Luiza torturando o vizinho



Conto enviado por uma "Amiga" ^_~

**Eu – Luiza, 42 anos**

Eu não sabia que tinha aquilo dentro de mim.

Dois anos sem sentir um homem. Dois anos de trabalho, academia, silêncio. Até a janela do 1203 começar a me devorar.

A primeira vez que senti o olhar foi um acaso. Eu me trocava para a academia, 19h em ponto, e percebi a silhueta do outro lado. Não fechei a cortina. Fiquei parada, de sutiã aberto, os seios pesados caindo para frente enquanto eu puxava a blusa. O ar-condicionado gelou os mamilos e eu senti um formigamento baixo na barriga. Estranho. Sujo. Bom.

*Isso é errado*, pensei. *Alguém está te olhando. Fecha a cortina.* Mas eu não fechei. Fiquei ali, sentindo o olhar queimar a pele.

Nas noites seguintes eu já sabia. Ele estava lá. Sempre. Eu demorava de propósito. Tirava o sutiã devagar, segurava os seios com as duas mãos, apertava os mamilos entre os dedos e olhava de canto. A luz do abajur batia exatamente onde eu queria. Eu via a mão dele dentro do short. Via o volume. E a cada noite a minha buceta ficava mais molhada só de ser observada.

*Ele tem a idade de um filho que eu poderia ter tido. Isso é doentio.*
Mas o desejo era mais forte que a culpa. Eu descobri que gostava de ser vista. E gostava ainda mais de torturar.

Eu comecei a me exibir de verdade.

De frente para a janela, pernas abertas, um dedo esfregando o clitóris enquanto a outra mão puxava o mamilo até doer. De quatro na cama, calcinha puxada para o lado, a bunda empinada para ele ver tudo. Eu gemia baixo, só para mim, mas sabia que ele imaginava o som. “Olha essa puta…”, eu sussurrava para o espelho. “Olha a dona séria do 1204 se tocando pro moleque do outro lado.”

*Para com isso, Luiza. Você é uma mulher de 42 anos, séria, disciplinada. Não uma exibicionista se esfregando pra um moleque de 22.*
Mas eu não parava. Cada noite a tensão crescia. A culpa vinha depois, quando eu apagava a luz e ficava deitada no escuro, a buceta ainda latejando, pensando: *O que eu estou virando?*

Até o dia em que não aguentei.

21h17. Interfonei.

— Você tem cinco minutos para subir. Se não vier, eu conto pra sua mãe e faço um escândalo no condomínio.

Enquanto esperava, o coração batia forte. *Você está forçando um menino a subir no seu apartamento. Isso é errado. É abuso. É perversão.*
Mas quando a campainha tocou, eu abri a porta só de robe. Ele estava pálido, magro, o pau já marcado no short. Trancou atrás de mim.

— Ajoelha.

Ele obedeceu. Eu abri o robe. Os seios caíram livres, pesados, os mamilos duros e escuros. Segurei a nuca dele e puxei o rosto contra o meu peito.

— Mama. Agora.

A boca dele se abriu. A língua quente tocou o mamilo e eu soltei um gemido baixo, grosso. Ele chupou inseguro no começo. Eu apertei a cabeça dele com as duas mãos e enfiei o seio inteiro na boca.

— Mais forte. Sugue. Eu quero sentir sua boca me esvaziando. Como se eu fosse te dar leite, porra.

*Isso é doentio. Você está usando o filho da vizinha de chupeta. Ele tem 22 anos.*
Mas a sucção era viciante. A língua dele girava em volta do mamilo, os lábios apertavam, a saliva escorria pelo meu peito. Eu troquei de seio. Forcei o outro. Ele engasgava um pouco, mas não parava. Eu passava a mão livre entre as pernas e me esfregava sem vergonha, os dedos entrando e saindo da buceta já encharcada.

— Isso… mama nos dois. Não para. Eu preciso disso. Dois anos sem sentir uma boca quente nos meus peitos e agora é a sua, moleque. Chupa mais fundo. Usa os dentes de leve. Ah, caralho…

*Para. Manda ele embora. Isso não tem volta.*
Mas eu não mandei. Segurava a cabeça dele e rebolava o peito contra a boca. Cada puxão mandava um choque direto para o clitóris. Eu me masturbava mais rápido, o barulho molhado da minha mão misturado com o som da boca dele me mamando.

— Olha o que você fez de mim… uma mulher de 42 anos usando o vizinho de chupeta. Continua. Eu quero gozar com você mamando nos meus peitos.

O orgasmo veio forte, as coxas tremendo, eu apertando a cabeça dele contra o seio enquanto gozava. Ele quase se afogou no meu peito.

Eu o empurrei para a cama, montei e enfiei o pau magro e duro de uma vez. Rebolei em cima dele, os seios balançando na cara dele, ainda molhados da saliva.

— Agora eu te uso. Você fica quieto.

Fodi ele com raiva e necessidade, gemendo palavrões sujos. A culpa ainda sussurrava no fundo da mente: *Você está destruindo um menino. Isso é errado.* Mas o prazer engolia a voz. Eu precisava de mais.

Saí de cima, deitei de bruços na cama, as pernas abertas, a bunda empinada, o rosto virado para o lado.

— Agora você vai me enrabar. Devagar no começo. Eu quero sentir cada centímetro abrindo meu cu.

Ele se posicionou atrás de mim. A cabeça do pau pressionou o buraco apertado. Eu soltei o ar quando ele empurrou. Devagar. Fundo. Eu sentia o pau dele entrando centímetro por centímetro, o ardor gostoso, a invasão quente. Quando ele estava todo dentro, eu empurrei a bunda para trás.

— Mais. Me fode o cu. Não para.

Ele começou a se mexer. Eu deitada de bruços, o peito esmagado contra o colchão, os mamilos ainda sensíveis esfregando o lençol a cada estocada. O pau dele ia e vinha no meu cu, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido. Eu gemia alto, sujo, a boca aberta contra o travesseiro.

— Isso… me arromba. Eu sou uma puta de 42 anos deitada de bruços sendo enrabada pelo moleque do condomínio e adorando. Mais forte. Me usa esse cu até eu mandar parar.

*Errado. Tudo isso é errado.*
Mas eu não queria que parasse. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Eu sentia o pau dele latejando dentro de mim. Passei a mão por baixo do corpo e esfreguei o clitóris com força. O segundo orgasmo veio enquanto ele me fodia o cu sem piedade, o corpo inteiro contraído, eu gemendo palavrões sem parar.

Quando ele gozou fundo, quente, eu senti cada jato. Fiquei deitada de bruços, ofegante, o cu latejando, o gozo dele escorrendo.

A culpa voltou, pesada, misturada com o prazer. *O que eu fiz?*
Mas a voz que saiu foi outra. Rouca. No comando.

— Veste a roupa e volta pro seu apartamento. Amanhã a janela vai estar aberta de novo. E se eu te chamar… você sobe.

Ele se vestiu em silêncio e saiu.

Eu fiquei deitada de bruços no escuro, o corpo ainda tremendo, os seios marcados da boca dele, o cu arrombado e satisfeito. A janela do outro lado ainda estava aberta.

E eu já sabia que, amanhã, não ia fechar.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 30/09/2026

A vizinha dos meus sonhos




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273528 - Minha esposa na obra (Voyer 001) - Categoria: Cuckold - Votos: 3
273432 - Fatima e o sobrinho (parte 01) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
273430 - Aline e os meninos no Galpão. (parte 02) - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
273347 - Aline e os meninos no sítio - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
260983 - A Curra de Helena na obra - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil doadordeporra-pa
doadordeporra-pa

Nome do conto:
Luiza torturando o vizinho

Codigo do conto:
273523

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
30/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0