Esta é a segunda parte da estória. recomendamos que leia a primeira parte para entender esta.
............................................
E as coisas continuaram do mesmo jeito por um longo tempo.
Eu sentava no colo de papai, dava um selinho nele – ou um beijo gostoso, se ninguém estivesse vendo – e pulava pro seu colo. Ele aprendeu logo a acariciar minhas pernas, aquelas mãos gostosas em minha pele, eu ficava muito feliz, era o momento do dia que eu mais amava, quando ele chegava do trabalho. Eu passava o dia sonhando acordada com sua chegada!
Um dia, ele chegou, todas nós fomos abraça-lo dar o conhecido selinho nele, Amanda sentou-se em seu colo e fiquei uma arara com aquilo, mas não queria demonstrar nada, portanto fui pro quarto. Minutos depois, Amanda levantou-se e aproveitei a chance, corri e sentei no seu colinho. Quando ela retornou, era tarde demais. Sua sirigaita, vá arrumar um namorado que é melhor! Fiquei toda molinha no colo dele. A seguir, deitei no sofá e coloquei a cabeça nas pernas de papai e percebi na hora seu pinto duro... fiquei deitada de lado e coloquei uma mão embaixo da cabeça, mas com a palma virada pra baixo, kkkkkk... envolvi o danado todinho com minha mão e comecei a dar apertões de leve nele. O pau de papai cresceu ainda mais na minha mão! Eu agora apertava gostoso, forte, corria o comprimento todo com a mão, acariciava aquela coisa dura e vi que ele, meu pai, estava adorando minha ousadia, fazia uma carinha de alegria e de medo, kkkkkk, claro, ele tinha medo de ser pego naquela situação e eu nem ligava, tava tão gostoso! Ele respirava forte agora, começou a aparecer suor em sua testa, mas eu não parava, apertava com gosto aquilo, ia da ponta até o saco, ele abria as pernas um pouco e me facilitava o trabalho. Eu estava amando aquilo, era um sonho realizado!
- Sai um momentinho... quero ir no banheiro. – ele falou, com voz surda... levantei-me, mas ele não tinha como esconder a barraca armada, eu o olhava com uma carinha safada e um ar de vitória estampada no rosto. Ele correu apressado para o banheiro, trancou a porta, esperei alguns bons minutos... quando achei que era hora, levantei-me e fui ao banheiro também e bati na porta.
- Pai, abre um instantinho, preciso fazer xixi, estou bem apertada mesmo. – eu é que não ia facilitar pra ele fugir de mim daquele modo, que nada! Marcação pesada sim, claro, eu queria meu pai e ia conseguir!
- Espera um pouquinho!
- Ai, paizinho, não vou aguentar! Abre pra mim, por favor, estou quase fazendo xixi aqui fora, por favor! – e ele abriu mesmo, já se preparava pra sair, mas eu o impedi, entrando na sua frente – fica, papai, pode ficar, faz mal não, você já me viu peladinha tantas vezes! Fica, vai – e abaixei a calcinha, sentei-me no vaso, fiz meu xixi de mentira, ele tava com aquele trabuco enorme, eu sabia, ele tinha ido ao banheiro pra bater uma punhetinha por sua filha; me ergui, segurei a barra da saia acima de minha xana, deixando a bichinha toda exposta pra ele e pedi, toda dengosa - Pai, pega o papel e enxuga pra mim, por favor, o senhor sabe fazer melhor do que eu - pedi, com a cara mais lavada do mundo, ele pegou o papel e enxugou minha quequinha com as mãos trêmulas.
E correu pra fora do banheiro. Coloquei minha roupa no lugar como devia e sai à sua procura, claro. Avistei meu pai no alpendre, sentado junto a umas pilastras, olhando pro vazio, mas com aquele monte de coisa dentro da calça, tava mesmo bem armado, o seu José, e tudo por minha causa, claro!
- A mamãe vai demorar um pouquinho na casa da tia Lázara... está esperando ela? – eu falei alegre.
- Não! Estou tomando um ar fresco... vai ficar com sua irmã!
- Ela está assistindo a novela, o senhor não vai assistir também? Você gosta!
- Não! Vou ficar um pouco aqui.
- Pai, me diz uma coisa... o senhor tá com medo de mim? – sempre fui direta!
- Não... porque estaria?
- Não sei! Dá impressão que não me quer perto do senhor. – me puxou pra junto de si e disse...
- Não minha filha... estou com medo de mim mesmo, sabe! – mas eu entendia aquilo não e falei pra ele.
- Não entendi, pai...
- Nem precisa... deixa pra lá... nada de importante... mas, me diz... como você sabe que sua mãe vai demorar na sua tia ? – ele queria, nitidamente, me enrolar e fugir da conversa.
- Eu estava lá também e mamãe ia esperar a tia Lair trazer uma revista, pra escolher uns perfumes pra ela, daí vim pra casa com Andreia, pra esperar o senhor.
- Ah, tá! Entendi!
- Pai... posso te perguntar outra coisa? – ele me olhava com desconfiança, eu o assustava, percebia bem, mas autorizou, balançando a cabeça.
- Pai, como homem faz "aquilo" que o senhor me pegou fazendo? Eu ouvi o senhor falando pra mamãe que fazia também quando era novo - perguntei com a maior naturalidade.
- Se masturbar,, né? – perguntou, balancei a cabeça confirmando.
- Menina! Não está na hora de você saber essas coisas não, melhor estudar pras provas, não acha, ao invés de perder tempo com essas coisas?
- Acho não, preciso aprender essas coisas também! O senhor mesmo disse que estou grande, além disso assisti o senhor fazendo coisas piores com a mamãe - eu realmente tinha visto ele pegar mamãe de jeito, ela gemia tanto, parecia tão contente com aquilo! - Estou perguntando pro senhor, que é meu pai, ou tenho que perguntar pra mamãe ou outra pessoa? – ele demonstrou o susto.
- Que outra pessoa?
- Como o Cleone,, por exemplo, que é meu primo.
- Tá doida! Cleone aquele safado! De jeito nenhum. – eu sabia que ele era um pegador e sem vergonha igual ao pai, dele. Fazia um sucesso danado com as meninas eu sabia bem como atentar meu pai, como atingir seu calcanhar de Aquiles.
. Tá bom, é assim – disse ele, pegou minha mão, levantou meu indicador e mostrou como fazer, dizendo - Você pega nele e faz assim! - ficou fazendo os movimentos com a mão no meu dedo, como se estivesse tocando uma - Pronto... entendeu?
- Você bem que podia deixar eu fazer uma no senhor, pra eu aprender melhor. – ele se assustou mesmo.
- Pirou de vez garota!? Isso não é certo! Esse tipo de coisa é pra fazer quando você casar!
- Então fala pra mamãe fazer no senhor, quando comê-la, pra eu ver, assim eu já fico sabendo pra quando arrumar um namorado – e ele me cortou.
- Sem chance, vamos encerrar esse assunto. Quero saber quem anda enfiando essas ideias na sua cabeça! Vamos, abre o jogo!
- Oras, pai, escuto minhas tias e primas conversando, né?
Ele pensava mesmo que o mundo nunca iria mudar? As pessoas falam de tanta coisa! E a gente aprende, né, basta prestar atenção. E eu gosto de escutar as pessoas, elas falam mais do que pensam e ... vamos aprendendo...
Voltamos pra sala, Andreia assistia uma novela e estava tão ligada que nem percebia nossa existência. Aproveitei aquilo, lógico. Papai sentou-se e eu deitei ao seu lado, não antes de dar um selinho nele, mas daquela vez foi ele que demorou mais com o selinho, que virou um beijo gostoso, molhado, furioso, cheio de energia... ele beijava muito bem! Foi quando deitei-me... Uma mão embaixo da cabeça, mais uma vez, a palma virada pra baixo e lá fui eu acariciando aquele pinto, que começou a crescer rapidinho com meus carinhos, papai não conseguia segurar o tesão. Ele acariciava minha perna, minha bunda, puxando a saia um pouco, mostrando meu corpo e eu deixava tudo, enquanto apertava aquela pica gostosa, dura, gigante na minha mãozinha. Daí, senti sua mão ir em direção de minha racha... ele estava descobrindo o que eu gosto mais...
Daí, antes dele enfiar sua mão dentro de minha calcinha, ouvimos conversas, era minha mãe que chegava.
As fotos são puramente ilustrativas, é lógico!
..................................
Continua, viu, acabou não!





Unnn. Delicia