A casa estava em silêncio, um silêncio que parecia zunir nos meus ouvidos. Mais uma noite sozinha no meu apartamento, com a janela aberta para deixar entrar ar da noite. O celular estava sobre a mesinha de cabeceira, a tela apagada. Sabia que não teria mensagem de Bruno, não tão cedo. Ele estava em outro estado, a centenas de quilômetros de distância, e a única coisa que nos conectava era aquela tela fria e o dinheiro que ele depositava na minha conta mensalmente pelos meus contos.
Fechei os olhos e a imagem dele veio à minha mente como sempre vinha nesses momentos de solitude. Não sabia exatamente o seu rosto, só tinha uma vaga ideia a partir de algumas fotos que ele já tinha me mandado, mas o que importava era a voz. Ah, aquela voz... Grave, um pouco rouca, com aquele sotaque que me dava arrepios. E as palavras que ele escrevia. As coisas que ele pedia, as fantasias que ele descrevia com tantos detalhes. Bruno era obcecado por mim, de uma forma quase doentia. Dizia que eu era a mulher mais safada que ele já conheceu, mesmo sem nunca ter me visto pessoalmente. Dizia que sonhava em me ter, em me submeter, em me usar como sua propriedade.
E eu, confesso, adorava isso. Adorava o poder que tinha sobre ele, a forma como eu o enlouquecia apenas com palavras. Mas também adorava a ideia de me entregar a ele. A fantasia de ser dominada, de ser tratada como sua escrava sexual, era algo que me excitava além de qualquer medida.
Mas a fantasia era uma coisa e a realidade outra. A distância era uma tortura. E o meu corpo, ah, o meu corpo não entendia de distâncias. O meu corpo entendia de necessidades. E esta noite, a necessidade era uma fome devoradora.
Estava deitada na cama, apenas com um camisola fina de algodão. O ar batia nos meus seios, endurecendo os mamilos. Passei a mão pelo meu corpo, sentindo o calor da minha pele. A barriga, os quadris, as coxas... Tudo latejando, pedindo por um toque, por uma penetração. Suspirei, frustrada. Podia usar meus dedos, podia usar um dos meus brinquedos, mas não era o mesmo. Não era o que eu queria.
Queria Bruno. Queria sentir o peso dele sobre mim, ouvir sua voz no meu ouvido me chamando de sua cadela, senti-lo entrando em mim com força, sem dó.
Thor, meu pastor alemão, estava deitado no tapete ao lado da cama. Levantou a cabeça, como se sentisse minha agitação, e soltou um pequeno uivo. Abri os olhos e olhei para ele. Era um belo animal, grande, forte, com um pelo preto e castanho que brilhava sob a luz fraca do abajur. Seus olhos eram inteligentes, vivos.
Ele se levantou e caminhou até a cama, encostando o focinho no colchão. Passei a mão pela sua cabeça, sentindo o pelo macio. Ele lambeu minha mão, a língua quente e úmida. Um calafrio percorreu minha espinha, algo que nunca tinha sentido antes. Era uma sensação estranha, proibida, mas... excitante.
"Thor, garoto", murmurei, minha voz um pouco trêmula.
Ele continuou a lamber minha mão, depois meu pulso, subindo lentamente pelo meu braço. Cada lambeção era um choque elétrico, uma centelha de prazer proibido que corria pelas minhas veias. Minha respiração ficou mais pesada. Sabia que estava errado, sabia que era nojento, mas... não conseguia parar. A necessidade era mais forte que a razão.
Puxei a camisola para cima, expondo meus seios. Meus mamilos estavam duros, pulsando. Thor parou de lamber meu braço e seu focinho se moveu em direção ao meu peito. Senti seu hálito quente contra minha pele antes que sua língua tocasse meu mamilo.
Ah, Deus!
Foi como uma explosão. Sua língua era grande, áspera, e cada lambeção era mais intensa que a anterior. Ele lambeu avidamente, como se minha pele fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Fechei os olhos e minha mente imediatamente se voltou para Bruno. O que ele diria se visse aquilo? O que ele diria se me visse ali, sendo lambida pelo meu cachorro?
A ideia me excitou ainda mais. Imaginei o choque no rosto dele, depois o desejo. Sim, eu sabia que ele ficaria excitado. Bruno era assim, adorava coisas sujas, depravadas. Ele adoraria me ver assim, sendo uma cadela nojenta para o seu cão de estimação.
"Isso, garoto... lambe", sussurrei, minhas palavras quase perdidas em um gemido. "Lamma a cadela da sua dona."
Enquanto Thor continuava seu trabalho nos meus seinos, minha mão desceu pelo meu corpo, até entre minhas pernas. Estava molhada, escorregadia. Mergulhei os dedos na minha umidade, sentindo o clitóris pulsando sob meu toque. Comecei a me masturbar, devagar, imaginando que era a mão de Bruno, seus dedos grossos e habilidosos me explorando.
Mas não era suficiente. Precisava de mais. Precisava de algo mais real, mais carnal.
Com a mão ainda tremendo, empurrei Thor para longe por um momento e tirei a camisola completamente. Fiquei nua na cama, meu corpo arqueado em antecipação. Thor me observava, a cabeça inclinada, como se estivesse confuso. Seu focinho estava úmido, brilhando sob a luz.
"Vem, garoto", chamei, batendo na cama ao meu lado. "Vem cá."
Ele obedeceu, pulando na cama com uma agilidade surpreendente para um animal do seu tamanho. A cama rangeu sob o seu peso. Fiquei de quatro, apoiando-me nos cotovelos, com o bumbum para cima. Era uma posição de submissão, de oferecimento. E foi exatamente o que fiz. Me ofereci a ele.
Thor cheirou meu traseiro, depois meu sexo. Seu focinho frio me fez estremecer. Depois, senti sua língua. Ah, sua língua! Longa, áspera, invadindo minha vagina, explorando cada centímetro da minha carne. Gemi alto, sem conseguir me conter. Era uma sensação completamente diferente de qualquer coisa que eu já tinha sentido. Era animal, primitiva, suja. E era divina.
Enquanto ele me lambia, minha mente se encheu de fantasias sobre Bruno. Imaginei-o ali, assistindo a tudo, com um sorriso cruel no rosto. Imaginei-o dizendo: "É isso, Cat. Deixa o cachorro te lamber. Deixa ele te provar. Você é minha cadela, e agora é a cadela dele também. Você é uma vadia nojenta, não é?"
Sim, eu era. Naquele momento, eu era tudo isso e mais. Era a cadela de Bruno, a cadela do seu cão, uma vadia insaciável que se entregava ao primeiro calor que encontrava.
A língua de Thor se tornou mais frenética, mais insistente. Eu estava próxima, muito perto. Meus joelhos tremiam, minhas coxas se contraiam. Com um grito sufocado, atingi o orgasmo, um orgasmo tão intenso que me deixou tonta, ofegante. Meus braços cederam e caí na cama, com o rosto enterrado no travesseiro, o corpo ainda tremendo.
Mas Thor não havia terminado. Ele montou em mim, suas patas da frente envolvendo minha cintura, prendendo-me. Senti algo quente e úmido batendo na minha coxa, procurando pela entrada. Era a fome dele, a necessidade animal dele. E eu, em minha própria fome, queria satisfazê-la.
Alinhei meu corpo para facilitar a entrada, e então ele entrou. Ah, Deus, ele entrou! Foi uma penetração brutal, quase dolorosa. Ele era maior do que eu imaginava, muito maior
do que qualquer homem que eu já tivesse. A pica dele era quente, dura, com uma textura única, quase áspera, e ela me encheu completamente, esticando minhas paredes internas de uma forma que eu nunca tinha sentido. Não havia delicadeza, não havia preliminares. Era puro instinto, uma fúria cega de acasalamento.
Ele começou a mover-se, um ritmo rápido e implacável, um bombeamento selvagem que me chocava até os ossos. Cada golpe era profundo, batendo no fundo do meu útero, misturando dor e prazer em uma intoxicante. Gemi sem parar, agora sem vergonha, sem pudor. Eram gemidos de dor, de prazer, de submissão total. Minhas mãos agarravam os lençóis, meus nós dos dedos brancos, enquanto meu corpo era sacudido pela força do meu animal.
Minha mente, em meio àquela tempestade de sensações, continuava a vagar para Bruno. Eu não conseguia evitar. Em cada golpe de Thor, eu imaginava que era Bruno me possuindo. Em cada respiro ofegante do cachorro, eu ouvia a voz rouca do meu fã virtual.
"É isso, Cat. Leve a pica do meu cachorro. Deixa ele te encher de porra", eu imaginava Bruno sussurrando no meu ouvido. "Você é minha propriedade, e agora ele está marcando você também. Você cheira a ele agora. Você é a cadela dele."
Esses pensamentos, tão sujos, tão depravados, me empurraram para o precipício de outro orgasmo. A ideia de ser vista, de ser desejada naquela situação humilhante por um homem que eu nunca tinha tocado, era o combustível que eu precisava. O prazer se construiu em mim, uma onda gigantesca que crescia, crescia, até que explodiu com uma força que me tirou o fôlego. Meu corpo se contorceu, minha visão escureceu, e um grito rasgado saiu da minha garganta. Meus músculos vaginais se contraíram violentamente ao redor da pica de Thor, e eu o senti endurecer ainda mais dentro de mim.
Ele não parou. Seus movimentos ficaram mais rápidos, mais desesperados. Eu o senti inchar dentro de mim, uma sensação estranha e assustadora. Então, um jato quente me encheu. Era o sêmen dele, uma quantidade absurda, escaldante, inundando meu útero. Ele continuou a ejacular por um longo tempo, cada jato um novo choque de calor, enquanto ele permanecia parado, encaixado em mim, rosnando baixinho. Eu sabia, vagamente, que os cachorros tinham um "nó" que os prendia à fêmea após a cópula. E ali estava eu, presa a ele, conectada a ele da forma mais animal e primitiva possível.
Ficamos assim por vários minutos, eu ofegando no travesseiro, ele pesado sobre minhas costas, respirando forte no meu pescoço. O silêncio da noite voltou, mas agora era um silêncio diferente, pesado, cheio do cheiro de sexo e suor animal. A realidade do que eu tinha feito começou a descer sobre mim como um manto frio. Eu tinha transado com o meu cachorro. Eu tinha me entregado a um instinto básico, a uma necessidade que me consumia. Era nojento. Era errado. Mas... meu corpo ainda vibrava com os ecos do prazer. Uma parte de mim, a parte mais profunda e sombria, se sentia satisfeita, completa.
Finalmente, o "nó" dele diminuiu e ele se desvencilhou de mim com um som úmido e sujo. Caiu na cama ao meu lado, ofegante, e começou a lamber o próprio pênis, agora encolhido. Eu fiquei imóvel por um longo tempo, o sêmeno dele escorrendo das minhas coxas, manchando o lençol. Meu corpo estava dolorido, usado. Mas minha mente estava em turbulência.
Peguei o celular. A tela ainda estava apagada. Desbloqueiei e abri o Telegram. Fui até a conversa com Bruno. A última mensagem dele era de horas atrás, dizendo que estava pensando em mim. Meus dedos tremiam enquanto eu digitava. O que eu diria? Como eu poderia colocar em palavras o que tinha acabado de fazer?
Então, uma ideia tomou forma. Uma ideia perigosa, excitante. Eu não contaria tudo. Eu daria a ele um gostinho, uma mordida da realidade da minha depravação. Eu o faria sonhar com a imagem que ele tanto desejava ver.
Escrevi: "Bruno... você não vai acreditar no que eu acabei de fazer. Estava tão sozinha, com tanta vontade... que acabei fazendo algo muito, muito sujo para pensar em você."
Enviei a mensagem. O coração batia forte no peito, uma mistura de medo e antecipação. O que ele diria? Ele ficaria repulsado? Ou, como eu suspeitava, ele ficaria louco de tesão?
A resposta dele chegou quase que imediatamente. Três simples pontos, indicando que ele estava digitando. Eram os segundos mais longos da minha vida. Então, a mensagem apareceu na tela: "Me conta tudo, sua cadela nojenta. Agora."
Sorri. Um sorriso sujo, satisfeito. Sabia que ele não iria me julgar. Sabia que ele iria me querer mais do que nunca. E eu, eu estava pronta para contar. Pronta para compartilhar meu pecado, para transformar meu ato de desespero em mais um produto para satisfazer o homem que me possuía de longe. A noite ainda era jovem, e eu tinha muitas histórias para contar. Muitas fantasias para realizar, mesmo que apenas em palavras e em atos solitários no escuro do meu quarto.
E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
Nossa que delícia de conto quem está uivando aqui sou eu por vc 💘 Me lembro da minha juventude que gozava muito nis meus animaizinhos Votadissimo 👏👏👏