Fui criada pelos meus pais, moramos no interior do Paraná. Meu pai é mecânico e minha mãe enfermeira. Quando eu fiz uns dez anos, ela se converteu na Igreja e virou evangélica. A educação foi bem rigorosa. Ela não me deixava ir em festas ou sair de noite. Meu pai era mais tranquilo e um pouco mais solto. Depois de um tempo, quando eu fiz uns 15 anos, eles acabaram se separando. Eram muitas brigas, pensamentos diferentes e pelo que entendi minha mãe já não satisfazia mais meu pai nas intimidades. Ela descobriu uma traição e se separaram.
Meu pai continua trabalhando com a Oficina Mecânica dele e foi morar na parte dos fundos, construiu uma casa pequena atrás, pois o terreno era grande. Então, eu fico com ele em alguns fins de semana. Pelo menos uma vez por mês desde o divórcio. A parte divertida é que ele me ensina jogar baralho, deixa eu jogar videogame e brincar com o cachorro. Como tem pátio grande, tem a Oficina e ele fica sozinho, por segurança ele está criando um pastor alemão.
Ele tem 40 anos e minha mãe tem 37. Meu pai é um homem forte, cabelo castanho baixinho, raspado de máquina, barba e olhos verdes. Acho ele um homem bonito. Minha mãe também é bonita, baixinha, cabelos claros, olhos castanhos, pele branca. Era um casal bem bonito.
Depois de um ano da separação, minha mãe começou um novo relacionamento com um pastor da Igreja. Ele deve ter uns 38 anos, quase a idade dela. Ele também tem o cabelo bem raspado, pele morena cor de chocolate, é um homem pardo, alto e tb todo vaidoso, faz academia todo dia. Veio morar na nossa casa, comigo e minha mãe. Ela disse que mulheres precisam ter um homem protegendo em casa.
Eu nunca namorei e nem trouxe ninguém em casa. Até porque era um tabu com a minha mãe. Comecei a perceber algumas sensações novas no meu corpo, algumas vontades. Acho que isso é natural com a idade. Não tenho muitos amigos meninos. Convivo mais com os familiares.
Tempo depois, um primo mais velho e eu começamos a flertar. Ele começou a dar em cima de mim. No começo eu fugia, disfarçava, ficava com vergonha. Mas, ele é bonito. E eu com o tempo fui cedendo as investidas. Comecei a ficar curiosa e sentir coisas com tudo aquilo. No começo, falava coisas no meu ouvido nas festas da família, ou tocava minha mão ou perna embaixo da mesa. Depois, começou a mandar mensagens no celular. Aquelas brincadeiras começaram a despertar um interesse em mim, confesso. Eduardo é o nome dele, tem 22 anos e está na faculdade. Eu ainda não. Sou a prima mais nova hehe.
Com o tempo, as investidas dele começaram a ficar mais intensas. Até que um dia, num churrasco da família nos fundos da casa do meu tio, nós entramos na casa para buscar refrigerantes e copos. Estávamos sozinhos, e na cozinha ele me imprensou contra a parede, começou a falar me olhando fundo nos olhos que estava maluco por mim. Senti o corpo dele colado no meu, inclusive seu volume roçando por cima da minha roupa. Aquilo me deu um calor imenso, senti um arrepio diferente. Eu tinha medo de alguém chegar, mas não queria que parasse. Ele me deu um beijo na boca. Senti os lábios quentes e molhados dele nos meus. E a língua dele entrando na minha boca. Só aquele beijo intenso, as mãos dele passando no meu corpo, tocando meus seios, e o volume do pau dele roçando em cima da minha buceta, mesmo que de roupa, começou a me deixar molhada. Senti minha bucetinha melada. Aquilo tudo era novo pra mim, muito intenso e gostoso. Dois primos escondidos, se sarrando, e eu sentindo coisas pela primeira vez.
De repente, escuto alguém entrar na cozinha e gritar: “Mas o que está acontecendo aqui?! Que pouca vergonha é essa!”. Era meu padrasto, o pastor. Ele nos pegou no meio dos amassos. Vi que ele estava bravo.
Pedi desculpas pra ele, quase chorando. E implorei para não contar para minha mãe e meus tios. Eu estava apavorada. Já imaginava o escândalo e a surra. Meu primo não falava nada. Baixou a cabeça e se desculpou. Meu padrasto mandou ele voltar primeiro para o churrasco e disse que daquela vez ele iria deixar passar, mas que nunca mais voltasse acontecer. Que era errado, um pecado.
Quando fiquei sozinha com ele na cozinha, percebi um olhar diferente. Disse que depois a gente conversava. Voltamos para ninguém desconfiar.
Depois daquilo, ele ficou diferente comigo. Um dia me chamou para conversar, queria saber se aquilo acontecia sempre. Falei para ele que não, que tinha sido a primeira vez. Ele me deu um sermão. Disse que esses garotos só querem se aproveitar, que eu tinha que cuidar. Que eu precisava fazer aquilo com um homem de verdade, com um homem certo, experiente. Prometeu que não contaria para minha mãe, que ia ser nosso segredo. Mas, que deveria me abrir com ele sempre.
Ele começou a perguntar sobre o que eu sentia, eu morria de vergonha. Mas ele queria saber se eu ficava excitada, o que eu tinha vontade de fazer. Percebia que enquanto falava formava um volume na calça dele. Ficava inquieto.
Minha cabeça começou a rodar, pensando que meu padrasto estava de pau duro na minha frente, falando de sexo. Imaginando também as coisas que minha mãe fazia com ele.
Senti minha calcinha molhar de novo. Meus pensamentos turvos. Com o passar dos dias, ele ficou diferente. Quando ficávamos sozinhos, começou a andar de toalha às vezes ou de calção sem camisa. Um dia percebi que estava de calção sem cueca. E aquilo mexia demais comigo. Uma atmosfera de desejo se formava, mas era proibido na minha cabeça.
Até que uma noite eu acordei pra ir no banheiro e escutei eles transando. Escutava os gemidos abafados vindos do quarto. E me deu uma vontade absurda de ver ele sem roupa. Acho que ele fez de propósito pq antes eu nunca ouvia nada e dessa vez a porta estava um pouco aberta. (Continua...)
Espero que gostem. Aos poucos vou contando como estou me descobrindo para o sexo.