To na minha, dançando mesmo e chega um carinha junto, eu continuo na minha, bunda arrebitada, mandando bem no funk, indo ate o chão e tudo bem, seguindo com o mano ali do lado, curtindo, tirando um sarro de vez em quando, digo nada, da pra sentir que o cara ta na minha, tá ligado, grudado mesmo, tem um shape muito loko, a gente se curte, to toda suada e muito afins de uma coisa pra beber... ele traz uns drinks e a gente fica conversando num canto, mas logo vai la fora, um poco mais suave, sabe, ele sorri, eu sorrio, a gente se beija, ele é bem da hora, vamo prum canto ali e nos fica se pegando. Uma mão boba me apertando os peitos, não to ali pra bobear mesmo não, ele quer e eu quero, o que rolar rolou. Dai, sabe, vou e seguro naquilo, tá ligado? E vo apertando por cima da roupa, aquilo cresce, vira uma coisa dura e grossa, mas ele já ta bolinando meu grelo, foi mais rápido que eu, huuuuum... muito bom... um peito já ta na boca, uma língua no bico e me chupa legal, eu gosto daquilo, vo deixando o malandro se divertir, na verdade quem mais se diverte sou eu, ne, claro... homem tem o pinto pra sentir prazer, a gente tem bem mais coisas, ne não? Homem goza uma vez e se apaga... a gente vai gozando, vai gozando... pois é... os caras mandam bem de um lado, a gente manda bem de outro... e a vida continua. Mas fizemos nada mais serio ali não, so umas chupadas mesmo... caímos no funk novamente, to de negro, pareço vampira, so to querendo dar uma dançada, me acabar na pista e ver no que vai rolando, sabe, madrugada animada, periferia é periferia, todos sabem, ninguém é de ninguém e vamo que vamo. Os cara tudo de gótico mesmo naquela noite, gótico funk bruxaria, se ligou, e umas mina se pegando com uns mano, tudo numa boa, sexo é assim mesmo, umas coisas na cabeça e resolvo ir la fora novamente, mas sentindo uns troços esquisito... a cabeça vai pesando, vo ficando estranha, desligando tudo... apagando tudo... ficando tudo mais escuro do que já ta... demora um poco, nem sei quanto tempo, sei não... mas acordo num sofá... to sem roupa! Po, que aconteceu comigo? Peladona! E tem um mano ali junto, peladao também... ta cum pau levantado não, parece esgotado, sei la... e mais um ali deitado no chão... e mais um na cadeira... po, tem quatro cara ali comigo, meu, tudo nu, com jeito de muito cansado, sei não... a cabeça ainda gira, to legal não... tem nada pra beber, po, meu, preciso de uma coisa qualquer, sei la... minhas roupas... cade minhas roupas? Nem sei onde que to! Parece um galpão, meio escuro, nem ouço mais o funk... huuuum... muito suspeito, tudo silencio e a gente pelado ali, nem sei onde... tem umas garrafas num canto, preciso beber alguma coisa, a cabeça doi, o corpo ta cansado, mole, dai me ligo! Fui drogada! Drogada! Boa-noite-cinderela... so pode, mano, so pode! Mas pra que isso? Eu tava ali pro que desse e viesse, e tava a fins de dar muito, nem precisava disso não, era so me pegar, eu tava louca pra dar mesmo! So não sei se dava conta de quatro, sei la... quando encontrei uma porta... abri e vi a rua... ou o beco...a zoeira do funk rolava mais longe, eu tinha sido levada pra um canto que não conhecia, mas dava pra voltar pro mandelao numa boa, mas consegui não. Não consegui por que havia uns caras ali por fora e quando me viram foram me agarrando e me dando uns tapas. Pois e... nem sei o motivo, po, meu, que foi que fiz? ... mas não apanhei muito, so uns tapas mesmo, mas eu nem revidei, nem tinha como, eram mais uns três carinhas tudo musculoso, eu tinha nenhuma chance, claro. Eu so queria voltar pro funk, mano, nada mais! Expliquei pra eles, mas teve jeito de convencer não. Me levaram pra dentro novamente e foram metendo pica, metendo pica. Me forçaram a abaixar ali e mamar no pau. Po, pra que aquilo, eu tava com vontade mesmo, precisava daquilo não! Mas fui manando, mamando, três caras pauzudos, um mais avantajado e dois mais pro normal, fui mamando, lambia o saco, chupava as cabeçonas, ficavam enfiando na minha boca ate o fundo, aquilo ate tava legal, de boa, mas eu podia ter liberado tranquilo sem violência, homem sera que e tudo assim doido por bater em mulher? Sei não... conheço muitos ali que não faz isso, mas aqueles tavam me dando tapa na cara, na bunda, metendo na xana, um na boca... o outro batendo uma violenta, já saindo porra da ponta e eu so guentando ali levando pica dos três, gemendo forte, rola no cu, na boceta, na boca... mas tava ate gostoso aquilo, por deus do ceu, tava mesmo, o pau entrando e saindo e eu já delirando, por quase uma hora fui comida forte ali e gostei, sabe, gostei, foi uma locura! Ficaram tudo caído, cansado, gozaram em mim pra caralho, se acabaram no meu rosto, na minha boca, engoli muito leite de pica, eu tava arregaçada, toda suja, suada, mas aliviada... mas eles ficaram acabados!
Me levantei, arranjei alguma coisa ali pra me cobrir eu e, ó, pulei fora.
Quando a manhã chego eu tava ainda dormindo, já em casa, cansada do baile, das brutalidades dos sete, uma noite pra lembrar por uns tempos!
Aih, mano, tem de respeitar as mina, ta ligado!
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Este conto não se refere a nós, mas a uma pessoa amiga, que curte o funk mandelão da periferia de um dos estados de vocês aí do sudeste.




