real09 — A Vida de um Corno de Verdade: A Quase



A gente acha que o clímax do corno é a traição acontecer. Mas não é. É a espera. É ficar a um passo de ver o teu maior sonho e a tua maior humilhação se realizarem — e a vida te dar um soco na cara. Essa é a história de um corno que chegou pertinho demais. E não chegou.

É, meus amigos: você consegue ter noção do orgulho, da tensão, da ansiedade que esse pobre corno estava? Eu estava pulando de alegria, rindo sozinho — e ao mesmo tempo um medo danado. Que loucura, mano. Vamos parar pra pensar.

Eu, homem. Completamente protetor, provedor, qualquer problema eu falo grosso. Tinha encontrado um GP negro, bem dotado, pra sair com a minha esposa. Pra eles se encontrarem numa praça, namorarem na minha frente, enquanto eu ficasse vendo. Você pode até achar normal. Mas, cara… era um tesão misturado com medo e ansiedade, e eu vivia atordoado. Parecia que as horas não passavam.

Eu olhava minha linda esposa — toda bela, toda doce — e, ao mesmo tempo, via uma vagabunda sem vergonha, que queria ficar com outro cara na minha frente. Não escondido: num lugar público. Cara, que loucura.

Comecei a falar com o GP. Ele topou, gostou da ideia. Cobrou 500 reais — disse que, por ir num lugar público, ficar com ela, ia demorar, então sim: 500. E eu, marido da minha mulher, aceitando tudo isso. Que doidera.

Mas sim, aceitei. Falei com ele. Só que aí começou: ele não queria ir na praça mais segura e movimentada, ele queria uma afastada. Conversa vai, conversa vem, eu acabei ficando inseguro — e ela também. Achamos melhor deixar quieto.

Disse pra ela: "Você quer deixar quieto de só iniciar na praça, ou que ao menos fôssemos direto pro motel?"

É, meu amigo… ela estava com vontade. Porque, convenhamos, era pra ter brochado legal, né? Eu confesso que brochei. Ficou um clima estranho. Mas o que minha esposa respondeu? O que ela escolheu? Você já deve imaginar.

Ela disse: "Ah, no motel acho que não tem problema. Você vai junto, pra me proteger."

Ou seja: ela não queria desistir. Ela queria transar com o negão. Meu amigo, que orgulho. Cara, que sonho… essa minha mulher estava realmente com vontade.

Pronto, combinei com ele. Comprei um vestido preto pra ela — bonito, mas nada vulgar, nem de puta. Mão, isso é vida real. Mas era um vestido da hora. Comprei uma gargantilha e pronto. Marcamos.

Chegou o dia. Coração a milhão, expectativa a mil. Falei com o GP: horário e motel combinados, dinheiro separado. Pronto, ia acontecer. Chegou a hora.

Serei um corno de verdade. Vou ver um negro acabar com a minha mulher. Será que ela vai gostar? Será que ela vai gamar? Será que vai gritar? Eram tantas perguntas que o cérebro estava fundindo — e nem preciso dizer que eu vivia excitado pra cima e pra baixo.

Entramos no nosso carro, destino ao motel combinado, no horário combinado. Chegamos no motel, coração pulsando. Parecia que a gente estava indo roubar um banco. Adrenalina pura. Parecia que todo mundo sabia. É algo inexplicável.

Escolhemos o quarto, entramos. Ela foi se trocar. Ficou linda e perfeita.

Perguntei: "Amor, você tá pronta? Quer mesmo continuar? Posso ligar pra ele?"

Ela me olhou — tranquila, leve, totalmente relaxada — e disse: "Amor, a gente tá aqui, né? Você é que precisa ter certeza. É isso que você quer? Você realmente vai aguentar ficar vendo outro comer a sua esposinha?"

Meu Deus, que tesão… Eu, meio perdido, meio bobo, respondi: "Sim, amor. Sim."

Ela veio bem perto, boca com boca, e disse: "Amor, você vai realmente aguentar? Porque a culpa não é minha — foi você quem pediu. Então eu não vou me preocupar. Você é que precisa ter certeza que vai aguentar ficar assistindo. E, amor, lembra: era pra você ficar na praça. Então eu não quero ter que me preocupar, eu não quero lembrar que você tá aqui. Agora eu te pergunto: você realmente quer ligar pra ele — ou prefere me comer?"

Cara do céu, é impossível explicar como eu estava. Disse: "Amor, eu vou ligar."

Ela me olhou com meio sorriso, meio esnobe, e disse: "Então tá."

Eu liguei. Disse o quarto e ele falou: "Tô chegando."

Os segundos pareciam horas. Mas, rapidamente, o interfone do quarto tocou. Eu imediatamente olhei pra ela: "Você atende, amor?"

Ela olhou calmamente e disse: "Amor, esse é o seu papel." E riu.

Cara, eu atendi: "Pois não?"

A mulher disse: "Tem um fulano de tal dizendo que quer ir no mesmo quarto que vocês."

Eu respondi: "Sim, isso mesmo. Pode liberar."

Meus amigos, a vida real é o que é. Veio o balde de água fria.

"Senhor, não pode entrar outra pessoa. Vocês já são um casal."

Eu, pálido, perdido: "Como assim? Sim, estou eu e minha esposa aqui. Ele é uma terceira pessoa que convidamos."

Ela: "Senhor, não posso permitir."

Estávamos no início da pandemia — aquela coisa de máscara e mil restrições. A mulher disse: "A vigilância sanitária não permite três pessoas no mesmo quarto."

Cara, que humilhante. Eu ali, pedindo pra atendente liberar um cara pra vir comer a minha mulher kkk. Toda humilhação pra corno realmente é pouca — tinha que ser essa.

Eu, sem saber o que fazer, falei: "Ok, então deixa ele entrar em outro quarto."

A mulher, já sem paciência: "Senhor, se ele entrar em outro quarto e ir pro seu, nós vamos chamar a polícia."

Eu respondi: "Tá bom, ok. Obrigado."

Balde de água fria. Não sabia o que fazer. Ficamos ali. O GP, puto no telefone, disse: "Pô, vamos aqui perto, tem uma rua escura."

Mas não dava. Já estávamos com medo — na verdade, EU estava com medo, e a minha insegurança passou pra ela. Achei melhor deixar quieto.

Ficamos sem saber o que fazer. E acabamos transando — aproveitei ela, que estava maravilhosa. Mas enfim… de fato, estávamos frustrados.

Faltou tão pouco pra eu ser um corno de verdade. Faltou muito pouco. Eu estava tão feliz, estava contando os dias — mas não foi aquele dia. Infelizmente, não vi outro homem tocar na minha mulher, beijar a minha mulher.

Enfim, voltamos pra casa, decepcionados.
                                

Foto 1 do Conto erotico: real09 — A Vida de um Corno de Verdade: A Quase


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Ficha do conto

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Nome do conto:
real09 — A Vida de um Corno de Verdade: A Quase

Codigo do conto:
273584

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
30/09/2026

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