Ajudei meu padrasto Pastor tirar a virgindade da afilhada dele



Depois que meu pai e meu padrasto descobriram um sobre o outro, e que os dois tinham sido meus primeiros homens e estavam me ensinando a ser uma boa submissa, nossa história juntos começou a ter novas fases.
Eles se sentiam mais à vontade pra fazer e falar sobre tudo, sobre tesão, desejos, fetiches. Nossa relação foi ficando cada vez mais pervertida e sem julgamentos entre os envolvidos. Tudo é permitido pra gozar.

Numa tarde de terça-feira, meu padrasto, o Pastor Carlos, me chamou no quarto dele e da minha mãe. Eu sabia que quando ele me chamava assim, sozinha, era porque queria transar. Mas, dessa vez era diferente. Ele estava nervoso, andando de um lado para o outro, com a mão na barba por fazer.

— Laurinha, preciso da sua ajuda — ele disse, parando na minha frente. — É sobre a Bruna.
Meu coração acelerou. Bruninha era sua afilhada, filha de um casal da Igreja. Era morena, magrinha, com aqueles olhos grandes e assustados de quem nunca desobedeceu aos pais. Eu conhecia ela dos cultos, sempre vestida de saia longa, cabelo preso, a filha modelo.
— O que tem ela? — perguntei, já sentindo um calor subindo pelo meu corpo.
— Eu... não sei como dizer isso — ele engoliu seco, e eu vi a protuberância na calça jeans dele. — Eu não paro de pensar nela. Desde o último aniversário dela, mês passado, que ficou agarrada comigo, cheia de carinhos... e tb depois do pai dela conversar comigo, preocupado com a filha crescendo e os meninos em volta. Ele descobriu umas mensagens no telefone dela, de um menino da aula. Mas, não chegou acontecer nada entre eles. Ficou aquela preocupação de pai, da menina liberar para algum cara. Mas, eu não consigo tirar isso da cabeça.
Ele se aproximou, pegou minha mão e colocou na virilha. Estava duro. Muito duro.
— Quero ser o primeiro dela, Laurinha. Quero ensinar ela. Mas ela é tão tímida, tão... pura. Ela não me olha como você olha. Ela não sabe o que eu sinto.

Eu senti um misto de ciúmes e excitação. O homem que me tomou a virgindade, que me transformou na putinha submissa que eu sou hoje, agora queria outra. Mas ao mesmo tempo... a ideia de ver aquela “santinha” sendo deflorada, de ver ela sendo arrombada pelo mesmo pau que me fez gemer tantas vezes...
— E o meu pai o que acha disso? — perguntei.
— Ele já tá sabendo do meu tesão — Carlos sorriu torto. — Na verdade, foi ele quem sugeriu que eu te pedisse ajuda. Ele disse que você é boa nisso. Que você sabe como convencer.
Eu ri. Meu pai realmente me conhecia bem.

O plano foi armado para o sábado seguinte. Depois do culto dos jovens, Carlos convidou Bruna para "ajudar a organizar o salão de eventos da igreja depois de uma tarde de atividades". Como boa afilhada que era, ela aceitou sem desconfiar. Eu fui convidada junto, para "ajudar também".

O pessoal foi embora, o salão estava vazio. As luzes estavam baixas, e Carlos já tinha trancado as portas principais. Bruna estava ali, com sua saia azul marinho e blusa branca de gola alta, aquele cabelo preto solto nas costas, parecendo uma ovelha perdida.
— Seremos só nós? — ela perguntou, olhando em volta.
— Só nós três hoje — Carlos disse, aproximando-se dela. Sua voz estava diferente, mais grave. — Bruninha, você sabe que eu te amo muito, né?
Ela assentiu, sorrindo ingenuamente. — Claro, padrinho.
Carlos se sentou numa cadeira e me colocou sentada no colo dele, na frente da Bruna. Pra ela ver mesmo com normalidade aquilo.
— Você ainda senta assim no colo dele? — ela indagou.
— Sim! É gostoso, Bruninha. – eu ri. — Ele cuida muito bem de mim. Me protege. Faz carinho. Ensina tudo que preciso — respondi.
— E a Laurinha adora aprender com o padrasto, né? — ele sorriu. — Posso mostrar muitas coisas pra vc tb, minha afilhada. — Você está uma moça já. Tem que começar a conhecer as coisas da vida. Aprender tudo.
— Isso mesmo. Vc vai gostar. – eu insisti. — E tudo é sempre nosso segredo.
— Estou sabendo que alguns meninos andaram querendo namorar vc. — meu padrasto entrou no assunto. — Tem vontade de namorar? Beijar?
— Acho que tenho, mas não fiz – ela envergonhada.
— É assim mesmo, não precisa ter vergonha. – Ele disse. — Só precisa tomar cuidado e saber como fazer. Fazer do jeito certo.
— Você já sabe, Laurinha? – Ela perguntou.
— Sim! Ele me ensinou – respondi.
— O Pastor Carlos... seu padrasto?! – ela meio surpresa.
— Isso mesmo. Ele sabe ensinar bem. Eu confio nele, ninguém fica sabendo.– afirmei. – E quando for fazer eu sei como é. Sem surpresas. E sei que vc vai gostar também.
— Eu quero te mostrar uma coisa — ele disse, pegando a mão dela e levando até a própria virilha. O rosto dela mudou na hora. Os olhos arregalaram, a boca abriu, e ela pensou em recuar, mas ele segurou.
— Não foge — ele sussurrou. — Não foge do que você sente.
— Eu... eu não... — ela gaguejou, olhando para mim.— Eu tenho curiosidade sim rs.

Eu levantei e me aproximei por trás, coloquei as mãos nos ombros dela. Ela estava respirando ofegante.

— Bruna — eu sussurrei no ouvido dela. — Relaxa. Deixa ele te mostrar o quanto você é especial. E como pode ser gostoso.
Ela engoliu em seco. — Mas... mas eu nunca...
— Shhh — eu passei as mãos pelos braços dela, sentindo a pele arrepiada. — Ninguém vai saber. É nosso segredo. E eu vou estar aqui. Eu vou te ajudar.
Carlos aproximou o rosto do dela. — Você confia em mim?
Ela hesitou, depois assentiu.
— Então me beija — ele ordenou.

O beijo foi estranho no início. Ela não sabia o que fazer, ficou rígida enquanto ele explorava sua boca. Mas aos poucos ela foi relaxando, e eu vi quando as mãos dela subiram timidamente para o peito dele.

— Tira a roupa dela, Laurinha — Carlos ordenou, afastando-se para observar.
Eu obedeci. Puxei a blusa por cima da cabeça dela, revelando um sutiã branco simples. Depois abaixei a saia, deixando-a apenas de calcinha.
— Não se esconda — eu disse. — Você é linda.
Carlos se aproximou, examinando-a como se fosse um troféu. Ele tocou os seios por cima do sutiã, depois desceu a mão até a calcinha, massageando por cima do tecido.
— Cabaço — ele disse, quase para si mesmo. — Ainda virgem.
Ele a pegou no colo, sentou-se em uma das cadeiras e deitou ela de costas no colo, com as pernas penduradas. Eu me ajoelhei ao lado, segurando as mãos dela, que apertavam as minhas com força.
— Vai doer um pouco no início — eu avisei, olhando nos olhos assustados dela. — Mas depois fica bom. Confia em mim.
Carlos abriu as pernas dela, deitou a calcinha de lado e expôs aquela bucetinha rosada, completamente sem pelos, ainda fechadinha. Ele gemeu alto ao ver.
— Meu Deus — ele disse, passando o dedo médio pelo entremeio. — Tão molhadinha já.
Bruna gemeu, uma mistura de vergonha e prazer. — Não... não olha assim...
— Eu vou fazer muito mais que olhar — ele disse, e abaixou a cabeça para lamber.
O grito que ela deu ecoou no salão vazio. Ele chupava com vontade, metendo a língua fundo, sugando o clitóris. Eu segurava a mão dela, vendo o rosto se contorcer com o prazer desconhecido.
— Deixa acontecer — eu sussurrava. — Deixa ele te comer com a boca.
Quando ele levantou, o rosto brilhando com os fluidos dela, ele estava descontrolado. Abriu a calça jeans, puxou para baixo, e aquele pau moreno, grosso e duro, pulou para fora. Bruna arregalou os olhos.
— Não... não vai caber — ela disse. Mas, percebi o tesão e curiosidade no olhar dela. — É tão grande e duro!
— Ajuda ela, Laurinha — ele ordenou.
Eu me posicionei atrás da cabeça dela, apoiando a cabeça dela em meu colo, quanto ela seguia com as pernas pra cima, de frango assado. Carlos colocou as pernas dela nos ombros dele e posicionou a cabeça do pau na entrada daquela bucetinha apertada.
— Respira fundo, afilhada — ele disse. — Vai ser bom. Eu prometo.
Ele empurrou. Ela gemeu. Eu vi o rosto dela se contorcer enquanto ele forçava a entrada, aquele pau grosso arrombando lentamente a membrana, entrando centímetro por centímetro. Ele gemia como um animal, vendo aquela buceta virgem se abrindo para ele.

— Tá tudo bem — eu sussurrava no ouvido dela. — Tá tudo bem, Bruninha. Você tá sendo incrível, uma mulher já.
Quando ele entrou completamente, ficou parado, deixando ela se acostumar. Depois começou a mover, devagar no início, aos poucos, depois mais rápido. A dor inicial no rosto dela foi dando lugar a uma expressão diferente, de surpresa, de prazer.
— Isso — Carlos gemeu. — Isso. Toma o pau do teu padrinho. Toma tudo.
Ele a fodeu por um tempo naquela posição, até que ela começou a gemer de verdade, não de dor, mas de tesão. Foi quando ele urrou de prazer, tirou o pau pra fora melado com um pouco de sangue, e gozou em cima dela. Pegou na barriga, nos peitos.
— Agora vocês duas — ele disse, respirando ofegante. — Chupa. Quero ver vocês duas no meu pau.
Eu me posicionei na frente dele, puxando Bruna para se sentar ao meu lado. Peguei aquele pau grosso na mão, ainda quente e pulsante, e levei à boca. Chupei com vontade, mostrando para ela como fazia.
— Vem, Bruninha — eu disse, afastando-me. — Sua vez.
Ela hesitou, olhando para o pau com medo. — É muito grande.
— Tenta — Carlos pediu, gentil agora. — Só a cabeça.
Ela abriu a boca timidamente, colocou a cabeça do pau na língua. Eu vi que ela tinha dificuldade, não conseguia sem engasgar.
— Não precisa colocar tudo — eu orientei, segurando o cabelo dela. — Usa a língua. Lamba.
Ela obedeceu, lambendo a glande com a língua rosada, timidamente no início, depois com mais vontade. Carlos gemeu alto, passando a mão na cabeça dela.
— As duas juntas — ele ordenou.
Eu me aproximei, e colocamos as bocas juntas no pau dele, nossas línguas se encontrando ao redor daquele eixo grosso. Foi a coisa mais excitante que eu já fiz. Sentir a boca dela, inexperiente, contra a minha, ambas servindo aquele homem.
Ela já conseguia chupar com vontade e engolir o pau dele.
Ele nos empurrou para trás, deitou as duas no tapete do salão, uma ao lado da outra, e começou a nos chupar alternadamente. Primeiro eu, depois ela, depois eu de novo. Quando chegou na Bruna, ele meteu dois dedos dentro, preparando-a de novo.
Ele me botou de quatro e meteu na minha buceta. Começou a me foder. E mandou eu chupar a bucetinha da Bruna. Meti a língua nela, ainda descobrindo como fazer direito. Ela gemia. Sentia o pauzão dele me recheando e entrando fundo. Estava mais duro do que nunca.
— Agora eu quero comer mais dessa bucetinha virgem — ele anunciou.
Ele a penetrou de novo, dessa vez de quatro também, com ela de joelhos e eu deitada ao lado, segurando a mão dela, beijando-a na boca enquanto ele a arrombava. Os gemidos dela entravam na minha boca. O som de suas nádegas batendo na barriga dele ecoava no salão.
— Goza — eu sussurrei, vendo o rosto dele se contorcer. — Goza.
Ele gritou, um som animal. Tirou o pau e trouxe para gente beber o leite dele, jorrando forte. Bruna gemeu, sentindo pela primeira vez o sabor do gozo de um homem.
Depois, ele caiu de lado, ofegante. Eu me aproximei de Bruninha, beijei seu rosto e sua boca com leite do macho.
— Como foi? — perguntei.
Ela sorriu, ainda tremendo. — Não foi fácil... mas, confesso que eu quero mais.
Carlos riu, uma risada profunda e satisfeita. — Vocês duas são minhas agora. Minhas putinhas. As putinhas do Pastor de Igreja. As putinhas do padrasto e do padrinho.
Eu olhei para Bruninha, e ela olhou para mim. Sorrimos. Sabíamos que isso era só o começo de muitas experiências gostosas.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudei meu padrasto Pastor tirar a virgindade da afilhada dele

Codigo do conto:
273497

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
29/09/2026

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