Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas.



Sabrina estacionou o carro longe da delegacia abandonada e ficou alguns segundos com as mãos no volante, respirando fundo. O vestido preto justo marcava cada curva do corpo. Por baixo, nada. O tecido já estava levemente úmido entre as pernas.

Ela pensou no avô.

Se não fosse a herança que ele deixou só no nome dela, nada daquilo seria possível. O dinheiro vinha limpo, discreto, sem perguntas da família. Cada real gasto naquelas fantasias era, de certo modo, um agradecimento silencioso ao velho. Ele nunca saberia. Melhor assim.

O sargento estava encostado na lateral de uma viatura velha, fumando. Homem de meia-idade, barriga esticando a camisa da farda, bigode grisalho, olhar de quem já tinha visto demais.

— Você de novo — disse ele quando a viu se aproximar. — Eu achei que aquela conversa no bar tinha sido brincadeira de patricinha bêbada.

— Não foi.

Ele apagou o cigarro no chão e deu um passo à frente, baixando a voz.

— Escuta aqui, moça. O que você tá pedindo é tráfico de influência, abuso de autoridade e um monte de coisa que me manda direto pro mesmo lugar que esses caras. Eu posso te prender agora só pela ideia.

O olhar dele era sério, o tom duro.

Sabrina não recuou. Abriu a bolsa, tirou um envelope grosso e colocou sobre o capô do carro.

— Dez mil agora. Mais cinco depois. Ninguém fica sabendo. Os presos continuam algemados o tempo todo. Seus homens só observam. Eu não quero nome, não quero foto, não quero conversa depois. Só a noite.

O sargento olhou o envelope por um longo segundo. A ganância e o medo brigavam no rosto dele.

— Se isso vazar, eu te acho. E não vai ser conversa.

— Não vai vazar. Afinal, o que minha família pensaria de mim se soubesse? Eu tenho mais a perder.

Ele pegou o dinheiro.

— Volta às 23h na frente da delegacia antiga.

Sabrina passou o tempo num bar qualquer, bebendo pouco, só esperando. Quando chegou na hora, o sargento já estava na frente do prédio abandonado.

A sala no fundo cheirava a mofo, ferrugem e suor velho. Quatro homens esperavam. Dois estavam algemados nas grades da antiga cela. Os outros dois, presos às cadeiras de ferro pelos pulsos. As correntes tilintavam cada vez que se mexiam.

O primeiro era alto, magro, tatuagens de teia subindo pelo pescoço até a mandíbula. Olhar afiado.

O segundo, robusto, cicatriz feia cortando a sobrancelha esquerda.

O terceiro, mais jovem, pele escura, quieto.

O quarto, calvo, ombros largos.

— Aqui está o produto, moça — disse o sargento. — Pode usar à vontade.

O coração de Sabrina acelerou. O lugar, os homens, o cheiro, o erro de tudo aquilo.

Ela deixou o vestido cair. O silêncio foi imediato.

— Porra… — murmurou o de teia no pescoço, puxando as correntes. — Isso é humilhação. Me trataram que nem puta de cadeia. Algemado pra mulher gozar em cima.

Os outros três reagiram diferente.

— Cala a boca, porra — falou o calvo, já endurecendo. — Melhor que ficar comendo cu de macho.

— Faz tempo que não vejo uma buceta de verdade — completou o robusto, passando a língua nos lábios. — Ainda mais uma vaca desse nível.

O de pele escura só observava Sabrina de cima a baixo, o pau já marcando na bermuda. Nos olhos dele havia fome clara.

Sabrina andou até eles, nua, sentindo o concreto frio sob os pés. Os guardas ficaram espalhados perto das paredes, mãos perto das armas.

Ela se ajoelhou na frente do magro das tatuagens e abriu a bermuda dele. O pau já estava semi-duro.

— Vocês não precisam gostar — disse ela, baixa. — Só precisam gozar.

Quando engoliu o pau dele, o homem xingou entre os dentes. Sabrina chupava devagar, profunda, olhando para cima.

Foi exatamente quando ela ergueu os olhos para o rosto dele que o magro se jogou para frente com violência, tentando acertar a cabeça nela.

— Seu lixo de patricinha!

Sabrina recuou por instinto, o coração disparando. Dois guardas agiram rápido. Um puxou a corrente com força, o outro segurou o preso pelo pescoço e o imobilizou contra as grades, o cassetete pressionado nas costelas.

— Mais uma e eu quebro tua cara.

O detento ofegava, contido. Sabrina ficou alguns segundos parada, o susto ainda quente na garganta. A buceta apertou.

Ela olhou para os guardas.

— Seguram ele.

Os homens trocaram um olhar rápido com o sargento, que apenas deu um aceno curto. Então seguraram o preso com mais firmeza, imobilizando ombros e tronco.

Sabrina voltou até ele.
Mesmo com o homem ainda respirando pesado de raiva, ela montou em cima, encaixou o pau na buceta e desceu devagar até o fundo. Usou a imobilidade forçada dele a seu favor, cavalgando no ritmo que queria, os seios balançando, os olhos cravados no rosto furioso do detento. Quando cansou da buceta, levantou o quadril, posicionou melhor e encaixou o mesmo pau no cu, descendo com um gemido baixo. O homem xingava entre os dentes, mas o corpo traía.

Ela estava adorando. Era uma inversão de dominação. Os guardas perto, vendo o ato, sentindo o calor do corpo dela e segurando aquele criminoso. Dava um tesão enorme nela.

Só depois de gozar em cima dele é que ela passou para os outros.

Fodeu o de pele escura com calma, deixando que ele a olhasse o tempo inteiro enquanto ela subia e descia. Depois chupou o calvo até quase engasgar, virou de costas e deu a buceta e o cu para ele também. O robusto veio por último. Ela alternou os buracos, usando a boca, a buceta e o cu sem pressa, suja de porra e suor, enquanto os guardas observavam em silêncio e o magro ainda ficava imobilizado nas grades.

Quando acabou, Sabrina estava coberta de fluido. As pernas tremiam. Vestiu o vestido preto sem se limpar direito, sentindo o tecido grudar na pele.

Na saída, o sargento contava o restante do dinheiro perto da porta.

— Não volta mais — disse ele, sem olhar para ela. — Um dia esses caras vão lembrar da sua cara.

Sabrina não respondeu. Apenas saiu para a noite quente.

No carro, com as mãos ainda trêmulas no volante, o coração continuava disparado. Não era só tesão. Era o susto da tentativa de agressão, o tilintar das algemas, o olhar dos guardas, o cheiro daquele lugar e a sensação de ter usado cada um deles do jeito que quis. Tudo ainda pulava dentro dela.

Pela primeira vez em muito tempo, a fantasia tinha quase escapado do controle.
E a pior parte era admitir que, no fundo, ela já queria de novo.

E essa ultima experiência, iria leva-la no futura ao um grau de sujeira e insanidade tremenda.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas.

Foto 2 do Conto erotico: Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas.

Foto 3 do Conto erotico: Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas.

Codigo do conto:
272810

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
21/09/2026

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