**Eu – Denize, 39 anos**
Eu os vi de novo na área da piscina no final da tarde.
Dessa vez não desviei. Caminhei até a mesa deles com o vestido curto batendo na coxa. O sol já estava baixo, a luz dourada grudada na pele quente.
A moça levantou o olhar primeiro. O rapaz ficou tenso na cadeira.
— Acho que está na hora de nos apresentarmos direito — eu disse, puxando a cadeira e sentando.
Ela sorriu de canto, sem timidez nenhuma dessa vez.
— Milena. — Estendeu a mão. Os dedos quentes. — E esse é meu irmão. Matheus.
Matheus só acenou com a cabeça, o rosto já vermelho. A bermuda marcava só com a proximidade.
Conversamos bobagens por alguns minutos. O condomínio. A praia. O calor. Matheus quase não falava. Milena, ao contrário, olhava direto para mim, como se já tivesse decidido alguma coisa há tempo.
Quando Matheus se levantou para buscar água na geladeira da área comum, ela se inclinou na minha direção. O cheiro do protetor solar dela misturado com algo mais doce e quente. A voz saiu baixa, só para mim, quase colada no meu ouvido:
— Eu não posso dar pra ele.
Eu levantei a sobrancelha, o coração já batendo mais forte.
— Quero. Mas não posso. — Os olhos dela estavam escuros, firmes, sem nenhum constrangimento. — Você pode.
A buceta latejou. Eu sentia o tecido do vestido grudar.
Milena continuou, sem pressa, como se estivesse explicando as regras de um jogo que ela inventou:
— Esquece esse seu comedor da praia. Dessa vez as regras são minhas. Você vai dar pro meu irmão. A gente está sozinho no apartamento desde ontem. Meus pais viajaram. Ninguém mais sobe.
Ela passou a língua no lábio inferior, devagar, e me olhou fundo.
— Usa como desculpa pro seu marido. Diz que vai visitar uma amiga nova do condomínio. Eu. Chega lá às 18h. E já vai com o cu lubrificado. Eu quero ver ele te comendo do jeito que eu vi na praia. Quero ver de perto. Não vou participar. Só vou assistir. Bem perto.
O silêncio entre nós ficou carregado demais. Eu sentia o calor subindo pelo pescoço, pelos seios, descendo quente até entre as pernas. *Ela está me oferecendo o irmão. Quer assistir. Quer ver o pau dele sumindo em mim. Quer ouvir os gemidos. Quer cheirar. Quer estar tão perto que vai sentir o calor. Que putinha deliciosa e doente.*
— E se ele não quiser? — eu perguntei, a voz já rouca.
Milena sorriu, lenta.
— Ele vai querer. Eu conheço o pau duro dele melhor do que ele imagina. Já vi demais.
Matheus voltou com a água. Milena se afastou como se nada tivesse sido dito. Mas o olhar dela ficou grudado em mim até eu me levantar.
Às 17h40 eu já estava trancada no banheiro do meu apartamento.
O marido na sala, televisão ligada. O filho no quarto com fone de ouvido.
Eu tirei a calcinha. Abri a gaveta do armário. O tubo de lubrificante. Passei generosamente no cu, os dedos entrando devagar, girando, abrindo, preparando. O gel frio no começo, depois quente com a temperatura do corpo. Enfiei dois dedos até a base, abri, fechei, abri de novo. A buceta já pingava só com a ideia. O barulho molhado dos meus próprios dedos me fez morder o lábio. *Vou entrar na casa dos dois. Vou dar pro irmão enquanto a irmã assiste. Vou sentir o pau dele me abrindo na frente dela. Vou gozar com ela olhando.*
Vista um vestido leve, solto, sem calcinha, sem sutiã. O tecido fino roçava os mamilos a cada passo, deixando eles duros. O cu escorregadio, preparado, latejando de antecipação.
Às 18h em ponto apertei a campainha do apartamento deles.
Matheus abriu.
A surpresa no rosto dele foi imediata. A boca abriu. Os olhos desceram pelo meu corpo — o vestido fino, os seios livres por baixo, as pernas nuas — e voltaram rápidos demais para o meu rosto.
— Denize?
— Sua irmã me convidou — eu disse, entrando antes que ele pudesse pensar ou fechar a porta.
Milena estava na sala, de pernas cruzadas no sofá. Vestia só uma camiseta larga cinza. Nada por baixo. A barra subia quando ela se mexia. Ela sorriu quando me viu, um sorriso lento e satisfeito.
— Pontual. Gostei.
Matheus fechou a porta atrás de mim. Ainda confuso, a respiração já mudada.
— O que está acontecendo?
Milena se levantou. Caminhou até o irmão com calma, parou bem na frente dele e falou com uma voz baixa, cruel e clara:
— Ela veio para você. Eu pedi. Eu quero assistir. Você vai comer ela. Hoje. Aqui. Do jeito que eu quiser ver.
O silêncio que se seguiu foi denso demais. Matheus olhou para a irmã. Depois para mim. A bermuda já marcava pesado, o volume claro, o tecido esticado. O pau duro só com as palavras dela.
Eu não falei nada. Só segurei o olhar dele.
Milena se virou para mim.
— Vem cá.
Ela me guiou até a mesa de jantar de madeira. A superfície lisa, fria quando minhas mãos tocaram. Milena me posicionou de pé, de frente para a mesa, e depois empurrou meu tronco para baixo com firmeza. Meu peito pressionou a madeira. A bunda ficou empinada, o vestido ainda cobrindo.
— Assim — ela murmurou atrás de mim. — Quero ver direito.
Eu senti os dedos dela no tecido do vestido. Milena ergueu o vestido devagar, centímetro por centímetro, até juntar tudo na minha cintura. O ar frio do apartamento bateu na bunda nua, no cu lubrificado, na buceta já molhada. Eu estava completamente exposta na frente dos dois.
Matheus engoliu seco. O som foi alto no silêncio.
Milena ficou ao lado, olhando. Depois falou para o irmão, a voz rouca:
— Pode chegar. Ela já está preparada. Eu mandei ela vir lubrificada.
Matheus se aproximou atrás de mim. Eu ouvi o barulho do zíper. O tecido da bermuda caindo. Depois o calor da cabeça do pau dele roçando minha bunda. Ele passou a glande pelo cu escorregadio, de cima a baixo, espalhando o lubrificante. Eu tremia. A tensão estava tão alta que eu quase pedia.
Ele empurrou.
A cabeça entrou. Grossa. Quente. Eu soltei o ar num gemido longo, a testa apoiada na mesa. Ele continuou entrando, centímetro por centímetro, abrindo, invadindo, até enterrar tudo. O pau dele chegava fundo demais. Eu sentia cada veia, cada pulso.
Quando ele enterrou até o fim, eu gritei. A voz saiu alta, quebrada, desesperada:
— Me enrraba!
O som ecoou na sala.
Milena soltou um gemido baixo, quase um animal. Ela se aproximou rápido, ajoelhou ao lado, tão perto que eu sentia a respiração quente dela na minha coxa. O rosto dela ficou a poucos centímetros do ponto onde o pau do irmão sumia dentro do meu cu. Eu sentia o calor do olhar dela. O cheiro de sexo, lubrificante e pele.
Matheus começou a foder. Forte. Fundo. Cada estocada fazia a mesa ranger e meu corpo balançar. O pau saía quase inteiro e entrava de novo com força. Eu gritava, a voz já rouca:
— Me enrraba… mais forte… assim… me arromba na frente da sua irmã…
Milena estava ao lado, a poucos centímetros, os olhos vidrados no pau do irmão sumindo e reaparecendo. Uma das mãos dela estava entre as próprias pernas, se masturbando rápido. A outra subiu até os seios. Ela beliscou os próprios mamilos por cima da camiseta, depois por baixo, apertando forte, puxando, enquanto falava com a voz tremendo de tesão:
— Isso, Matheus… fode ela… enfia tudo… olha como o cu dela está engolindo seu pau… que delícia… mais fundo, porra… arromba a vizinha na minha frente… eu quero ver cada centímetro…
Ela beliscava os peitos com força, os dedos cravando, enquanto os olhos não saíam do ponto onde o irmão entrava e saía de mim. O barulho molhado da mão dela entre as pernas se misturava com o barulho de pele batendo.
Matheus fodia cada vez mais bruto, as mãos apertando minha cintura com força. Eu gemia alto, proposital:
— Me enrraba… me enrraba… enche meu cu na frente da sua irmã…
Ele gozou com um gemido rouco e fundo. Os jatos quentes bateram lá dentro, um atrás do outro. Eu senti cada um. A porra escorrendo ao redor do pau dele enquanto ele ainda empurrava.
Mas o pau não amoleceu.
Continuou duro. Quente. Pulsando. A excitação era tanta que ele nem saiu. Continuou fodendo. Mais fundo. Mais forte. Como se o primeiro orgasmo só tivesse aumentado a fome.
Milena gritou baixo quando percebeu:
— Continua… continua, porra… ele ainda está duro… olha isso… fode ela de novo… me mostra de novo como o pau some dentro dela… belisca meus peitos enquanto eu vejo… isso…
Ela apertava os próprios seios com violência, os mamilos vermelhos entre os dedos, a outra mão se dedando sem nenhum pudor, o rosto ainda a centímetros do meu cu sendo arrombado pela segunda vez.
Matheus fodeu com raiva agora. Cada estocada batia fundo. Eu gritava, a voz já destruída:
— Me enrraba… de novo… mais… enche mais…
Ele gozou pela segunda vez, ainda mais forte, os jatos quentes enchendo o que já estava cheio. A porra sobrou, escorrendo em fio grosso pela minha buceta e pela coxa, pingando no chão.
Milena gozou vendo, as pernas tremendo, os dedos cravados no próprio peito, um gemido agudo e longo escapando enquanto ela assistia o pau do irmão ainda enterrado em mim.
Matheus ficou parado, ofegante, o pau ainda pulsando dentro do meu cu. Eu olhei de lado, a bochecha colada na madeira da mesa, e vi Milena ainda ajoelhada, os seios marcados de tanto beliscar, os dedos brilhando, o olhar preso no ponto onde o irmão ainda estava.
Eu falei, a voz rouca e suja:
— Semana que vem. De novo. E dessa vez… talvez eu deixe você chegar ainda mais perto.
Milena só sorriu, ainda ofegante, a respiração quente batendo na minha pele.
Matheus saiu devagar. A porra escorreu grossa, quente, em quantidade. Eu me levantei com as pernas tremendo. O vestido caiu de volta no lugar, mas o líquido continuava descendo pela coxa.
Saí do apartamento com o cu latejando e cheio, o cheiro de sexo grudado na pele, nas mãos, no vestido.
No elevador, olhei meu reflexo no espelho.
Sorri.
*Irmão e irmã.
Ela beliscando os peitos e pedindo para ele me arrombar.
Ele gozando duas vezes sem amolecer.
E eu voltando para o marido com a porra do vizinho escorrendo pela perna.*
Quando cheguei em casa, meu marido perguntou se a amiga nova era legal.
— É — eu respondi, sentando com cuidado, sentindo o líquido quente ainda sair. — Bem legal.