Um novo pecado: Entre Pai e Filha



Meus pais separados. Meu pai morando sozinho. Minha mãe com meu padrasto. (sugiro que leia os dois contos anteriores para compreender a história).

O peso da culpa me sufocava. Cada vez que o padrasto me tocava escondido, cada vez que ouvia minha mãe rezando antes de dormir, eu sentia o estômago revirar. Não era certo. Ele era o homem dela, eu era a filha, e aquilo que acontecia atrás daquela porta quando ela saía para trabalhar era uma traição dupla.

Comecei a inventar desculpas para não estar em casa — estudos, projetos, qualquer coisa. E aos poucos, os fins de semana na casa do pai se tornaram refúgio.

Meu pai me buscou na sexta-feira à tarde, chegando da oficina com aquela camiseta suja de graxa como sempre, os braços fortes, barba por fazer marcando o rosto quadrado. Ele estava dois anos sem mulher, eu imaginava que ele deveria estar com uma fome silenciosa.
— Tá diferente, Laurinha — ele disse enquanto dirigia depois que entrei no carro, os olhos dele desviando do estrada de terra para mim, parando demais na minha coxa, no decote da blusa. — Tá... crescida.
Eu sabia que estava mudando. Meus seios tinham se tornado um pouco mais volumosos, minha cintura mais marcada, meus quadris mais largos. E agora, naquele carro velho do meu pai, eu sentia o olhar dele como um toque físico, sentia meu corpo reagindo, aquela pulsação entre as pernas que eu já conhecia bem.

A casa dele nos fundos da Oficina Mecânica era simples. Um quarto, cozinha americana, sala com TV e um banheiro pequeno. O pastor alemão, chamado Imperador, ficava preso no canil durante a noite, mas solto pelo pátio durante o dia. A oficina ficava lá na frente, separada.

Naquela noite de sábado, tomei banho no chuveiro pequeno, a água quente escorrendo pelo corpo. Quando saí, enrolada apenas numa toalha curta, encontrei-o na cozinha. Ele tinha acabado de fechar o portão da oficina, só usando um shorts de moletom, evidenciando algo volumoso sob o tecido. O peito peludo, aquela pelugem castanha cobrindo músculos firmes.
— Esqueci a toalha limpa no varal — eu disse, tentando passar por ele no corredor estreito.
Ele não se moveu. Ficou parado, me encarando. A altura dele, a largura dos ombros, bloqueavam a passagem. Seus olhos desceram, pararam no decote da toalha onde meus seios estavam apertados, subindo devagar até encontrarem os meus. Havia ali um brilho que eu reconhecia — o mesmo que via no olhar do padrasto — mas misturado com algo mais profundo, mais conflituoso.
— Você tá virando mulher, Laurinha — ele disse, a voz mais rouca que o normal, um tom abafado. — Tá linda demais.
— Pai...
Ele deu um passo para trás, como se quisesse criar distância, mas o corredor era estreito demais. Sua respiração estava pesada, o peito subindo e descendo rápido.
— Vai se trocar no quarto — ele ordenou, mas a voz saiu trêmula, sem convicção. — Vai.
— Não consigo passar — sussurrei, parada ali, sentindo o calor do corpo dele, o cheiro de macho trabalhador, de suor honesto misturado com desejo reprimido.
Ele fechou os olhos por um segundo, a mandíbula trancada, a mão direita fechando em punho. Estava se controlando, eu via. Via também o volume no shorts crescendo, pressionando contra o tecido, a forma obviamente grossa e longa se delineando.
— Laurinha... — foi um aviso e um pedido ao mesmo tempo.
— Eu sei que você olha — eu disse, surpreendendo a mim mesma, a voz saindo mais ousada do que pretendia. — Eu vejo quando você acha que eu não percebo. Você começou a olhar para mim como homem.
Ele abriu os olhos, e havia fogo ali, e vergonha, e necessidade. A mão dele se moveu sozinha, quase involuntária, e tocou meu ombro, os dedos calejados quentes na pele molhada.
— Eu sou seu pai — ele disse, mais para si mesmo do que para mim. — Eu não posso...
— Mas você quer — eu completei, dando um passo, diminuindo a distância. A toalha escorregou um pouco, expondo mais pele. — Eu também quero. Eu sinto, pai. Sinto quando você está perto.
— Porra, Laurinha... — ele gemeu, a mão descendo pelo meu braço, deixando rastro de fogo. — Você não sabe o que está fazendo. O que está pedindo.
— Eu sei — eu insisti, sentindo meu próprio corpo vibrar de excitação. — Eu quero sentir.
Aquilo quebrou algo nele. A última resistência. Ele respirou fundo, uma vez, duas, e então a mão dele agarrou a toalha e puxou. Ela caiu no chão. Eu estava nua, exposta, oferecendo.
Ele me olhou, realmente olhou, da cabeça aos pés, e o gemido que saiu dele foi animal, derrotado, faminto. Ele tentou mais uma vez:
— Eu vou te machucar. Eu sou grande demais. E é errado...
— Eu não ligo — eu disse, tocando o próprio seio, massageando, vendo os olhos dele escurecerem. — Eu quero sentir você. Todos esses fins de semana, eu vim aqui e a vontade foi crescendo.
Ele não aguentou mais. Ele me pegou no colo, aqueles braços fortes me segurando como se eu não pesasse nada, e me beijou. Foi um beijo destruidor, possessivo, a barba por fazer arranhando minha pele, a língua dele invadindo, saboreando, reclamando. Ele me levou para o quarto em três passos largos, me deitou na cama e se afastou para tirar o shorts.
Quando ele se revelou, eu engasguei. Ele era imenso, muito maior que eu imaginava, muito maior que o padrasto. Aquela pica grossa, rosada, a cabeça enorme e brilhante já escorrendo desejo, as veias saltadas, as bolas pesadas e peludas pendendo. Ele estava duro como pedra, a pele esticada, pulsando.
— Você ainda pode dizer não — ele disse, a voz estrangulada de contenção, o corpo trêmulo de tesão contido. — Diga agora, filha, ou eu não paro mais.
Eu não disse nada. Abri as pernas para ele.
Ele gemeu alto, uma mão indo para a própria pica, apertando a base, tentando se controlar.
— Por Deus, Laurinha... olha para você... perfeita...
Ele desceu o rosto, se aproximou da minha buceta, sentia a respiração dele ofegante. Meteu a língua dentro. Começou a me chupar com fome. Linguava, lambia, chupava. Me contorcia de prazer sentindo ele me devorar.
— Que bucetinha deliciosa, cheirosa, linda demais...tesão da porra!
Ele se apoiou sobre mim, aquela pelugem do peito rocando nos meus seios sensíveis, e guiou aquela coisa imensa para minha entrada. Ele entrou devagar, muito devagar, os olhos fechados, o rosto contorcido em agonia e êxtase, até que eu estivesse completamente cheia, até as bolas dele encostarem na minha pele.
— Porra, que apertadinha... que delícia... — ele gemeu, as mãos segurando meus quadris com força. — Meu Deus, filha, você tá me matando...
Ele começou a mover, estocadas profundas controladas, tentando ser gentil, mas a fome falava mais alto. A cada empurrada, ele perdia um pouco mais o controle, ia mais fundo, mais rápido. O som de nossas peles batendo, o rangir da cama, o latido distante do Imperador no canil.
— Toca em você — ele ordenou, segurando minhas mãos e colocando nos meus seios. — Aperta. Gosta de ser fodida pelo seu pai, filha? Gosta de sentir essa pica grossa te enchendo?
— Gosto... por favor, não para... mais forte...
Ele acelerou, as estocadas ficando desenfreadas, brutais, ele me puxando para cada enfiada, me usando completamente. O quarto cheirava a sexo, a suor, a nós dois.
— Você é minha agora — ele grunhiu, o suor dele escorrendo nas minhas costas, o corpo tenso como arco. — Minha putinha. Minha filha puta. Só minha.
Eu gozei gritando, a buceta apertando a pica dele em espasmos violentos, e ele não aguentou. Ele puxou para fora e gozou no meu ventre, jatos quentes e grossos que pareciam não ter fim, ele gemendo meu nome como um mantra de posse, marcando minha pele com a porra dele.
Depois, ofegante, ele caiu ao meu lado e me puxou para o colo, ainda tremendo.
— Eu tentei — ele sussurrou, beijando minha testa. — Eu tentei segurar. Mas você é demais. Você é tudo.
— Eu sei — eu disse, sentindo-o ainda duro contra minha coxa, sabendo que aquela noite estava apenas começando. — E agora eu sou sua.
— Vou te usar de todas as formas — ele sussurrou. — Quero te ensinar tudo, realizar teus fetiches e fazer você gozar, minha putinha.

E naquela casa simples dos fundos, enquanto Imperador latia para a lua e o cheiro de graxa entrava pela janela, eu soube que tinha encontrado meu lugar. Filha e amante. Voltamos a trepar. Eu chupei muito o pau do meu pai. Ele me chupou, me comeu, me usou.
Seu pecado particular, saciado toda vez que a noite caía sobre o pátio da oficina. Nosso segredo.
E agora eu sou do meu pai e do meu padrasto. Os homens da família se saciando comigo.
E eu começando a viver mais experiências e fetiches.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um novo pecado: Entre Pai e Filha

Codigo do conto:
273301

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/09/2026

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4

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