Com o Mendigo do Banheiro do Posto



Meu nome é Rick. Moro em São Paulo, Campo Limpo. Sou passivo, puta submissa. Isso aconteceu em 2016, eu tinha uns 35 anos. Eu estava voltando de uma viagem, tinha parado num posto de estrada, e precisava usar o banheiro antes de seguir pra casa.

Era um banheiro público, de posto, chão de cimento, luz fria, cheiro de mijo seco que fazia tempo que não era limpado. Entrei, fui até o mictório. Quando olhei pro lado, tinha um homem no mictório ao lado. Alto, magro, negro, barbudo. Cabelo comprido, sujo, roupa rasgada. O cheiro dele chegou antes de eu ver o resto: suor de dias, mijo seco, cigarro, e um cheiro de rola que subia. Um mendigo, devia ter uns quarenta anos e não me pareceu alguém perigoso. Ele estava com o pau pra fora, mas não estava mijando. Estava alisando. O pau dele já estava duro. E era enorme.

Fiquei olhando de lado, sem acreditar no que estava vendo. O pau dele era grosso, comprido, escuro. A cabeça vermelha, brilhando. Ele percebeu que eu estava olhando. Virou o rosto pra mim. Não falou nada. Só ficou me olhando, com a mão no pau. Eu terminei de mijar, fui até a pia, lavei o rosto, e olhei de novo. Ele ainda estava ali. Continuava me olhando, e a mão continuava no pau.

Eu me abaixei na frente dele. Ali, no banheiro do posto, sem falar nada. Peguei o pau dele na mão, senti o calor, o peso, a grossura. E chupei. O cheiro era forte: suor, mijo, sebo, cigarro. O gosto era pior ainda. Mas eu chupei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta, fundo, sem aviso. Eu engasguei, e ele não parou. Ficou ali até eu lacrimejar. Depois queria me levar pro box, mas achei arriscado e chamei ele pra vir comigo.

Fomos até o estacionamento, peguei o carro e levei ele num motel proximo. no caminho ficava me chamando de viado e de puta e que queria me ver dar pros amigos dele. Fiquei afim, mas acho que era só fantasia.

Parei num motel da estrada, desses de beira de rodovia, com entrada coberta e placa velha. Entrei, estacionei, e fomos pro quarto. O quarto era simples: cama de casal, lençol florido, espelho na cabeceira, TV pequena pendurada na parede, ligada num canal qualquer. Banheiro com azulejo bege, toalha dobrada, cheiro de desinfetante. Ele trancou a porta. Eu fiquei parado no meio do quarto.

Ele não falou nada. Só pegou meu braço, me virou de costas, e me empurrou contra a parede, ao lado da TV. Abaixou minha calça. Não tirou. Só abaixou. Eu não reclamei. Não falei nada. Não tentei sair. Eu queria aquilo e ele rapidamente cuspiu e encostou o pau no meu cu e já empurrou.

Foi entrando conforme ele socava.

Era grosso e grande, uns vinte centímetros, e entrou seco. Doeu, e eu senti o anel abrir à força, e a dor subiu pelas costas. Eu gemi alto. Ele não tapou minha boca. Não precisava. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, me puxou pra trás, e começou a meter. Cada estocada empurrava meu corpo contra a parede. O som da pele dele batendo na minha bunda enchia o quarto, misturado com o som da TV, que continuava ligada do lado da cama. E o cheiro dele subia junto. Suor, mijo, cigarro, corpo. Eu respirava aquilo e sentia o pau endurecer mais. Eu gemia, e não pedia pra parar. Eu queria. Eu queria aquilo desde o momento em que vi o pau dele no mictório.

Em determinado momento, ele parou, tirou o pau, me virou, e enfiou na minha boca. Ainda estava molhado, com o gosto do meu próprio cu. Eu chupei. O gosto era forte: porra velha, mijo, sebo, suor. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta, fundo, sem aviso. Eu engasguei, e ele não parou. Ficou ali até eu lacrimejar. Depois tirou e voltou pro cu.

Ele repetiu o ciclo. Metia no cu até ficar bruto, tirava, enfiava na boca, me fazia chupar o pau sujo, e voltava pro cu. Em cada ciclo, ele metia mais fundo, mais pesado, mais rápido. O cu já estava mole, aberto, fazendo barulho. Eu gemia. Gemia alto, sem me importar com mais nada.

Foi aí que eu peguei o celular. Estava no bolso da calça, que estava no chão. Estiquei o braço, peguei, destravei a tela e abri a câmera. Ele estava metendo. Não parou. Só me olhou, e continuou. Apontei pra baixo, peguei o pau dele entrando e saindo, o cu aberto, a porra escorrendo. Depois virei a câmera pra mim, e filmei meu rosto de quatro, com o pau dele dentro, a boca aberta, o olho lacrimejando. Gravei algumas partes, não tudo. Em determinado momento, o celular travou. A gravação parou, mas tentei filmar o maximo possível.

Ele gozou dentro. Jorrou fundo, e eu senti o calor subindo. Ficou parado um segundo, ofegante. Depois tirou o pau, devagar, e eu senti a porra escorrendo pela coxa. Eu me virei, de joelhos, olhando pra ele, esperando o que vinha. Ele não falou nada. Só pegou o pau, apontou pra minha cara, e mijou.

O jato veio forte. Quente. Bateu na minha testa, escorreu pelo olho, pelo nariz, pela boca. Eu tentei fechar os olhos, mas ele já estava em cima. Mijou na minha cara, no meu cabelo, no meu peito. O gosto era de urina forte, de quem bebe pouco e come mal. Amargo, salgado, quente. Eu engoli o que dava, tossi o resto. Ele ficou olhando, e eu de joelhos, com a cara molhada, o cu escorrendo, a porra na coxa. Essa parte eu não gravei. O celular já estava travado, e eu não quis pegar de novo. Eu só fiquei ali, sentindo.

Ele se vestiu sem pressa. Ajeitou a calça, a camisa. Passou a mão no pau, guardou, e voltamos pro carro. Nem me limpei, só paguei e voltamos pro posto. O cheiro dele ficou comigo o resto da viagem. No nariz, na pele, no cabelo, na roupa. Suor, mijo, cigarro, sexo. Eu sentia aquele cheiro mesmo depois de chegar em casa. Demorei ainda pra ir tomar banho, e mesmo depois do banho ainda tinha cheiro dele no meu nariz.

Tenho o vídeo. Eu que gravei, com o meu celular, no quarto. Algumas partes. Não tudo. Me peçam se quiserem ver. Se algum de vocês for do mesmo tipo, e quiser me usar por qualquer coisa, me chama. Eu topo ser usado por grupo de mendigos. chama no contato no meu perfil.


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Comentários


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passivo10 Comentou em 25/09/2026

Tesão!! Minha Dona adora ver um mendigo me usando. A gente sai de caminhonete pq depois de ser fudida, minha Dona pede pra ele mijar em mim e volto na caçamba. Última vez foi um casal de mendigos, enquanto ele me fodia, eu lambia os pés sujos dela e depois os dois mijaram em mim! Minha Dona jogou uma água da mangueira e me fez dormir fora, a noite ainda foi duas vezes mijar na minha boca..




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Ficha do conto

Foto Perfil mmourasp1982
mmourasp1982

Nome do conto:
Com o Mendigo do Banheiro do Posto

Codigo do conto:
273155

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/09/2026

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