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Eu sou o Camilo.
A gente chegou na casa de praia já meio embriagados. Fora de época, silêncio absoluto, só o barulho do mar longe e o vento batendo nas janelas. A irmã da Fátima (mãe do Denis) tinha voltado pra capital no meio da tarde por causa de uma emergência no hospital. Ficamos só nós três.
Denis estava na sala, deitado no sofá, mexendo no celular, ainda com cara de quem não entendia muito bem o mundo. Dezoito anos, magro, pele clara, olhos grandes e inocentes. O tipo de menino que ainda se engasga quando alguém fala de sexo na frente dele.
Fátima estava diferente. Mais solta. O vestido curto, sem sutiã, os seios pesados balançando a cada passo. Ela ria alto, tocava em mim mais do que o normal, e de vez em quando lançava um olhar demorado pro sobrinho.
Eu fingi que estava mais bêbado do que realmente estava. Subi as escadas cambaleando, entrei no quarto, deitei de lado e fechei os olhos. Mas não dormi. Fiquei escutando.
Pouco tempo depois ouvi a voz dela na sala, baixa, brincalhona:
— Tadinho… tá com carinha triste aí sozinho, né?
Denis murmurou alguma coisa. Ela riu.
— Quer mamar na tia? Hmm? Igualzinho quando era pequeno…
Meu estômago revirou. Eu abri os olhos no escuro. Levantei devagar, descalço, e fui até o corredor. Me escondi no canto da escada, onde conseguia ver quase toda a sala sem ser visto.
Fátima estava sentada no sofá, de pernas cruzadas. O vestido tinha subido. Denis estava ao lado dela, ainda segurando o celular, mas já olhando pro decote com uma mistura de vergonha e curiosidade.
Ela puxou a alça do vestido. Um seio pesado, branco, mamilo escuro e duro, saltou pra fora.
— Anda… só um pouquinho. Não vai doer.
Denis recuou.
— Tia… eu… não acho que…
Fátima inclinou o corpo pra frente. A voz mudou. Ainda tinha um tom de brincadeira, mas por baixo vinha algo mais duro.
— Você vai mamar. Ou eu conto pra sua mãe que te peguei batendo punheta no banheiro ontem. Eu vi, Denis. Vi tudo.
O menino ficou vermelho. A mão dele tremeu. Fátima segurou a nuca dele e puxou o rosto contra o seio.
— Abre a boca.
Ele abriu. Os lábios se fecharam em volta do mamilo. Ela soltou um suspiro baixo, quase um gemido, e empurrou a cabeça dele com mais força.
— Isso… chupa direito. Usa a língua.
Eu estava duro pra caralho. A mão desceu sem eu perceber e apertou o pau por cima da calça. O conflito batia forte: *Isso é errado. É o sobrinho dela. Eu deveria descer e parar.* Mas eu não desci. Fiquei parado, olhando, o coração martelando.
Fátima tirou o outro seio também. Agora os dois estavam expostos. Ela guiava a boca do menino de um pro outro, apertando os seios contra o rosto dele, sujando o queixo de saliva.
— Mais forte… assim… ai, porra…
A mão dela desceu e abriu o short do Denis. O pau dele pulou pra fora, já duro, vermelho na cabeça, pingando. Ela riu baixo.
— Olha só… o neném já tá todo molhadinho.
Ela começou a masturbá-lo enquanto ele mamava. Movimentos lentos, apertados, o polegar esfregando a fenda. Denis gemia contra o seio dela, os quadris se movendo sozinhos.
Eu puxei meu pau pra fora. Comecei a bater devagar, sem fazer barulho. A culpa queimava, mas o tesão era maior.
Fátima se levantou de repente. Puxou o vestido pela cabeça e ficou nua. O corpo branco, a boceta já brilhando, os seios pesados. Ela empurrou Denis pra deitar no sofá e subiu em cima dele, de costas pra mim. Abriu as pernas e esfregou a boceta molhada no pau dele, sem enfiar.
— Quer colocar? Hmm? Quer foder a tia?
Denis balançou a cabeça, confuso, ofegante.
— Eu… eu nunca…
— Então vai aprender agora.
Ela segurou o pau dele, posicionou e desceu devagar. O gemido que saiu da garganta dela foi baixo e rouco. Eu vi o pau sumindo dentro da boceta, centímetro por centímetro, até ela estar sentada até o fim.
Ela começou a rebolar. Lenta no começo, depois mais rápida. Os seios balançavam. O som molhado de boceta engolindo pau enchia a sala. Denis segurava a cintura dela com as duas mãos, os olhos arregalados, a boca aberta.
— Mais fundo… isso… fode a tia…
Ela acelerou. O sofá rangeu. Eu batia punheta mais rápido, o pré-gozo escorrendo pelos dedos. *Eu deveria parar isso. Eu deveria…* Mas eu não parava.
Fátima parou de rebolar. Levantou o quadril até o pau quase sair e então falou, a voz já diferente, mais suja:
— Agora você vai me enrabar.
Denis piscou.
— O quê…?
Ela cuspiu na própria mão, passou no cu e no pau dele. Depois se posicionou de novo, só que dessa vez guiou a cabeça do pau pra entrada mais apertada. Empurrou o corpo pra baixo.
O grito dela foi abafado. O cu abriu devagar em volta do pau do menino. Eu via tudo: a pele esticando, o pau sumindo, a expressão de dor e prazer no rosto dela.
— Aiiii… porra… é grande…
Ela desceu até o fim. Ficou parada, respirando pesado, o cu latejando em volta do pau. Depois começou a se mexer. Curto no começo. Depois mais fundo. O som era diferente agora: mais seco, mais sujo.
— Enrabada… a tia tá sendo enrabada pelo sobrinho…
Denis gemia alto, as mãos apertando a bunda dela com força. Ela rebolava com vontade, o cu engolindo o pau inteiro a cada descida. Eu batia punheta desesperado, o peito apertado de culpa e tesão.
Ela gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, o cu se contraindo com força em volta do pau do menino. O líquido escorreu pela boceta e pingou no sofá. Denis não aguentou. Gozei vendo ele gozar. Os quadris dele subiram, ele enterrou fundo e descarregou dentro do cu dela. Jatos e mais jatos. Fátima não deixou ele sair. Ficou sentada até o fim, segurando tudo.
Quando ele amoleceu, ela se levantou devagar. O pau saiu com um som molhado. Um fio grosso de porra escorreu do cu dela e desceu pela coxa.
Eu corri. Subi as escadas o mais silencioso que consegui, entrei no quarto, me enfiei debaixo do cobertor e fechei os olhos com força. O coração batia tão alto que eu tinha certeza que ela ia ouvir.
Minutos depois a porta abriu. Fátima entrou. O cheiro de sexo veio junto com ela. Ela deitou do meu lado, nua, e colou o corpo quente no meu. Eu senti a porra quente e viscosa escorrendo do cu dela e sujando minha perna.
Ela sussurrou no meu ouvido, a voz ainda rouca:
— Dorme, amor…
Eu fingi que estava apagado.
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No dia seguinte, quando a luz da manhã entrou pela janela, eu olhei pra ela. A coxa interna ainda estava suja, seca, esbranquiçada. O cu levemente inchado.
— Fátima… você tá… cheia de porra.
Ela abriu um olho, sorriu aquele sorriso safado e brincalhão, e respondeu como se fosse a coisa mais natural do mundo:
— Foi você quem me enrabou a noite toda, não lembra?
Devia estar bêbado demais mesmo.
doadordeporra-pa