Sabrina no colégio: Encontrou o professor e não ficou apenas no exame oral.



Sabrina tinha acabado de completar dezoito anos e, oficialmente, não era mais aluna daquele colégio. O 3º ano terminara fazia menos de uma semana. Ainda assim, voltara naquela tarde para deixar um documento na secretaria.

Antes de ir, ela foi caminhar pelos corredores, afinal era a ultima vez que veria aquele lugar.

Aquela parte do prédio estava vazia. Todos já tinham indo embora, era o que ela pensava.

Foi quando passou pelo corredor do segundo andar, viu a porta da sala 214 entreaberta e a luz acesa.

O professor Henrique estava lá dentro, sozinho, corrigindo as últimas provas empilhadas sobre a mesa. Quarenta e sete anos, cabelo já ralo nas entradas, óculos de armação fina, camisa social com as mangas dobradas. Quatro anos vendo-a crescer da primeira série do ensino médio até ali.

Ela parou na porta.

— Boa tarde, professor.

Ele ergueu o rosto, surpreso, e sorriu com genuína simpatia.

— Sabrina… que bom te ver. Já está com cara de universitária. Diferente da maioria, você passou em tudo direto, sem recuperação. Fico feliz. Vai fazer faculdade mesmo?

Ela entrou e fechou a porta atrás de si, sem trancar ainda. O barulho do trinco ecoou na sala vazia.
— Vou. Mas hoje vim por outro motivo.

Ela reparou que naquele prédio estavam apenas os dois. Os poucos funcionários restantes estavam no terreno do prédio ao lado na sala da diretora.

Os pensamentos sujos dela começaram a tomar forma. Ela deu um sorriso, que nunca tinha dado antes lá dentro. Isso chamou atenção do professor.

Henrique tirou os óculos e limpou as lentes com o pano, um hábito antigo.

— Algum problema?
Sabrina andou até a carteira da frente e se sentou em cima dela, as pernas balançando. O vestido curto subiu nas coxas. Ela não usava calcinha.

Decidira não usar mais, só atrapalhava o ato.

— Posso te fazer uma pergunta sincera, professor? Falou com um tom sensual.

— Claro.

— O senhor já ficou excitado dentro da sala de aula? Olhando alguma aluna?

O silêncio que se seguiu foi pesado. Henrique abriu a boca, fechou, engoliu em seco.

— Isso não é uma pergunta apropriada, Sabrina.
— Eu sei. — Ela abriu um pouco mais as pernas. O vestido subiu outro tanto.

— Você nunca pensou em mim?

— Mas...mas que pergunta é essa...

— Puxa, nunca sentiu tesão por mim. Nem hoje, que estou aqui, com esse vestido e toda facinha?

Ele ficou calado, olhando para os lados e enxugando o suor.

— Existe uma coisa importante professor um mas...

— Mas eu nunca transei no colégio. Achei estranho. Quatro anos aqui e nada.

— Já que hoje é meu ultimo dia aqui, comecei a pensar que fazer isso com um professor… exatamente aqui… seria interessante.

Ele se recostou na cadeira, o rosto já vermelho.

— Você não deveria estar falando essas coisas.
— Se eu trancasse a porta agora — continuou ela, a voz baixa —, o senhor me mandaria embora… ou me deixaria continuar?

— Não quer mesmo me foder gostoso. Não quer sentir minha língua no seu pau?

Henrique não respondeu. Os olhos dele desceram, quase contra a vontade, até as coxas dela.

Sabrina deslizou da carteira, foi até a porta e girou a chave. O clique soou definitivo. Quando se virou, já estava puxando o vestido para cima. Tirou de uma vez só e ficou completamente nua no meio da sala de aula.
Seios pesados, mamilos já duros, cintura fina, bumbum redondo, buceta lisa e brilhando. A luz fria das lâmpadas fluorescentes batia no corpo dela sem nenhum pudor.

— Você realmente quer fazer aqui. E se alguém aparecer.

— Será que eu ligo?....Não ligo.

— Quatro anos o senhor me viu de uniforme. Agora pode me ver de verdade.

Henrique estava paralisado. O volume na calça era evidente.

Sabrina se aproximou, contornou a mesa e se sentou em cima dos papéis que ele corrigia. Abriu as pernas na frente dele.

— O senhor prefere que eu continue falando… ou prefere que eu faça outra coisa com a boca?

Ele ainda tentou uma última resistência.

— Sabrina, isso é errado. Eu sou seu professor…
— Era. — Ela deslizou para o chão, de joelhos entre as pernas dele, e abriu o cinto.

— Agora eu sou só uma puta de dezoito anos trancada numa sala de aula com um homem que passa da casa dos quarenta.

Quando tirou o pau dele, já estava duro. Ela lambeu de baixo até em cima com lentidão, olhando nos olhos dele, e depois engoliu fundo. Henrique soltou um gemido baixo, uma das mãos indo automaticamente para o cabelo dela.

Sabrina chupou com gosto, bagunçada, molhada, deixando saliva escorrer. Depois subiu, virou de costas, apoiou as mãos na mesa e empinou o rabo.

— Me fode logo. Aqui. Em cima das provas.

Henrique não aguentou. Segurou os quadris dela e enterrou de uma vez. O gemido que Sabrina soltou ecoou pela sala vazia. Ele começou a meter com força, a mesa rangendo, os seios dela batendo a cada estocada. Ela olhava para trás, o rosto vermelho de tesão, e falava putaria sem parar.

— Isso… assim… me come gostoso… quatro anos segurando isso, né, professor? Te fiz passar vontade, mas agora pode.
Estavam nesse ritmo há alguns minutos, o som molhado das porradas preenchendo a sala, quando a porta tremeu.

Não tinham ouvido os passos.

Alguém tentou abrir. Depois veio o barulho da chave reserva.

O tio da chave entrou.

Homem de uns cinquenta e poucos, uniforme largado, chaveiro enorme na mão. Parou no meio do caminho, os olhos arregalados. Henrique parou no mesmo instante, ainda dentro dela, o rosto desmanchado de pânico e vergonha. Tentou se afastar, puxar a calça, balbuciando desculpas.

Sabrina não se moveu. Continuou empinada sobre a mesa, nua, o pau do professor ainda dentro dela, e olhou por cima do ombro para o zelador. Um sorriso lento e safado se abriu nos lábios.
— Puxa… — disse ela, a voz rouca, sem nenhum constrangimento.

— Acho que para isso não ir para a diretoria… vou ter que dar para o senhor também.

Ela rebolou de leve para trás, encaixando melhor o pau do professor de novo, e manteve o olhar no tio da chave.

— Adoro quando a situação complica.

O silêncio que se seguiu foi espesso. Henrique estava vermelho até o pescoço, humilhado. Sabrina, ao contrário, estava mais molhada do que nunca. O risco real, a porta aberta, o segundo homem olhando o corpo dela suado e aberto sobre a mesa do professor… isso a deixava louca.

Ela estendeu uma das mãos na direção do zelador, ainda sem se cobrir.

— Então? Vai ficar só olhando… ou vai trancar a porta de novo e vir cá?

O tio da chave ficou alguns segundos parado, o olhar indo e voltando do corpo nu de Sabrina para o rosto destroçado de vergonha do professor. O chaveiro tilintou na mão dele quando finalmente empurrou a porta com o pé e girou a chave por dentro.

— Vocês dois são loucos… — murmurou, a voz rouca.
— Louca eu já sou há um tempo — respondeu Sabrina, ainda empinada sobre a mesa.

— Agora tira essa calça e vem. Preciso de mais um pau.

Henrique tentou se afastar, a voz saindo falhada:

— Sabrina, pelo amor de Deus, isso já passou dos limites…

Ela olhou por cima do ombro, os olhos brilhando.

— Professor, o senhor já está no meio. Ou coopera… ou eu grito agora e a gente explica juntos na diretoria como a sua aluna preferida terminou nua em cima da sua mesa.

O homem empalideceu. Engoliu em seco e ficou onde estava.

O zelador não precisou de mais convite. Abriu a calça com pressa, puxou o pau já duro para fora e se aproximou. Sabrina nem se endireitou. Apenas virou o rosto, abriu a boca e engoliu o pau dele enquanto o professor ainda estava enterrado nela por trás.

O contraste era delicioso. O pau do professor era médio e curvado; o do zelador, mais grosso e pesado, com cheiro forte de homem que trabalha o dia inteiro. Sabrina gemeu em volta dele, babando, os olhos revirando de prazer. Usava a boca com vontade, profunda, molhada, enquanto rebolava o quadril para trás, obrigando Henrique a voltar a meter.
— Olha só isso, professor… — falou ela, puxando o pau do zelador da boca só o suficiente para falar.

— Seu colega de trabalho engrossando na minha língua enquanto o senhor me fode. Fala a verdade: tá com mais tesão agora ou com mais vergonha?

— Gosta de ver sua aluna preferida sendo putinha sua e dela. Bem aqui. Imagina nos outros dias quando for dar aula e lembrar do que aconteceu hoje.

Henrique não respondeu. Só segurou mais forte na cintura dela e começou a meter de novo, curto e fundo, como se quisesse terminar logo. Sabrina riu baixinho, o som abafado pelo pau que voltou a encher sua boca.

O zelador puxou o cabelo dela, não com força demais, mas o bastante para controlar o ritmo. Ela deixou. Gostava quando o homem assumia um pouco. Continuar de quatro sobre a mesa, sendo comida pelos dois lados, no meio da sala de aula onde tinha passado quatro anos fingindo ser uma aluna aplicada, a deixava encharcada.

Em certo momento ela soltou o pau do zelador, engatinhou um pouco para a frente e se deitou de costas em cima das provas. As folhas grudavam na pele suada. Abriu bem as pernas, segurando os joelhos.

— Agora quero os dois me olhando enquanto me comem.

O professor hesitou. O zelador não. Segurou as coxas dela e encaixou de uma vez, arrancando um grito alto de Sabrina. A mesa tremeu. Henrique ficou ao lado, o pau ainda duro e molhado dela, sem saber se tocava ou não. Sabrina resolveu por ele: puxou a mão do homem e colocou em cima do seio dela.

— Aperta. Enquanto ele me fode, o senhor aperta.

E assim ficou. O zelador metendo com força, o barulho molhado ecoando na sala vazia, e o professor, vermelho de vergonha e tesão, massageando os seios pesados dela, os olhos presos no ponto onde o pau do outro entrava e saía.

Sabrina gozou primeiro, as pernas tremendo, a buceta apertando o pau do zelador com força. Logo depois sentiu ele latejar e puxou para fora.

— Na boca. Os dois.

Eles obedeceram. Ela ajoelhou de novo no chão frio da sala, abriu a língua e deixou os dois gozarem quase juntos. A porra escorreu pelo queixo, caiu nos seios, manchou o chão entre as carteiras. Sabrina engoliu o que conseguiu e limpou o resto com os dedos, chupando-os depois com um sorriso satisfeito.

O silêncio que se instalou depois foi pesado. Só se ouvia a respiração descompassada dos três.

Sabrina se levantou devagar, pegou o vestido caído perto da porta e enfiou por cima da cabeça, sem se limpar. A porra ainda escorria pela parte interna da coxa quando ela ajeitou o tecido.

Olhou para os dois homens — um professor destruído de vergonha, um zelador ainda com a calça aberta — e sorriu de leve.

— Então… posso contar que o senhor os dois vão ficar quietos, né?

Henrique apenas assentiu, sem conseguir falar. O zelador bufou pelo nariz e se virou para abrir a porta.

Sabrina passou por eles, parou no batente e olhou uma última vez para a sala: mesa bagunçada, provas amassadas, cheiro de sexo no ar.
— Boa tarde, professor. — Fez uma pequena pausa.

— E obrigada pela aula extra. Adorei levar pau na matéria.

Saiu balançando os quadris pelo corredor vazio, o corpo ainda latejando, já pensando em como aquela história tinha ficado ainda melhor do que ela tinha planejado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sabrina no colégio: Encontrou o professor e não ficou apenas no exame oral.

Codigo do conto:
273053

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
24/09/2026

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