Aline e os meninos no sítio



Conto enviado por uma "amiga".
Obs: Os nomes foram trocados.

Eu sou a Aline.

O sítio da família ficava no meio do nada. Muros altos de concreto, mata fechada em volta, nenhum vizinho por quilômetros. Só o barulho dos grilos e o farfalhar das folhas no vento. O salão aberto, com as luzes amarelas fracas, ainda cheirava a churrasco frio, cerveja quente e suor de festa.

Meu filho e o marido já estavam acabados. Os dois beberam demais. Eu carreguei o menino até o quarto dos fundos, tirei os sapatos dele com cuidado, puxei o cobertor até o peito e fechei a porta. O marido roncou fundo na cama do casal, de boca aberta, morto pro mundo. Fechei a porta do quarto também.

Voltei pro salão.

Eles ainda estavam lá. Vinte e um. Camisetas grudadas no peito, calças largas, alguns descalços. Quando me viram entrar de novo, a conversa baixou um pouco. Eu sorri, aquele sorriso educado de sempre, o mesmo que eu usava em reuniões de escola e churrascos de família.

— Ainda tem cerveja gelada no isopor?

Peguei uma lata. Sentei no banquinho de madeira perto da mesa. Cruzei as pernas. A saia justa subiu um pouco na coxa. Dei o primeiro gole. A cerveja desceu gelada, amarga, boa. Dei o segundo. E o terceiro.

Um deles, o mais quieto, só observava. Ficava num canto, bebendo devagar, sem rir alto como os outros. Outro, o mais falante, já estava solto:

— A tia voltou, hein? A festa tava ficando sem graça.

Eu ri, educada.

— Sem graça? Vocês que estão quietos demais.

O terceiro, o mais educado, se aproximou e me ofereceu outra lata já aberta. A voz era baixa, quase respeitosa.

— Se a senhora quiser, tem mais gelada no fundo.

Nossos dedos se tocaram por um segundo a mais do que o necessário. Eu não puxei a mão. Senti o olhar dele e o do quieto em cima de mim ao mesmo tempo.

A conversa foi esquentando. Eu ria mais alto do que o normal. A saia subiu de novo quando mudei de posição. Dessa vez não puxei pra baixo. O quieto olhou direto. Eu segurei o olhar dele por dois segundos antes de desviar, fingindo inocência. Por dentro, uma voz já perguntava: *O que você está fazendo, Aline?*

Mais cerveja. A cabeça começou a ficar leve. O calor subia pelo pescoço. A calcinha já estava um pouco úmida só de sentir aqueles olhos.

Alguém colocou uma música mais pesada, grave, com batida lenta. Eu levantei. O corpo já respondia. Dancei sozinha no meio do círculo deles, no começo só balançando o quadril, os braços pra cima, os seios se movendo dentro do sutiã. Os olhares pesaram todos ao mesmo tempo.

O mais falante se aproximou por trás, o peito quase colado nas minhas costas. Não tocou. Só o calor dele. O cheiro de perfume barato misturado com suor.

— Tá quente aqui hoje, né, tia…

A voz era baixa, perto da minha orelha. Eu ri, sem responder. Balancei o quadril um pouco mais pra trás, de propósito, roçando de leve na virilha dele. Senti o pau endurecer contra minha bunda. Não me afastei. *Para. Levanta e vai embora. Fecha a porta do quarto e dorme.* A voz interna falava. Eu continuei dançando.

O educado veio pela frente. Ficou olhando o decote. Eu não desviei.

— A senhora tá diferente hoje…

— Será? — respondi, a voz já mais rouca.

Eles começaram a provocar de verdade. O falante era o mais solto:

— Olha o jeito que ela tá rebolando, porra.

O quieto só observava, mas o olhar dele era o mais pesado. O educado falava baixo, quase como se pedisse licença:

— A senhora tá bem?

Eu ri. O riso saiu baixo, rouco.

— Tô melhor do que deveria.

Mais uma lata. E outra. A cabeça girava gostoso. O corpo inteiro quente. A calcinha encharcada, colada na boceta. *Por que eu não paro?* A pergunta vinha e ia embora junto com o gole de cerveja.

Sentei de novo. Dessa vez abri as pernas um pouco mais do que o necessário. A sombra entre as coxas ficou visível. O quieto se agachou na minha frente, fingindo amarrar o cadarço. Ficou ali, olhando. Eu não fechei as pernas.

— Tá vendo alguma coisa interessante? — perguntei baixo.

Ele não sorriu. Só respondeu, a voz rouca:

— Tô vendo a calcinha colada. E tá molhada pra caralho.

Meu estômago revirou de tesão e de vergonha ao mesmo tempo. O falante chegou atrás de mim, puxou meu cabelo preto pra trás com força suficiente pra eu arquejar o pescoço. A boca dele ficou colada na minha orelha.

— A gente tá vendo que a senhora tá pedindo pra ser usada.

Eu ri. O riso saiu quase um gemido.

— E se eu estiver pedindo mesmo?

*Sai daqui. Levanta agora.* A voz interna gritou. Eu fiquei sentada.

Foi o estopim.

O quieto se ajoelhou de verdade entre minhas pernas. Puxou a saia pra cima até a cintura. A calcinha branca já estava transparente. Ele encostou o nariz, cheirou fundo, e lambeu por cima do tecido, devagar. Eu soltei um gemido curto. Dois dedos puxaram a calcinha pro lado e a língua quente enterrou direto na boceta. Eu abri as pernas o máximo que deu. Ele chupou o clitóris com força enquanto dois dedos entravam e saíam, fazendo barulho molhado.

Ao mesmo tempo, o educado ajoelhou do meu lado, puxou o sutiã pra baixo e engoliu um seio. Os dentes roçaram o mamilo com uma delicadeza estranha. O falante ficou atrás, beijando meu pescoço, mordendo, enquanto a mão apertava o outro seio.

Eu gozei rápido. O corpo inteiro tremeu. A boceta latejou na boca do quieto, esguichando um pouco. Eles riram baixinho.

Me levantaram. Me viraram de costas pra mesa de madeira. O falante me empurrou de quatro em cima dela. A saia foi levantada. A calcinha foi arrancada e jogada no chão. Fiquei com a bunda no ar, a boceta exposta, pingando. Alguém abriu minhas nádegas e cuspiu no meio. A saliva escorreu quente. Depois a língua passou no meu cu, forçando a entrada. Eu gemí alto.

*O que eu tô fazendo?* A pergunta veio clara, nítida, enquanto a língua invadia. Eu não me mexi.

O primeiro pau entrou na boceta sem aviso. Grosso, quente. Ele enterrou até o fundo. Eu gritei. A dor e o prazer se misturaram num flash branco. Ele meteu com força. Outro apareceu na minha frente, segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca. Eu engoli até a garganta, engasgando, saliva escorrendo.

O primeiro gozou dentro. Quente, pulsando. O gozo começou a escorrer pelas minhas coxas. Outro já entrou no lugar. Dessa vez a sensação foi diferente: mais fundo, mais grosso, me abrindo de um jeito que fez meus olhos lacrimejarem. Eu gozei de novo enquanto ele me fodia, o corpo tremendo, a cabeça confusa. *Para. Fala pra parar.* Eu só gemí mais alto.

Me viraram. Um deitou embaixo. Eu sentei no pau dele. Outro enfiou no cu ao mesmo tempo. A dor queimou. Eu gritei. Os dois metiam. Um terceiro gozou na minha boca e eu engoli. O de baixo gozou dentro da boceta. O do cu gozou fundo. Eu sentia os jatos quentes, a pressão, o excesso escorrendo. A desorientação batia: eu não sabia mais quantos já tinham gozado, só sentia o corpo sendo usado e uma parte de mim ainda perguntando por que eu deixava.

Me colocaram de joelhos no chão frio. Um por um, me fodendo a boca. Eu engolia o que dava. O resto escorria pelo queixo, pingava nos seios. O falante era o mais bruto, segurando minha cabeça com as duas mãos e metendo fundo. O educado falava baixo enquanto gozava:

— Desculpa… não consigo parar.

O quieto não falava nada. Só olhava nos meus olhos enquanto gozava na minha língua.

Me jogaram de quatro de novo. Pau no cu, pau na boceta, pau na boca. Eles trocavam. Cada um gozava dentro. Eu sentia o gozo escorrendo, misturando, o cheiro forte. A boceta latejava, o cu ardia, a boca estava inchada. A cabeça girava entre o prazer absurdo e a vergonha. *Por que eu não paro?* A pergunta vinha cada vez mais fraca.

Alguém trouxe a coleira do cachorro. Preta, de couro grosso. Eles colocaram no meu pescoço. O clique do fecho foi seco. A guia foi presa. Eu estava de quatro, nua, coberta de porra, a coleira apertada.

— Anda.

Eu andei. De quatro. Eles me levaram pelo sítio. Pelo gramado úmido. Depois pela área da piscina.

A luz da lua batia na água parada, prateada, quase azul. O reflexo tremia quando o vento passava. Eu engatinhava na beira, os joelhos molhados de grama e terra. A coleira puxava. Meus seios balançavam pesados, o gozo escorria pelas coxas e pingava no chão de pedra. A água refletia meu corpo sujo, a coleira preta, o cabelo grudado no rosto. Um deles parou, me empurrou de quatro bem na beira da piscina e enfiou o pau. O barulho da água batendo leve misturava com o som molhado da penetração. Ele gozou dentro, os jatos quentes contrastando com o ar frio da noite. Eu olhei pra água e me vi: a mulher recatada, de coleira, sendo fodida sob a lua. A imagem ficou gravada. Depois ele puxou a guia e eu continuei rastejando, o reflexo da lua acompanhando a gente pelo caminho.

Voltei pro salão engatinhando. Eles me montaram de novo. Mais pau. Mais gozo. Eu fui preenchida por todos os vinte e um. Na boceta, no cu, na boca. Alguns voltaram. Eu estava completamente cheia. O corpo latejava inteiro, a mente nublada entre o êxtase e um vazio estranho.

Quando o último saiu, eu caí de lado no chão. Respirando pesado, a coleira ainda no pescoço. Os seios subiam e desciam. As coxas tremiam.

Eles foram embora aos poucos. O barulho dos carros, o portão. Depois, silêncio.

Fiquei ali um tempo. Depois me levantei cambaleando e fui até o banheiro da área externa. Me limpei com água fria. A coleira eu tirei e escondi.

Quando voltei pro salão, vi o monitor das câmeras ligado na parede do fundo. A tela azul piscava. Meu coração acelerou. Eu abri o sistema. As gravações estavam lá. Tudo. Do momento em que voltei do quarto. Eu dançando. Eu abrindo as pernas. Eu de quatro. Eu engatinhando com a coleira sob a lua. Eu sendo fodida. Cada ângulo. Cada gemido.

Minha mão tremeu no mouse. Comecei a apagar. Um arquivo. Outro. O coração batia na garganta. Apaguei a pasta principal. Fui no backup automático, o estômago já gelado de antecipação.

A pasta estava vazia.

Eu fiquei parada, o cursor piscando na tela preta. Cliquei de novo. Atualizei. Nada.

Alguém tinha copiado antes de mim.

Um deles tinha o vídeo inteiro.

Eu fiquei olhando a tela preta por um tempo longo demais. O corpo ainda sujo, a boceta latejando, o cu latejando, o gosto de porra ainda na boca. O medo veio devagar, frio, misturado com o resto do tesão que ainda não tinha ido embora.

Agora ele tem tudo.

E eu não sei o que esse rapaz vai fazer com isso.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico doadordeporra-pa

Nome do conto:
Aline e os meninos no sítio

Codigo do conto:
273347

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
28/09/2026

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