Minha mulher e os policias

Me chamo Airton

A estrada estava escura pra caralho.

Poucos postes. Mato alto dos dois lados. O painel do carro era a única luz constante. Marina estava no banco do passageiro com a saia preta curta já subida até a metade da coxa, as pernas abertas o suficiente para eu ver a sombra entre elas. A blusa branca aberta em dois botões. Os peitos pesados marcavam o sutiã preto. O cabelo preto caía pelos ombros e ela ficava brincando com uma mecha enquanto me olhava de canto.

A gente não tinha transado ainda. Tinha só se agarrado no estacionamento do restaurante. Beijos longos, mão por baixo da saia, o dedo dela deslizando por cima da minha calça. O tesão estava tão alto que o ar dentro do carro parecia mais quente. Eu sentia o cheiro dela. Aquele cheiro doce e sujo de buceta molhada que ela solta quando está no cio.

Eu dirigia com uma mão. A outra estava na coxa dela, subindo devagar, parando, apertando.

— Continua — ela murmurou, a voz baixa. — Mais pra cima. Eu quero chegar em casa pingando.

Foi aí que as luzes azuis apareceram no retrovisor.

— Merda…

Parei no acostamento. O coração bateu mais forte, mas não era só nervoso. Tinha alguma coisa suja misturada. Antecipação.

Dois policiais desceram da viatura. O mais velho, uns 47 anos, cara sério, bigode ralo, olhar de quem já viu demais e não sorri fácil. O mais novo, uns 30, magro, desconfiado, cara de novato que ainda tentava parecer durão.

O mais velho chegou na minha janela. Lanterna na mão. Bateu a luz no meu rosto, depois varreu o interior do carro. Parou em Marina. A saia curta. As pernas. O decote. Eu vi a narina dele se abrir um pouco. Ele sentiu o cheiro.

— Documento e CNH.

Entreguei. Ele olhou devagar, demorando mais do que o necessário. Depois olhou de novo pra ela.

— O senhor desce. Agora.

Desci. O ar da madrugada estava frio, contrastando com o calor que ainda vinha do banco. O mais novo já estava do outro lado, perto da porta dela.

O policial mais velho cheirou o ar de propósito, bem na minha frente.

— Tá com cheiro estranho esse carro. Vocês vieram de onde?

— De um restaurante — respondi, a voz um pouco rouca.

Ele não comentou. Só olhou de novo pra Marina, que ainda estava sentada, a respiração visivelmente mais acelerada, o peito subindo e descendo. O sorriso safado ainda não tinha aparecido por completo. Só o canto da boca.

— Moça, desce também.

Marina desceu com calma. A saia subiu quando ela passou a perna para fora do carro. Eu vi o fio da calcinha vermelha. O policial mais velho também viu. Ele não disfarçou.

Ele se virou pra mim com o rosto fechado.

— Tenho a impressão que o senhor pode estar tentando se aproveitar dessa mulher. Ela parece alterada. Vou ter que separar vocês por enquanto.

Não era verdade. Mas eu não discuti. A humilhação já estava começando e a parte nojenta e viciada de mim já estava gostando.

Ele me levou até a viatura e me colocou no chiqueirinho de trás. A grade fria entre eu e o banco da frente. A janela lateral me dava visão quase perfeita de onde Marina estava sendo abordada no acostamento. Eu conseguia ver tudo. O som entrava abafado, mas entrava. Longe, algum farol passou na estrada e sumiu. O risco de sermos vistos estava ali, constante.

*Ele sabe. O filho da puta sentiu o cheiro de buceta molhada e já está desconfiando. E eu estou aqui trancado, de pau duro, prestes a assistir.*

Lá fora, o policial mais velho parou na frente dela. O mais novo ficava um pouco atrás, observando, a mão perto do cinto, o corpo rígido demais para alguém que não estava afetado.

— Qual seu nome completo?

— Marina.

— Marina… vocês estavam fazendo o quê exatamente dentro desse carro a essa hora?

Ela demorou um segundo para responder. Passou a língua no lábio inferior, devagar, e olhou primeiro para o policial, depois de relance para a viatura onde eu estava.

— A gente estava voltando para casa, senhor. Só isso.

— Só isso? — ele repetiu, a voz seca. — Porque o cheiro dentro do carro não é de “só isso”.

Marina inclinou a cabeça levemente, o cabelo preto caindo sobre um ombro.

— E que cheiro o senhor acha que é?

O policial mais velho deu um passo mais perto. A lanterna dele desceu do rosto dela para o peito, depois para a saia.

— Cheiro de sexo. Ou de alguém que estava prestes a ter sexo.

Marina soltou um riso baixo, quase um sopro.

— A gente se pega muito, senhor. Meu marido gosta de me deixar… ansiosa. Antes de chegar em casa. É um joguinho nosso.

— Joguinho — ele repetiu. — Então me explica por que sua respiração está assim. E por que sua saia está tão levantada.

— Porque eu estava confortável — ela respondeu, a voz macia, provocante sem ser direta. — E porque eu gosto quando ele coloca a mão na minha coxa enquanto dirige. Eu peço. Eu gosto de sentir a mão dele subindo. Gosto de ficar molhada no banco do carona. Isso é crime agora?

O mais novo se mexeu atrás, o peso passando de uma perna para a outra. O mais velho não tirou os olhos dela.

— Comecei a desconfiar que a senhora possa estar transportando alguma coisa. Drogas, talvez. Vou precisar fazer uma revista.

Marina olhou para ele por alguns segundos em silêncio. Depois passou o olhar pela viatura de novo, direto para mim, e o sorriso safado finalmente apareceu por completo. Lento. Consciente.

— Pode revisar, senhor. Eu não tenho nada escondido.

Ele mandou ela colocar as mãos no capô da viatura. Ela obedeceu com uma calma quase teatral, rebolando os quadris só o suficiente quando se curvou. A saia subiu mais um pouco. O tecido preto contrastava com a pele clara das coxas.

O policial mais velho começou a passar as mãos pelos braços dela, devagar, de cima para baixo. Os dedos firmes, explorando. Depois pelos ombros. Desceu pela coluna, por cima da blusa. Parou na cintura. Apertou. Continuou descendo até os quadris. As mãos grandes seguraram a carne com firmeza, como se estivesse realmente procurando alguma coisa. Ficou ali alguns segundos a mais do que o necessário, os polegares fazendo círculos lentos.

Marina soltou um suspiro baixo, quase inaudível. O vapor da respiração dela saiu branco no frio da madrugada.

Ele subiu as mãos de novo e passou pelos lados dos seios. Depois, sem pedir licença, apertou os dois por cima da blusa e do sutiã. Os dedos afundaram na carne pesada. Marina empurrou o peito para frente de leve, quase sem parecer de propósito. O mais novo engoliu seco, o olhar fixo demais.

— Isso também faz parte da revista? — perguntou ela, a voz já um pouco mais rouca.

— Faz se eu achar necessário.

Ele apertou de novo. Mais forte. Os seios dela se moldaram nas mãos dele. Marina fechou os olhos por um segundo e abriu a boca, sem gemer ainda. Só a respiração mais funda.

*Ela está gostando. Já está gostando e ainda nem tirou a roupa. Eu nunca consegui fazer ela respirar assim só com um aperto. E eu estou aqui dentro, trancado, assistindo minha mulher ser apalpada no meio da estrada por um desconhecido.*

O policial desceu as mãos pela barriga. Os dedos roçaram o umbigo. Parou no cós da saia. Puxou o tecido para cima, devagar, centímetro por centímetro. A pele da barriga apareceu. Depois o elástico da calcinha. Vermelha. Fina. Renda.

A frase escrita em letras pretas bem visíveis surgiu aos poucos:

**PUTA DO CORNO**

O silêncio que se seguiu foi pesado. O mais novo deu um passo à frente sem perceber. O mais velho ficou olhando para a frase por alguns segundos longos. A lanterna tremia levemente na mão dele.

— O que é isso? — ele perguntou, a voz mais baixa.

Marina virou o rosto só o suficiente para olhar para ele por cima do ombro. O sorriso safado estava inteiro agora, mas ainda controlado.

— É só uma calcinha, senhor. Eu gosto de usar coisas assim. Me faz sentir… diferente.

— Diferente como?

— Desejada. Olhada. — Ela falou devagar, saboreando. — Meu marido também gosta. Às vezes ele escolhe a calcinha pra mim. Hoje fui eu quem escolheu. Achei que combinava com a noite.

O policial mais velho não respondeu logo. Só passou o dedo por cima da frase escrita, como se quisesse confirmar que era real. O tecido era fino. Ele sentiu o calor dela através dele.

Depois enfiou os dedos no elástico da calcinha vermelha e puxou para baixo, bem devagar. O tecido desceu pela bunda, pelas coxas. A buceta apareceu. Os pentelhos pretos, curtos e bem tratados. E no meio, um fio grosso e transparente de mel escorreu, preso entre os lábios inchados e o tecido da calcinha. Alongou. Tremendo. Quebrou. Caiu na coxa interna e começou a descer devagar, brilhando sob a luz da lanterna.

O cheiro subiu. Doce. Sujo. Inconfundível.

— Porra… — o mais novo murmurou, a voz falhando um pouco.

Marina não se mexeu. Continuou curvada no capô, as pernas ligeiramente abertas, a calcinha vermelha presa no meio das coxas. O fio de excitação continuava a escorrer, agora formando um segundo caminho pela pele.

— Eu avisei que estava molhada, senhor — ela falou, a voz macia, quase doce. — Meu marido passa a noite inteira me provocando. Mão na coxa. Dedo por cima da calcinha. Beijo no pescoço. Eu fico assim. Pingando. É o nosso joguinho. Ele gosta de me ver molhada. Gosta de me ver sendo olhada por outros homens. Às vezes eu acho que ele gosta mais disso do que de me comer.

Eu dentro da viatura apertava o pau por cima da calça com força. O coração batia na garganta. *Ela ainda não entregou tudo. Está brincando. Está me humilhando aos poucos. E eu estou gozando com cada palavra, com cada segundo que essa calcinha fica presa na coxa dela.*

O policial mais velho passou o dedo indicador pelo fio de mel que ainda escorria. Espalhou o líquido pelos lábios inchados dela, de cima a baixo, sentindo a textura. Marina soltou um gemido baixo, longo, de quem estava se segurando há tempo demais.

— Continua — ela pediu, quase sussurrando. — Por favor. A revista ainda não acabou, não é? O senhor precisa ter certeza de que eu não estou escondendo nada…

Ele enfiou o dedo. Devagar. Até o meio. O barulho molhado foi obsceno no silêncio da estrada. Marina empurrou a bunda para trás, buscando mais, o movimento pequeno e deliberado.

— Mais fundo… assim… isso… o senhor tem as mãos grandes…

O mais novo não aguentou. A hesitação dele quebrou. Se aproximou e passou a mão por baixo, apertando o seio dela por cima da blusa. Os dedos tremiam um pouco. Marina virou o rosto para ele e sorriu, o olhar me encontrando através da janela da viatura ao mesmo tempo.

— Pode tirar. Eu quero que você veja. Quero que você sinta o peso. Eu gosto quando chupam forte. Gosto de sentir dente. Gosto de ficar marcada.

O mais novo puxou a blusa e o sutiã para baixo num movimento só. O seio esquerdo saltou, pesado, o mamilo escuro e duro. Ele abaixou a cabeça e chupou com força, quase com fome. O som molhado da boca dele se misturou com o barulho dos dedos do outro policial dentro da buceta dela. Marina gemeu alto pela primeira vez, o vapor saindo da boca no frio.

— Isso… mais forte… puxa… eu adoro…

Ela olhou direto para a janela da viatura, direto para mim, e sorriu enquanto era digitada e mamada.

— Olha pra ele… — ela falou, a voz quebrada de prazer. — Meu marido está aí dentro. Deve estar de pau duro me vendo assim. Ele adora. Adora me ver sendo usada. Não é, amor? Adora ver a puta dele pingando na mão de outro homem. Adora ver outro homem chupando o que é “dele”.

O policial mais velho tirou os dedos, abriu a calça e tirou o pau grosso, já completamente duro. Passou a cabeça inchada entre os lábios dela, espalhou o mel de cima a baixo, e enfiou de uma vez.

Marina gritou. As mãos escorregaram no capô. O metal bateu com o corpo dela a cada estocada.

— Porra… me fode… assim… forte… me usa…

Ele fodeu bruto. Cada estocada fazia o corpo dela bater no metal da viatura. O mais novo continuava mamando o seio com violência, puxando o mamilo, chupando, babando, o rosto já molhado. Marina olhava para mim o tempo todo. Mesmo sendo comida, sorria. O sorriso safado nunca desaparecia por completo.

Longe, outro farol passou na estrada. Por um segundo o medo de sermos vistos subiu. Depois sumiu, engolido pelo tesão.

Quando o mais velho cansou da buceta, cuspiu no cu dela, forçou a cabeça do pau e entrou. Marina soltou um grito agudo, o corpo inteiro tensionando, as unhas arranhando o capô.

— Isso… me arromba… eu adoro no cu… goza dentro… por favor… enche eu…

Ele fodeu o cu com força. O mais novo trocou de seio e chupou o outro com a mesma fome, quase desesperado. Marina gemia sem parar, pedindo mais, olhando para mim, o sorriso safado misturado com a expressão de quem estava sendo destruída de prazer.

Quando o mais velho gozou fundo no cu dela, puxou o pau ainda pulsando e o mais novo tomou o lugar quase imediatamente. Entrou no cu já gozado e fodeu também, gemendo baixo, a hesitação de novato completamente sumida. Marina pedia para não parar. Pedia para gozar dentro de novo.

Quando o mais novo gozou, ela se virou, ajoelhou no acostamento de terra e pediu os dois paus na boca. A calcinha vermelha ainda presa num tornozelo, a frase “Puta do corno” suja de terra e de mel.

— Eu quero mais — ela falou, a voz rouca, destruída de prazer, olhando para mim enquanto falava. — Fica duro de novo. Os dois. Me come mais. Eu ainda não cansei. Eu quero sentir vocês dois de novo. Me usa até eu não aguentar mais andar. Goza em mim de novo. Eu quero voltar para casa cheia e pingando. Quero que meu marido sinta o cheiro de vocês em mim.

Ela chupou os dois, alternando, babando, engolindo, olhando para mim o tempo todo. Os policiais endureceram de novo. E começaram outra vez. Um no cu, o outro na boca. Depois trocaram. Marina pedia mais. Insistia. Ria entre os gemidos.

Eu dentro da viatura, a mão dentro da calça, o pau latejando, a humilhação e o tesão se misturando até doer. O frio da madrugada não chegava mais em mim. Só o calor nojento e gostoso de ver minha mulher ser comida por dois estranhos no meio de uma estrada escura.

A calcinha vermelha com “Puta do corno” ainda presa no tornozelo dela.

E ela olhava para mim.

E sorria.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha mulher e os policias

Codigo do conto:
273639

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/10/2026

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