Suruba da mamãe

Enviado por uma "amiga"

Eu só ia organizar as caixas.

Pai viajando a trabalho. Mãe na confraternização da empresa. A casa silenciosa. Subi no banquinho pra alcançar a caixa mais alta do guarda-roupa e vi o disco.

Estava preso entre a parede e o móvel. Sem capa. Sem nome. Só o CD prateado, empoeirado, quase invisível. Deve ter caído do case faz meses. Talvez anos.

Peguei.

Fiquei olhando pra ele na minha mão por um tempo longo demais. A voz na minha cabeça já dizia pra jogar fora. Ou devolver. Ou fingir que nunca tinha visto. Em vez disso, levei pro quarto, fechei a porta com chave e coloquei no notebook.

O player abriu. A tela ficou preta por dois segundos. Depois a imagem apareceu.

Água de piscina. Sol de final de tarde. Muros altos. Cadeiras de praia. E a minha mãe.

Marta. 43 anos. Mulata clara, corpo ainda bonito, seios pesados, cintura fina. Estava de shortinho branco molhado, colado. Os peitos completamente de fora. Dançando na boca de uma garrafa de cerveja, rebolando devagar, rindo, enquanto várias mãos — de homens e de pelo menos duas mulheres — apertavam, beliscavam e chupavam aqueles seios.

Eu congelei.

A mão que ia fechar o notebook parou no ar. O estômago revirou. Um calor subiu pelo pescoço. *Não. Isso não é ela. Não pode ser.*

Mas era.

Eu reconheci o colar. O jeito de jogar o cabelo pra trás. A marca de nascença embaixo do peito esquerdo. Era a minha mãe.

Fiquei parada, sentada na beira da cama, olhando. O vídeo continuava. Alguém gritava “isso, Marta, mostra esses peitos”. Ela ria, jogava a cabeça pra trás e empurrava o peito ainda mais na boca de um homem barbudo. Do outro lado, uma mulher puxava o mamilo com os dentes. A mãe gemia. Um gemido baixo, rouco, de quem estava gostando.

Minha boca estava seca. As pernas se fecharam sozinhas. Eu ainda não tinha me tocado. Só assistia, o coração batendo no ouvido.

*Ela está bêbada. Tem que estar. Isso não é a mulher que me criou.*

O Sr. Aroldo apareceu no enquadramento. Sentado numa cadeira, camisa aberta, copo de whisky na mão. Ele falava alguma coisa que o áudio não pegava direito. A mãe se afastou da garrafa, caminhou até ele cambaleando e ajoelhou entre as pernas dele. Ofereceu os seios. Ele abaixou a cabeça e mamou. Forte. A mãe segurou a cabeça do chefe com as duas mãos e rebolou o peito contra a boca, os olhos semicerrados, a boca aberta.

Eu senti a calcinha grudar.

*Para. Fecha isso. Você não precisa ver.*

Mas eu não fechei. Aumentei o volume.

A cena mudou. Agora a mãe estava de quatro numa espreguiçadeira. Um homem chupava a buceta dela com barulho molhado e constrangedor. Outro estava atrás, a língua enterrada no cu. Dois ainda mamavam nos seios, um de cada lado, puxando os mamilos como se fossem tirar leite. O shortzinho estava no chão. A buceta pingava. Um fio transparente escorria pela coxa e pingava na madeira. Mistura de excitação e álcool.

Minha mão desceu sem eu perceber. Por cima da calça. Apenas pressionando.

*Olha a cara dela. Ela está adorando. Minha mãe está sendo comida por vários e está adorando.*

A culpa veio quente. Raiva também. Raiva dela. Raiva de mim por não conseguir parar. Raiva do pai por talvez saber e não fazer nada. Ou por não saber.

O Sr. Aroldo se levantou, abriu a calça e enfiou o pau na boca dela. A mãe engoliu até o fundo, engasgando, enquanto os outros continuavam. Depois ele tirou, deu a volta e enfiou no cu de uma vez. Sem muito preparo. A mãe gritou. Um grito agudo, quebrado, misturado com prazer. Ele fodeu bruto. Cada estocada fazia os seios dela balançarem na boca dos outros dois.

Eu abri o botão da calça. A mão entrou. A calcinha já estava encharcada. Dois dedos deslizaram pelo clitóris. Eu tremia.

*Será que o pai sabe?
Será que ele já viu isso?
Será que ele gosta de imaginar a mulher dele assim?
Ou será que ela faz escondido, igual eu tô fazendo agora, gozando sozinha com a putaria da própria mãe?*

A imaginação disparou contra a minha vontade. Eu via o vídeo e ao mesmo tempo inventava. Imaginava o pai escondido atrás de uma árvore do sítio, pau na mão, assistindo. Imaginava ele mandando ela continuar. Imaginava ele chegando perto no final e gozando no rosto dela enquanto os outros ainda estavam dentro.

No vídeo, a mãe já estava com o cu vermelho e aberto. O Sr. Aroldo tirou o pau e outro homem entrou no lugar. Depois outro. Ela foi passada de mão em mão. A buceta e o cu escorriam. Em determinado momento ela se levantou, cambaleando, as pernas abertas, e começou a desfilar na beira da piscina. Andava devagar. A porra escorria pelas coxas, pelo cu, pingava no chão quente. Os seios marcados de chupões e dedos. O cabelo colado no rosto. E ela sorria. Um sorriso sujo, orgulhoso, quase desafiador.

*Olha pra ela… desfilando com a buceta e o cu escorrendo porra de vários homens. A mesma mulher que me cobrava pra estudar. Que dizia pra eu me respeitar.*

Eu enfiei dois dedos. O barulho molhado da minha mão era vergonhoso. Gemia baixo, com medo de alguém ouvir, mesmo sabendo que a casa estava vazia.

A cena mudou de novo. Agora ela estava deitada numa mesa de madeira. Quatro pessoas ao mesmo tempo: dois mamando nos peitos com fome, quase brigando pelos mamilos, um chupando a buceta com barulho obsceno, outro com a língua enterrada no cu. A mãe gemia sem parar, a cabeça jogada pra trás, a boca aberta, a língua de fora. Alguém gozou no rosto dela. Ela abriu a boca e engoliu. Outro gozou nos peitos. Ela passou a mão e espalhou o branco pela pele, como se estivesse se passando protetor solar.

Eu gozei pela primeira vez ali. As coxas tremeram. A buceta apertou os dedos com força. Um gemido longo e abafado saiu da minha garganta. A culpa veio logo atrás, pesada. *Você acabou de gozar vendo a sua mãe ser usada. Que porra de filha você é?*

Mas eu não parei o vídeo.

Continuei. Os dedos voltaram a se mexer quase na mesma hora. A buceta ainda latejava e já pedia mais.

A parte final foi a que me destruiu de vez.

A mãe ajoelhada no chão de pedra, rodeada de homens. Vários paus. Ela ia de um em um, chupando, engolindo, pedindo pra gozarem na boca. Quando a boca enchia, ela engolia com dificuldade e abria de novo, a língua para fora, pedindo mais. Em determinado momento o Sr. Aroldo segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a garganta com força enquanto outro homem gozava fundo no cu dela. A mãe engasgava, lágrimas escorriam, saliva e porra escorriam pelo queixo, mas ela não pedia pra parar. Só gemia e engolia.

Eu gozei de novo. Mais forte. O corpo inteiro tremeu. A mão ficou encharcada. A respiração falhava.

O vídeo ainda não tinha acabado.

No final ela estava sentada no colo do Sr. Aroldo, o pau dele ainda enterrado no cu, os seios sendo apertados e chupados por duas mulheres. Ela olhava direto pra câmera — alguém estava filmando de propósito — e dava um beijo demorado, sujo, no chefe. Depois se virava de novo pra lente e falava, a voz rouca, bêbada, satisfeita:

— Grava tudo… quero ver depois… quero ver como eu fico quando viram puta…

A tela ficou preta.

Eu continuei sentada na beira da cama, ofegante, as pernas abertas, a mão ainda dentro da calcinha, a buceta latejando, o gosto de culpa e tesão misturados na boca.

*Será que o pai sabe?
Será que ele gosta de saber que a mulher dele vira uma puta em confraternização de empresa?
Será que ele já comeu ela depois de uma dessas noites, sentindo o cu dela folgado e cheirando a porra de outros homens?
Será que ele já gozou imaginando exatamente o que eu acabei de ver?*

Eu fechei o notebook devagar.

Mas não deletei o arquivo.

Copiei pro celular.

E já sabia que, mais tarde, quando a casa ainda estivesse silenciosa, eu ia abrir de novo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Suruba da mamãe

Codigo do conto:
273613

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
01/10/2026

Quant.de Votos:
3

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