A AJUDA - Parte03

Repeti o ritual.
Tomei um banho demorado depois do almoço, passei uma fragrância suave na pele ainda úmida e vesti apenas uma camiseta limpa e uma calça de moletom. Sem cueca. Queria sentir o tecido grosso roçando direto na carne quente.
Assim que ouvi o carro do Sr. Irineu cruzar a porteira, me dirigi para o galpão. Sentei no mesmo banco do fundo e fiquei aguardando. Dessa vez a demora foi maior. Quase uma hora.
Então ela saiu da sede.
Veio caminhando em direção ao galpão com aquele passo leve, quase flutuante. Usava uma calça legging preta, colada como uma segunda pele, e uma camiseta branca fina. Fiquei observando cada movimento, me deleitando com a graciosidade do andar dela. As curvas das pernas e dos quadris saltavam sob o tecido justo. O volume dos seios se marcava com clareza a cada passo.
Ela entrou no galpão e veio devagar até onde eu estava. Parou a uns dois metros de distância.
— Por que você disse que hoje ia querer novamente? O trato era eu fazer uma vez — falou, a voz baixa.
— Eu não disse que era uma vez. Disse que era uma troca: eu não contava pro seu avô e você me ajudava. E eu ainda preciso de ajuda.
A expressão dela mudou. Parecia se sentir enganada, mas não havia mais o medo do dia anterior. O olhar agora era outro: submisso, expectante, quase resignado.
— Mas tudo bem… se você não quiser me ajudar…
Ela ficou me encarando em silêncio por alguns segundos.
— Tá bom — murmurou.
— Então vamos. Pode ir na frente.
No caminho até a área da churrasqueira fui me deliciando com aquela bunda rebolando suavemente a cada passo. O pau já não cabia direito dentro do moletom; latejava, pesado, exigindo espaço.
Ao chegar, ela parou, virou-se para mim e ficou apenas olhando. Sentei no mesmo lugar de sempre, dei dois tapinhas no assento ao meu lado e falei:
— Senta.
Ela veio e sentou bem perto. Nossas coxas se tocaram de leve. Pude sentir o aroma da fragrância dela misturado ao cheiro do cabelo. Abri os braços e os apoiei no encosto do banco, deixando o corpo aberto.
Ela baixou o olhar na direção do meu pau. Senti um leve tremor percorrer o corpo dela. Continuou olhando, e isso fez o meu membro — já duro — dar pequenas estocadas involuntárias sob o tecido. Ela se remexeu no banco.
Levei a mão até o cabelo dela, acariciando de leve, e falei baixo:
— Tira ele pra fora.
Para minha surpresa, ela se virou na minha direção e, com as duas mãos, puxou o moletom para baixo de uma vez. Meu pau pulou para fora, pesado, vermelho na cabeça, pulsando apontado para o rosto dela.
Por um momento ela ficou congelada, ainda segurando o elástico do moletom, os olhos fixos naquele volume que latejava tão perto da boca. Depois largou o tecido, se ajeitou no banco, sentando-se colada a mim, e sem que eu precisasse dizer mais nada, fechou a mão direita em volta do meu pau e começou a punhetá-lo.
A cada movimento de sobe e desce, parecia que ela ficava um pouco mais absorvida. Olhava a cabeça do pau emergir da própria mão como se esperasse, a qualquer segundo, o jato quente que tanto parecia desejar.
— Isso… assim… faz bem gostosinho…
Instintivamente, ao ouvir minha voz, ela acelerou o ritmo. Os olhos permaneciam pregados no meu pau, concentrados, quase famintos. Sentia que ela ordenhava de verdade, querendo ver o leite escorrer.
— Isso… assim… faz… faz que eu vou gozar…
Ela se ajeitou melhor no banco, debruçando o corpo sobre o meu, e intensificou o movimento. Os olhos ainda fixos na pica.
Soltei um gemido longo. A porra esguichou longe, em jatos densos. Ela deu um pequeno pulo no banco, mas não parou. Continuou apertando e punhetando com afinco até a última gota. Meu pau começou a amolecer, mas ela insistia, agora usando a lubrificação do sêmen, como se quisesse impedir que ele morresse.
Puxei o corpo dela para junto do meu e beijei o topo da cabeça, sentindo o cheiro do cabelo.
— Tá bom… tá bom… — falei, a voz ainda engasgada.
Ela soltou meu membro, mas continuou olhando para ele, como se quisesse gravar cada detalhe daquele ocaso.
— Levanta minhas calças.
Como uma mamãe zelosa, ela pegou o moletom com as duas mãos e, com todo cuidado, puxou para cima até acomodar meu pau ainda sensível. Depois se endireitou no banco e me olhou. Havia um brilho diferente nos olhos dela. Uma mistura de alívio e satisfação suja.
— Se você quiser lavar as mãos, tem sabonete e toalha ali na pia.
Ela se levantou num movimento suave e foi até a pia. Fiquei admirando aquela bunda maravilhosa se oferecendo sob a legging preta apertada.
Quando terminou, virou-se para mim.
— Fiz um suco de amora pra você — falei, levantando e me dirigindo até a mesa. — Você gosta?
Ela assentiu com a cabeça e veio até a mesa. Mantive uma distância estratégica.
— Pode se servir.
Ela se aproximou, pegou a jarra e se serviu. Aproximei-me devagar e toquei o cabelo dela na altura dos ombros. Ela terminou de encher o copo e levou à boca. Fui descendo a mão, acariciando o cabelo, depois a nuca, as costas… até chegar às nádegas.
Senti a reação imediata. Ela estremeceu. Tirou o copo da boca e fechou os olhos, como quem saboreava aquele toque proibido. O tesão dela me contaminou. Senti meu pau acordar de novo, endurecendo rápido.
Continuei acariciando aquelas nádegas firmes, dando pequenos apertões. Ela suspirava baixo. Eu podia sentir o desejo pairando no ar entre nós. Meu pau já estava novamente em ponto de bala, armando circo dentro do moletom.
Afastei-me um pouco e falei:
— Vem.
Ela se virou para mim e imediatamente baixou o olhar para o volume sob o tecido. Os olhos se arregalaram. Soltou um suspiro curto, um “hummmm” quase inaudível.
_ Vem, falei indo em direção ao banco e me sentei.
_ Senta, falei dando dois tapinhas no assento do banco ao meu lado. Abracei o encosto do banco, evidenciando a mala.
Ela olhou fixamente em meus olhos, um olhar enigmático. Um misto de desafio e resignação. Veio caminhando lentamente.
Sentou ao meu lado, bem encostada em mim. O seu aroma invadiu os meus sentidos. Era como um feromônio que agia sobre mim como um feitiço espalhado no ar.
Encarou a mala, se inclinou em minha direção sem economizar o contato. Agarrou minha calça de moletom pelas coxas e a foi puxando lentamente para baixo.
O pau saltou pra fora, turgido, latejante. Ela deu um ligeiro toque na base da mandioca, no topo do saco, e com o dedo do meio foi subindo suavemente ate a cabeça, abraçou a glande, apertou ligeiramente e foi descendo ate a base.
Gemi de tesao. Ela começou a punheta-lo suavemente, como se estivesse domando um animal selvagem. Era como se o meu prazer alimentasse algo nela. Talvez um sentimento de dominação através da submissão. Um sentimento de poder sobre mim.
Toquei seus cabelos com a mão direita. Acariciei aquelas madeixas sedosas, descendo ate a sua bunda.
Ela suspirou e parou por alguns segundos com a punheta, apreciando a sensação.
Inclinou-se um pouco mais permitindo mais acesso à aquelas maravilhosas nadegas.
Acariciei e apertei, a calça leg era de um tecido fino, dava pra sentir perfeitamente os contornos da calcinha, que era quase um fio dental.
A cada gesto meu o ritimo da punheta mudava.
Quando levei meu dedo do meio no seu reguinho em direção ao seu cuzinho, ela estremeceu e suspirou profundamente.
A punheta se intensificou.
Ela encarava a pica com se a cobrasse pelo gozo, pela porra.
Não demorou muito e a erupção de porra aconteceu, ao mesmo tempo cutuquei mais fundo o seu cuzinho, ela reagiu junto comigo, colocando a sua cabeça em direção a minha e a porra caindo sobre nos.
Ficamos assim juntos por alguns instantes, tentando recuperar o folego.
Ela foi se afastando, mas ainda segurando e olhando a mandioca que estava expelindo as ultimas gotas. Era como se estivesse admirando sua obra de arte, sua realização, saboreando o seu poder de dar prazer.
Apoiei o meu braço novamente do banco. Sem eu falar nada, ela subiu o meu moleton com o mesmo cuidado e suavidade de antes.
Me olho com um olhar maroto, levantou-se e dirigiu-se para a pia.
Lavou a mãos, e sem se virar pra mim disse:
_Tchau...
E começou a andar em direção a sede.
_Até amanhã, falei.
Ela continuou o seu caminho, e eu fique admirando aquele caminhar elegante e agora mais solto e sensual.
Fiquei ali sentado por um longo período.
Uma sensação de esvaziamento, o dragão exausto e adormecido.
Não tinha pensamentos, so as sensações.
a brisa suave que tocava o meu rosto, o som do vento nas folhas das arvores, o cantarolar dos pássaros. o azul do céu.
a mente estava vazia e ao mesmo tempo me sentia preenchido, como se estivesse saído de um banquete.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico pedrobo1960

Nome do conto:
A AJUDA - Parte03

Codigo do conto:
274522

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
12/10/2026

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