Dona Sueli, a vizinha da esquina



    “... saiu um líquido esbranquiçado de mim, em jatos fortes, diversos, deixando-a toda melecada, bem como o chão, a cama e até uma parede. Ela sorria e eu arfava. Aquilo tinha sido como ir ao paraíso e retornar!“   

X . x . x . x . x

- Filho, poderia ir lá no apartamento de Sueli? Ela precisa de ajuda com as compras...
    “Sueli” era o nome de uma amiga da família, mulher bonita, jovem ainda, talvez vinte e oito anos, menos, até, não tenho certeza... loura, casada com um marinheiro, tinha uma filha bonita, ainda pequena. De vez em quando, eu ia lá no apartamento, havia coisas para carregar para o primeiro andar, onde morava a lourinha, bonita, viu, bem bonita.
    Eu era muito jovem, vivia da casa pra escola, gostava de caminhar pelas ruas do bairro.
    Lá fui eu. Era perto, na esquina mesmo, oitenta metros de distância, talvez menos... “Dona Sueli” estava ali ao pé da escada, com muitas bolsas cheias de compras e a filhinha, não dava mesmo pra carregar tudo sozinha. Vamos subir escadas, bolbas, sacolas, compras, pronto, tudo no apartamento. Vou me retirar e retornar pra casa.
    “Dona Sueli” tinha outros planos, nada complicados, mas precisava que eu ficasse por ali um pouco, precisava banhar-se, pedia que eu esperasse um pouco. Minutos depois, sai do banheiro refrescada, cabelos úmidos, claro, corpo bonito, jovem, firme, lembro bem disso, era mesmo um encanto de mulher. Como eu disse, vivia eu de ir pra escola, passear, voltar pra casa, nada de mais interessante que isso. Minha cabeça funcionava ainda de forma... simples, diria... sem malícia... “Dona Sueli” usava uns shorts curtos de material fino (ainda não havia as famosas microfibras, tais como tactel). Um sutiã de tecido fino igualmente, uma toalha nas mãos secando os cabelos e eu me preparando para descer as escadas e retornar à casa.
    Nada de diferente aconteceu daquela vez.
    Nem na próxima.
    Na seguinte, tampouco.
    Mas eu já começava a perceber que “Dona Sueli” me requisitava cada vez com mais frequência. Aquilo não era desagradável de forma alguma, a pessoa era bonita, atraente mesmo, o que me pedia era simples e fácil, chegando mesmo a oferecer-me almoço, fazer-lhe companhia por algum tempo mais, vivia sozinha ali com a filha, o marido, por ser marinheiro, estava constantemente ausente, ficando toda a semana no quartel, custava nada fazer-lhe mais aquele favor. A gente conversava sobre algumas tolices, ajudava a passar o tempo.
    Mas...
    Pois é, costuma haver um “mas” nestas coisas... eu era ainda bem inexperiente com mulheres, via que ela saía do banheiro, por vezes, só de calcinha e sutian... claro, minha cabeça ainda funcionava na base do respeito, era uma senhora, amiga de minha mãe e eu não era mesmo grande coisa não, tenh0 certeza... mas eu não conhecia a carência feminina! E foi justo lque mudou tudo!
    Foi aos poucos: um dia, ela dizia sentir dor nas costas, pedia que eu fizesse massagem no local. Como eu entendia nada de massagens, ela ensinou-me, fazendo em mim, nos ombros, nas coxas, no peito (em mim, gente, calma) e eu fui aprendendo. Na realidade, sentia nada com aquelas massagens, como até hoje tem efeito nenhum em mim... talvez eu não seja nada tenso, por isso não faz efeito..., mas, claro, quando é alguém por quem me interesso, como uma namorada por exemplo, é gostoso, mas não pela massagem em si, mas pelo contato, pela energia... e lá fui eu, mãos na pele clara de uma bela loura, ela sentada em uma cadeira baixa.
    Outro dia, pedia que massageasse o pescoço, atrás das orelhas, o busto (mas não tocava nos seios); outro dia eram as coxas que estavam cansadas, as costas e eu ia aprendendo os segredos daquele belo exemplar de mulher, uns gemidos aqui, uns soluços ali (principalmente quando eu terminava e ia me retirando).
    Tudo aquilo, pra mim, ficava no imponderável, mesmo um irmão mais velho me perguntando_
    - E aí? Rolou alguma coisa?
    E eu, na inocência, não entendia o que ele dizia. Mas escutava ele reclamar baixinho “Se fosse eu, ai, ai, ela ia ver!”
    Um dia, tudo mudou mesmo!
    - Você pode me ajudar aqui?
    Era “Dona Sueli”. Tinha saído do banho e me pedia pra ajudar a prender seu sutian pequenino e fino, dizendo que não estava conseguindo alcançar o fecho nas costas. Abaixou-se, ficou de costas pra mim e comecei a tentar prender o pequeno fecho fecho em suas costas.
    - ... mas está se soltando aqui na frente, me ajuda...
    Eu fui ver do que se tratava, inclinei-me sobre ela e vi dois seios firmes, claros, aurelas rosadas.
    - É bem aqui, ó... – dizia, segurando minhas mãos e levandoàs alças do sutien, mas fazendo com que passasse sobre os seios. Era gostoso aquele contato e pensei em deixar minhas mãos por ali uns instantes, parece que algo em mim acordou, ou... acordava... consegui colocar as pequenas alças do sutien no lugar, mas... eu queria... melhor dizer, né... queria sentir mais uma vez aquele contato gostoso de pele contra pele... antes de me ajeitar, acariciei mais uma vez os seios sobre o tecido e ouvi um gemido suave. Ela não se moveu, apenas gemeu e eu ousei algo mais. Uma vez que o sutien era mesmo pequenino, puder acariciar seu busto de forma usada, passando dedos por dentro do tecido e tocando os bicos dos seios... ela continuava quieta, apenas gemendo e soluçando, arrepiando-se toda! Eu não sabia bem o que fazia, mas sentia uma urgência grande em acariciar mais e foi o que fiz, colocando aquelas duas delícias para fora do sutien, acariciando com vontade ambos, que eram mesmo firmes, médios, mornos, era tão bom! Ela puxou minha cabeça, encostando minha boca no pescoço e pediu que mordesse de leve...
    - Morde um pouquinho... dá um chupãozinho, dá... aaaaaiiiiiii... que gostosinho... sssssss... atrás da orelha também... na pontinha da orelha... uuuuuiiii, fico todinha arrepiada... – e eu ia ousando mais, fazendo o que ela mesma me pedia, enquanto acariciava os seios durinhos daquela sensacional loura – beija aqui, beija... – e lá ia eu beijando os seios, dando mordiscadas nos bicos e achando aquilo tudo muito bom, sem entender mesmo ainda aquilo, mas sentia que se tornava cada vez mais gostoso fazer aquilo... – quer mamar em mim, quer? Mama, Via, mama bem gostoso... isso... ooooooooouuuuuuuiiiiiii... como eu precisava disso... ssssssssss... – e eu, claro, gostando muito daquilo, já tinha até esquecido que precisava ir pra escola...
    - Você me disse que, nas quintas feiras, suas aulas são só pela manhã... – e era verdade... eu tinha dois dias por semana estudando em uma escola de formação profissional pela manhã... – Está gostando de nossas brincadeiras hoje, está? – claro, estava adorando cada coisa que fazia naquele corpo bonito, macio, morno, cheiroso, ela com aquela respiração de hortelã, óleos e cremes pelo corpo - Você quer aprender a fazer uma mulher feliz, quer? – ela falava de forma sorridente, suave, olhando bem pra mim, sem desviar o olhar, eu adorei aquilo.
    Pois sim, claro que eu queria, sentia urgência de fazer algo e percebi algo inesperado: estava de pinto duro! Duro de verdade, como nunca tinha ocorrido antes! Ela percebeu e resolveu ser suave em tudo. Passou um braço roçando em mim, acariciando uma coxa, apertando minhas nádegas, puxando-me pra cima de si, inclinando-se na cama e oferecendo todo o corpo como um troféu. Guiou-me aos poucos em cada coisa, cada novidade. Uma raxa com alguns pelos claros curtos... não era comum as mulheres se depilarem naquela época, no entanto, ela possuía poucos pelos mesmo, curtos, ralos e louros, muito claros. Ali, naquele momento, aprendi a fazer sexo oral em alguém. Como pode-se esperar, pareceu-me estranho colocar minha boca ali, pareceu-me, sim, pois era dali que saia o xixi, não era...? mas ela foi tão decidida, delicada ao mesmo tempo, que peguei-me fazendo aquele corpo vibrar, gemer, ela apertava minha cabeça de encontro às pernas, pedia para ir mais fundo, invadir de vez sua raxa, que era pequena, gordinha, o que tornava tudo mais gostoso. E a língua ia descobrindo coisas novas. Ela teve vários momentos em que pedia que eu parasse, respirava muito forte, descompassadamente, ficando parada, suada..., sorrindo com um jeito tão leve!
    - Não precisa se assustar, é assim mesmo, é que isso é muuuuuito bom.... eu tava precisando tanto disso! Deuses!
    Mas eu precisava mesmo retornar à casa, havia coisas a fazer, minha mãe me esperava...
    - Tudo bem, tudo bem, mas, antes, vou dar um presente a você.
    Puxou meu shorts até os joelhos, com a cueca, que eu ainda usava naquela época... eu estava com o pinto totalmente duro, grosso como nunca tinha visto antes, ela disse que eu não podia sair pra rua daquele jeito, que não seria adequado. Daí, acariciou-me, beijou a glande, lambeu um pouco, lambeu o saco e tornou â ponta, colocando o que podia na boca, sugando gostosamente e eu admirado com tudo aquilo. Como podia uma coisa ser tão gostosa daquele jeito! Mas, claro, eu não sabia ainda o que estava pra acontecer. O que estava por vir era ainda melhor, como era! Ela continuou a me chupar, me lamber, cada vez mais fortemente e mais rapidamente, até que, sentindo uma espécie de dor e de alívio... saiu um líquido esbranquiçado de mim, em jatos fortes, diversos, deixando-a toda melecada, bem como o chão, a cama e até uma parede. Ela sorria e eu arfava. Aquilo tinha sido como ir ao paraíso e retornar!
    Era algo indescritível!
    Nunca encontrei palavras para explicar a sensação, por mais que se diga sobre o assunto, tudo é pouco, aquilo era muito mais! Tal como continua sendo: um paraíso na terra, um morrer sem morrer, continuando vivo!
    Sim, voltei ao apartamento de “Dona Sueli” por mais vezes, mas isto fica para depois...


    É bom lembrar que as fotos postadas aqui não são as originais, naquela época, eu nem tinha como fotografar nada, mas esperamos que gostem das que postamos. e divirtam-se.

Foto 1 do Conto erotico: Dona Sueli, a vizinha da esquina

Foto 2 do Conto erotico: Dona Sueli, a vizinha da esquina

Foto 3 do Conto erotico: Dona Sueli, a vizinha da esquina

Foto 4 do Conto erotico: Dona Sueli, a vizinha da esquina

Foto 5 do Conto erotico: Dona Sueli, a vizinha da esquina


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Ficha do conto

Foto Perfil baiatsifata
baiatsifata

Nome do conto:
Dona Sueli, a vizinha da esquina

Codigo do conto:
268099

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
24/07/2026

Quant.de Votos:
1

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5