**Eu – Alexandre, 44 anos**
Eu já suspeitava.
Sandra nunca tinha demonstrado interesse real pela obra. De repente começou a aparecer no final da tarde, sempre de saia, sempre com alguma desculpa. Naquele sábado eu cheguei mais cedo e me escondi atrás do container de materiais no segundo pavimento ainda aberto. Eram quase 19h. O sol já tinha descido. A obra estava silenciosa, só os dois vigias do plantão noturno.
O coração batia forte. *Você é um homem de 44 anos, empresário, e está se escondendo para ver a própria mulher se exibir para dois vigias. Isso é doentio.*
Mas eu não saí dali.
Sandra chegou pontualmente às 19h. Saia preta justa até o meio da coxa, blusa branca fina sem sutiã, saltos baixos que faziam o quadril balançar. Os mamilos já marcavam com o vento frio da noite. Raimundo, o alto magro tatuado, estava encostado na parede fumando. Aldo, o baixinho evangélico, segurava a bíblia pequena e olhava o celular.
— Boa noite, moços — ela falou, voz baixa, quase tímida, o sorriso pequeno de quem se envergonha de existir. — Vim só dar uma olhada no acabamento. O Alexandre não para de falar dessa obra… resolvi ver com meus próprios olhos.
Raimundo passou o olhar inteiro nela, devagar, de cima a baixo. Aldo engoliu seco e desviou o rosto, mas os olhos voltaram quase na mesma hora.
Sandra começou o jogo como quem não sabe que está jogando.
Foi até a parede recém-rebocada, se abaixou para “inspecionar” o rodapé. A saia subiu centímetro por centímetro. Eu vi a parte de trás das coxas claras, depois a calcinha branca fina, o tecido já levemente colado. Ela ficou naquela posição longos segundos, os dedos passando devagar pela massa seca, a bunda mexendo de leve como se estivesse equilibrando o corpo. Raimundo não disfarçou. Cruzei as pernas atrás do container e apertei o pau por cima da calça.
*Ela está fazendo de propósito. Minha esposa está se oferecendo. E eu estou duro só de ver.*
Sandra se levantou, passou as duas mãos pela saia como se ajeitasse, e olhou por cima do ombro para os dois.
— Está ficando bonito, né? — perguntou, a voz ainda baixa. — Vocês devem achar um saco ficar o sábado inteiro aqui… sozinhos… sem nada para distrair.
Raimundo soltou a fumaça pela narina e respondeu sem pressa:
— Tem hora que o saco aperta mesmo, dona Sandra.
Ela riu baixinho, envergonhada, e levou a mão ao peito como se a risada a tivesse deixado sem ar. O gesto fez a blusa abrir um pouco mais. Os seios pesados se moveram. Ela não usava sutiã. Nunca usava nesses dias.
Foi até a escada de madeira que dava para o mezanino. Subiu o primeiro degrau. Depois o segundo. A cada passo a saia subia mais. Do ângulo de baixo, Raimundo e Aldo conseguiam ver tudo: a parte de dentro das coxas, a curva da bunda, a calcinha já escurecida no meio. Sandra parou no quarto degrau, se inclinou para “olhar uma rachadura na parede” e ficou de quatro sobre a madeira. As mãos apoiadas, a bunda empinada, a saia quase no quadril.
A calcinha colou na buceta. Eu vi o tecido molhar de verdade. Uma mancha escura se espalhando.
Ela ficou assim por quase dois minutos inteiros, mexendo o quadril de leve, como se estivesse tentando enxergar melhor. Raimundo deu um passo à frente. Aldo apertou a bíblia no bolso e murmurou algo que parecia uma oração, mas não tirou os olhos.
Sandra desceu a escada de costas, ainda curvada. O líquido dela escorreu. Uma gota transparente, depois outra, caiu direto no ombro de Raimundo. Ele olhou para cima. Ela olhou para baixo. O sorriso tímido dela apareceu de novo.
— Nossa… desculpa — sussurrou, a voz embargada de falsa vergonha. — O calor da tarde ainda está em mim… e vocês ficam me olhando desse jeito…
*Ela está pingando neles. Minha mulher está pingando de tesão na frente de dois vigias e eu estou escondido com a mão dentro da calça.*
A culpa veio quente, misturada com um prazer nojento que eu odiava admitir.
Sandra chegou ao chão e ficou entre os dois, mais perto do que o necessário. Passou a mão no braço tatuado de Raimundo, como se apenas se equilibrasse depois da escada. Os dedos dela deslizaram devagar pela pele, sentindo os desenhos, subindo até o ombro.
— Vocês trabalham tanto… deve ser cansativo ficar o dia inteiro aqui sem… distração nenhuma.
Raimundo segurou o pulso dela com força leve e puxou para perto do corpo.
— A senhora está brincando com fogo, dona Sandra.
Ela baixou os olhos, falsa tímida, e abriu o segundo botão da blusa. Depois o terceiro. Os seios pesados quase saltaram. Os mamilos duros, escuros, apontavam através do tecido fino. Ela deu um passo ainda mais perto, o peito quase roçando o braço tatuado.
— Eu só queria ver a obra — repetiu, a voz quase um sussurro. — Mas está tão quente… e vocês ficam me olhando como se eu fosse… alguma coisa.
Ela se afastou um pouco, foi até a mesa de madeira onde ficavam as plantas da obra, e se inclinou sobre elas. A saia subiu de novo. Dessa vez ela abriu as pernas um pouco mais, “para se equilibrar”. A calcinha molhada ficou completamente à mostra. Raimundo respirou fundo. Aldo passou a mão no rosto, suando.
Sandra olhou por cima do ombro, o cabelo caindo no rosto, e falou baixo:
— Vocês dois… estão me deixando sem jeito. Eu consigo sentir o olhar de vocês na minha… pele.
Ela se virou de frente para eles, ainda inclinada, e abriu o último botão da blusa. A peça se abriu por completo. Os seios pesados caíram livres, os mamilos duros e escuros. Ela não se cobriu. Apenas ficou ali, respirando um pouco mais rápido, o peito subindo e descendo.
— Eu nunca fiz nada assim — murmurou, a voz embargada. — Nunca. Mas desde que comecei a vir aqui… vocês ficam me olhando… e eu fico molhada. Toda vez. Eu sinto o líquido escorrendo pela coxa quando subo a escada. Eu sei que vocês veem.
Raimundo deu outro passo. Aldo não se mexeu, mas a calça dele já marcava.
Sandra passou a mão nos próprios seios, apertando de leve, os dedos roçando os mamilos.
— Eu fico pensando nisso a noite inteira. No que vocês fariam se eu… deixasse. No que o Raimundo faria com essas mãos grandes. No que o Aldo faria se parasse de rezar um pouco…
Ela se aproximou de novo, agora bem perto, e colocou uma mão no peito de cada um.
— Eu quero. Hoje. Aqui. Os dois.
A iniciativa foi toda dela.
Sandra se ajoelhou na frente deles. Abriu a calça de Raimundo primeiro, puxou o pau grosso e já duro e o engoliu até a garganta sem hesitar. Depois puxou Aldo pela frente da calça, tirou o pau menor e o levou à boca também, alternando entre os dois, babando, chupando, olhando para cima com os olhos úmidos.
— Mama nos meus peitos — ela ordenou, a voz rouca de tesão. — Os dois. Agora.
Raimundo e Aldo se ajoelharam. As bocas famintas engoliram os mamilos. Eles mamavam como bezerros, puxando, chupando, babando os peitos dela. Sandra gemia alto, a cabeça jogada para trás, as mãos segurando as cabeças dos dois contra o peito.
— Isso… mama forte. Eu preciso disso. Dois anos sendo só a esposinha certinha… agora chupa esses peitos até doer. Mais… mais fundo…
Eu do container via tudo. O pau latejava na mão. *Ela nunca me deixou chupar assim. Nunca gemeu assim pra mim. E agora está dando os peitos para dois vigias enquanto eu me escondo como um cuckold nojento.*
A humilhação era deliciosa e insuportável ao mesmo tempo.
Sandra empurrou os dois para trás, se levantou, tirou a saia e a calcinha de uma vez e se virou de frente para a parede crua. Olhou por cima do ombro.
— Me fode. Os dois. Ao mesmo tempo.
Raimundo enfiou o pau grosso na buceta de uma vez. Aldo cuspiu no cu dela e entrou devagar. O DP começou. Sandra gritou, o corpo preso entre os dois.
— Me fode… os dois… arromba essa puta casada…
Eles a foderam sem piedade. Raimundo no cu, Aldo na buceta, as estocadas desencontradas, o som de pele batendo, os gemidos dela cada vez mais sujos. Eu via o pau de Raimundo sumindo inteiro no cu da minha mulher. Via o gozo dela escorrendo pelas coxas, misturado com a saliva dos dois.
Quando Raimundo gozou fundo no cu dela, puxou o pau ainda pulsando e empurrou a cabeça de Sandra para baixo. Ela bebeu o resto que ainda escorria, a língua para fora, engolindo tudo. Aldo gozou na boca dela logo depois. Sandra engoliu, mostrou a língua branca e suja, e sorriu.
Eles ainda a usaram mais um pouco. Raimundo voltou a mamar nos seios enquanto enfiava os dedos no cu gozado. Aldo reza baixinho entre uma estocada e outra, mas não parava de foder.
No final, Sandra se afastou, ofegante, nua da cintura para baixo, os seios marcados de chupões roxos, o gozo escorrendo pelas pernas. Foi até a torneira da obra, abriu e se lavou na frente deles. A água fria escorria pelos peitos, pela barriga, pela buceta ainda vermelha e aberta. Os dois olhavam em silêncio, meio assustados agora que a excitação baixava.
Ela se vestiu devagar, ajeitou o cabelo e olhou para os dois com um sorriso frio, quase doce.
— Se isso virar notícia… se alguém ficar sabendo… eu faço uma denúncia. Digo que vocês me forçaram. Vocês vão presos. Entenderam?
Raimundo e Aldo acenaram, pálidos.
Sandra se aproximou, passou a mão no peito de cada um e falou baixo, a voz novamente tímida:
— Mas se ficarem de bico calado… eu volto. Sábado que vem. Mesmo horário.
Ela saiu andando, a saia balançando, como se nada tivesse acontecido.
Eu continuei escondido atrás do container por longos minutos, a mão ainda suja de porra, o peito apertado de culpa e um prazer nojento que eu odiava admitir.
Minha esposa tinha acabado de ser comida por dois vigias na minha própria obra.
E eu já sabia que, no próximo sábado, estaria escondido de novo.