Enquanto meu pai não chega, o ajudante dele fode a filhinha do patrão na Oficina

(Continuação do conto sobre o churrasco no pátio da casa do meu pai, nos fundos da Oficina Mecânica)

O pai ficou ciumento depois do dia do churrasco.

Não do jeito bravo, de gritar. Do jeito dele — silencioso, calculado, de mecânico que aperta o parafuso uma volta por vez até a peça não ter mais folga. Ele começou a mandar mensagem no meio do dia. Começou a perguntar onde eu estava, com quem. Começou a falar do Marcos com uma indiferença que era tudo menos indiferença.

— Aquele ajudante — ele dizia, com o cigarro apagado no canto da boca. — Tá saidinho demais. Só que quem manda aqui sou eu.

E me olhava com aquele olhar, e eu sentia que ele estava me avisando. *A casa é minha. Você é minha. Não confunde.*

Só que o corpo da gente não entende aviso. E o Marcos também não.

---

Foi numa quarta-feira. O pai tinha ido pra cidade vizinha buscar um lote de peças, coisa de uma hora de estrada, e me deixou com a lista do mercado e a recomendação que ele repetia sempre:

— Se for na oficina, vai direto e volta. Não fica de papo.

Ele não tinha falado que estava sozinho lá. E eu sabia que estava, porque eu tinha visto a agenda dele na parede: *quarta-feira, viagem*. E porque o Marcos tinha me mandado uma mensagem às dez da manhã, só três palavras, do jeito dele, que não sabe escrever bonito:

*— Tô sozinho aqui.*

Eu li aquela mensagem umas vinte vezes.

---

Fiz o mercado com a cabeça longe. Comprei tudo errado, esqueci o café. E quando cheguei em casa, comecei a arrumar um pretexto. E aí eu fiz a coisa que toda menina que quer voltar em algum lugar faz: deixei uma coisa lá de propósito.

Tinha levado meu casaco pra oficina no sábado, no calor, e nunca trouxe de volta. Ele estava pendurado no cabide da porta dos fundos. Se o pai visse, tudo bem — era só um casaco. Se ele perguntasse, eu tinha resposta. *Ah, esqueci, vou buscar.*

Mas o casaco não era o motivo. O casaco era a desculpa.

Mandei pro Marcos:

— Deixei meu casaco aí. Vou buscar.

Ele respondeu rápido demais.

— Pode vir.

---

Cheguei às duas da tarde, depois do almoço e da aula. O sol batia de lado, o portão estava meio aberto, aquele cheiro de oficina me pegou antes de eu entrar. O Marcos estava debaixo de um Uno velho, só as pernas de fora, a calça jeans suja de óleo. Quando ele me viu, escorregou de baixo do carro com o carrinho de mecânico, o cabelo molhado de suor.

— Oi — ele disse.

— Oi — eu disse.

E ficamos ali, os dois, parados, sem saber o que fazer com as mãos, como se a gente não tivesse se pegado uma semana antes. O Imperador latiu do canil no fundo, sentindo o cheiro novo no ar.

— O teu pai tá onde? — foi a primeira coisa que ele perguntou.

— Na estrada.

— Que horas ele volta?

— Seis, seis e meia.

O Marcos olhou pro relógio da parede. Duas e dez. Ele fez a conta com o olho, e eu vi quando ele entendeu quantas horas tinha entre a gente.

— Laurinha — ele falou, a voz baixa. — Se ele chega de surpresa... ele mata a gente.

— Ele mata você — eu corrigi, sorrindo. — Eu sou filha dele.

O Marcos riu, aquele riso nervoso, e deu dois passos na minha direção. Aí eu esqueci do casaco.

---

O beijo foi diferente da primeira vez. Não tinha a pressa da cozinha, não tinha gente do lado de fora esperando. Tinha tempo. E o tempo é a coisa mais perigosa que existe entre duas pessoas que se querem.
Ele me empurrou pro carro, encostou minha bunda no capô ainda quente do Uno, e me beijou com fome, as duas mãos subindo por baixo da minha blusa, achando o sutiã, me apertando. Eu deixei. Arquei as costas. Ele gemeu na minha boca.

— Porra, Laurinha, você tem cheiro de sabonete e de pecado — ele falou contra meu pescoço.

— Fecha a porta, pode chegar alguém. - Estava com medo. Ele correu e fechou a entrada da Oficina. Só que não dava pra deixar fechada por muito tempo.

Ele me puxou pro banco de trás do Uno, o banco de trás sujo e não liguei. Fiquei sentada de lado com as pernas pra fora do carro. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, me olhou, enfiou as mãos embaixo da minha saia, tirou minha calcinha e mergulhou a boca.

Eu tive que morder a mão pra não gritar. A língua dele era apressada, sem técnica, mas a boca de um menino de vinte e cinco anos com tesão é a coisa mais sincera do mundo. Ele me lambia como quem está com sede, o nariz afundado no meu cheiro, as mãos me segurando pelos quadris pra eu não fugir. O carro balançava. O Imperador, do canil, começou a uivar baixinho, acompanhando.

Quando eu já estava tremendo, ele subiu, me beijou enquanto abria a calça. Tirou aquele pau grande e duro pra fora. Puxou uma camisinha do bolso (ele já estava preparado ). Colocou a camisinha ofegante, com as mãos tremendo e o pau lustroso de tão duro. Cuspiu na mão, passou no pau e me penetrou de uma vez, naquele banco apertado, o corpo dele por cima do meu, o teto do Uno a dois palmos da cabeça da gente. Eu gemi forte. Senti minha bucetinha ainda apertada se abrindo, se alargando por dentro e ele tocando lá no fundo. Cada estocada batia o ombro dele no forro do carro, e o carro inteiro rangia.

— Ah, meu Deus — ele gemia no meu ouvido, o suor escorrendo no meu rosto. — Você é a coisa mais gostosa que já me aconteceu.

— Calma — eu pedi. — Tá doendo, vai mais devagar.

— Foi mal — ele disse. — Mas o tesão tá enorme. Queria sentir dentro dessa bucetinha apertada.

— Eu sei, eu tb queria. E tá gostoso — eu confessei. — Quero vc em mim tb.

E aí o celular tocou.

---

Tocou ali, do bolso dele, no meio. O Marcos congelou. Eu abri os olhos, o coração no céu da boca.

— É ele — eu sussurrei.

O Marcos tirou o celular. Era o pai. Chamando.

— Atende — falei. — Atende. Se você não atender, ele desconfia.

Ele atendeu com a voz firme, e eu ali embaixo, com o pau dele ainda dentro de mim, parado, latejando.

— Alô, patrão. — Uma pausa. — Tô aqui, sim, óleo do Uno do Doutor. Tô no meio, é rapidinho. — Outra pausa. — Tudo tranquilo, sim. Ninguém aqui.

Ele olhou pra mim com um sorriso de canto, e eu entendi o jogo. *Ninguém aqui.* A mentira perfeita, contada na cara do homem enquanto ele estava literalmente dentro da filha dele.

— Ah, tá — o Marcos continuou. — Ela jáveio buscar o casaco. Foi rapidinho, ela já foi. — Ele piscou pra mim. — Beleza. Tchau, patrão.

Desligou. Jogou o celular no chão. E me olhou com uma cara de moleque que roubou o doce.

— Você falou do casaco? — perguntei, incrédula.

— Já foi, agora ele tá pensando em outra coisa. Agora ele não vai te perguntar nada.

— Você é louco.

— Você é que é louca — ele respondeu, e voltou a me foder.

E ali, com o celular no chão do carro e o pai na estrada achando que sabia de tudo, eu gozei de um jeito forte — o corpo inteiro, o grito preso na garganta, as unhas cravadas nas costas do mecânico. Ele gozou logo depois, rápido, não segurou, não deu tempo de tirar, encheu a camisinha.

---

Ficamos parados uns cinco minutos, os dois ofegantes no banco apertado. Depois ele riu.

— A gente precisa comprar um colchão.

— Precisa lavar esse carro.

— Nunca — ele disse. — O cheiro de você não sai daqui mais.- Me puxou pra fora do carro, já de pau duro de novo.

— Já está animado de novo?

— Obvio, com uma gostosa dessa. — Ele riu com cara de safado, de pau duro na minha frente. — Ajoelha e mama. Eu sei que vc quer.

Eu não resisti, me abaixei e engoli o pau dele. Mamei muito. Engoli gostoso enquanto ele gemia. Mandava eu engolir todo, chupar, lamber as bolas dele. Depois de uns minutos ele não aguentou e jorrou leite na minha boca. Gozou farto.

Peguei meu casaco do cabide. Vesti. Passei água no rosto na pia do banheiro da oficina mesmo. Olhei no espelho sujo e vi uma garota de bochechas vermelhas e olhos brilhando, com o cabelo que não voltava mais pro lugar. Fiz um rabo de cavalo nos cabelos. Fui embora. Meu coração acelerado com receio do meu pai ou do meu padrasto desconfiarem de algo.


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Comentários


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785612 Comentou em 12/10/2026

Foda gostosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enquanto meu pai não chega, o ajudante dele fode a filhinha do patrão na Oficina

Codigo do conto:
274442

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/10/2026

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