— Laurinha! — a voz dele ecoou pela casa, grave, tensa. — Preciso falar com você. Agora.
Levantei, sentindo as pernas bambas. Quando entrei na sala, ele estava parado no centro, segurando meu celular. Meu coração parou. Eu tinha deixado carregando na cozinha.
— Senta — ele ordenou, apontando para o sofá.
Obedeci em silêncio, sentindo o rosto queimar. Ele estava de calça jeans suja e camiseta da oficina, os braços cruzados.
— Li suas mensagens — ele disse, a voz baixa. — Com o pastor. Com o seu padrasto. Li tudo, Laurinha. Como ele te comeu. Como você gemia pra ele. Como você perdeu a virgindade na sala da minha antiga casa, na cama onde ele transa com a sua mãe.
Eu queria sumir, entrar no chão. As lágrimas vieram rápido.
— Pai, eu posso explicar...
— Explicar o quê? — ele deu um passo na minha direção, o celular apertado na mão. — Que você deu a bucetinha virgem pra ele primeiro? Que ele te ensinou a ser putinha antes de mim? Eu sou seu pai, Laurinha. Eu deveria ter sido o primeiro. Eu que te criei, que te protegi.
Ele se abaixou na minha frente, agarrou meu queixo com força, obrigando-me a olhar nos olhos dele.
— Mas tem uma coisa que ele não teve — ele sussurrou, a voz rouca. — Tem uma parte de você que ainda é minha. Virgem. Intocada.
Eu sabia imediatamente do que ele falava. Senti o estômago revirar de excitação e medo.
— O seu cuzinho, Laurinha — ele continuou, os dedos apertando minha mandíbula. — Ele comeu sua buceta, mas não comeu sua bunda. E essa... essa é minha. Vou tirar o cabaço do seu cuzinho hoje. Vou ser o primeiro a entrar nesse buraquinho apertado. E você vai me dar de presente, como pedido de desculpas por ter dado a virgindade pro outro antes de mim.
Eu estava tremendo, a calcinha molhada instantaneamente. A forma possessiva, quase brutal com que ele falava, me excitava de um jeito doentio.
— Tira a roupa — ele ordenou, se levantando. — Tudo. Quero você nua. Agora.
Tirei tudo com mãos trêmulas, sentindo o olhar dele queimando cada centímetro da minha pele exposta. Quando fiquei completamente nua, ele circulou ao meu redor como um predador avaliando a presa.
— De quatro no sofá — ele mandou. — Abre bem as pernas. Quero ver esse cuzinho que é meu.
Obedeci, sentindo a humilhação e o tesão se misturarem em doses iguais. Fiquei de joelhos no sofá, apoiei os cotovelos no encosto, abri as pernas e empinei a bunda. Ele gemeu ao ver, um som grave vindo do peito.
— Porra, que visão — ele disse, se aproximando. A mão dele acariciou minha bunda, espalhando as nádegas. — Tão apertadinho, tão rosadinho. Nunca ninguém entrou aqui, né, filha?
— Nunca, pai — gemi, sentindo o dedo dele circular a entrada sem nunca penetrar. — É seu. Só seu.
— Vai doer — ele avisou, e ouvi o zíper da calça dele abrindo. — Vou abrir esse cuzinho hoje. Vou esticar ele pra mim. E depois... depois eu posso até dividir você com ele. Mas esse buraco aqui... esse é meu antes.
Ele abaixou e meteu a lingua, senti um arrepio na coluna. Uma sensação nova. Que tesão! Ele chupava meu cu com fome, com raiva, com desejo. Um macho devorando sua fêmea. Sentia a barba por fazer dele roçando na minha pele fina e lisinha.
Ele cuspiu, senti a saliva sendo espalhada no meu cuzinho, um dedo dele entrando devagar, massageando, preparando. Era estranho, ardido, uma sensação de invasão diferente da buceta.
— Relaxa, princesa — ele sussurrou, enfiando o dedo e fazendo eu arfar. — Abre pra mim. Deixa seu pai entrar.
Quando ele posicionou a pica na entrada, eu senti o tamanho dele — imenso, grosso, a cabeça rosada e escorrendo desejo. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, e a ardência foi intensa. Eu gritei, enterrei o rosto no encosto do sofá, as unhas cravando no tecido.
— Tá apertado, filha — ele gemia, suando, os músculos do abdômen tensos. — Tá me matando de tesão, vou entrar tudo. Vou abrir esse cuzinho hoje.
Ele foi entrando, ignorando minhas gemidos de dor, até que as bolas dele bateram na minha pele. Ele estava completamente dentro do meu cuzinho virgem, me preenchendo de um jeito que eu não sabia que existia. A sensação era de esticamento total, de posse absoluta.
— Agora você é minha de verdade — ele gemeu, começando a mover. — Esse cuzinho é meu. Vou te usar aqui sempre que eu quiser.
As estocadas foram ficando mais rápidas, mais profundas. Ele segurava minha cintura com força, me puxando para cada enfiada, arrancando gemidos que misturavam dor e prazer. Eu sentia cada veia da pica dele, cada centímetro daquele pau grosso me arrombando por trás.
— Grita pra mim — ele ordenava. — Grita que é meu. Que esse cuzinho é do seu pai.
— É seu, pai! — eu gemia, as lágrimas escorrendo, o rosto vermelho. — É seu, só seu! Me come, por favor, me usa!
Ele acelerou, descontrolado, o som de nossas peles batendo ecoando na sala. O sofá rangia sob a força das estocadas. Ele estava me possuindo de verdade, marcando território, compensando o fato de não ter sido o primeiro na minha buceta sendo o primeiro no meu cuzinho.
— Vou gozar dentro — ele avisou, a voz rouca. — Vou encher seu cuzinho de porra. Marcar meu território por dentro.
Quando ele gozou, eu senti os jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino. Ele gemeu alto, um som animal, segurando meus quadris contra ele enquanto pulsava dentro de mim. Ficamos assim, ofegantes, suados, ele ainda duro dentro do meu cuzinho apertado.
— Agora — ele disse, se puxando para fora com um barulho molhado, fazendo a porra escorrer de mim — agora vamos resolver essa situação.
Ele pegou o celular e ligou para o padrasto. A conversa foi curta:
— E ae...blz, Pastor, preciso que venha aqui na oficina. Agora. É sobre a Laurinha. Não fala nada com a minha ex-mulher. Fica entre nós isso. Venha sozinho.
Meia hora depois, o padrasto estava na porta com a cara de nervoso. Ele entrou, pálido, vendo eu nua no sofá, coberta apenas por um lençol, o cabelo bagunçado, os olhos vermelhos de choro e tesão.
O pai foi direto ao ponto:
— Eu sei que você comeu minha filha. Ela era virgem e você pegou primeiro. Mas agora eu tirei o cabaço do cuzinho dela. Então estamos quites. Mas tem uma coisa — ele deu um passo na direção do padrasto, imponente, dominador. — Ela é nossa. Os dois a criamos, os dois a desejamos, e os dois vamos foder ela. Mas vamos fazer isso direito.
O padrasto olhou para mim, depois para o pai, confuso:
— Cara, foi mal...as coisas fugiram do controle.
— Relaxa malandro. Eu sou homem, sei bem como é isso. Ninguém resiste a uma ninfetinha novinha assim.
— Sim! — Concordou. — E o que vc está propondo?
— Um acordo — o pai disse, cruzando os braços. — Um harém doméstico. Ela serve a nós dois. Alternadamente. Com regras. Sem a mãe saber de nada. Eu tenho ela nos fins de semana, você tem ela durante a semana quando a mãe sai pro plantão. Mas tem condições.
Ele se virou para mim, os olhos brilhando de posse:
— Ela vai ser nossa putinha particular. Nossa propriedade. Vai obedecer aos dois. Vai aprender a servir direito. Mas, eu tenho poder de decisão sobre tudo que vamos fazer com ela ou não, sou o pai, saiu do meu saco. Eu produzi ela.
O padrasto hesitou, olhando para mim. Eu senti o coração disparado, excitada com a ideia de ser possuída pelos dois homens da minha família, de forma organizada, de ser tratada como objeto de desejo compartilhado.
— E se ela desobedecer? — o padrasto perguntou.
— Castigo — o pai respondeu, firme. — Sem sexo por uma semana. Ou pior... no máximo ela tem que assistir a gente bater punheta sem poder participar. Ou leva tapa na bunda. Mas se for boazinha... — ele sorriu, um sorriso perverso — recompensas. Presentes. E o prazer de agradar aos dois homens que a criam.
O padrasto se aproximou de mim, sentou ao meu lado no sofá, e acariciou meu rosto:
— Você quer isso, Laurinha? Quer ser nossa? Dos dois?
Olhei para os dois homens — meu pai, forte, barbudo, dono do meu cuzinho agora; meu padrasto, musculoso, moreno, dono da minha primeira vez. Senti a excitação crescer de novo.
— Quero — sussurrei. — Quero ser de vocês dois. Quero aprender. Quero servir.
— Então é decidido — o pai disse, estendendo a mão para o padrasto. — O acordo de cavalheiros. Compartilhamos a putinha da família. Treinamos ela juntos. E ninguém, absolutamente ninguém, especialmente a sua mãe, pode saber.
Eles apertaram as mãos, selando meu destino. Eu estava oficialmente submissa aos dois. Propriedade compartilhada do pai e do padrasto. E naquela noite, enquanto o pai me levava de novo para o quarto e o padrasto assistia, começou de verdade o meu treinamento como putinha dos dois homens da família.
O segredo mais sujo e gostoso que eu poderia ter.