Meu pai que é mecânico saiu para socorrer um carro com problema, disse que ia ter que passar a tarde fora. E eu estava sozinha naquela casa dele, com o silêncio pesado do sábado quente. O cachorro Imperador estava no pátio, mas eu tinha trazido ele para dentro — disse a mim mesma que era para dar banho nele, mas talvez fosse para ter companhia, para preencher aquele vazio que o pai deixava quando não estava.
O banho foi na área de serviço. Imperador era enorme, um pastor alemão de pelo escuro e castanho, musculoso, pesado. Eu o ensaboei todo, minhas mãos passando pelo pelo molhado, sentindo a força daquele corpo animal. Ele ficou manso, deixando eu fazer o que queria. Quando se sacudiu, me molhou toda. Ri, mas fiquei encharcada. Troquei de roupa — coloquei uma saia curta e uma blusa fina, sem sutiã. Não ia sair mesmo.
Comecei a secá-lo com a toalha, esfregando com força. Depois com ajuda de um secador de cabelo grande. Ele grunhia satisfeito, a língua rosada para fora. Eu estava de joelhos no chão da lavanderia, a saia subindo sem eu perceber. Quando me virei para largar as coisas, senti algo molhado e quente na minha coxa.
Era a língua dele. Grande, áspera, quente. Ele tinha lambido a parte interna da minha coxa, onde a pele é mais sensível. Eu deveria ter me afastado. Deveria ter repreendido. Mas fiquei paralisada. E então ele lambeu de novo, mais alto, raspando a pele, deixando rastro de saliva.
Um arrepio subiu da minha barriga até a nuca. Não era medo. Era... algo mais. Aquela língua áspera, o hálito quente do animal contra minha pele. Eu tinha descoberto o site de contos eróticos já e lido contos na internet, naquelas noites em que não conseguia dormir, quando o padrasto já dormia e eu ficava acordada com o corpo em chama. Acabei lendo também contos sobre mulheres com cães. Eu achava que era só fantasia, só ficção. Mas agora, sentindo aquela língua quente na minha pele, eu não tinha certeza mais.
Imperador lambeu de novo, subindo, chegando perto da borda da calcinha. Eu estava ofegante. A mão foi sozinha, acariciou a cabeça dele, puxou o pelo da nuca. Ele entendeu como permissão. A língua dele foi mais ousada, empurrou a barra da saia, encontrou a borda da calcinha. Eu gemi baixinho, surpresa com o próprio som.
— Imperador... — sussurrei, mas não parei.
Tirei a calcinha. Foi como se outra pessoa estivesse controlando meu corpo. Eu abri as pernas, sentada no chão frio da lavanderia, encostada na máquina de lavar. A saia subiu completamente. Imperador farejou, aquela língua enorme saindo, e então ele lambeu. Direto. Na minha buceta.
Foi elétrico. A textura áspera da língua dele, o calor, a pressão. Ele lambeu de baixo para cima, uma vez, duas, três. Eu arqueei as costas, as mãos segurando no piso, os olhos fechados. Era diferente de tudo. Mais áspero, mais intenso, mais... animal. Ele gostava do gosto, eu sentia. Ele lambeu com mais vontade, enfiando a língua, me abrindo, sugando o clitóris.
Eu gozei rápido demais. Não consegui segurar. Aquela onda subiu e explodiu, eu mordendo o braço para não gritar, a buceta pulsando contra a língua do cachorro. Ele não parou. Continuou a lamber, a explorar, a beber o que escorria de mim.
Quando abri os olhos, vi o que ele tinha entre as pernas. A pica dele estava com uma parte pra fora da bainha. Grande. Rosa no início, com uma ponta afunilada, brilhante, escorrendo liquido transparente. E atrás, as bolas pesadas, peludas. Ele era grande demais. Mas eu estava além do ponto de retorno.
Me virei de quatro, apoiei as mãos no chão, levantei a bunda. Era uma posição que eu conhecia bem — o padrasto gostava assim, o pai também. Mas nunca imaginei que usaria para um cão. Imperador farejou o ar, meu cheiro excitado, e avançou.
Ele montou em mim. Suas patas dianteiras seguraram minha cintura com força, suas unhas cravando na pele. Eu senti a ponta dele procurando, errando, batendo nas minhas coxas, na minha bunda. E então encontrou. Ele empurrou.
Foi intenso. A pica dele era molhada, quente, diferente. A ponta afunilada entrou fácil, mas depois ele engrossava, me esticando, me abrindo de um jeito novo. Ele não tinha delicadeza. Ele empurrou tudo de uma vez, fundo, até as bolas dele baterem na minha pele. Eu gritei, não de dor — de plenitude, de esticamento, de posse animal.
Imperador começou a meter. Rápido, desenfreado, um ritmo frenético que nenhum homem conseguia. Suas patas me seguravam firme, me puxando para cada estocada. Ele ia fundo, batendo num ponto que fazia minha visão escurecer. O som do lugar era o som de nossos corpos batendo, a respiração ofegante dele, meus gemidos abafados.
Eu sentia ele crescendo dentro de mim. Não só de tesão — ele estava inchando, a base da pica dele engrossando, formando o nó. Eu sabia o que era. Tinha lido sobre isso. O nó de um cão. Ele crescia, me preenchendo completamente, me travando nele. Eu não conseguia mais sair, mesmo que quisesse. Estávamos presos, unidos. Me sentindo preenchida, arrombada.
O nó engatou. Eu gritei forte. Ficou grande, uma bola dura dentro de mim, pressionando minhas paredes internas. Eu gritei de dor e prazer. E então ele começou a latejar. Eu sentia cada jato quente, grosso, abundante. Ele estava me inseminando, gozando direto no meu útero, jatos que pareciam não ter fim. Era quente demais, abundante demais, eu sentia a barriga encher, o liquido escorrendo para fora mesmo com ele preso dentro.
Ele ficou em cima de mim, ofegante, a língua para fora, lambendo minhas costas. O nó ainda pulsava, ainda injetava. Eu estava completamente dominada, cheia dele, cheia da porra dele. Gozei de novo, a buceta apertando o nó dele, sentindo cada contração sendo respondida por um aperto do nó.
Quando finalmente ele diminuiu, o nó começou a murchar. Ele puxou para fora com um barulho molhado, e uma enxurrada de liquido branco e translúcido escorreu de mim, molhando minhas coxas, o chão. Eu estava tremendo, deitada no chão, a minha saia ainda levantada, a buceta vermelha, inchada, escorrendo, sem forças. Mas com um gozo descomunal, sentindo coisas que nunca tinha sentido antes. Eu tinha acabado de virar cadela para o cachorro do meu pai. Sabia agora como uma cadela se sentia quando o cachorro estava cobrindo ela e inseminando. Minha mente girava.
Percebi que estava toda marcada e arranhada. Comecei a voltar a mim e pensar que desculpa daria pra aquilo. Foi quando ouvi o portão da frente. O som do carro. Passos pesados na calçada lateral. A voz dele, chamando:
— Laurinha? Filha, você tá aí?
O pai. Ele estava ali. E eu estava deitada no chão da lavanderia, pelada debaixo da saia, a buceta escorrendo o sêmen de um cachorro, Imperador ao meu lado lambendo o pau pra fora da capa.
A porta da lavanderia rangeu. Ele entrou. Seus olhos encontraram a cena. Pararam em mim, nua, exposta, marcada. Subiram até Imperador, que abanava o rabo, satisfeito. Pau fora da capa balançando. Porra no chão. O silêncio foi absoluto.
— Meu Deus! — foi tudo que ele conseguiu dizer, a voz falhando, respiração ofegante e os olhos escurecendo de um jeito que eu não sabia interpretar. Ele mudou a expressão do rosto olhando para mim a medida que entendeu o que estava acontecendo. (continua...)
Me contem se gostaram ou o que acharam...