Iniciação: perdi minha virgindade com meu padrasto pastor



Continuação do conto anterior... (Minha primeira vez).

Aquela noite que ouvi meu padrasto e minha mãe transando não saiu da minha cabeça. Deitada na minha cama, ainda sentia o coração disparado só de lembrar os gemidos abafados, o som da cama rangendo, a respiração ofegante dele. Fiquei imaginando como seria vê-lo nu, aquela pele morena tensa, os músculos enquanto ele se movia em cima da minha mãe. A calcinha ficou molhada de novo, aquela umidade quente que eu já estava começando a conhecer bem, aquela pulsação insistente entre as pernas que me fazia apertar as coxas sem conseguir dormir.

No verão passado a oportunidade veio. Minha mãe saiu para o plantão noturno no hospital, ela nos avisava que só voltaria de manhã. Fiquei na sala assistindo TV, de short e camiseta, o ar condicionado ligado porque o calor do verão estava insuportável. O silêncio da casa era diferente quando ela não estava. Mais pesado, mais denso.

Ouvi o chuveiro desligar no banheiro do corredor. Minutos depois, ele apareceu na porta da sala. Apenas de cueca. Aquela cueca boxer branca que marcava tudo. A pele dele ainda estava úmida, os músculos do peito definidos, o abdômen subindo e descendo com a respiração. O cabelo raspado ainda pingava água nas costas.

— Tá assistindo o quê, Laurinha? — ele perguntou com aquela voz grave, e fingindo normalidade para alguém quase nu na frente da enteada.

— Só... só qualquer coisa — respondi, sentindo o rosto queimar.

Ele entrou e sentou no sofá ao meu lado. Muito perto. O cheiro do sabonete masculino misturado com algo mais terroso, mais intenso, invadiu minhas narinas. Eu não conseguia tirar os olhos daquele volume na cueca, da forma como o tecido se moldava àquela protuberância que eu sabia que estava crescendo ali, a poucos centímetros de mim.

— Ainda pensa naquilo que conversamos? — ele perguntou, virando o rosto para mim. Seus olhos escuros fixos nos meus.

— Em... em qual coisa?

— Em garotos inexperientes. Em como você merece algo melhor. Alguém que saiba o que está fazendo.

A mão dele foi até minha coxa. Aquela pele quente, áspera dos dedos deslizando pela minha pele macia. Eu estava paralisada, o coração batendo tão forte que tinha certeza que ele ouvia.

— Você tá tremendo — ele sussurrou, aproximando o rosto. A barba por fazer arranhando minha bochecha. — Tá com medo?

— Não sei — respondi honestamente, a voz saindo trêmula.

— Quer que eu pare?

Não respondi. Não conseguiria dizer sim nem se minha vida dependesse disso. Ele interpretou meu silêncio, minha respiração ofegante, meus olhos vidrados. A boca dele encontrou a minha. Foi completamente diferente do beijo desajeitado do meu primo. Ele dominava, sua língua entrava devagar, saboreando, mordiscando meu lábio inferior. A mão subiu pela minha coxa, dedos deslizando por baixo do short, encontrando a borda da minha calcinha.

— Já tá toda molhada, né? — ele murmurou contra minha boca, e eu gemi sem querer quando os dedos dele pressionaram o tecido úmido. — Que delícia, Laurinha. Deixa eu ver?

Ele me puxou para ficar deitada no sofá, tirou meu short e minha calcinha num movimento só. Ali estava eu, completamente exposta para ele, a bucetinha virgem, sem um pelo porque eu tinha vergonha e já aparava tudo. Ele abriu minhas pernas sem cerimônia, seus olhos devorando aquilo que nenhum homem tinha visto.

— Porra, que coisa mais linda — ele disse, e antes que eu pudesse sentir vergonha, a boca dele estava lá.

A língua dele era quente, molhada, perfeita. Ele não tinha pressa, lambia de baixo para cima, circulando o clitóris com a ponta da língua, sugando de leve. Eu arquei as costas, um gemido alto escapando sem controle. Era como mil formigas elétricas percorrendo minha espinha. Ele enfiou um pouco do dedo devagar, girando, massageando a entrada daquela parede interna enquanto a língua trabalhava com precisão cirúrgica.

— Gosta assim, princesa? — ele perguntou, o hálito quente contra minha pele mais íntima.

— Sim, por favor, não para...

Ele riu, um som grave e possessivo, e voltou a me chupar com mais força. Senti algo se construindo dentro de mim, uma pressão insuportável, algo que eu nunca tinha alcançado sozinha nas noites de insônia. Quando veio, foi avassalador. Minhas coxas apertaram a cabeça dele, eu gritei, tremi convulsivamente enquanto ele continuava a lamber, prolongando aquelas ondas de prazer até eu ficar completamente mole, ofegante, suada.

— Agora é sua vez — ele disse, se levantando. A cueca sumiu. Ele estava completamente nu, e meu Deus, ele era imenso. Aquela pica grossa, escura, a cabeça rosada e brilhante, já escorrendo um pouco de liquido transparente. — Nunca chupou, né?

— Não — admiti, sentindo o rosto corar de novo.

Ele me guiou, sentou-se no sofá e me pôs de joelhos entre suas pernas. O cheiro era intenso, masculino. Ele segurou a base e guiou minha cabeça devagar.

— Só relaxa a garganta, usa a língua, não precisa engolir tudo de uma vez.

Foi estranho no início, aquela textura, o gosto salgado que já escorria da ponta. Mas ouvir os gemidos dele, sentir as mãos dele no meu cabelo, ver o abdômen dele contrair a cada movimento da minha boca... aquilo me excitava de um jeito que eu não sabia que existia. Ele começou a empurrar devagar, ensinando o ritmo, e eu aprendi rápido. Quando engoli mais fundo do que pretendia, ele gemeu alto, uma palavrão saindo entre dentes cerrados.

— Porra, Laurinha, que boca gostosa...

Ele me puxou para cima do sofá, me colocou deitada de barriga pra cima, e quando não aguentou mais, me posicionou de frente para ele, me fez abrir as pernas e colocou nos ombros dele. Aquela pica enorme pressionava minha entrada, e eu senti medo de verdade pela primeira vez.

— Vai doer um pouco no começo, mas eu vou ser gentil, tá? Confia em mim.

Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro. Era difícil de agasalhar tudo aquilo. A ardência era real, aquela sensação de esticamento, de invasão. Ele parava sempre que eu apertava os olhos, esperava eu me acostumar, beijava meu pescoço, massageava meus seios. Quando finalmente estava completamente dentro, eu senti cheia de um jeito que não sabia que era possível. Ele ocupava cada espaço, me completava por dentro, aquela pressão constante.

— Tudo bem? — ele perguntou, a voz rouca de contenção.

— Tudo — respirei. — Devagar... por favor.

Ele começou devagar, estocadas longas, profundas, arrancando gemidos que eu nem sabia que podia fazer. A dor foi sumindo, substituída por um prazer crescente, uma necessidade animal de ser possuída. Eu rebolava no pau dele, encontrando o ritmo, sentindo aquela pica batendo num ponto profundo que fazia minha visão embaçar.

— Isso, princesa, rebola pra mim... porra, que apertadinha...

Ele tirou de dentro de mim e percebi que tinha um pouco de sangue no pau dele. Meu cabaço tinha sido rompido. Minha pureza estava dando lugar ao desejo carnal. Ele disse pra ficar tranquila que aquilo era normal e natural.

Ele me virou de quatro no encosto do sofá e entrou de novo, agora com mais força. O som de nossas peles batendo ecoava na sala silenciosa, misturado aos nossos gemidos ofegantes. Ele segurava meu cabelo enquanto me fodia, aquela conexão íntima, proibida, intensa demais.

— Você é minha agora — ele grunhiu, aumentando o ritmo. — Isso aqui é meu.

Ele acelerou, as estocadas ficaram desenfreadas, profundas, quase brutais. Eu entrei em transe e gozei de novo com ele dentro de mim, sentindo cada contração da minha buceta apertando a pica dele e me sentindo arrombada. Ele não aguentou muito depois, puxou para fora no último segundo, correu e gozou na minha boca jatos quentes, mandava eu engolir tudo enquanto ele gemia meu nome como uma oração profana.

Ficamos ali, ofegantes, suados, o cheiro de sexo impregnando o sofá da sala. Ele me puxou para o colo dele, me abraçando, beijando minha testa.

— Ninguém pode saber — ele sussurrou. — Especialmente sua mãe. Isso é só nosso.

— Só nosso — concordei, sentindo um prazer diferente, mais escuro, naquela cumplicidade proibida.

Ele me levou para o quarto deles naquela noite. Na cama onde ele transava com minha mãe, ele me fez de novo, mais devagar dessa vez, me ensinando outras posições, outras formas de sentir prazer. Depois tomamos banho e voltei para meu quarto.

Desde então, as vezes, quando ela sai para o plantão, eu sei que ele vai estar esperando para tentar de novo. Às vezes só de cueca ou já me sem nada. E eu sinto tesão com ele, no segredo, na proibição que só torna tudo mais intenso. Mas, confesso que me sinto mal pela minha mãe, então tenho evitado essa situação. Tenho ido mais para casa do meu pai nos fins de semana. E ele percebeu que eu mudei também. Comenta que meu corpo ganhou forma. Que estou diferente. E nesses dias com meu pai, fugindo do caso com meu padrasto, outras situações começaram a acontecer. Acho que estou me tornando uma devassa em segredo.


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Comentários


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cdzinhasandy Comentou em 27/09/2026

Q dlc de conto esse lance de enteada e padrasto rola muito tesão e tentação Eu tive uma enteada q direto eu passava e via ela se esfregando no colchão ou sofá , o fogo dela era evidente, mas eu sempre me contive, mas era divertido ver aquela dlc com tesão

foto perfil usuario roserosasilva9

roserosasilva9 Comentou em 27/09/2026

Gostei do conto, narrativa bem articulada, nota 1000 😊




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273244 - Descobrindo o sexo - Categoria: Incesto - Votos: 13

Ficha do conto

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laurinhanovata

Nome do conto:
Iniciação: perdi minha virgindade com meu padrasto pastor

Codigo do conto:
273291

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/09/2026

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4

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