Iarley tinha 20 e poucos anos e ainda morava com os pais. Filho único, o rapaz cresceu em um lar onde sempre conviveu com o fanatismo religioso de seus progenitores. Desde sua adolescência, ele nunca se interessou por "coisas de menino" ou se sentiu atraído pelo sexo oposto. Seu pai, um sujeito ultra conservador, sempre finjiu não perceber o que acontecia a sua volta enquanto a mãe negava a idéia de o filho ter tendências a homossexualidade. Até que em um jantar de domingo, Iarley precisando tirar todo aquele peso das costas, finalmente se assume gay. Claro, que o pai, alheio ao que poderia estar passando ma cabeça confusa do rapaz, ao invés de acolher o filho, balbuciou cuspindo várias palavras ofensivas e que desrespeitava sua escolha. A mãe, desesperada e aos prantos, escolhe entrar em contato com a irmã, outra cristã fervorosa, para pedir algum tipo de ajuda. "Ouvi dizer que o padre Mário já curou alguns desviados que foram pedir ajuda na igreja", foi a ajuda vindo da família. Foi então que no outro dia, convencido por todos a sua volta de que estava possuído por espíritos malignos, Iarley aceitou conversar com o "milagreiro", o qual a mãe já havia combinado o encontro. Chegando na igreja, em um primeiro momento a conversa é com o casal de pais. Mário convence-os de que é capaz de "livrar" seu filho daquela "maldição", e enfim chama o rapaz para a sessão particular, que entra cabisbaixo na sala antes dos pais deixá-los a sós. Então, após explicar com passagens sobre o que a "igreja" pensa sobre sua condição, segue o diálogo a seguir: _ O que o diabo faz você sentir meu filho? _ Eu sinto atração por homens, padre... _ Isso é o "coisa ruim" agindo na sua vida... O pai fez o homem para se relacionar com mulher... _ Sim padre, eu preciso de sua ajuda... _ Você chegou a se relacionar com alguém do mesmo sexo meu filho? _ Não padre... Nunca... (Responde Iarley, enquanto o pastor coloca um crucifixo em cima da mesa). _ Tens salvação... Ainda não foi violado... Você sente vontade de fazer o que com outros homens?... É importante eu saber... Pois é através de mim que o santo age... _ Ah padre... Me perdoe... Eu tenho vergonha de dizer... O senhor sabe... Nesse momento o padre se aproxima e com as mãos no ombro de Iarley faz com que ele entenda que precisa ajoelhar-se naquele momento. O rosto do jovem fica exatamente na altura do volume na calça social do padre, evidenciando suas raízes africanas. Mário diz algumas palavras que soam como sons longínquos para o rapaz, que tem o foco naquela "distração". Agora com uma das mãos em sua cabeça, Mário despeja várias palavras direcionadas ao "espírito maligno" que toma conta do corpo de Iarley. Em um certo momento, enquanto o padre continua com seu "exorcismo", uma idéia surge na cabeça do rapaz: ainda ajoelhado, ele abraça forte as pernas do padre aproveitando-se para encostar o rosto no membro ainda coberto do clérigo. Em um primeiro momento, Mário não percebe a malícia de Iarley, já que se concentra em seu "ttabalho" de salvação. Interrompendo Mário que agora com os olhos abertos direciona a atenção para baixo, o garoto questiona: _ Nossa padre Mário... isso é... isso é seu pênis? Surpreendido, o padre se afasta dando um salto para trás: _ O que? Meu filho... Que pergunta é essa?... Quem está aí? Iarley... é você mesmo? Caminhando com os joelhos em direção ao padre que agora está encostado na parede, Iarley, bem consciente do que está fazendo, tenta baixar as calças do homem a sua frente, que ao mesmo tempo tenta impedir a ação: _ Pare com isso Iarley... Ou quem quer que seja... Eu ordeno em nome do pai... _ Eu só quero ver padre Mário... Me deixe ver por favor... _ Pare agora com isso espírito maligno! (Responde o Padre, com a certeza de que o rapaz está possuído) Olhando nos olhos do padre, Iarley se levanta e andando de costas em direção a mesa, pede para que o pastor fique quieto, colocando o dedo sobre os próprios lábios. Naquele momento, ele já havia decidido "entrar no personagem" que o padre biscava e enfim se libertar. De costas e com o rosto virado em direção ao Mário, ele pega o crucifixo que o padre havia deixado na mesa e o segura colocando a base da cruz na boca, enquanto abre a calça jeans com ambas as mãos a puxa junto com a cueca para baixo, expondo sua bunda agora desnuda. Ainda sob o olhar atônito do homem, Iarley ainda na mesma posição, chupa o crucifixo, fazendo movimentos de vai e vem. Antes de abrir a bunda, ele ainda dá uma cuspida no objeto agora fora de sua boca e o introduz devagar em seu cuzinho. _ Meu deus... Quem é você? Quem é você... Com o crucifixo enfiado no "rabo", Iarley pergunta se o padre gosta do que vê. De repente, o instinto sexual e pecaminoso aos seus olhos, vai dominando seus pensamentos fundamentalistas. Seu corpo começa reagir aquela situação. Mesmo querendo lutar contra, Mário não consegue impedir que o sangue comece a preencher o corpo cavernoso de seu pau antes mole. Iarley percebe que o sujeito tenta esconder a "paudurecência" e provoca ainda mais: _ Tá gostando né padre Mário... Diz o rapaz, antes de agora subir na mesa e posicionar-se de quatro em sua direção. Ainda "empalado", ele continua: _ Vem aqui padre Mário... Chega mais pertinho de mim... Eu sei que você quer... _ Você não vai conseguir me desviar da luz, seu desgraçado... Deixe esse rapaz em paz seu pervertido... (Responde Mário, com voz baixa) _ Me deixe ver seu pau então... Eu só quero ver seu pau... Eu faço o que você quiser... _ De jeito nenhum eu negocio com um espírito das trevas... _ Você não quer me ajudar? Ajudar o rapaz aqui? (Diz Iarley, usando de toda sua capacidade teatral, enquanto retira a cruz do cú e anda em direção ao padre) Ao se aproximar, ele enche a mão segurando a rola do sujeito ainda acoado: _ Nossa.... Que pau enorme você guarda aí padre... Ajoelhando-se novamente a frente de Mário, o rapaz enfim baixa as calças dele, agora sem nenhuma resistência. Assim é revelado o pau enorme que claramente atende as expectativas de Iarley. Ele então abocanha a rola antes que o padre esboçasse qualquer reação. Enquanto Iarley o mama com vontade, o padre encosta na parede apoiando as duas mãos. O rapaz, concentrado naquela piroca, nem escuta Mário balbuciar algumas palavras pedindo perdão ao "pai". Assim, ele continua a usar de todo conhecimento adquirido vendo vídeos na internet e treinando em rolas improvisadas. Mas ali ele teve coragem, enfim. O padre já não criava resistência física alguma, era apenas oração. Iarley alternava entre bater com a piroca em sua lingua e as mamadas até onde aguentava sem engasgar. Eram as primeiras experiências de ambos os envolvidos. A última vez que Mário havia sentido tamanho prazer, havia sido a longínquos anos atrás com uma punheta ou outra. Já o rapaz, contava os dias esperando uma oportunidade o qual havia encontrado com aquele pau negro. Inevitavelmente, depois daquele intenso estímulo, a boca de Iarley é preenchida com o leite "sagrado". A porra, pegajosa e quente, como a inédita sensação de tê-la em sua boca. O padre, observa calado aquela língua, degustando qualquer vestígio visível, sem que haja desperdício. Com tudo finalizado, o rapaz levanta e veste-se das calças que aquela altura, estava jogada no chão. Mário acompanha fazendo o mesmo. Ao abrirem a porta, os dois reencontram os pais de Iarley, que permaneceram sentados ali no mesmo lugar, desde sua chegada com o filho. Segue o diálogo: _ Tivemos uma grande evolução no tratamento... (Toma a frente Iarley, explicando aos pais) ...o padre Mário tem um enorme poder... (continua, olhando nos olhos do "tutor") _ Sim, claro... claro Iarley... Sim... (Responde um homem ainda meio "sem graça") _ Estarei aqui na semana que vem para darmos continuidade padre Mário! (Despede-se dando uma piscadela) _ Que bom que deu tudo certo, meu deus.. Em nome do pai, meu filho vai ser curado!!!... (Comemora a mãe, enquanto o pai permanece em silêncio). Continua?
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