O acordo: meu pai e meu padrasto me comeram juntos

Deixa eu voltar um pouco no tempo para contar como que meu pai e meu padrasto resolveram armar de me comer juntos. E eu só fui entender o tamanho da armação depois que já estava deitada entre os dois.

Começou no churrasco no pátio da Oficina Mecânica do meu pai ( se quiser saber dessa parte da história, só olhar na minha lista de contos).
O meu pai viu tudo. Ele sempre vê. Enquanto ele virava a carne na churrasqueira, os olhos dele não estavam na carne — estavam no Marcos me roçando a coxa quando eu passava, e no Lucas me devorando com o olhar encostado no muro. O meu pai é calado, mas ele é calculista. Ele passou a tarde toda somando, e o resultado da soma foi o que ele me falou no fim, na frente da pia: "Depois a gente conversa."

Ele ficou na dele por umas semanas. Até que a última vez que fui dormir na casa dele, tirou tudo a limpo. Fez eu contar do Marcos. Do Lucas. Do beijo na cozinha, da boca, de tudo. Ele ficou sentado na cama, ouvindo, com o cotovelo no joelho e a mão no queixo, sem me interromper. E quando eu terminei, ele ficou um tempo calado. Depois falou uma coisa que me deu medo:
— Então tem gente nova rondando o meu quintal.
— Só besteira, pai. Nada demais. Eu juro!
— Besteira é o que você chama agora. Mas eu conheço homem. Aquele ajudante ali não vai se contentar com uma chupada a vida toda. Um dia ele vai querer a bucetinha. E eu não vou estar em todo lugar.
Ele disse isso, sem saber que estava certo e que na verdade, já tinha acontecido. Eu já tinha sido fodida pelo ajudante dele na Oficina. Mas, preferi ficar quieta e só escutar. Ele ficou de pé, foi até a janela, olhou o pátio escuro. O Imperador rosnou baixinho lá no canil. E ele completou, mais pra si do que pra mim:
— Às vezes, um homem sozinho não segura uma mulher que todo mundo quer. Mas dois homens... dois homens fazem um muro. Dois parceiros podem virar cães de guarda.
— O que?
— Seu padrasto...já tenho que dividir vc com ele. Mas, tudo certo...entendemos que é um mal necessário. Melhor me aliar com ele.
Foi a primeira vez que ele falou do Carlos como aliado e não como ladrão.
---
No dia seguinte, ele ligou pro padrasto. Foi de manhã, e eu estava na cozinha ouvindo, fingindo passar um pano na mesa. A conversa foi curta e seca, do jeito deles.
— Preciso falar com você. Sobre a Laurinha. Não é briga, é acerto.
O Carlos deve ter ficado nervoso, porque o meu pai riu e falou:
— Relaxa, Pastor. Você não perdeu nada. Ainda.
Marcaram de se ver na oficina. O meu pai me deixou lá no fundo, na casa, e chamou o Carlos pra dentro. E eu, curiosa, fui até lá pra escutar a conversa, com o coração na mão.
O meu pai foi direto:
— E aí, Pastor? Nós dois somos homens. Nós dois provamos a mesma bucetinha. Nós dois somos os provedores dela. Você acha que a gente vai deixar um moleque qualquer tomar o nosso lugar? Chegar e faturar nossa menina. E ainda embarrigar ela?
— E o que você propõe?
— Um muro. Você de um lado, eu do outro, ela no meio. A gente não disputa. A gente fecha o cerco. Quem quiser entrar, entra por nós dois ou não entra.
---
E foi aí que aconteceu a coisa que virou o jogo. Eles começaram a contar um para o outro tudo que sabiam. Meu pai sobre o primo e o ajudante da Oficina. O Carlos contou do que estava acontecendo do lado dele. Contou da Bruna. Da afilhada. Contou que estava ensinando a menina, que tinha deflorado ela no salão da igreja, que eu tinha ajudado.
O meu pai escutou, e eu ouvi o tom dele mudar de calculista pra curioso, quase divertido.
— Então você também tá com uma nova.
— Tô. E a Laurinha participou.
— Participou como?
— Ensinando. Chupando junto. Foi ela que deu segurança pra menina abrir as pernas pro padrinho.
O meu pai soltou uma risada rouca.
— Porra. Então a minha filha já tá ensinando pra outra. Já virando professora.
E depois falou sério de novo:

— Isso mostra que temos que estar mais atentos ainda. E unidos. Na parceria.
O Carlos concordou:
— Acho que tá na hora da gente dividir ela de fato. Juntos. Uma noite. Você e eu na mesma cama com ela. Não alternado, não um de cada vez. Os dois ao mesmo tempo.
Eu lembro do silêncio que veio depois disso. Longo. Eu fiquei parada atrás da porta sem respirar.
— Por que? — meu pai perguntou, finalmente.
— Porque assim a gente sela. Não é mais palavra, não é mais promessa de sofá. É corpo. Depois da primeira noite dos três, ninguém vai poder dizer que ela é de um só. E ela vai sentir na pele que a gente é que manda. Ela é nossa.
E o meu pai terminou com a frase que fechou tudo:
—A gente faz isso junto, do jeito certo, e a partir de lá tá selado. Combinado?
Um tempo de silêncio. E depois a voz do Carlos:
— Combinado.
Eu escutei o som dos dois se levantando. Escutei os passos. E escutei quando o meu pai falou:
— Então fica atento. Quando a mãe da Laurinha pegar plantão, você vem. Não avisa ela. Não avisa ninguém. Só eu e você e ela.
---
Só que teve uma parte que eu não escutei. E só fui entender depois. Naquela mesma conversa, eles combinaram as regras. Nada de ciúme, nada de disputa na frente dela. Se um estiver com ela, o outro espera. Se os dois estiverem, é do jeito que o meu pai decidir. E a minha mãe, nunca, em hipótese alguma, podia saber.
Foi assim que aquela noite foi armada. Não foi paixão, não foi acaso. Foi estratégia de dois homens que decidiram que não iam se perder um pro outro nem perder a filha pro resto do mundo. E eu, no meio, escolhi ser o que eles quiseram que eu fosse. E gostei. Gostei muito.

A NOITE DO ACORDO
Minha mãe tinha pegado plantão na quinta-feira, estava precisando de dinheiro extra. Ela avisou na terça, do jeito que ela avisa, sem olhar muito pra mim, já com a cabeça no hospital: que ia sair às sete da noite e voltar de manhã. E eu senti o frio na barriga na hora, porque eu sabia o que aquilo significava. Aquela era a primeira vez que os dois estariam livres na mesma noite depois do acordo.

O meu pai mandou uma mensagem na quarta, uma só:
— Quinta. Aqui. Traz uma roupa limpa.
E foi tudo. Ele não explicou nada. Ele nunca explica. Ele só decide e eu obedeço, e talvez seja por isso que eu fico molhada só de ler.
Na quinta, o dia passou devagar. Fui pra aula sem conseguir prestar atenção em nada, o caderno cheio de rabisco, a cabeça na casa dos fundos, na cama dele, na promessa que os dois tinham selado apertando as mãos na frente de mim. "Ela é nossa. Os dois vão foder ela." Eu repetia isso na cabeça como reza.
Cheguei na casa do meu pai às seis e meia. O portão da oficina estava aberto, ele ainda fechando o serviço, o Imperador latindo no canil sentindo o cheiro. O pai me viu de longe e não disse nada, só fez um sinal com a cabeça pra eu entrar. Entrei. Tomei banho. Coloquei a roupa limpa que ele mandou trazer — uma camiseta branca fina e uma saia que ele gosta, curta, sem sutiã, calcinha pequena.
O Carlos chegou às oito e meia. Ouvi o carro dele parando na calçada e o meu coração subiu pra garganta. Ele entrou pela porta lateral sem bater, como se já fosse da casa. Estava de camisa social aberta, manga dobrada, calça preta — a roupa de pastor ainda, mas com os dois botões de cima abertos, mostrando o peito moreno. Ele tinha saído direto da igreja pra isso. Pra mim.
— Boa noite, Laurinha — ele disse, e a voz dele saiu diferente. Mais grave. Mais de homem e menos de pastor.
— Boa noite.
O meu pai apareceu no corredor, de camiseta e calção, os braços cruzados, a barba por fazer. Os dois se olharam. Não teve aperto de mão dessa vez, não teve conversa de homem de negócios. Teve só aquele olhar de dois bichos que sabem que vão comer da mesma caça.
— Tá tudo certo? — o Carlos perguntou.
— Tá — o meu pai respondeu, e depois olhou pra mim. — Vem cá, filha.
Eu fui. Ele me pegou pela nuca, me puxou, e me beijou na frente do outro, sem pressa, sem vergonha. Foi um beijo de dono. A língua dele me abriu a boca como se ele estivesse dizendo *isso aqui é meu e você pode ver*. Quando ele soltou, olhou pro Carlos, e eu vi o rosto do padrasto vermelho, a respiração já curta, a calça já marcando.
— Ela é nossa filhinha — o meu pai falou, baixo. — Mas aqui, na minha casa, quem manda sou eu. Combinado?
— Combinado — o Carlos disse.

E aí começou de verdade.
O meu pai me tirou a camiseta pela cabeça, devagar, e depois a saia. Fiquei só de calcinha, no meio da sala, entre os dois, e os dois me olhando. Sempre fui olhada, mas nunca por dois ao mesmo tempo, e o corpo respondeu sozinho — os bicos dos seios endureceram, as coxas se apertaram, a calcinha já estava molhada de antes.
— Deita no sofá — o meu pai mandou.
Eu deitei. O Carlos se ajoelhou de um lado, o meu pai do outro. E foi assim, dividida ao meio, que a noite começou. Cada um pegou um seio, chupando, mordiscando, enquanto as mãos desciam pelo meu corpo, uma pelo ventre, outra pela coxa, e a minha boca não sabia pra onde virar. O meu pai me beijava a boca, o Carlos me beijava o pescoço. Eu gemia pra dentro da boca de um e pro ouvido do outro.

— Tá tremendo — o meu pai sussurrou.
— Eu sei — eu respondi.

Ele desceu. O Carlos desceu atrás. E os dois, juntos, foram me tirando a calcinha, e eu senti duas línguas, uma de cada lado, dividindo a minha buceta como se fosse uma refeição. O meu pai lambia de baixo, o Carlos chupava o clitóris, e eu não aguentei, gemi alto, arqueando as costas, as mãos agarrando o cabelo de um e o ombro do outro.

— Devagar — eu pedi. — Vou gozar já.
— Então goza — o meu pai disse, contra a minha pele. — Quero você melada pros dois.

E eu gozei ali, com duas bocas em mim, o corpo tremendo, a buceta pulsando contra duas línguas. Quando abri os olhos, os dois estavam de pé, os dois tirando a roupa. E ali, lado a lado, eu vi a diferença que eu já conhecia de cor.

O meu pai, grande, grosso, rosado, as bolas pesadas. O Carlos, moreno, mais comprido, os músculos do abdômen saltados de academia. Os dois duros, os dois pulsando, os dois me olhando como se eu fosse comida.
— De joelhos — o meu pai mandou.
Ajoelhei no chão da sala. E aí eles fizeram o que eu imaginava que iam fazer. Ficaram um de cada lado, na altura da minha boca, e eu comecei a alternar. Chupava um, depois o outro, a mão no que ficava de fora. O meu pai me segurava pela cabeça, o Carlos me acariciava o rosto, e eu me sentia a coisa mais desejada do mundo, de joelhos no chão entre dois homens grandes, com a boca cheia e as duas mãos ocupadas.
— Olha pra ele — o meu pai mandou, com a pica ainda encostada no meu lábio. — Chupa ele olhando pra mim.
E foi isso. Chupar um enquanto encarava o outro. Engasgar num, engolir o outro. E os dois gemendo em cima de mim, um falando grosso, o outro falando baixo, e eu, no meio, aprendendo que duas mãos e uma boca são pouco pra tanta coisa.

Foi quando o celular do Carlos tocou.
Ele congelou, a pica na minha boca. Olhou o visor. E empalideceu.
— É ela — ele disse.
O meu pai riu, aquele riso rouco. — Atende.
— Com ela me mamando? — ele perguntou rindo.
— Justamente por isso — o meu pai disse, e me empurrou de volta para o pau do outro.
O Carlos atendeu, a voz firme, a pica ainda dura na minha frente, e eu voltei a chupar enquanto ele falava com a minha mãe. Ele dizia que estava tudo bem, que tinha ido "resolver uma coisa na rua", E eu ali, de joelhos, chupando o pau do marido da minha mãe enquanto ele conversava com ela. Ele segurou um gemido quando eu apertei a base, e o meu pai deu um tapa leve na minha bunda pra eu não parar.
— Tudo tranquilo — o Carlos disse pro telefone, e me olhou nos olhos quando falou. — Pode ficar sossegada.
Desligou e jogou o celular no sofá.

Depois disso não teve mais conversa. O meu pai me levantou, me levou pro quarto, me deitou na cama, e o Carlos veio atrás. E aí eles fizeram o que tinham combinado sem nunca ter falado. O Carlos se ajoelhou entre as minhas pernas e encostou a cabeça dele na minha buceta. O meu pai ficou atrás de mim, de joelhos, e passou a mão no meu cuzinho, molhando com saliva, abrindo com o dedo.
E eu entendi. O Carlos tinha tomado a minha buceta primeir. O meu pai tinha tomado o meu cuzinho, e o cuzinho era dele. O Carlos entrou primeiro. Devagar, porque eu já estava melada, escorregou fácil, e eu gemi sentindo aquela pica morena grande me enchendo por dentro. Depois o meu pai encostou a cabeça grossa no meu cuzinho. Ele cuspiu, massageou, e empurrou. Ardeu, como sempre, aquela ardência de invasão que eu já tinha aprendido a amar.
Quando os dois estavam dentro, os dois parados, eu senti que não cabia mais em mim. Duas picas, uma de cada lado da parede, me preenchendo inteira, me apertando, me dividindo. Fiquei cheia de um jeito que nunca tinha ficado. Meu pai deitado por baixo, eu de bruços sobre ele, o Carlos por cima, os peitos roçando nos peitos do meu pai, o suor dos três se misturando.
— Meu Deus — eu gemi. — Não sei se aguento.
— Aguenta — os dois disseram quase juntos, e riram, e depois começaram a se mover.
Foi o que eu imaginei a vida inteira sem saber que imaginava. Os dois no mesmo ritmo, um entrando quando o outro saía, me fudendo por dentro dos dois buracos ao mesmo tempo. A cama rangia, o quarto cheirava a sexo e a suor, o Imperador latiu no canil do fundo como se sentisse. E os dois homens, os dois donos da minha vida, me usando com uma fome que só tinha aumentado desde a primeira vez.
— Tá gostando de ser fodida pelos dois, filha? — o meu pai grunhiu no meu ouvido.
— Tô — eu chorei, sem vergonha nenhuma. — Tô, pai.
— Fala pra ele — o meu pai mandou. — Fala que você é nossa.
— Sou de vocês dois — eu gemi pro Carlos, olhando no olho dele. — Sou a putinha de vocês dois.

O Carlos gemeu alto, aguentou mais um pouco, e depois tirou o pau e me encheu de porra quente, jatos grossos que eu sentia caindo nas minhas costas e sobre a bunda. O meu pai, sentindo ele gozar, acelerou no meu cuzinho e veio logo atrás, segurando os meus quadris com força, me marcando por dentro como faz sempre.

Ficamos os três parados, ofegantes, suados, ligados uns nos outros. Ninguém falou nada por um tempo. Só a respiração e o barulho do Imperador no pátio.
Depois o meu pai se puxou pra fora, devagar, e eu senti a porra escorrer. O Carlos saiu atrás. E os dois, um de cada lado, me deitaram no meio da cama, e ficaram ali, me acariciando como quem cuida de uma coisa que é preciosa.
Depois do primeiro gozo, os três ficamos largados na cama, sem falar, só respirando. O lençol estava jogado no pé da cama, o ar do quarto pesado, e eu sentia a porra dos dois escorrendo devagar, quente, marcando o lençol. Eu estava mole de um jeito gostoso, as pernas tremendo ainda de leve.
Só que eles se recuperaram rápido. Primeiro eu senti o meu pai endurecer de novo contra a minha coxa. Depois o Carlos. E quando eu olhei pros dois, os dois já estavam me olhando de volta com aquela fome que não acaba.
— Ainda aguenta? — o meu pai perguntou, com a mão subindo pela minha barriga.
O Carlos riu, baixinho. — Ela é guerreira mesmo.
E foi aí que eles começaram a segunda. E essa foi diferente da primeira. Na primeira eles foram selvagens, cada um no seu buraco, me arrombando de uma vez. Nessa, eles tiveram paciência. Quiseram me usar devagar. Quiseram que eu sentisse cada um deles, um de cada vez, com calma, e que eu chupasse o outro enquanto esperava.
O meu pai se sentou na beirada da cama e me puxou pelo braço.
— Vem cá. De quatro no colchão, bunda pra mim.
Obedeci. Fiquei de quatro, o rosto quase encostando no travesseiro, a bunda empinada pra ele. E ele encostou a cabeça grossa na minha buceta ainda melada, e entrou de uma vez, sem cerimônia. Eu gemi alto, agarrando o lençol.
— Isso — ele grunhiu. — Agora chupa ele.
O Carlos veio pela frente. Se ajoelhou no colchão na minha frente, segurou o próprio pau na mão e encostou na minha boca. Eu abri e engoli. E fiquei ali, no meio, com o pau do meu pai me fodendo por trás e o pau do meu padrasto na minha boca, os dois me usando ao mesmo tempo, cada um num buraco, um por cima e um por baixo.
— Olha só isso — o Carlos falou, a voz rouca. — Ela é nossa filhinha gostosa. Tá toda nossa.
— Tá — o meu pai respondeu, e me deu uma estocada mais funda que me fez gemer dentro da boca do outro. — E ela sabe.

O meu pai fodia firme, com a mão na minha cintura, me puxando pra cada enfiada. E eu chupava o Carlos no ritmo, a língua trabalhando, os olhos fechados, o corpo inteiro entregue. Foi assim por um tempo, até o meu pai cansar da posição.
— Troca — ele mandou.

E trocaram. Sem conversa. O meu pai saiu de trás de mim e se ajoelhou na minha frente. O Carlos veio por trás, e encostou a pica comprida dele na minha buceta, e entrou. Agora era o contrário: o Carlos me fodendo por trás, o meu pai na minha boca. Eu gemi com o pau dele na garganta, engasguei, e ele segurou a minha cabeça.
— Devagar — ele falou. — Sem pressa. Quero sentir a sua boca enquanto o outro te fode.
E o revezamento continuou. Cada vez que um começava a chegar perto, eles trocavam. Eu fui fodida pelos dois, na mesma buceta, um depois do outro, repetidas vezes, e chupava o que ficava de fora. A minha buceta ficou vermelha, inchada.
— Você é a coisa mais gostosa que eu já comi — o Carlos gemeu, me segurando pelos quadris, fundo.
— Fala pro seu pai — o meu pai mandou, com a pica encostada no meu lábio. — Fala quem tá te fodendo.
— Os dois — eu gemi. — Os dois. Eu sou dos dois.
— E de mais alguém? — o meu pai insistiu.
— Não — eu respondi, e senti que era a resposta certa. — Só de vocês.

O meu pai sorriu, aquele sorriso de dono, e me enfiou de novo na boca. E o Carlos acelerou atrás de mim, descontrolado, as bolas dele batendo em mim. Ele gozou primeiro, de novo. Tirou o pau e despejou seu leite na minha boca. O meu pai não aguentou ver aquilo. Gozou na minha boca também. Eu bebi muito leite deles.
Ficamos os três parados, ofegantes, destruídos. Eu ria sem conseguir parar, as pernas abertas, a buceta pulsando, os dois olhando pra mim como quem terminou um trabalho bem feito.

— Pronto — o meu pai falou, por fim, e a voz saiu satisfeita. — Agora tá selado de verdade.

E eles apertaram as mãos por cima de mim, deitada no meio, ainda tremendo, ainda melada, com os dois buracos pulsando e a porra dos dois escorrendo. O acerto estava feito de verdade agora. Não era mais promessa. Estava dentro de mim.
*(continua...)*

Foto 1 do Conto erotico: O acordo: meu pai e meu padrasto me comeram juntos


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Comentários


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oquefazem Comentou em 26/10/2026

Uau, surpreendeu




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O acordo: meu pai e meu padrasto me comeram juntos

Codigo do conto:
275601

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/10/2026

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