Esta é a quarta parte da estória. Recomendamos que leia as anteriores para entender esta.
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As coisas não estavam bem entre papai e mamãe.
Foi por volta de... deixa ver... uma semana... mais ou menos... é... antes da separação... todas nós, as mulheres, estávamos indo à casa de minha outra avó, a mãe de mamãe. Papai chegou alto, tinha tomado umas pela rua, ficou sabendo onde a gente ia e que havia comida pronta pra ele comer... ele entrou em casa e a gente foi embora.
Passaram-se alguns instantes, já na casa de vovó e percebi uma chance de fazer das minhas. Disse que ia rapidinho em casa ajudar meu pai a requentar a comida ele e, como minha mãe estava muito animada num jogo de cartas com os parentes, nem ligou. Eles jogavam valendo dinheiro e aquilo podia durar a noite toda, eu sabia muito bem. Era minha oportunidade.
Cheguei em casa e encontrei meu pai no sofá assistindo um jogo de futebol. Fui logo dar um beijo gostoso nele, mas senti cheiro de álcool.
- Está com cheiro de bebida pai. – reclamei.
- Vou já no banheiro escovar os dentes – e foi mesmo... depois de escovar os dentes tornou à sala e a sentar em seu sofá de frente pra televisão. Ele estava só com uma toalha ao redor da cintura e nada por baixo. Cheguei perto e apliquei um beijo de novela!
- Agora melhorou bem – e fui em direção ao seu colo, mas ele me segurou e me impediu.
- Depois de vestir roupa, estou só de toalha – alegou ele.
Eu vestia uma sainha curta negra e uma camiseta regata azulada, bem justinha no corpo, chegava a marcar meus peitinhos, que ficavam bem visíveis no tecido. Meus seios já pareciam maçãs, eram lindos, eu achava! A blusa era curta, eu sabia, aquilo era tentação demais pra ele, ainda mais com álcool na cachola... minhas pernas estavam de fora, minha barriga, suspendi um pouco a saia, deixando ele ver marte de minha bunda. Ele me olhava como um caçador, um predador, kkkkkk.
- O que foi, pai?
- “o que foi”, o quê, garota?
- Você me deu uma olhada, como se fosse me devorar...
- Deixa de besteira, filha – mas percebi que seu pau subiu na hora!
Daí, me ergui levemente, me ajeitei e coloquei minha cabeça bem sobre aquele pau delicioso que eu queria tanto. E ele, talvez pelo que fiz e falei, talvez pelo que tinha bebido, num momento de fraqueza, levou uma mão, tocou minha barriga e foi chegando perto de um peito, encostou, apalpou e continuou o movimento, envolvendo completamente meu peito e eu suspirei, contente com o toque. Ele apertava o mamilo com vontade e eu gemia baixinho, estava tão gostoso aquilo!
- Já tá grandinho – disse ele, dando uma apertadinha. – Nossa, é muito durinho. – puxei sua mão e ele ficou sem graça. Me levantei rapidinho... ele fez uma cara de susto e chateação, como se eu tivesse reclamado contra o toque. Acontece que ele não esperava mesmo minha próxima ação. Retirei a camiseta pela cabeça e fiquei com os peitinhos inteiramente à mostra praquele taradão ver - Está muito apertada – falei com convicção.
Ele ficou feito bobo olhando meus peitinhos. As aurelas rosinhas e biquinhos ainda inchadinhos se formando.
- Filha, precisa fechar a porta...
- Já tranquei – eu sabia muito bem o que tinha que ser feito pra continuarmos em segurança. Por aquilo ele não esperava.
Acariciou muito meus peitinhos, apertava um biquinho e mamava o outro, eu ia aos céus das filhas felizes! Levou uma mão entre minhas pernas e colocou minha calcinha pro lado, enfiando um dedo em minha tabaquinha. Eu rebolava e gemia naquele dedo invasor. Apertava a cabeça de papai contra meus peitinhos, delirava com aquele carinho gostoso, ele acabava com meu juízo, que ainda era grande, mas diminuía a cada minuto! Ergueu-se e me levou pela mão ao meu quarto e ali me deitou na cama, veio entre minhas pernas e caiu de boca na minha xerequinha! Chupou muito ali, eu me derretia de tanto prazer! Ele, definitivamente, era muito bom mesmo naquilo e eu estava descobrindo o motivo de mamãe amar tanto aquele cara safado, que a traia com as peguetes daquele lugar e outros, claro. Acabei gozando em sua boca, ele me deixava louca de prazer, eu já me sentia feliz por estar vivendo aquilo com papai, meu delicioso e safado papai. Mas resolvi puxar sua toalha e vi, pela primeira vez, em tamanho natural e ao meu alcance aquele pedaço de felicidade, aquela coisa que endoidecia minha cabeça de jeito. Que coisa maravilhosa aquela piroca dura ali na minha frente! Era magnífico poder segurar aquele pau mágico, macio, grande, quente, veioso, duro... aquela cabeça estranha mas linda, parecia que tinha um chapéu esquisito, mas aquilo fazia tudo ser ainda mais bonito e convidativo.
- Posso fazer aquilo? – perguntei a ele.
- Pode.
Comecei a masturbá-lo, ele ensinando o que fazer e logo eu tinha pegado o jeito direitinho. Meu pai querido parecia um cavalo do meu lado, gozando horrores de esperma, sujando-me toda. Fomos no banheiro nos limpar. Voltamos pro quarto, os dois pelados.
- Você é muito danada, tentou, tentou, tentou até conseguir! Não pode contar isso pra ninguém!
- Claro pai, não sou doida não. Eu queria muito isso, é mesmo, mas você também queria, vivia de pau duro, era só eu encostar em você e já vinha aquela pica dura me espetando as costas, a bundinha, querendo entrar pela calcinha até encontrar minha xana. Não quer fazer comigo o que faz com a mamãe? Aproveita, porque ninguém vai aparecer.
- Tá doida garota! Você não aguenta! E é minha filha!
- Guento sim. – eu nunca aceitava um não como resposta - E você tá querendo, tá de pau duro – e ele resolveu que era hora de me mostrar na prática o que dizia. Subiu em cima de mim, abriu minhas pernas, encaixou o pau na entrada e deu uma empurrada. Gritei.
– Doeu?
- Um pouquinho - respondi. Saiu de cima e disse...
- Não avisei?
- Então deixa eu chupar você.
- Vem então. Você já sabe?
- Vi a mamãe fazer no senhor - peguei no seu pau e comecei a chupar, meio sem jeito, claro, era minha primeira vez, mas com muita atitude e vontade, percebi que estava fazendo direito, por que ele foi à loucura, demorou nada a gozar! Tirou da minha boca correndo e esporrou nos seus peitinhos. Fomos de novo pro banheiro.
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Continua, viu, acabou não!
E as fotos sao apenas ilustrativas.




