Esses dias, a casa vazia, silêncio, eu sozinha com o notebook e uma curiosidade que não me largava há meses. Digitei qualquer coisa no Google, dessas buscas meio envergonhadas que a gente faz achando que ninguém vai ver, e caí num site de contos. Um site cheio de histórias. Passei a noite inteira acordada, lendo um atrás do outro, a boca seca, as pernas se apertando sozinhas embaixo do cobertor. Ali eu descobri que existia um mundo inteiro que meus pais nunca me contaram.
Depois que abri meu perfil aqui, resolvi contar minhas experiências que são segredos. São reais, mas são sigilosas. Comecei a receber mensagens, fazer contatos, conversar com outras pessoas. A menina séria, estudiosa, dedicada, bem comportada, que é vista assim na sociedade, mas que na intimidade secreta tem um fogo enorme e é sem pudores.
E no meio daquilo isso, comecei a conversar com ele.
Moreno, barbudo, um metro e setenta e cinco, oitenta e cinco quilos, corpo de quem treina e não tem preguiça. Simpático, educado, engraçado do jeito certo. Daqueles que sabem conversar. A gente falava horas. Ele me tratava como uma rainha, calmo, mas que deixava claro que debaixo daquela educação morava um homem que sabia o que queria. E as conversas foram ficando... deliciosas. Cada mensagem acendia uma luz diferente dentro de mim. Um desejo. Uma vontade. Uma fome.
Ele virou um desejo. Um vício doce.
E naquela noite, depois de um dia inteiro de conversa que me deixou elétrica, eu deitei e sonhei. Mas não foi um sonho qualquer. Foi um sonho que senti tão real. Vou dividir aqui com vocês.
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A gente ia junto numa festa. De noite. Eu de vestido curto, maquiada, perfumada, me sentindo linda pela primeira vez em muito tempo. Ele do lado, gostoso demais — calça, camisa, aquela barba — me olhando com aquele olhar penetrante que firma mas não assusta. A festa pulsava: meia luz, música alta, gente bebendo e rindo, corpos se movendo no escuro.
Ele me puxou pra dançar. E a gente dançou colado. De frente.
Meu corpo roçava no dele. Eu sentia o calor dele pela camisa. Ele me beijou — um beijo molhado, de língua, daqueles que fazem o mundo todo desaparecer — e enquanto isso eu mesmo de roupa fui roçando a bucetinha no pau dele, bem devagar, escondido, discreto, no meio de um monte de gente que nem imaginava o que estava acontecendo ali embaixo daquela luz baixa.
Depois eu virei de costas. E rebol?i.
Ah, e como eu rebolei. Senti ele duro, quente, latejando contra a minha bunda. A música batia e eu empinava o bumbum e esfregava forte, sem vergonha nenhuma. Ele passou a mão por baixo do meu vestido e encontrou a minha xaninha — já encharcada, escorregando. Os dedos dele deslizaram ali, e eu quase gemi alto.
Me levou para um canto mais afastado para sermos discretos. Ele escorou as costas na parede e ficou de frente para a pista. Eu encostei a bunda no pau dele e fiquei de costas para ele e de frente para as pessoas tb. Elas na euforia mal nos viam. Comecei a rebolar no pau dele com a bunda empinada. Senti a minha saia subir um pouco, as mãos dele por baixo. Ele tocou minha xaninha úmida e gemeu rouco no meu ouvido. Ele tirou os dedos, levou na boca e chupou, me olhando nos olhos, e depois me beijou de novo pra eu sentir o gosto de mim na língua dele.
Fiquei maluca.
Ele puxou o fio da minha calcinha bem pequena para o lado. Sentiu o quanto eu estava molhada. Abriu a calça dele bem discretamente. Sem ninguém perceber naquele escuro. Tirou o pau pra fora latejando. E fazendo de conta que estávamos curtindo a música. Passou a ponta do pau melada na entradinha, só pincelando, brincando, me deixando louca — e eu rebolando nele sem parar, implorando com o corpo. Sentia o pau dele muito duro e melado. Pulsava. A nossa respiração acelerada. Até que ele deslizou o pau pra dentro. Bem devagar, sentindo cada centímetro. E ficou ali, parado, só me segurando pela cintura enquanto eu rebolava como uma boa putinha.
Eu gemia baixinho no meio da música. Ninguém via. Muita gente dançando, e nós dois fodendo ali no escuro, discretos, ligados. Sentia o pau dele me abrir, me invadir, quente, duro, ia lá no fundo. Ele estava todo dentro de mim. Podia sentir só o saco dele de fora.
Virei o rosto, olhei pra ele e sussurrei:
— Despeja teu leite dentro de mim.
E ele ficou louco. Deu leves socadas, me puxando pelo quadril, e eu continuava rebolando nele sem parar. Ele passava a mão no meu peito, apertava, puxava a minha boca pra mais perto, eu sugava a língua dele, apertava o rabo nele e forçava ele pra dentro de mim. Meu beijo conectava, esquentava, dava mais tesão ainda.
A festa podia acabar a qualquer momento que eu não ia sair dali. Ele gozou fundo, jatos quentes, sentia ele me preencher, me completar. O leite dele inundou minha bucetinha e inseminou ela, demarcando o seu território de macho. Continuamos no embalo da música. Beijando e bebericando. Ainda com muito tesão.
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Mas ele não parou por ali. Decidimos sair da festa. Tomamos o último gole de bebida. Ele me levou pro carro. Saímos dali e ele parou numa estradinha deserta, só o farol cortando o breu, o capô no sereno. Me puxou para fora do carro. Sentei na lataria, ele começou me beijar profundamente. Sentia a língua dele na minha boca, a respiração, a barba roçar no meu rosto, suas mãos nas minhas costas.
Ele baixou as alças do vestido e começou a chupar meus seios. Lambia os bicos, enquanto segurava eles bem firme. Eu gemia baixinho, quase chorando de prazer. Os biquinhos dos seis ficaram durinhos, empinados. Ele metia na boca.
Sentia o pau dele duro roçando no meio das minhas pernas, fazendo movimentos pra cima e pra baixo enquanto em beijava. Eu chupei a língua dele, enquanto ele segurava meus cabelos. Ele me ergueu, segurou no colo e me levou pra trás do carro, abriu a porta, me sentou. Abriu a calça e saltou aquele pau duro, empinado pra cima.
- Mama! – Ele ordenou. – Chupa teu macho, chupa.
Eu não aguentava de tesão. Segurei o pau dele na base e meti na boca. Chupei com vontade. Lambia, tentava engolir tudo. Chupei o saco e ele gemeu. Segurei o pau de novo e engoli. Ele começou a foder minha boca como se fosse uma buceta, metendo fundo até a garganta e me segurando pelos cabelos.
De repente, me deitou no banco de trás do carro, levantou meu vestido. E me devorou.
A boca dele desceu pela minha bucetinha e eu perdi o chão. Lambia, sugava, me deixava tremendo. Beijava de língua minha fenda. Depois ele me virou, beijou a minha bunda, abriu, passou a língua no meu cuzinho — e eu nem sabia se ia aguentar. Nunca tinha sentido aquilo. Ele foi devagar, me acalmando, molhando, me preparando. E quando ele encostou o pau, eu travei de medo e de vontade ao mesmo tempo.
— Vai devagar — pedi.
Ele foi, como um bom macho alfa que prepara a presa para o abate. Ele queria que do medo inicial que eu sentia, eu implorasse pelo pau dele inteiro dentro de mim. Paciente, respeitando o meu limite, me olhando, me perguntando se podia continuar e se eu queria sentir mais cada centímetro. E eu fui abrindo pra ele. Sentindo-o entrar todo. Meu corpo se entregando. Eu me entregando. Minhas preguinhas cedendo. Deslizou pra dentro, abrindo caminho, me deflorando. A cabeça do pau dele tocava no fundo, sentia no estômago. E quando ele começou a se mover, devagar primeiro, depois mais fundo, eu entendi o que era estar completamente tomada por alguém.
— Quero ele todo dentro de mim — sussurrei, sem acreditar na minha própria voz.
— Você quer o que? Repete mais alto, minha putinha. — ele disse num tom grave.
— Me fode até você gozar fundo. — implorei.
E ele meteu. Entrava até o fundo e tirava, até começar acelerar mais. Começou a me foder. Me fodia como um macho com fome. Sentia meu buaquinho pequeno se abrindo mais pra ele. Sentia as paredes do meu cuzinho estufarem, irem ao limite pra receber a masculinidade dele dentro de mim. Ele mandava eu empinar mais a bunda pra ele socar pica. Me fodia e eu gemia. Dava tapas na minha bunda, sentia ela esquentar.
— Toma pica, minha putinha! — ele dizia enquanto me preenchia por dentro. — Minha cadelinha safada. De quatro, empinando pra tomar vara do macho dela.
Me falava putarias gostosas. Eu pirei.
Ele gozou. Fundo. Inseminou. E eu gozei junto, apertada nele, tremendo da cabeça aos pés, ali no banco daquele carro, no meio do nada, no meio da estrada. Me virei e senti o beijo dele, profundo e ofegante.
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Acordei às seis da manhã. O lençol entre as pernas. O coração acelerado. A calcinha molhada de verdade. Eu tinha gozado dormindo. Com um sonho intenso e muito real. Com um homem que até então só existia nas minhas conversas longas e gostosas aqui no site.
Olhei o teto e ri sozinha, e depois me peguei pensando: e se não precisasse ser só um sonho? Ele disse que queria realizar todos os meus fetiches, minhas taras, minhas vontades. Que era só eu dizer. E eu disse a mesma coisa a ele, quero realizar todas as taras dele, fazê-lo gozar de todas as maneiras. Sem julgamentos, apenas prazer.
Então decidi escrever tudo aqui. Não como um relato, mas como um conto. Uma ficção. Mas uma ficção com uma vontade imensa — quase violenta — de virar real. Porque eu escrevi assim, do jeitinho que aconteceu no sonho. E se o que a gente imagina com tesão já é bom, imagina quando o corpo inteiro começa a pedir pra vivenciar tudo isso.
"Só me dizer", ele falou.
Então tá. Tô dizendo.
“E aí, meu amor... quando é que a gente marca essa festa e vc me faz tua?”
