A SAGA DO REFÚGIO - Parte 2 Conto 7: O Retorno de Bruna


A mensagem chegou num domingo de manhã, quando eu estava limpando os canis.

"É a Bruna. Da primeira vez. Posso voltar? Quero tentar mais."

Eu mostrei pra Paulo. Ele estava na escada da varanda, observando o terreno.

"Responde", ele disse. "Marca pra amanhã."

"Ela pediu pra vir hoje."

"Então é hoje."

Bruna chegou à tarde, diferente da primeira vez. Sem casaco. Vestido leve, sandálias, o cabelo solto. Ela desceu do carro com uma determinação que não tinha antes, mas ainda com aqueles olhos claros cheios de pergunta.

"Obrigada por me receber de novo", ela disse, me abraçando.

"Obrigada por voltar."

Ela me olhou nos olos. "Eu não parei de pensar naquilo. Em você. No Mel. No jeito que foi."

"Nem eu."

Paulo apareceu na varanda, mas dessa vez ele não ficou de longe. Desceu e cumprimentou Bruna com um aperto de mão firme.

"O Paulo vai participar hoje", eu expliquei. "Se você quiser."

Ela olhou pra ele, depois pra mim. "Participar como?"

"Observando. Orientando. Garantindo que tudo vai bem."

Ela pensou por um segundo. "E se eu quiser que ele... faça mais do que observe?"

O silêncio que se seguiu foi denso. Eu olhei pra Paulo. Ele tinha aquele sorriso de canto de boca.

"Você tem que ser específica", eu disse pra ela. "Aqui a gente não adivinha."

Ela respirou fundo. "Quero que ele me ajude a entender. Quero sentir o que você sente. Ser usada. Ser... de alguém."

Eu entendi. Não era só o cão. Era a entrega. A mesma entrega que eu tinha com Paulo.

Levei ela pro quarto principal dessa vez. O meu. Com as argolas na parede, o espelho no teto, a cama grande. Paulo trouxe o Rex — o Rex, mais jovem, mais impaciente, mais intenso.

"Ele é diferente do Mel", eu expliquei enquanto ela tirava o vestido. "Mais forte. Mais rápido. Você precisa se entregar mais."

Ela assentiu, o corpo tremendo levemente, mas os olhos firmes.

Paulo se posicionou atrás dela quando ela ficou de quatro. Colocou as mãos nos quadris dela, ajustando a posição, abrindo as pernas.

"Assim", ele disse, a voz grossa. "Ele precisa de espaço."

O Rex farejou, excitado com o cheiro novo misturado ao meu que ainda impregnava o quarto. Ele lambeu ela uma vez, e ela gemeu alto.

"Deixa", Paulo ordenou. "Deixa ele lamber até você implorar."

E ela implorou. Em dez minutos ela estava pedindo, a voz rouca, os quadris se movendo sozinhos. Paulo a segurava firme, não deixando ela escapar, não deixando ela controlar o ritmo.

Quando o Rex montou, Paulo guiou a entrada. Uma mão na base do Rex, outra na cintura dela, controlando o momento. Quando o cachorro entrou, ela gritou, e Paulo segurou a nuca dela, pressionando o rosto no colchão.

"Respira", ele disse. "Aceita."

Ela aceitou. O Rex fodeu com aquele frenesi de sempre, e Paulo manteve ela imóvel, recebendo, sendo usada. Eu fiquei de lado, observando, me tocando lentamente. Ver Paulo dirigir outra pessoa assim, ver o controle dele se estendendo para além de mim, me excitou de um jeito que eu não esperava.

Quando o Rex gozou, travando nela, Paulo não soltou. Manteve ela presa enquanto o nó inchava, explicando cada sensação, cada pulsação, até ela gozar sem ser tocada, só pela pressão interna, pelas palavras dele, pela submissão completa.

Depois, quando o Rex saiu, Paulo a virou de costas. Ela estava aberta, viscosa, os olhos vidrados.

"Você quer mais?", ele perguntou.

"Quero", ela ofegou.

"O quê?"

"Você. Quero sentir você também."

Paulo olhou pra mim. Eu assenti.

Ele entrou nela devagar, preenchendo o espaço que o Rex tinha deixado, e ela gemeu diferente, mais profundo. Ele a fodeu com calma, construindo, até ela gozar de novo, apertando ele, e ele gozou dentro dela com um gemido baixo que eu reconheci — era o mesmo que fazia comigo.

Ficamos os três na cama depois. Ela entre nós, o corpo ainda tremendo.

"Posso vir mais vezes?", ela perguntou, olhando pro teto.

"Quando quiser", eu disse.

"Posso... posso trazer alguém? Uma amiga. Ela não acredita que isso existe."

Paulo riu baixo. "Pode trazer. A chácara está aberta."

Bruna se virou e me beijou. Um beijo lento, grato, cheio de descoberta. Depois beijou Paulo. Diferente. Submisso.

Ela dormiu uma hora entre nós. Quando acordou, tomou banho, se vestiu, e foi embora com uma agenda marcada para o mês seguinte.

Paulo e eu ficamos na varanda vendo o carro sumir.

"Ela vai trazer mais", ele disse.

"Eu sei."

"E você gostou."

"De ver você com ela? Gostei."

Ele me puxou pro colo, sentado na cadeira de balanço. "Você é minha cadela ciumenta."

"Sou. Mas sou cadela generosa também."

Ele riu e mordeu meu pescoço. "Vai ser uma boa semana. Seu cheiro já está mudando de novo."

_______


E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A SAGA DO REFÚGIO - Parte 2 Conto 7: O Retorno de Bruna

Codigo do conto:
271934

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
10/09/2026

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