Meu pai tinha acabado de me pegar no flagra depois da minha primeira experiência com o seu cachorro, o Imperador.
O silêncio entre nós era tão denso que eu podia ouvir o próprio sangue correndo nas veias. Imperador, inocente em sua satisfação animal, continuava a lamber o próprio pau, ignorando completamente a tensão que congelava o ar da lavanderia. Eu estava imóvel, no chão, as pernas ainda abertas, sentindo o líquido quente e viscoso escorrendo lentamente entre as minhas coxas, marcando o piso de cerâmica com a prova do que acabara de acontecer.
O pai não se mexeu. Ficou parado na porta, a sombra de seu corpo grande bloqueando a luz que vinha do quintal. Seus olhos — aqueles olhos que eu tanto admirava, que me faziam sentir borboletas no estômago desde que eu era pequena — percorriam meu corpo exposto com uma intensidade que eu nunca tinha visto antes. Não era só choque. Havia algo mais ali, algo que fazia suas narinas se dilatarem e sua respiração ficar pesada, ofegante, quase tanto quanto a minha.
— Papai... — minha voz saiu como um fio de seda, trêmula, vulnerável. Eu não tentava cobrir meu corpo. Estava além da vergonha convencional. Algo naquele olhar dele me dizia que a vergonha não tinha mais lugar ali.
Ele deu um passo para dentro. A porta da lavanderia rangeu ao fechar-se atrás dele, selando o espaço privado onde três seres — pai, filha e cão — compartilhavam agora um segredo tórrido e proibido. O pai tirou a camisa que usava sobre a camiseta, suja de graxa, e a jogou no chão. Depois, lentamente, tirou a camiseta por cima da cabeça, revelando o torso musculoso, a pele morena coberta de pelos castanhos, o abdômen definido de quem trabalha com o corpo todos os dias.
— Você... — ele começou, a voz rouca, estrangulada. — Você gostou, filha? Gostou de ser usada pelo Imperador?
A pergunta me atingiu como um tapa. Eu não esperava por isso. Esperava repreensão, raiva, castigo. Mas não aquela curiosidade mórbida, aquele tom de voz que eu reconhecia — era o mesmo tom que ele usava nos nossos encontros secretos nos fins de semana, quando me ensinava sobre o prazer na cama dele, na casa dos fundos, longe dos olhos de todos.
— Eu... — engoli em seco, sentindo o gosto do próprio desejo. — Eu não consegui parar, papai. Foi tão intenso. Tão diferente.
Ele se ajoelhou ao meu lado. Sua mão grande, áspera, cheia de calos de mecânico, tocou minha coxa. O calor de sua palma contrastava com o frio do chão. Seus dedos deslizaram pelo caminho que a língua de Imperador tinha feito minutos antes, subindo, encontrando a umidade que ainda escorria de mim.
— Você está cheia dele — ele murmurou, quase para si mesmo. Seus olhos escureceram ainda mais, as pupilas se dilatando até quase engolirem o verde. — Cheia da porra do cachorro. E ainda está pulsando e quente, Laurinha. Ainda quer mais, minha putinha.
— Papai... — gemi quando seus dedos entraram em mim, tão aberta e molhada quanto eu estava. — Eu pensei que você fosse brigar comigo.
— Brigar? — ele soltou uma risada baixa, enquanto movia os dedos dentro de mim, sentindo a mistura de fluidos, provocando contrações involuntárias. — Como eu poderia brigar com você por isso? Eu estou te ensinando ser assim. Estou te ensinei a gostar de ser preenchida, de ser dominada. Só não sabia que você estava pronta para... isso.
Imperador, sentindo a energia sexual no ar, se levantou e se aproximou de novo. Seu focinho molhado cheirou o rosto do pai, depois desceu até meu ventre. O pai não afastou o cão. Pelo contrário, sua mão livre acariciou a cabeça do pastor alemão.
— Ele te quer de novo — o pai observou, sentindo meu corpo reagir aos dedos dele e à proximidade do animal. — Cães assim, quando sentem o cio, não param com uma vez. Especialmente quando sentem que a fêmea está pronta. Ele quer montar, cruzar com você, até te encher de filhotes dele. Ele é primitivo, só quer se aliviar como todo macho.
— Papai, eu não aguento... — murmurei. Meu corpo já respondia, a buceta apertando os dedos dele, querendo mais, sempre mais.
— Aguenta sim — ele disse com firmeza, aquele tom de comando que me fazia derreter. — Você aguenta porque é minha putinha, Laurinha. Minha filha puta que aprendeu a tomar pica de homem e agora vai aprender a servir para o cachorro também. Mas olha só... — ele retirou os dedos, molhados, e os levou até minha boca fazendo provar o gosto da minha excitação misturada com o sêmen de Imperador. — Você vai fazer isso direito. Não escondida, não com vergonha. Vai fazer isso para mim. Para eu ver.
A proposta me deixou tonta. O pai queria ver. Queria presenciar. Queria participar de alguma forma, assistindo sua própria filha ser possuída pelo animal que ele criava.
— Levanta — ele ordenou, puxando meu braço. — De quatro. Assim como você estava antes.
Tremendo, obedeci. Minhas pernas ainda estavam bambas, mas me posicionei de quatro no chão da lavanderia, a bunda exposta, a buceta inchada e vermelha, ainda escorrendo o leite quente do cachorro. O pai se sentou num banco do lado da máquina de lavar, abrindo as pernas, ajustando o volume da própria ereção que pressionava contra a calça jeans.
— Imperador — ele chamou o cão com voz firme, apontando para mim. — Vai. Monta.
O pastor alemão não precisou de mais incentivo. Ele farejou o ar, meu cheiro excitado misturado com o dele, e avançou. Suas patas dianteiras cravaram na minha cintura com mais força desta vez, mais certeiras. Ele sabia o caminho agora. A ponta de seu membro, ainda molhada e escorrendo, encontrou minha entrada imediatamente.
— Ahh! — gritei quando ele empurrou fundo de uma vez, sem delicadeza, selvagem, animal. O impacto fez meus seios balançarem, meus cabelos caírem sobre o rosto.
— Isso — o pai incentivava, a mão agora dentro da própria calça, movendo-se em ritmo com as estocadas do cão. — Toma tudo, filha. Toda a pica dele. Deixa ele te foder como a cadela que você é.
As palavras dele, aquelas palavras sujas e proibidas, me levavam a um estado de excitação que eu não sabia que existia. Imperador metia com um ritmo frenético, o som de suas bolas batendo na minha pele ecoando na lavanderia, misturado aos gemidos que eu não conseguia conter e ao som da respiração ofegante do pai.
— Olha para mim — ele ordenou. — Enquanto ele te fode, olha para o seu pai.
Virei o rosto, os olhos lacrimejando de tanta intensidade, e encontrei o olhar dele. Ele estava se masturbando abertamente agora, o pau grande e grosso, da mesma cor da pele morena, apontando para mim enquanto sua mão subia e descia no eixo com movimentos firmes, de mecânico, de quem conhece a precisão do movimento.
— Você é minha — ele gemeu. — Minha putinha, minha cadela, minha filha deliciosa. Mama a pica do papai enquanto toma pica do nosso cachorro.
Ele se aproximou e meteu o pau na minha boca. __ Isso, chupa, engole tudo.
O nó de Imperador começou a crescer dentro de mim novamente, aquela bola dura que me travava, me preenchia completamente, me fazia sentir tão cheia, tão possuída, tão irreversivelmente marcada. Eu sentia cada latejar, cada injeção de sêmen quente que ele já começava a depositar em mim, jatos abundantes, quentes, escorrendo para fora mesmo com ele preso dentro.
— Papai, ele tá gozando! — gritei, sem controle. — Eu tb estou gozando no cachorro, estou gozando para você!
— Isso, puta! — ele rugiu, levantando-se, aproximando-se. — Goza! Goza!
Quando Imperador finalmente soltou o nó e saiu de mim, uma enxurrada de fluidos escorreu, mas o pai não deixou que eu caísse. Ele me segurou pelos cabelos, puxando minha cabeça para trás, e enfiou de novo o próprio pau na minha boca. O gosto dele — salgado, masculino, familiar — misturou-se com o gosto residual de Imperador em minha língua.
— Chupa — ele ordenou, movendo meus lábios no seu eixo com movimentos brutais.
Eu chupava, engasgava, sentia o pai usar minha boca enquanto Imperador, ao meu lado, lambia o próprio membro, recuperando-se.
Meu pai então veio atrás de mim e meteu a pica dele de uma vez. Aproveitou que estava melada da porra do Imperador e deslizou a pica enorme dele pra dentro. Começou a me foder tb.
— Toma pica do teu pai agora, minha vadiazinha — ele ordenou, movendo os quadris com movimentos brutais. — Vou te encher de leite também. Vai ficar preenchida pelo sêmen dos teus machos. — ele gemeu alto e grosso e gozou bem fundo.
E naquele momento, de quatro no chão da lavanderia, entre o cachorro e o pai, eu soube que havia cruzado uma linha da qual nunca mais voltaria. E que não queria voltar. O pai puxou meu cabelo, fazendo-me olhar para cima, para seus olhos brilhantes de luxúria.
— Bem-vinda à família de verdade, Laurinha — ele sussurrou, sorrindo perversamente. — Aqui, você é nossa. De nós dois. Dos machos dessa casa.