Ronaldo, o mais velho dos dois rapazes, havia escolhido uma morena esguia, falsa magra, muito gostosa chamada Nanda. A menina tinha a pele em um tom moreno muito tropical, e seus longos cabelos lisos compunham uma imagem muito atraente. Seus seios notadamente pequenos eram substituídos, no quesito ‘Atrativos’, por uma bunda maravilhosa, muito empinada, uma verdadeira tentação e que havia sido o fator decisivo para o jovem engenheiro ter escolhido ela.
Na mesma cama, nem tão espaçosa assim, estavam o amigo e cunhado dele, Fábio. Mais jovem, muito mais impetuoso e fã declarado de uma putaria, havia escolhido subir com a Pâmela, uma ruiva mais voluptuosa do que a amiga, com seios muito maiores, coxas roliças e uma bunda que, se por uma lado não era tão perfeita quanto a da morena, era muito, mas muito gostosa.
Os rapazes se encarregaram de retirar rapidamente as roupas das meninas, deixando-as apenas de lingerie antes de começarem a se livrar das próprias roupas. Assim que o Fábio ficou só de cueca, uma verdadeira tenda de circo denunciou para a Pâmela o tamanho da ferramenta do rapaz.
- “Nanda de Deus! Olha só o tamanho dessa rola...”, a ruiva falou, sem papas na língua, assustada com o tamanho do brinquedo do seu cliente, lembrando-se da negociação feita no salão.
- “Você acha isso grande?”, a morena respondeu, sentada na cama, segurando na mão uma piroca que tinha, fácil, uns 23 centímetros. – “Então olha só isso aqui...”, falou, apontando o pau do mais velho dos rapazes em direção à amiga.
- “Puta que pariu... Tamo fudidas...”, a ruivinha falou, seu sotaque tornando a frase ainda mais engraçada.
- “Bem...”, começou o Fábio, que sempre gostava da reação que seu cacete e o do amigo provocavam nas garotas. – “...afinal, é para isso que estamos aqui, não é?”
Sem perder mais tempo, roupas penduradas nos suportes simples da parede, os dois rapazes, nus, deitaram-se na cama, lado a lado, os paus já duros, e puxaram as meninas para junto deles. A Nanda mantinha ainda calcinha e sutiã vermelhos, suas curvas excitando ao Ronaldo, enquanto o Fábio se encarregou de já puxar a calcinha branca da Pâmela pernas abaixo, revelando sua xoxota e nádegas, aliás, muito redonda.
O Ronaldo, apesar da Nanda estar ainda de lingerie, não perdeu tempo e, puxando a menina para junto de si, ajoelhada, levantou o tronco e caiu de boca no vão entre os seios dela, enquanto deslizava a mão entre as pernas dela, por cima da calcinha. Ela, por sua vez, seguia admirada com o comprimento do pau dele, e segurando-o com seus dedos delicados, começou a mexê-lo para cima e para baixo, a excitação crescendo à medida que ela imaginava que em poucos minutos estaria cavalgando aquela vara dura.
A meio metro deles, sem o menor pudor ou preâmbulo, o Fábio apontou seu pau para cima e empurrou a cabeça da Pâmela em direção a ele. Ele simplesmente adorava essa experiência no sexo, de poder ir direto aos finalmentes, sem precisar ficar com muitos rodeios, conversinhas, carinhos e atenções para as suas parceiras. Ele gostava de sexo, puro, tesudo, e essa objetividade despertava seu tesão como poucas coisas. Sentiu a boca quente da Pâmela envolver a cabeça do seu pau, e se reclinou contra a cabeceira da cama, vendo a cabeça da menina começar a subir e descer sobre seu cacete duro.
Objetividade excitava ao rapaz de São Paulo, mas poucas coisas eram tão excitantes quanto a experiência e a habilidade de uma garota de programa. Em trinta segundos, ele teve certeza de que havia escolhido bem no salão cheio de alternativas. A Pâmela realmente era do ramo, e seu boquete intenso, forte, mostrava isso. O calor da boca dela envolvia o terço superior do seu cacete, mas logo a menina tirou o caralho da boca e se entregou a deslizar seus lábios grossos por toda a lateral dele, da cabecinha até o saco, fazendo sua língua trabalhar, e não as mãos. Ela não tinha pressa em fazer o rapaz se excitar muito, e ele gostou disso.
Usando a mãozinha pequena apenas para manter o pau apontado para cima, sua boca estava descobrindo detalhadamente aquela piroca, e isso era muito. Ainda que o pau do amigo fosse claramente mais comprido, o rapaz dela ostentava uma tora de respeito. Menor do que o do Ronaldo, ainda assim era muito grande, e bem mais grosso do que aquele.
Após alguns minutos curtindo as bocas das meninas, os dois amigos quase ao mesmo tempo interromperam o boquete e mudaram as ações. O Ronaldo deitou a Nanda no colchão, abriu as pernas dela expondo sua bocetinha e começou a chupá-la, retribuindo a chupada recebida. Já o Fábio, era muito mais da ação... deslizando uma camisinha sobre seu cacete, puxou a Pâmela sobre seu pau, deixando a menina comandar as ações.
A Pâmela ajeitou-se sobre o caralho duro e curvado do engenheiro, e investiu um tempinho esfregando sua vulva sobre a cabeça dele, aumentando a lubrificação da camisinha. Começou a descer sobre ele, engolindo aquele naco duro de carne, muito lentamente, se acostumando com o volume.
O lado bom, ela rapidamente percebeu, é que diferente dos seus clientes habituais, matutos e grosseiros, o rapaz não a puxou de uma vez sobre seu pau, como se quisesse fazer o cacete cutucar as amídalas dela, vindo por baixo. Ao contrário, mesmo não tendo brindado ela com uma gostosa chupada, como a amiga estava recebendo ao seu lado, o tal do Fábio era muito melhor do que seu público habitual. Isso até a aliviou um pouquinho, com o quê estava por vir, ela pensou.
O Ronaldo percebeu o movimento ao lado dele, na cama. Acostumado com o vigor do cunhado, não era surpresa que ele já estivesse mandando vara na menina dele, ele pensou. Enquanto isso, ele próprio aproveitava a bocetinha muito bem cuidada da Nanda, e aquilo também o excitava muito. Se entregou em caprichar com a língua sobre o grelinho da morena, e logo ela gemia baixinho, mostrando que também havia gostado do seu parceiro de São Paulo, para variar um pouco seu público local.
Entusiasmado com o corpo da Nanda, e incentivado com a Pâmela corcoveando sobre o cunhado a centímetros de distância dele, o Ronaldo se ergueu e começou a desenrolar a camisinha sobre seu longo pau. Interessadíssima, a Nanda notou que o artefato cobriu apenas parte do longo cacete do rapaz, e não deixou isso passar em branco:
- “Puta que pariu, meu... Olha só, a camisinha é menor que o cacete dele. Ah-ah-ah...”, riu, nervosa. – “Você vai tomar cuidado com isso aí, não vai, paixão?”, perguntou, tentando se garantir.
- “Relaxa, gata...”, ele falou, acostumado em causar esse espanto. – “Só é comprido... Nada de mais...”, falou, tentando diminuir a importância da sua ferramenta, sem na verdade conseguir.
Deitando-se entre as coxas roliças da garota, o engenheiro deixou seu pau duro apontado na direção da xana dela, como se fosse um dardo muito longo, e começou a beijar a boca da morena de cabelos lisos, enquanto deixava ela manusear seu cacete, ajeitando-o na direção correta e, se quisesse, controlando as primeiras estocadas. Em mais trinta segundos seu pau forçou a entrada da boceta da menina, e deslizou cerca de um terço do seu cacete para dentro dela, arrancando um gemido abafado dela.
Ao lado deles, a Pâmela cavalgava agora o Fábio com vontade, acostumada com o volume dentro da sua boceta. O Ronaldo olhou rapidamente para o lado, reparando na curva da bunda dela, e em segredo pensou que o amigo havia se dado muito bem, afinal de contas. Voltando a se concentrar na sua própria garota, começou a acelerar os movimentos, a lubrificação da camisinha ajudando na penetração.
As garotas faziam o seu papel de garotas de programa, e gemiam alto, exageradamente, dizendo o quanto cada um dos rapazes era gostoso, e como seus paus eram enormes, o que não era uma mentira, afinal de contas. Logo o Fábio mudou a posição, ansioso por apreciar a bunda gostosa da sua companheira. Saiu de baixo dela, mantendo-a ajoelhada sobre o colchão, e foi para trás dela. A ruiva se arrepiou, pensando que a promessa feita no salão seria cobrada assim, tão rápido, mas o Fábio era experiente na arte da putaria.
Ele sabia que tinha a noite toda para obter o quê queria, e sabia também que quanto mais excitada a ruiva ficasse, melhor seria a transa. Ele queria só olhar, curtir as nádegas firmes e provocantes da menina, que afinal havia influenciado a decisão dele ficar com ela. E queria fazer isso agora, antes que ele próprio ficasse muito excitado e acabasse pondo tudo a perder. Ao olhar a ruiva ajoelhada na sua frente, teve certeza de que havia pensado certo. A bundinha dela era, de fato, uma tentação enorme.
Muito redonda, um longo e profundo vale separando as duas nádegas, um convite a se perder ali. Ele encostou seu cacete, duro e pulsante nela, provocando-a, mas se apressando a sussurrar em seu ouvido: - “Abaixa, tesão, e abre essa bocetinha gostosa para mim...”
Aliviada com a proposta do jovem engenheiro, ela manteve os joelhos afastados, e colando os ombros no colchão, bunda extremamente arrebitada, ofereceu uma visão privilegiada para ele da sua boceta. O Fábio até dirigiu seu largo caralho para a xana da garota, mas não deixou de reparar, cobiçoso, o cuzinho dela, logo acima. Assim que empurrou o cacete para dentro dela, roçou o polegar no ânus desejado, como que para lembrá-la que eles, logo mais, tinham um encontro programado.
Alheios a tudo isso, o casal Ronaldo e Nanda seguiam fodendo a plenos pulmões agora, o longo cacete dele deslizando para dentro e para fora da morena, como um pistão bem azeitado. Já acostumada ao invasor, a Nanda começava a gostar realmente daquela trepada. E gostou ainda mais quando a Pâmela, sem aviso, inclinou o corpo para o lado e, intrometendo-se entre o peito do Ronaldo e a amiga, começou a beijar o seio dela.
Os amigos não deixaram o carinho passar em branco, e sorriram um para o outro. A noite estava se desenrolando melhor do que poderiam ter imaginado. Os gemidos tomavam conta do quarto, e o Fábio em particular era o mais empolgado agora, puxando o corpo da Pâmela contra o seu, seu pau penetrando com vontade na boceta dela. Mas, ele também era o mais safado dos amigos, e ver as meninas começarem a interagir entre si logo o animou.
Mudando de posição de novo, ele sentou-se na cama muito próximo à cabeceira, fazendo a ruiva sentar-se sobre o colo dele, de costas, as pernas abertas. Sua boceta estava totalmente exposta, agora. O Ronaldo percebeu o movimento do amigo, e mudou de posição também, colocando a Nanda de quatro na cama. Posicionando a morena entre as pernas do outro casal, o incentivo funcionou muito bem, e logo a Nanda colava a sua boca sobre a boceta da amiga, aumentando o tesão do quarteto.
O Ronaldo, de quebra, ganhou a deliciosa visão do seu cacete mergulhando entre as polpas da bunda da Nanda, uma visão para ser guardada, tão gostosa ela era. Aumentando as bombadas na boceta dela, logo ele começou a ficar realmente excitado, juntando seus gemidos ao das meninas. A trepada seguiu assim por mais muitos minutos, as meninas realmente gostando do desempenho dos rapazes, concentrados em dar prazer a elas, além do seu próprio. O cacete enorme do Ronaldo, por exemplo, logo produziu efeito sobre a morena:
- “Ahhhhh... Ahhhhhhhh... Ufffsssssss, tesãããooo... Vai... vai... mete... não para... vai, mais... mete, mete... Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh”, gemeu a morena, exagerando um pouco, mas realmente gozando com o entra e sai daquele caralho comprido.
Empolgado com a visão do rabo da morena, o Ronaldo interrompeu a trepada e, sacando a camisinha do seu pau, gozou sobre as costas da Nanda, fazendo dois longos riscos brancos de porra sobre a pela morena. Os dois caíram prostados sobre o colchão, enquanto a Pâmela, deixada na mão pela amiga, super-excitada com a chupada recebida, quicava rapidamente sobre o cacete do Fábio.
O rapaz, tendo percebido que a morena interrompera a chupada poucos instantes antes de fazer a ruiva gozar, esticou a mão para o meio das pernas dela e, com um mínimo de trabalho, arrancou um orgasmo da menina, que se esticou toca, tremendo com o gozo recém conquistado. Faltava justamente ele, ainda de pau duro, e super excitado.
Saindo de baixo dela, o rapaz arrancou a camisinha e, apontando o cacete para o rosto da ruiva, se masturbou por cerca de 2 minutos, até espirrar seu prazer sobre a face, testa e cabelos da menina, urrando. Pagando ou não, sendo um acordo comercial ou não, o fato é que os quatro jovens se jogaram na cama, satisfeitos.
As duas meninas sentiam a porra dos amantes escorrendo sobre seus corpos, a Pâmela com seu rosto, bochechas, testa e cabelos molhados, enquanto a Nanda tinha o presente do amante apenas nas suas costas e nádegas. Ambas se levantaram e foram para o banheiro apertado do quarto, enquanto os amigos comemoravam o achado.
- “Caralho, velho...”, o Fábio começou. – “Eu falei que a coisa ia ser boa hoje... Fala aí, vacilão... Mandei bem, ou não?”, provocou o cunhado.
- “É... até que, para variar um pouco e salvar sua média, ‘HOJE’ você mandou bem.”, o Ronaldo respondeu, satisfeito com sua parceira.
- “Vai se fuder...”, o cunhado respondeu, divertido. – “Vem na minha, que você se dá bem... Eu falo isso, mas você é teimoso igual uma porta.”,
O cunhado revirou os olhos, sabendo que não adiantava discutir com o namorado da sua irmã, e foi até o telefone que existia no quarto, símbolo da mais alta tecnologia do lugar. Pediu cerveja para todos, tentando aplacar o calor que o ventilador de teto barulhento não conseguia aplacar. As meninas voltaram para o quarto, junto com a chegada das cervejas, felizmente geladas.
O quarteto gastou a próxima hora conversando, os casais meio abraçados, pelados, com os rapazes provocando as meninas para elas contarem as aventuras que a noite naquela cidade esquecida por Deus reservava aos amantes da noite.
O tempo foi passando, e a conversa sobre putaria foi animando os rapazes. As meninas, abraçadas a eles na cama apertada, ajudavam muito, claro. Logo o pau de um, depois do outro, começaram a dar sinal de vida novamente...
As meninas, por mais que estivessem gostando do encontro com os engenheiros de São Paulo, queriam que as coisas acontecessem logo, para que pudessem voltar ao salão e, com sorte, conseguir mais um programa na noite. Assim, elas se entregavam a animar seus parceiros. Pâmela, a mais assanhada das duas, tinha um trunfo na manga, e resolveu lança-lo:
- “E aí, gatinho...”, falou, agora que havia ganhado confiança no rapaz. – “Como é, você vai querer mesmo comer minha bundinha?”, falou, se virando na cama e ficando de bruços, gingando a bunda arrebitada. – “Ou só me provocou, e vai me deixar com água na boca?”
Se havia uma coisa que o Fábio não fazia, era negar fogo para uma putaria, ainda mais com uma garota de programa, que ele sabia não ter frescura. Ela já estava se animando, mesmo, mas a frase da ruiva foi quase como um toque de corneta para seu cacete. Quase que imediatamente o membro do rapaz se apresentou ao serviço, apontado para o teto.
- “Só se for agora, Ruiva...”, ele falou, alisando o grande caralho para cima e para baixo. – “Se tem uma coisa que me apaixona, é uma garota querendo dar o cu!”, falou, sem papas na língua.
- “Eu dou, mas você tem que saber fazer, hein...”, ela avisou, ainda meio preocupada, esticando a mão e alisando o cacete do rapaz.
- “Ai, hein Pam!”, a Nanda falou, interessada no desafio do casal. – “Você é a minha heroína!”, acrescentou, divertida.
O Ronaldo assistia a conversa toda, e não podia tirar os olhos do rabo da morena, muito redondo e convidativo, como ele acabara de ver, ‘muito’ de perto. Esticando a mão e alisando a peça rara da sua parceira, resolveu provocá-la também:
- “Eu acho que ao invés de ficar aí, elogiando a amiga, você devia fazer igual...”, falou, sonhador.
- “Anal? Eu?”, a Nanda perguntou, meio surpresa, virando o corpo para olhar para o Ronaldo, mas sem fazer menção de tirar a bunda da mão dele. – “Nem a pau...”
-“Ahhhhhhhhhh, D. Nanda...”, a Pâmela disparou, pegando a amiga de surpresa. – “Para, né...”, completou, denunciando a amiga e arrancando risadas e aplausos dos rapazes.
- “Ahhhhh... Quer dizer que temos uma mentirinha, aqui!!!”, o Ronaldo completou, abraçando a morena, ruborizada. – “Agora eu estou vendo negócio...”, falou, alisando a bunda da menina.
- “NÃO... Não é isso...”, ela tentou se explicar, ainda ruborizada. – “Ai, gente, sabe o quê é...”, ela começou a tentar explicar.
- “Ahahahah...”, a Pâmela se divertia com o apuro da amiga. – “Relaxa, preta...”, falou, usando o apelido íntimo da amiga. – “CRENTE DO RABO QUENTE!!!”, disparou, ganhando uma travesserada da amiga.
- “Aiii, sua puta!!!”, a moreninha falou, inconformada por ter seu passado revelado pela amiga.
- “O quê isso quer dizer?”, o Fábio perguntou, interessadíssimo na história que ia surgindo.
- “Não é nada!”, a morena se apressou em responder, partindo para cima da amiga.
- “É SIM!!! Kkkkkk...”, a Pâmela falou, rindo, entre os tapas de faz de conta que amiga desferia nela. – “Isso é como a gente diz das meninas que, quando querem permanecer virgens, mas não querem deixar de brincar com os namorados, fazem... néééééé, D. Nanda...”, explicou, inapelável. - “Fazem lá atrás, para proteger aqui na frente!”, terminou, sinalizando com uma mão o ‘lá atrás’, e com a outra, a xana.
- “Você não presta...”, a Nanda falou, desistindo.
Os próximos minutos foram de uma zona total na cama, as meninas em uma luta de mentira, e os rapazes olhando para a bunda da morena e sonhando com a cena dela, satisfazendo seus desejos assim. O capítulo seguinte, claro, foi de indignação do Ronaldo, querendo o mesmo tratamento que o amigo estava prestes a receber. A explicação, entretanto, foi definitiva:
- “Ai, gatinho... Sabe o quê é? Em primeiro lugar, faz tempo que eu não faço... Tipo, muito tempo.”, ela começou, alisando o peito peludo dele. – “Em segundo lugar, o meu namorado tinha um brinquedinho que era, sem exagero, menos da metade do seu... Não tem como.”, ela decretou, para desespero do jovem engenheiro.
Seguiu-se a essa conversa um pouco mais de discussão, mas a menina logo começou a alisar o caralho dele para frente e para trás, foi esfregando os seios no peito dele, foi se chegando, oferecendo o pescoço para o rapaz que, na verdade, estava muito querendo transar. Em poucos minutos ela estava de quatro na frente dele, engolindo sua vara dura.
O corpo dele se mexia para frente e para trás, com ritmo e tesão, e seu cacete entrava e saia da boceta da morena, que mantinha o rosto afundado nos travesseiros, fazendo seu papel e gemendo muito. A visão da bunda da morena dividida pela sua vara era muito tesuda, e o Ronaldo se esforçou para registrar a cena.
Ao lado deles, sem mais demora, após alisar a tora do amante para cima e para baixo, e lambrecá-la inteira com gel, a Pâmela se preparou para atender ao acordado com o cliente, lá no salão. Ele estava sentado na cama, costas apoiadas na cabeceira de madeira simples da cama, piroca apontada 90 graus para cima. A ruiva se ajeitou sobre ele, esfregando a pica encapada e lubrificada contra seu ânus, como que tentando convencê-lo que SIM, ele era capaz de abraçar e engolir aquele caralho todo.
Ela foi se mexendo, descendo muito lentamente sobre o pau do cliente, um pouco mais a cada vez, gemendo, gingando e fazendo charme, como ela sabia que os clientes adoravam. Ali, por aquelas paragens, os clientes habituais dela não eram de se render fácil ao seu charminho, que ela fazia não só para fidelizá-los, mas na esperança que o tesão aumentado os fizesse terminar logo, por razões óbvias. Não costumava funcionar com os peões das obras, nem com os caminhoneiros, mas ela apostava que funcionaria com o jovem engenheiro bonitão de São Paulo. Mal sabia ela...
Em poucos minutos ela subia e descia sobre o cacete duro do Fábio, as polpas das suas nádegas abraçando o caralho, a cena deliciosa para a memória do jovem. Atencioso, ele esticou a mão para a frente, para o meio das pernas dela, e passou a alisar o grelinho ouriçado dela, excitando-a e fazendo a sodomia ser menos penosa. O tempo foi passando, sem que ele desse mostras de cansaço ou de estar perto de terminar. Ao contrário, ele parecia cada vez mais querendo bagunça.
Interrompendo por um momento a enrabada, gentilmente tirou a ruiva de cima do seu corpo, e a ajeitou na cama, deitada de costas, embaixo da Nanda que seguia sendo fodida de quatro pelo Ronaldo. As meninas pareceram gostar da proposta, rindo e batendo as mãos, e logo começaram um meia-nove, a Nanda de quatro sobre a Pâmela, deitada de costas na cama, pernas encolhidas. O Fábio se ajoelhou entre as pernas dela, fazendo questão de expor seu caralho duro para o rosto da Nanda, a centímetros da xoxota da amiga, que entretanto não caiu de boca nele, como ele esperava.
Ela parecia disposta a se manter fiel ao seu cliente, afinal de contas. Ética encontrada em um puteiro no meio do Pantanal, pensou o engenheiro, frustrado, mas que não falou nada. Esse país era realmente estranho.
Voltando a lubrificar a cabeça do seu pau com mais gel, ele empurrou as pernas da Pâmela mais para cima, mantendo-a de joelhos encolhidos, no melhor estilo frango-assado, e cutucou seu cuzinho com a ponta do pau, de novo, voltando a enrabá-la, para assombro da Nanda que via tudo, a centímetros de distância. As duas se entregaram ao meia-nove, enquanto os rapazes por sua vez se entregavam a bombar dentro delas, com vigor e juventude, cada vez mais rápido.
As meninas gemiam, como esperado que fizessem, embora a Nanda estivesse realmente excitada, tendo encontrado um ritmo ótimo com seu parceiro, e sentia que se ele fosse capaz de manter aquela trepada nesse ritmo e intensidade por mais alguns minutos, seria capaz de ter um orgasmo com o jovem paulista, coisa muito rara na sua vida profissional.
A Pâmela já não estava se dando tão bem assim, mesmo com os dedos do Fábio atacando seu clitóris... O problema dele não era nem de equipamento, muito pelo contrário, nem de entender como a coisa funcionava. Mas, simplesmente, não funcionava muito bem. Porém, e era isso que importava para ela, o rapaz parecia estar aproveitando muito, e muito mais do que ter prazer, ela estava interessada em fidelizar o cliente com dinheiro.
Como se lesse o pensamento dela, o Fábio mudou de posição, colocando-a de quatro na beirada da cama. Isso era um alívio e um temor para ela. Ela sabia, por experiência, que mesmo sendo a segunda da noite, nessa posição, e ainda fazendo anal, o rapaz não iria durar muito... Por outro lado, ela também sabia por experiência que nessa posição os rapazes não costumavam controlar seu ímpeto.
Dito-e-feito, assim que ele voltou a penetrar seu ânus, como que ligado em uma tomada 220v, o jovem engenheiro entrou em ritmo ‘toda-velocidade-adiante’, e os próximos três minutos foram de um bate-estaca poderoso em sua retaguarda, com ele puxando-a pela cintura e socando sua vara grossa e dura inteira no rabo dela, até anunciar a plenos pulmões que iria gozar:
- “Ahhhhhhh... Ahhhhhhhh, Ufffssssssssss, Ahhhhhhhhhhhhh, gostooooooosaaaaaaaa!!! Dá esse rabo, tesudaaaaaaa... Toma... Tomaaaa... Toooomaaaaaaaa!!!!”, gritou, enfiando seu cacete até o fundo no rabo dela, enquanto sentia seu leite verter para dentro da camisinha, em espasmos cíclicos.
Ao seu lado, empolgado com a performance do amigo, o Ronaldo tirou a camisinha e a Nanda se virou rapidamente, vindo de boca aberta em direção ao cacete comprido do novo cliente. Os jatos de porra encontraram a boca aberta dela, que não refugou a porra e ainda fez questão de abocanhar a vara dele, sugando até a última gota vertendo do pau dele, para deleite do rapaz.
Os quatro desabaram na cama, todos satisfeitos à seu modo... As garotas sabendo que haviam ganho clientes para um repeteco, no futuro, e os rapazes tendo, cada um do seu jeito, encontrado uma ‘namoradinha’ nova, longe de casa.
Casa, aliás, onde muita coisa estava acontecendo, mas que infelizmente eles não ficariam sabendo...



