei rindo, afinal eu não queria ser chamada de “senhora”, né… - desculpe, desculpe… qual é o seu nome?
Ele me lançou um belo sorriso e falou o nome, que já nem lembro, mas naquele momento eu não queria esquecer.
- Vou lembrar dele para quando tivermos de entrar em contato…
- Eu ficaria muito agradecido, não é sempre que a gente trabalha pra alguém que reconhece nosso esforço!
- É, reconheço, sim, seu serviço foi bem feito, sem barulho, sem sujeiras nem coisas espalhadas por aí… foi simples, bom e eficiente!
E ele se foi.
Mas deixou para trás algo incerto, um quê de... sei lá... algo que não estava exatamente no lugar... um trejeito ao falar... as mãos, sempre calmas, com dedos longos... braços musculosos, sem exagero... corpo musculoso e olhos curiosos... não... talvez o riso límpido e claro... sua educação esmerada, mas misturada de quase um atrevimento... não sei... buguei! Rsrsrsrsrrsrs.

Quando Yamagushi, meu marido, chegou, avisei do serviço que o rapaz fez na piscina e que muito satisfeita fiquei com aquilo. Falamos de seu serviço, dos meus e outras amenidades... Ele me presenteou com um dos seus lindos sorrisos, me derretendo todinha!
Naquela noite, nossas brincadeiras pela casa foram excelentes, como costumam ser. Teve muito “carrinho-de-mão”, “frango-assado”, “cavalinho”, “bate-estacas”, linguadas, dedinhos afoitos no rabinho, mamadeira pra bezerrinha, peitinhos chupados e muito mais… e, no outro dia, tivemos de arrumar e colocar em seus devidos lugares todas as coisas que costumamos derrubar pela casa durante nossos “pegas e amassos”.
E ele teve de viajar pra uma das ilhas, dias depois; ia precisar ficar uns dois...tres dias fora, por causa de trabalho. Calhou de ser o mesmo período em que o moço da piscina viria, mas isso não pareceu importante. “Você vai ficar confortável com o rapaz da piscina, não vai?”, perguntou-me antes de sair. Eu disse que sim, por que não estaria…? “Sei lá, você disse que ele é decente, trabalha bem, mas, fiquei pensando… também disse que sentiu alguma coisa nele...” o que seria... meu marido estava com caraminholas na cabecinha. Quais seriam? Preocupado com o quê? Eu havia dito que o moço era jovem, bonito e bem disposto... Estaria ele pensando que o rapaz poderia me incomodar de alguma forma, me cortejar, talvez? Seria aquilo demonstração de ciumes? “Não, ciumes não, certo que não, mas… pensei… hummm…” O que teria ele pensado? Que o moço da piscina poderia... sei lá... tentar me comer? “… e olha que, se ele tentasse, seria prova de bom gosto! Você é um espetáculo! Uma garota assim não se encontra todo dia!”, disse meu maridinho. Não, pelos modos dele, como andava, falava, mexia aquelas mãos bonitas... não, me paquerar não tentaria... mas nunca se sabe... tinha trejeitos diferentes... mas era musculoso... huuuum... e se ele tentasse, meu docinho, se ele tentasse, se eu estiver enganada e ele for abusado... se tentar, não sei, dizer umas bobagenzinhas... eu vou saber como colocá-lo em seu lugar, mas... se tentasse com vontade mesmo, é só suposição… faz de conta… se ele quisesse me comer, você… sabe… será que... você… deixaria… eu poderia… veja só, é uma suposição, tá... só brincar um pouco, joguinhos de sedução, provocar... deixar ele doidinho, com um foguinho... posso, posso... ele me falar besteirinhas, me mostrar em roupinhas assim... provocantes... sexy... sair pra me queimar e pedir pra passar óleo em mim... e... se ele quiser... deixa eu dar pra ele, heeeeein!? Só um pouquinho, umas brincadeirinhas inocentes... ou mais... nem sei... dar pra ele... você quer que eu dê, queeer? Dou com gosto, se você concordar... Vai deixar, anjinho, vaaaaaiiiiii???
Sinceramente, até hoje não sei o que me motivou a dizer aquilo!

Foi bem assim, então.
O moço da piscina veio como era esperado, mas não tentou me comer. Nem falou besteiras, não foi ousado. Foi mesmo discreto e profissional. Nem ligou pra mim. Isso ai. Mas eu pensei... isso não está certo... a gente que é mulher, cheias de ideias marotas na cacholinha não aguenta isso... Quer que eu diga a verdade, ou prefere que eu minta? A gente gosta de ser admirada, provocada, cantada. Indiferença é algo que meche com a gente. Ainda mais indiferença de homem jovem e bonito.
No primeiro dia, ele entrou e me encontrou pegando algumas coisinhas perto da piscina, de pijama curtinho, mostrando a bundinha carnudinha... e pra pirraçar mais, tinha colocado uma calcinha rendada bem pequenina, mera tanguinha bem sensual... Mais tarde, quando veio buscar alguns objetos, eu estava mesmo de biquini minúsculo, microtanga quase transparente, e um topzinho de rendinha também... riririririri... No outro dia em que apareceu por aqui, usei uma blusinha de voil e uma sainha curta de mesmo material, todo o conjuntinho branco... por baixo, calcinha minúscula rendada vermelha e sem sutian, os peitinhos bem visíveis... ririririri... Vários dias se passaram e com meu marido viajando, o moço me encontrou só de langerri vermelha, bem curtinha mesmo, sexy demais, peitinhos bem visíveis, xaninha fingindo estar guardadinha na calcinha toda furadinha pelas rendas… eu ainda provoquei, esticando-me, braços pra cima... Ele ficou parado, abobado, coitado. Eu fingi estar assustada, parecia uma corsinha farejando o ar, mas deixava ele me ver todinha, ainda girei o corpo todos os 360 graus, fingindo saber de nada, tipo “... eu fiz algo de errado... nem percebi...”, fui pra casa andando bem devagar, mexendo os cabelos longos e finos, como se desfilasse. Mais tarde, me aproximei dele e pedi desculpas. “Desculpas porquê? Só se for pelo abuso de ter visto uma parte do paraiso!”, ele disse, sorrindo. E fiquei imaginando “ele viu meus peitinhos e a perereca?” e acabei com um foguinho no meio das pernas. E aquele sorriso... Era tão claro aquele sorriso!
Ainda fui ao jardim levando um pedaço de bolo, um refrigerante, um suquinho, sei lá... o que importava era puxar conversa... Ele agradecia a gentileza, eu suspendia um pouco a saia curta e fina pra subir numa espreguiçadeira pra colher uma flor lá do alto. Não sei se cheguei a mostrar a calcinha... Sei não. Mas daí, parece que gostou e passou a vir mais vezes... De todas as vezes, porém, eu ficava girando o corpo lentamente, usando shortezinho curto e frouxinho, ou uma saia rodada curta de tecido finissimo... girava bem na sua frente e seguia pra dentro de casa, calmamente...
Teve um dia, dia fatal... antes do horário de ir embora, ele me perguntou se queria ajuda pra fazer alguma coisa. Certo, não era algo tão fora do comum. Eu estava tentando colocar uns jarros de flores em um ponto de um pequeno muro que era alto pra mim. Eu aceitei sua ajuda. Usava uma saia rodada de crepe colorida e blusa igual, pequenina. Por baixo da saia, adivinhem! Calcinha tipo microtanga socadinha na bundinha e nenhum sutian. “Pode me suspender um pouco pra que eu possa colocar estes vasos ali em cima?”. “Eu ponho pra você”, ele disse. Recusei. “Me segura pela cintura e me suspende, você acaba colocando no lugar errado… eu sei onde colocar direito…”. Aquilo deu certo. Ele chegou a sentir meu cheirinho no pescoço, sei que sim... Ao menos, senti uma leve cafungadinha ali, perto de uma orelha... Fiz o trabalho. Ao descer, foi tudo muito rápido, uuuuuiiiii... quase caí e minha sainha subiu um pouco, mostrando mais do que devia, ele viu meu rabinho direitinho. Então, olhou-me nos olhos e, meigamente, me surpreendeu. “Garota, você vive me provocando... Quer ver o parquinho em chamas, né... ah! Olha, nem sei como dizer isso... e... vou contar... eu andei pensando, certa vez, se queria mesmo ser… homem… ou… jogar em outro time…”, eu ouvia paralisada. “… pensei mesmo, sabe, aqueles garotos alegres, simpáticos... mas nunca chegava a sentir atração real... nunca... mas… agora… vendo alguém tão sensacional assim… acho que tomei minha decisão, afinal”, ele comentou bem sério. Só então percebo que minha saia continuava suspendida, a calcinha rendada fingindo cobrir a bocetinha e havia caído água sobre minha blusinha fina, de algum lugar, possivelmente de um dos vasos de flores, ficando o tecido coladinho no peitinho, deixando o danadinho quase totalmente visível praquele taradinho. Eu não reagi àquilo. Vi quando ele se aproximou mais ainda, me encochando, olhos nos olhos. Eu estava paralisada, como uma ave pelo olhar da serpente. Uma de suas mãos acariciou meu rosto com carinho, a outra procurava procurava subir por uma perna, acariciando e apertando a bundinha polpudinha. Continuei não reagindo. Ele colou os lábios em meu pescoço e deu-me um chupão sensacional, que me deixou arrepiada e em choque! Sssssssssssss, gemi baixinho, sem reação qualquer. Ele, mais que rapidamente, suspendeu-me pela cintura e deixou apoiada sobre uma mureta do jardim, a saia ainda levantada, a xaninha delineada pela calcinha minúscula que eu usava e aquela blusinha molhada; ele mirava meu seio visível, o direito; suspendeu a blusa acima do busto e beijou delicadamente um biquinho. Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii, caramba! Assim eu não vou resistir... ssssssssssss... Ele descobriu um dos meus segredos: sou taradinha por uma boa mamadinha nos seios! Puxei o danadinho pra mais perto, ele abocanhou um peitinho todinho quase, sugava com vontade, mordiscando ora um ora outro biquinho. Eu não sabia o que fazer! Ele queria ser gay de verdade? Como assim?! Aquele rapaz tão bonito, educado, mas que me tarava naquele instante… gay? Está bem, isto é um direito de quem assim desejar, concordo, mas… seria um desperdício tão grande! Tomei uma resolução: evitar o desperdício de um amante tão fabuloso! Eu sei que nos países ocidentais, as pessoas pensam em “amantes” como aqueles com quem uma mulher ou um homem trai a confiança de seu companheiro, sei disso… só peço que, por difícil que seja, tente imaginar um “amante” como aquele que está apaixonado, dando amor a alguém, apena isso... Eu mesma, nunca pensei nele como meu “amante” à moda ocidental!
Pois eu não estava traindo a confiança de meu marido, de jeito nenhum, estava apenas ajudando a sociedade a evitar um desperdício, só isso. Ao mesmo tempo, ajudava uma pessoa a tomar uma decisão na vida. Meu marido não iria perder sua confiança em mim, eu sabia disso – e não por ser “corno”, coisa que ele certamente nunca foi e nem será, se depender de mim… no entanto, a maioria vai achar que sim, que trai me marido… quanta hipocrisia, quanto machismo! – e fiquei pensando: traição só ocorre quando uma pessoa do casal resolve viver uma experiencia às escondidas… e era nada disso que eu estava fazendo… meu marido sabia muito bem da situação e não reclamou… mas vou deixar o pensar dos outros de lado, vão continuar com seus preconceitos, suas falsidades e hipocrisias, não vou solucionar isto mesmo.
         O importante era sentir aquelas mãos pelo meu corpinho, me apertando todinha gostosamente. Eu deixava tudo, ele me explorava, me descobria, me adivinhava pedacinho por pedacinho, cada segredo, cada coisa escondidinha.
Mamou muito nos seios e, enquanto eu me molhava todinha entre as pernas, entre um gemido e um arrepio que corria da bocetinha por todo o corpo, entre beijos e carícias por todo o meu corpo, ele descia a boca em mim, por todo o comprimento de meu corpo, sugava cada centímetro de pele, mordiscava a barriguinha, lambia o umbigo – uuuuui, aquilo foi tão bom! – desceu mais, eu suspendi minha bundinha e ele puxou minha saia, retirando-a pelas pernas. Foi a vez da calcinha ser mordiscada, até ser também jogada no capim… a kkinha estava toda à mercê daquela boca voraz, insaciável, devoradora, quente; sugou muito meu clitóris… tá bom, meu grelinho… me fez urrar de prazer! Definitivamente, ele era muito bom em tudo o que fazia! Aquilo estava sendo sensacional! Gozei várias vezes com aquela boca colada em minha ppk!
Chegou então minha vez.
   Eu estava de pernas bambas de tantas vezes que gozei forte naquela boca. Desci pro chão, ajoelhei-me e fui descobrir os segredos daquele garoto. Aquele cacete grosso, bonito, bem formado, cabecinha roxa, brilhava de tesao e de gelzinho de pica começando a sair pela pontinha, meio recurvado pra cima, duro feito ferro, veias pulsando na pele vermelha, todo melado já de gel de pica. Beijei com carinho, passei a língua com suavidade pelo prepúcio – a cabecinha descoberta – sentindo o sabor daquela pica e já gostando, era um gosto bom, com cuidado fui lambendo e sugando com maestria cada centímetro daquele mastro gostoso, até chegar no saquinho, que abocanhei com vontade, chupei bem gostoso, arrancando gemidos fortes do rapaz… agora, mamava nele como uma desesperada – coisa que sou mesmo – chupava a ponta, enquanto com a mão acariciava o saquinho, fazia carinho no ventre… ele se tremia todo, eu sou boa com minha boquinha, sou boqueteira mesmo, sou, sei disso. Meu paizinho chama-me “boquinha de pêssego”: doce e macia. Ele quase gozou na minha boca só com as chupadas no pau e os carinhos no saquinho. Me puxou rapidamente com força pra cima, pelos cabelos. “Quero gozar agora não, você merece bem mais do que isso!”. Eu ri com alegria de sua delicadeza e gentileza. Retiramos nossas roupas, ele me colocou sobre um banquinho de jardim, de costas pra ele, começou a pincelar minha xaninha com aquele pincel fabuloso, molhava no meu melzinho e colava na portinha da bocetinha, forçava um pouquinho, pincelava um pouco mais, metia mais fundo um pouco… suspendia minha perna pra ficar mais arreganhadinha e facilitar a penetração… que não demorou a acontecer. Daquela vez, a mira foi certeira e a estocada foi fatal. Entrou tudo, até encostarem os bagos! Foi muito rápido, afinal, sou pequenina, aquela tora chegou ao fundo do útero e voltou… as paredes não o deixavam continuar indo mais fundo, era o máximo da penetração e era de certa forma um incômodo para mim e para ele. E ele ficou brincando ali, metendo suavemente, devagar, uma, duas, tres, sei la quantas vezes, e socando tudo até o fundo com rapidez! Aquilo se repetiu muitas vezes, até que sincronizamos um ritmo, ele socando, socando, socando, eu gemendo e rebolando, gemendo e rebolando… estava muito bom aquilo! Ai – ai – ai – ui – ui – ui- ssssssssssssss… que delícia! Ãããããããããã… eu… eu… meu lindo…vou… ai… mais… mais… quero mais… quero… uuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiii!… forte... bem mesmo! Mais... mais... eu... eu... aaaaaa-ah-aaai!
E gozei escandalosamente!
No mesmo instante, desabei no banco, vencida pelo cansaço do gozo!
Mas… e ele? Precisava gozar também, meu lindo e tesudo limpador de piscinas que sonhou um dia se seria bom ser gay! Precisava gozar também, me ergui, abocanhei aquela tora, chupei com voracidade, suguei cada centímetro de seu membro duro, bebia cada gotinha de gelzinho de pica, devorava aquele mastro maravilhoso. Ele suportou aquilo por mais uns instantes, logo, estava sobre mim, deitadinha no chão. Com o rabinho suspendido e a carinha no chão, perninhas totalmente abertas, os braços estendidos, só aguardando, prontinha pra ele, a corsinha ia ser devorada pelo lobo cruel e selvagem. Ele não quis meu cuzinho daquela vez, mirou novamente na rachinha e penetrou sem dó, me crucificou no pau com vontade. Montou em mim muito bem montado, como montou! Segurava-me pelos quadris, com uma pegada deliciosa, forte, firme. Bombava, bombava, bombava… eu via estrelas, ouvia passaros cantando… ssssssssss… bom demais! Enfia, taradinho, me descobre toda, me preenche! Como estava quente aquele pau! Eu mesma estava em brasas, aaaaaiiiiiii, come, meu gostoso, come tudo direitinho, eu dou tudo a você, a um cara com um piru delicioso assim eu dou tudo o que me pedir! Gozei ainda bastante feito uma vagabunda, gritando, gemendo, chorando… até ele se acabar no meu corpinho. Senti seus jatos prontos para sair, ele retirou o piru rapidamente de minha bocetinha e gozou na minha boca, era tanta gala, que não consegui engolir tudo. Eram jatos fortes, rápidos, constantes, por uns segundos tudo o que eu percebia era uma chuva de porra quentinha no meu rosto, fiquei lambuzada todinha, o rosto, os cabelos, minha roupa… fomos tomar uma chuveirada ali na beira da piscina mesmo, ele passando aquelas mãos gostosas pelo meu corpo todo, enquanto eu sorria toda satisfeita, segurando aquele piru gostoso, fazendo carinho. Era uma diferença de altura entre nós considerável, ele devia ter um metro e setenta e poucos... Eu mal passava de um metro e cincoenta. Logo eu estava prontinha pra outra rodada. Ele tambem. Pois quem disse que aquilo bastou pra ele?! Veio por trás de mim e meteu gostosinho por uns minutos, enquanto eu segurava no poste do chuveiro e ele socava aquele pau lindo todinho em minha ximbiquinha e eu gemia e gritava... Logo, eu estava de cabeça pra baixo, enquanto chupava aquele pau lindo, ele enfiava aquela lingua safada na minha ratinha toda feliz. Mamei muito no pau e ele no meu pinguelinho e no cuzinho. Eu ficava... eufórica ainda mais com aquilo! Uma lingua no rabinho é muito provocante, desesperador de bom! Eu me descontrolo de vez!
Depois, fui imprensada contra o chão, com os peitinhos na grama, pernas abertas., rabo empinado e ele socando... no cuzinho... me abri todinha pra ele, todinha. Foi gostoso demais! Fui arrasada, completada, preenchida, recheada... Como eu gemia e soluçava! Ele falava coisa no meu ouvido, mordia a ponta da orelha, puxava meus cabelos, aquilo foi uma loucura completa, quem passava na rua escutava meus gritos, sou escandalosa mesmo quando encontro um bom parceiro e aquele se mostrava sensacional!
Por fim, mas não menos gostoso, fui cavalgar aquela beleza de piroca. Quicava gostosamente com ele cravado uma hora na bocetinha, de frente pra ele, outra hora era no cuzinho, de costas pro gostoso.
- Ai… e eu que pensava que devia ser gay! Meu Deus! Enquanto existirem mulheres sensacionais como você no mundo, eu quero é mais disso todos os dias de minha vida!
Foi sensacional, inesquecível!

Quando meu senhor chegou em casa no dia seguinte, narrei-lhe o episódio, sem esconder nada, nadinha.
Eu estava muito feliz, satisfeita mesmo com tudo o que havia acontecido.
Ele ouviu com serenidade, olhos nos olhos, e falou nada de mal, elogiou-me por minha atitude.
Não, ele não sentiu-se traido.
E não, não tem entre nós guardar segredos... E não, não faço meu marido perceber semen de outro homem, sentir cheiro, ver algo sujo, melado, com cheiros de outras pessoas... Não o faço experimentar o que eu mesma experimento, por que a mulher sou eu, ele é o homem, não é o contrário! Não fazemos inversões, pode ser bom para quem é adepto, mas incluam-nos fora disso. Não o faço sentir sequer o sabor do próprio sêmen... já tentei uma vez e ele mostrou repulsa, por isto respeito; o que fiz foi do lado de fora, nossa casa é nossa, de mais ninguem; os outros serão sempre os outros, meu companheiro é o meu Homem!

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Ficha do conto

Foto Perfil baiatsifata
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Nome do conto:
O limpador de piscinas um dia pensou em se tornar gay...

Codigo do conto:
269513

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/08/2026

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