Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora



A igreja estava quase vazia naquela tarde. Apenas o farfalhar de terços e o chiado das velas quebravam o silêncio. Sabrina entrou atrás da mãe, o vestido preto curto colado ao corpo, o decote profundo demais para um lugar como aquele. Não usava calcinha. O tecido roçava diretamente na pele quente a cada passo.

— Sei que você é jovem, mas deveria usar algo menos chamativo filha.

— Perdão mãe, vou tentar evitar na próxima vez.

Se a mãe dela soubesse o que a filha andava fazendo. Que não usava nada por baixo. Morria.

A mãe parou perto dos bancos.

— Vai se confessar, filha. Faz bem.

Sabrina assentiu e caminhou até o confessionário. Ajoelhou-se no lado da penitente, sentindo o cheiro de madeira velha e cera. Do outro lado da grade, uma respiração pesada.

— Ámen. Pode começar, minha filha.

Era o padre Antônio. O mesmo que a batizara.
Sabrina ficou em silêncio alguns segundos.

Então algo veio na mente dela, algo sujo e bem profano. O sorriso que ela deu, era algo entre o erótico e o sádico.

Então abriu a boca e disse:

— Pequei, padre. E continuo pecando de propósito.

— Fale com sinceridade.
Ela passou a língua pelos lábios e deslizou uma das mãos por baixo do vestido, entre as coxas.

O tesão do lugar, de quem estava na frente era demais. Quando os dedos chegaram nos lábios ela começou a se tocar e falou:

— Eu perdi a virgindade num cemitério. De noite. Em cima de uma lápide.


— Padre, você não imagina como foi bom. Um segurança me encontrou nua, se tocando entre os túmulos.

— Ele congelou, ficou um tempo parado me olhando sem ação.

— Eu podia ter corrido. Não corri. Queria tanto pecar lá.

— Abri as pernas para ele ali mesmo. Foi a primeira vez que um homem entrou em mim. O vento frio, o cheiro de terra, a dor e o prazer ao mesmo tempo… eu gozei olhando para o céu.

Do outro lado houve um silêncio pesado.

Apesar de não conseguir vê-lo, Sabrina sabia que estava mexendo com o velho padre. Queria judiar mais dele.

— Depois foi pior — continuou ela, a voz baixa, os dedos já acariciando a buceta por cima da pele nua.

— Meu avô estava morrendo. Paralisado na cama.

— O senhor lembra dele padre, foi ele que bancou a reforma do vitral desta igreja.

— Eu chamei o enfermeiro para o quarto e transei com ele bem na frente do meu avô.

— Meu avô via tudo. Eu estava bem em cima da cama, menos de dois palmos do rosto dele.

— O velho podia ver bem meu rosto e sentir minha respiração. Ele viu bem nos meus olhos quando gozei.

— Eu chupei o enfermeiro olhando nos olhos do velho. Depois sentei no pau dele e gozei com os seios roçando no rosto do meu avô. Ele não podia falar. Só olhar.

— Fui tão má. Eu era uma verdadeira Diaba.

A respiração do padre estava mais pesada.

Sabrina enfiou dois dedos dentro de si, devagar, sem tentar esconder o som úmido.

— Padre… eu não estou conseguindo me segurar só de lembrar. Estou me tocando aqui. Agora.

— Filha—
— Eu gosto de chupar — ela continuou, a voz embargada de prazer.

— Gosto de ajoelhar e engolir até engasgar. Gosto de dar. De sentir um pau fundo na buceta e outro no cu. Mas o que mais me deixa louca é ser vista. Saber que alguém está assistindo e não pode fazer nada… ou que está se controlando para não tocar.

Ela gemeu baixinho, os dedos mais rápidos.
— Uma vez entrei numa favela sozinha. Tirei a roupa no meio da rua e deixei que me comessem na praça, na frente de todo mundo. Outra vez foi com moradores de rua. Três homens. Embaixo de um viaduto. Eu chupei eles, dei para eles, engoli a porra.

— Padre, com os moradores de rua, me dia... isso… isso pode ser considerado caridade, padre? Eu dei prazer para quem não tem nada.

Do outro lado da grade a respiração do homem estava claramente alterada. Não era mais só horror. Havia confusão. Curiosidade. E algo mais escuro que ele tentava engolir.

Sabrina sorriu, os dedos ainda dentro de si.
— O senhor está excitado. Eu sei. Dá para ouvir.

— Eu...eu...

Antes que ele respondesse, vieram batidas leves na porta do confessionário. A voz da mãe, baixa e constrangida:

— Sabrina, filha… não demora muito. Tem mais gente esperando.

Sabrina tirou os dedos devagar, limpou disfarçadamente no próprio vestido e saiu do confessionário com as pernas ainda trêmulas. Passou pela mãe com um sorriso educado e foi se sentar.

Minutos depois a mãe entrou para se confessar. Quando saiu, tinha a expressão preocupada. Sentou-se ao lado da filha e falou baixo:

— Coitado do padre Antônio… ele estava muito estranho. Voz falhando, respiração pesada. Esses pecadores não têm o menor respeito. Despejam cada coisa em cima de um homem de Deus.
Sabrina olhou para o confessionário fechado. Ainda conseguia imaginar o padre do outro lado, sozinho, tentando controlar o corpo. Se é que não se perdeu quando ouviu ela.

Ela atravessou as mãos no colo, a imagem perfeita da filha devota, e respondeu com doçura:

— É verdade, mãe. Tem gente que não tem limite nenhum.

Por dentro, ainda sentia os dedos molhados e o eco da respiração alterada do padre.

Ele nunca mais ia conseguir rezar da mesma forma.
E ela sabia disso.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora

Foto 2 do Conto erotico: Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora

Foto 3 do Conto erotico: Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora

Foto 4 do Conto erotico: Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora

Foto 5 do Conto erotico: Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario saiopeladanarua

saiopeladanarua Comentou em 27/09/2026

Nossa amiga, esse conto me deixou molhadinha. Fiquei com vontade de confessar também. Nossa, é realmente muito excitante bater siriricas arriscadas.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273053 - Sabrina no colégio: Encontrou o professor e não ficou apenas no exame oral. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
272810 - Sabrina e os criminosos. Ela virou a rainha devassa dos presos na frente dos guardas. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 8
272726 - Sabrina na Favela: Desafiando o perigo para ser putinha da comunidade - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
272504 - A Noite Devassa de Sabrina: Sexo com o Papai Noel e os anões flagraram. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
272429 - Sabrina na Fazenda de Cavalos: Não perdoou o pau dos cuidadores e dos animais - Categoria: Zoofilia - Votos: 14
272314 - Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho. - Categoria: Incesto - Votos: 5
272191 - Sabrina no Terreno Abandonado: Fantasia de se puta dos moradores de rua. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 11
271351 - Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres - Categoria: Fetiches - Votos: 7
271193 - Sabrina no cemitério:Perdendo a virgindade em cima do túmulo do tio. - Categoria: Virgens - Votos: 18

Ficha do conto

Foto Perfil diabapelada
diabapelada

Nome do conto:
Sabrina na igreja: A Confissão da Pecadora

Codigo do conto:
273322

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
27/09/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5