A Madrastra - parte 08



A luz da manhã entrava pela janela da cozinha como uma intrusa educada, pintando os móveis em tons de ouro e branco. Pedro chegou arrastando os pés, o corpo ainda pesado dos acontecimentos da noite anterior, a mente girando em turbilhão. Ele não dormira bem — ou talvez dormira profundamente, mas o sono não trouxera descanso. Apenas mais confusão.

— Bom dia, querido. Dormiu bem? — a voz de Júlia era doce, controlada, como se a noite passada não tivesse acontecido. Como se ela não tivesse tocado seu corpo, como se a mão dela ainda não estivesse gravada em sua pele.

Pedro apenas acenou com a cabeça, um movimento lento e mecânico. A cabeça estava confusa, os pensamentos embaralhados como cartas de um baralho que alguém atirara para o alto. Ele queria entender o que estava acontecendo, queria encontrar um fio de lógica naquele emaranhado de sensações, mas não conseguia. Cada vez que tentava pensar, a imagem de Júlia sentada na cama, a mão dela deslizando sobre ele, o sorriso enigmático nos lábios — tudo isso invadia sua mente e apagava qualquer racionalidade.

— Sente-se e tome o café — disse ela, colocando um prato com ovos sobre a mesa, ao lado das torradas e da geleia. — Preparei ovos, tem torradas e geleia. Precisa comer bem antes de ir para a escola.

Ele sentou-se, mas ficou inerte, os olhos fixos em Júlia. Como ela podia agir com tanta naturalidade? Como podia estar ali, servindo café, como se não tivesse tocado seu pau na noite anterior, como se não tivesse o feito gozar até perder o fôlego? A normalidade dela era quase mais perturbadora que a própria intimidade.

— Coma, senão vai se atrasar — disse ela, e a voz tinha um tom de censura maternal que o fez lembrar, por um instante, que ela era, sim, quase sua mãe.

Pedro comeu mecanicamente, os dentes mordendo a torrada sem sentir o sabor, os olhos ainda fixos nela. Terminou o café num silêncio que pesava mais que palavras e saiu, a mochila pendurada em um ombro, o corpo ainda vibrando com as lembranças.

A porta se fechou atrás dele, e Júlia permitiu-se finalmente respirar.

Sua fachada de normalidade era frágil, um papel de parede colado sobre uma parede prestes a desabar. Por dentro, ela estava em convulsão — um misto de excitação, medo e vergonha que a consumia como fogo. Cada vez que olhava para suas mãos, via o sêmen de Pedro escorrendo entre seus dedos. Cada vez que fechava os olhos, sentia o gosto salgado em sua língua, lembrava-se do prazer proibido de lamber aquela secreção.

E apesar de tudo — apesar da vergonha, do medo, das vozes na sua cabeça que gritavam que aquilo era errado — ela se sentia viva. Mais viva do que se sentira em anos. O coração batia num ritmo que o marido nunca lhe dera, e o corpo pedia mais.

---

O final da tarde chegou como uma promessa e uma ameaça. Pedro entrou em casa, largou a mochila no hall de entrada e foi procurar Júlia. O som da água corrente na cozinha guiou seus passos, e ele a encontrou de costas para ele, inclinada sobre a pia.

O vestido era novo, algo que ele nunca vira antes. Rosa, justo ao corpo, mostrando bastante de suas costas nuas, a coluna descendo em curva suave até a cintura. A barra terminava um palmo acima dos joelhos, deixando à mostra aquelas pernas que o atormentavam nos sonhos. Ele sentiu o ar faltar em seus pulmões.

Ela virou-se ao ouvir seus passos, e Pedro viu o decote. O tecido fino cobria os seios sem sutiã, e os mamilos marcavam a superfície como dois botões que convidavam ao toque. Cada movimento dela fazia o vestido se ajustar às curvas, e ele sentiu a boca seca.

— Oi, você já chegou? — perguntou ela, a voz casual, como se estivesse vestindo um moletom qualquer.

Pedro não respondeu. Seus olhos estavam grudados naquele corpo, naquela pele, na promessa que o vestido insinuava. Um tremor percorreu seu corpo, e ele sentiu a ereção se formar sob o calção que vestia.

Ela se virou e continuou a lavar a louça, o movimento dos braços fazendo os seios balançarem sob o tecido. Abaixou levemente para pegar algo no fundo da pia fazendo com que a bunda empinasse, elevando um pouco vestido, mostrando um pouco mais das coxas. Pedro não resistiu. A excitação que vinha sendo comprimida desde a noite anterior explodiu como um vulcão, e ele caminhou até ela num impulso cego.

Seus braços envolveram a cintura dela por trás, o corpo colado ao dela, o rosto encontrando a curva de seu pescoço. O pau duro de Pedro se encaixou entre as nádegas de Júlia através do tecido fino do vestido, a pressão quente e firme contra a fenda de sua bunda. Ela estremeceu, os olhos se fechando por um instante enquanto uma pontada de desejo atravessava seu ventre. Sentiu o próprio cu contrair-se involuntariamente, um piscar que respondia à presença daquela carne pulsante tão perto. Seu quadril começou a se mover num movimento lento e instintivo, rebolando-se contra ele, empinando o bumbum para um melhor encaixe, buscando sentir cada centímetro — até as bolas do rapaz roçando sua pele, a pressão completa contra seu corpo. A respiração ficou ofegante, a mão que segurava a esponja na pia tremeu.

De repente, como um choque elétrico, um raio de lucidez a invadiu.

— Que é isso, Pedro? — a voz dela era surpresa, mas não havia pânico. — Me solta!

Ele apertou mais forte, as mãos encontrando seu ventre sob o vestido.

— Para, me solta! — ela tentou se desvencilhar, o corpo se movendo contra o dele, o que só aumentou a excitação de Pedro. — Pedro, me solta!

O choque com sua própria atitude foi como um balde de água fria. Pedro soltou Júlia imediatamente, recuando dois passos, os olhos arregalados de horror. O que ele estava fazendo? Perdera completamente o controle.

— Nossa, Pedro, o que é isso? — a voz dela agora era firme, mas não irada. — O que você está pensando que está fazendo, menino?

Ela arrumou o vestido, as mãos passando pelo tecido como se pudesse apagar o toque dele.

— Estou tentando te ajudar, mas não é desse jeito. Você precisa entender que existe um limite, uma linha que não pode ser ultrapassada.

Pedro ouvia, mas não escutava. Sua mente estava entorpecida pelo desejo, pelos olhos dela, pela boca que se movia em palavras que ele não processava. A voz daquela deusa era música, e ele se deliciava com cada som que escapava de seus lábios. Olhava para os olhos, para a boca, para os seios que balançavam enquanto ela falava e gesticulava, o vestido acompanhando cada movimento como uma segunda pele.

— Pedro, acho que precisamos conversar para esclarecer tudo — disse ela, com um suspiro. — Vai tomar um banho e depois volta para conversarmos.

Ele obedeceu como um autômato. Tomou o banho mais rápido de sua vida, a água fria incapaz de aquietar o fogo que ardia em seu peito. Vestiu um calção e uma camiseta, sem se importar se estava seco ou não, e voltou para encontrá-la.

Ela estava sentada na sala, as pernas cruzadas, o vestido rosa agora um pouco mais amassado. Ele ficou em pé, esperando o comando, os olhos fixos nela como um cão que aguarda uma ordem.

— Meu Deus, Pedro, você não se enxugou direito — disse ela, os olhos percorrendo seu corpo. — Tem até um pouco de sabão no seu cabelo. Sua mãe não te ensinou muito bem a se cuidar.

Ela se levantou, e a mão encontrou a nuca de Pedro, os dedos quentes contra a pele molhada.

— Vamos dar um jeito nisso.

Ela o conduziu até o quarto dele, a mão firme em sua nuca, os passos dela ecoando ao lado dos passos dele. No quarto, ela pegou a toalha que ele deixara jogada sobre a cama.

— Vem aqui.

Ele se aproximou, e ela colocou a toalha sobre a cabeça dele, começando a esfregar e enxugar o cabelo com movimentos firmes. A posição a colocava bem à sua frente, e Pedro tinha a visão perfeita das mamas dela balançando sob o tecido fino do vestido enquanto os braços se moviam para enxugar sua cabeça. Cada sacudida era um convite, cada movimento era uma tortura.

O impulso veio como um relâmpago. Pedro a abraçou, o rosto indo em direção ao peito dela, a boca encontrando o tecido que cobria o seio direito. Ele sentiu o mamilo sob o vestido, a ponta dura contra seus lábios, e um gemido escapou de sua garganta.

Ela soltou a toalha, as mãos encontrando os ombros dele, afastando-o com uma firmeza que o surpreendeu.

— Pedro, não faz isso — disse ela, a voz ofegante. — Estou querendo cuidar de você. Não é assim.

Ela sentou-se na cama com um suspiro de insatisfação — ou seria de frustração? — e olhou para ele. Seus olhos percorreram o corpo do rapaz, e ela viu. A ereção era visível, o pau apontando para a cintura, escapando pela borda do calção.

O olhar de Júlia se deteve naquela visão, e o desejo invadiu seu corpo como uma onda. Ela sentiu o calor entre as pernas, a umidade se formando, a vontade incontrolável de tocar, de sentir, de provar. A lembrança daquele membro encaixado em sua bunda. Por alguns momentos, ela ficou paralisada, os olhos fixos naquele membro que já conhecia tão bem, que já sentira pulsar em suas mãos, que já vira jorrar.

— Nossa, Pedro — disse ela, a voz um fio. — De novo precisando de ajuda?

A pergunta pairou no ar como um convite.

— Vem — disse ela, a voz baixa, quase um sussurro. — Deita aqui que a mamãe vai te ajudar.

Pedro deitou-se na cama mais rápido do que sua mente podia processar. O corpo estava em chamas, a ereção dolorosa, o coração batendo tão forte que ele podia ouvir o sangue pulsando em seus ouvidos. Fechou os olhos, entregando-se àquele momento, àquela mulher que o dominava por completo.

Júlia puxou o calção dele vagarosamente, os dedos deslizando pelo tecido, descendo-o centímetro a centímetro. Cada centímetro revelado era uma descoberta, e ela se deliciava com a visão — o pau emergindo como uma escultura viva, a pele quente, a cabeça vermelha que pulsava sob seu olhar.

Ela fez um carinho leve com a ponta dos dedos, traçando a linha do membro da base à glande. Pedro tremeu, o corpo se arqueando, um gemido rouco escapando de seus lábios. O membro pulsou várias vezes sob o toque, como um animal que responde ao carinho.

Com a outra mão, ela acariciou o saco do rapaz com a ponta dos dedos. A pele arrepiou sob o toque, ficou dura, e as bolas subiram enquanto o membro pulsava novamente. Pedro se contorceu na cama, os dedos apertando os lençóis, a respiração saindo em soluços.

Ela estava hipnotizada. O desejo de sentir aquele músculo em suas mãos, na sua boca, dentro de sua buceta — tudo isso percorria seus pensamentos como um fogo que não podia ser apagado. Ela queria lamber, queria chupar, queria engolir aquele cacete até o fundo da garganta. Queria se lambuzar nele, naquela fábrica de porra que era o corpo do rapaz.

Mas não. Ela não podia perder o controle.

Com a mão direita, ela segurou o corpo daquele membro e iniciou um movimento suave de vai e vem, a mão deslizando sobre a pele quente, o ritmo cadenciado. O pulsar do pau sob seus dedos disparava uma dor no meio de suas pernas — uma dor de desejo, uma dor de quem quer mais. A calcinha que usava estava ensopada, e cada movimento que fazia com a mão era um reflexo do que seu corpo pedia.

Foi punhetando o garoto devagar. A cada quatro ou cinco idas e vindas, ela fazia uma completa, a mão deslizando até a cabeça, os dedos envolvendo a glande com uma precisão que arrancava gemidos do rapaz. Pedro estava entregue, o corpo reagindo no ritmo dos movimentos da mão de Júlia, os olhos fechados, a boca entreaberta, os dedos apertando os lençóis como se sua vida dependesse disso.

Com a mão esquerda, ela começou a massagear levemente o saco do rapaz, os dedos traçando círculos na pele arrepiada. Pedro soltou um soluço — um som tão vulnerável que quase a fez parar. Mas ela continuou, o ritmo da mão direita acelerando ligeiramente.

Ela percebeu. As pulsações se intensificaram, o corpo dele se enrijecendo, a respiração se tornando ofegante. Ele iria gozar.

Num movimento rápido, ela posicionou o rosto na direção do pau do rapaz, os olhos fixos na glande que pulsava, e intensificou os movimentos. A mão subia e descia com uma urgência que era quase violenta.

O jato veio forte, abundante e quente. Foram ao menos seis rajadas que atingiram seu rosto, seu cabelo, seu pescoço, seus seios, seu vestido. O sêmen escorria pela pele dela como lava, e ela sentiu um pequeno gozo — uma onda de prazer que percorreu seu corpo, fazendo-a apertar as coxas, sentindo a calcinha completamente ensopada.

A vontade era de lamber, chupar, engolir aquele cacete quente. Sentir até o fundo de sua garganta. Se lambuzar nele e naquela fábrica de porra. Mas ela resistiu. Não podia.

Ela soltou o membro lentamente, os dedos ainda trêmulos. Pedro gemia baixinho, o corpo todo tremendo com os espasmos finais do orgasmo que a consumira por inteiro.

Passados alguns momentos, ele abriu os olhos e olhou para ela. A visão o impactou — a porra estava toda espalhada no rosto dela, no cabelo, no pescoço, nos seios, no vestido rosa que agora estava manchado de branco.

— Olha o que você fez comigo!!! — disse ela, a voz num tom de fingida indignação que escondia um sorriso malicioso.

Ela se levantou lentamente, os olhos fixos nos dele, o rosto ainda coberto pelo sêmen que escorria. Com um sorriso que era ao mesmo tempo provocante e enigmático, ela saiu do quarto e fechou a porta atrás de si, deixando Pedro ali, imóvel, tentando entender tudo o que acontecera.

Pedro ficou um longo tempo deitado, os olhos fixos no teto, o corpo ainda tremendo com os ecos do prazer. A visão de Júlia — o rosto coberto de porra, o sorriso malicioso, os olhos que brilhavam com uma faísca que ele nunca vira antes — tudo isso se gravou em sua mente como uma tatuagem permanente.

Ele queria mais. Queria tudo. Queria a boca dela, a língua dela, o corpo dela. Queria sentir o gosto do próprio sêmen nos lábios dela. Queria que ela o devorasse por inteiro.

Mas a confusão também estava lá, sussurrando em seus ouvidos. O que estava acontecendo? Como tinham chegado a esse ponto? E o que viria depois?

O cansaço, finalmente, falou mais alto. O sono veio como um manto pesado, e Pedro adormeceu ainda com a imagem de Júlia coberta de sêmen gravada em sua mente.

Do outro lado da porta, Júlia encostou-se à parede do corredor, os olhos fechados, a respiração irregular. A mão ainda tremia, e o gosto salgado do sêmen de Pedro ainda estava em sua boca — uma lembrança que ela guardaria para sempre.

O que ela estava fazendo? Estava perdendo o controle, e sabia disso. Mas cada vez que tocava Pedro, cada vez que sentia aquele pau pulsar em sua mão, o mundo ao redor desaparecia. Restava apenas o desejo, puro e absoluto.

Ela levou a mão ao rosto, os dedos encontrando o sêmen que ainda escorria. Levou-os à boca, lambendo lentamente, sentindo o gosto que já se tornara familiar.

Uma parte dela queria mais.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico pedrobo1960

Nome do conto:
A Madrastra - parte 08

Codigo do conto:
274656

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/10/2026

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