Esta é a terceira parte da estória que começou há dois contos atrás Recomendamos que leia os dois anteriores para entender este.
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Com o tempo, fui entendendo que, psicologicamente, eu era bem mais parecida com papai do que com mamãe. Era precoce em tudo, espevitada, decidida, não desistia de meus projetos, descobria sempre uma forma de seguir em frente, não importavam os custos a pagar, por mais difíceis que fossem os caminhos.
Em relação, especialmente, a sexo, éramos muito parecidos, papai era um taradão, vivia tendo casos com as garotas das redondezas, passava a rola nelas sem piedade e mamãe acabou descobrindo, claro..., mas isto fica para depois. Vivia questionando as tias e primas mais velhas sobre sacanagens. Eu sempre procurava pegar papai em situações de nudez e intimidade com mamãe. Fingia sentir medo e pesadelos noturnos para dormir juntinho deles. Ficava entre os dois e dava um jeito de encostar meu corpo em papai, passava uma mão em seu pinto, apertava gostoso, sei que ele gostava muito quando eu estava na cama com eles. Mas mamãe colocou um colchão no quarto ao ado da cama deles e eu tive de ir pra lá quando dizia que estava com medo... detestei a ideia, mas... uma noite, eles acharam que eu tava dormindo e resolveram se pegar. Oba! Estavam caladinhos, mamãe com o rabo pra cima e papai sentando a pica pra dentro, vi tudo, até que papai percebeu que eu tava acordada e vendo tudo! Mas eles pararam não, ele fez de conta que percebeu nada e aí foi que meteu bonito em mamãe. Ela não conseguia mais ficar calada, eles ficavam em posições que eu podia ver muito bem, deve ter sido ideia dele, safado como era, quis que a filhinha visse como ele sabia meter gostoso, comia a bunda de mamãe, ela rebolava, gritava, tava perdida de tesão! E eu também. Debaixo de minhas cobertas me acabava numa siririca doida! Tava adorando aquilo e papai percebia como eu tava doida, resolvi colocar as cobertas pro lado, ele via minha mão entrando entre as pernas, minha xaninha lisinha e eu com os olhos fechados, delirando de tanto gozar! Ele tava vendo tudo também, tinha certeza daquilo e fazia questão de mostrar meu corpo pra ele, olha bem, seu José Taradão comedor de garotas da cidade! Eu tava alucinada, doida de tesão! Ah, se ele resolvesse me comer também ali! Como eu queria aquilo! Sentir aquele pau todo dentro de mim!
- Você tá doida, sua... sua... maluca! Você não aguenta ainda isso tudo! - e mostrava o cacete lindo, grande, grosso e duro pra mim... eu imaginava isso tudo, em realidade, ele não dizia nada daquilo pra mim, só enfiava mais na mamãe, com tudo! Ai, que tesão aquilo me dava!
Não vou falar minha idade aqui não, mas se me enviar mensagem, eu conto tudinho o que você quiser saber... ou quase... kkkkkkk
Eu atentava meu pai sempre que podia, não deixava ele descansar, meu fogo era muito, não conseguia pensar em outra coisa. Minhas notas na escola iam muito bem, eu vivia feliz com o carinho de papai e as coisas que ele fazia comigo, tão pouco..., mas era minha felicidade, então! Ele vivia de pau duro direto, saindo melequinha da ponta... eu não sabia o que era, mas percebia que ele ia muito no banheiro pra tocar uma em homenagem a mim e voltava todo satisfeito. Mas eu não deixava descansar. Bastava ele sentar-se no sofá ou em uma caeira, lá ia eu sentar em seu colo, deitar e ficar apertando seu pinto, não sossegava em nenhum instante! Ele podia ser considerado um taradão, mas percebi que tinha uma força do caramba, afinal nunca abusou de mim, mesmo eu atentando tanto, ele resistia.
Uma hora, mamãe o chamou na cozinha pra mostrar uma coisa e, antes dele se levantar, eu falei baixinho no ouvido dele:
-- Não levanta agora, senão a mamãe vai notar que você tá de pau duro – ele me olhou surpreso, dei uma piscadinha e um sorriso safado. Disfarcei e falei... - Deixa eu ir na frente, você demora um pouquinho e vai depois... fica juntinho atrás de mim até ele diminuir...
Outra noite, ele me deixou ver mais uma vez ele macetar a xoxota e o cuzinho de mamãe com aquele pau imenso! Eu nem fingi estar dormindo, joguei a coberta pro lado, puxei meu pijama e joguei de lado também, enfiei um dedo na boca, deixei bem molhado e cravei na rachinha, enfiava dois... eu gozava horrores e ele sabia, via minha perereca lisinha, fechadinha, inchadinha e eu me acabando numa siririca violenta, louca de tesão por ele. Ele percebia tudo, mas não se resolvia a abusar de mim, usar meu corpinho como usava da mamãe. Que pena! Era um pacto sem palavras que havia entre nós dois. Ele sabia de meus desejos, conhecia meus segredos e eu conhecia os dele, um não abusava do outro, mas aquilo tava me matando de vontade! Eu tinha de tomar uma atitude, mais cedo ou mais tarde!
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Continua, viu, acabou não!
E lembre que as fotos são apenas ilustrativas, retiradas da web.





Cremos, sinceramente, que você não leu o conto! É que lá está escrito "... as fotos são apenas ilustrativas retiradas da web..."
Que filha linda. Votado