O Nadador e o Novato: Aula Particular no Vestiário



Eu tinha 25 anos quando finalmente entrei na natação.

Sempre tive vergonha de admitir que não sabia nadar direito. Depois dos 25, decidi que chegava. Me inscrevi num clube de subúrbio no Rio, daqueles com piscina bem cuidada, azulejo claro e iluminação boa pra aulas noturnas. As turmas eram de adultos, a maioria gente da minha idade ou um pouco mais velha, todo mundo tentando melhorar o condicionamento depois do trabalho. Eu era só o novato desajeitado que ainda fazia flutuação com prancha.

Foi assim que conheci o Breno.

Ele tinha 37 anos, 1,65 m, pele morena, barba cerrada bem aparada, boquinha pequena e dentes branquinhos que apareciam sempre que sorria. Nadava desde criança e competia há anos em provas amadoras. Mesmo sendo mais baixo, o corpo dele era denso, ombros largos, peito firme, pernas fortes de quem passa horas na água. Usava sunga preta justa que marcava tudo.

No primeiro mês eu quase não falava com ninguém. Só observava. Breno treinava no mesmo horário, mas numa faixa mais avançada. Um dia, enquanto eu tentava fazer o crawl sem engolir água, ele parou na borda da minha raia.

— Tá engessado, hein — falou, voz baixa, quase um sorriso no canto da boca. — Você trava o ombro direito toda vez que gira a cabeça.

Eu levantei o óculos, meio sem graça.

— É… tô começando agora. Meio tarde, né?

— Nunca é tarde. Quer uma dica de verdade?

Aceitei. Ele entrou na água ao meu lado, mostrou o movimento do braço, a respiração lateral, a pernada. Aproximou o corpo mais do que o necessário. A cada correção, a mão dele tocava meu ombro, minha cintura, a parte de trás da coxa. Nada invasivo demais… mas o bastante pra eu sentir o calor da pele molhada dele.

Nas semanas seguintes virou rotina. Breno ficava depois do treino oficial e me ajudava. A treinadora até brincava:

— Olha só, o Breno virou professor particular.

Ele só ria e respondia:

— O moleque tem potencial. Só precisa de paciência.

Um dia, depois de quase dois meses, a treinadora pediu ajuda pra guardar os materiais: pranchas, flutuadores, os cones de fundo de piscina. Já era quase nove da noite. A piscina estava vazia. Só nós dois ficamos.

— Fecha a porta do vestiário quando terminar — ela gritou de longe, já saindo. — E não esquece de desligar as luzes da quadra.

Ficamos sozinhos.

Guardamos tudo em silêncio. O único som era o gotejar das torneiras e o chiado do cloro ainda na pele. Quando terminamos, Breno olhou pra mim, ainda de sunga molhada colada no corpo.

— Você melhorou pra caralho nessas semanas.

— Foi por causa de você.

Ele deu um passo mais perto. A diferença de altura era pequena, mas o olhar dele pesava.

— Sabe o que mais melhorou? — perguntou, voz mais baixa. — O jeito que você me olha quando acha que eu não tô vendo.

Meu coração acelerou. Eu engoli em seco.

— Eu… não sabia que era tão óbvio.

— É. E eu gosto.

Ele estendeu a mão e puxou a tirinha da minha sunga, devagar. O volume dele já marcava forte. Eu senti o meu endurecer na hora.

— Você já ficou com homem, Vitor?

— Poucos. Tipo… três. E faz tempo.

Breno sorriu, mostrando os dentes branquinhos.

— Então deixa o mais experiente te ensinar outra coisa.

Empurrou a porta do vestiário com o ombro e me puxou pra dentro. O cheiro de sabão barato e cloro misturado com suor. Assim que a porta fechou, ele me prensou contra os armários de metal e me beijou.

O beijo dele era quente, úmido, com gosto de água da piscina. A barba cerrada roçou meu queixo. Eu abri a boca e a língua dele entrou com vontade. As mãos dele desceram pela minha costa molhada e apertaram a bunda com força.

— Porra… que bunda gostosa pra um iniciante — murmurou contra minha boca.

Tirei a sunga dele num puxão. A piroca saltou: não era a maior que eu já tinha visto, mas era grossa, veiuda, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. Eu envolvi com a mão e ele soltou um gemido baixo.

— Chupa — pediu, voz rouca. — Quero ver essa boca de novato engolindo.

Ajoelhei ali mesmo no piso molhado. Passei a língua na cabeça, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte de macho que ainda carregava o cloro da piscina. Depois abocanhei devagar, descendo até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Breno segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter, primeiro com cuidado, depois com mais vontade, gemendo cada vez que eu engolia tudo.

— Isso… respira pelo nariz… assim. Caralho, Vitor… sua boca é quente pra porra. Olha como você tá babando no meu pau…

Eu chupava com fome, a mão apertando as bolas pesadas dele enquanto a outra subia pela coxa grossa. Ele puxava meu cabelo e empurrava mais fundo, o abdômen batendo no meu nariz. Quando senti o pré-gozo escorrer na língua, ele me puxou de volta pra cima, virou meu corpo de costas contra o armário e puxou minha sunga pra baixo de uma vez.

— Agora é minha vez de provar você.

Ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos firmes e enterrou a língua no meu cu sem aviso. Eu gemi alto, as mãos escorregando no metal frio. A barba cerrada roçava a pele sensível enquanto a língua entrava e saía, molhando, chupando, fudendo. Ele cuspiu ali mesmo e enfiou dois dedos grossos de uma vez, abrindo caminho com jeito de quem sabia exatamente o que fazia.

— Tá apertado ainda… gosto assim — ele falou, a voz vibrando contra minha pele. — Vou te comer devagar primeiro. Depois a gente troca. Quero sentir esse cuzinho de novato tremer no meu pau.

Ele se levantou, cuspiu na própria mão, passou no pau grosso e alinhou a cabeça na entrada. Empurrou devagar. Eu soltei um gemido longo e rouco, sentindo cada centímetro entrar, a grossura abrindo caminho, a cabeça batendo fundo.

— Porra… Breno…

— Relaxa… respira… isso. Tá me engolindo inteiro. Que cu gostoso, caralho…

Quando estava todo dentro, ele parou um segundo, beijando meu pescoço por trás, a barba roçando a pele suada. Depois começou a meter. Primeiro devagar, fundo, sentindo cada centímetro. Depois mais forte. O som molhado das estocadas ecoava no vestiário vazio, misturado com os gemidos baixos dos dois. Eu empurrava a bunda pra trás, pedindo mais, as mãos segurando o armário com força.

— Mais fundo… caralho… me fode direito — eu gemia, a voz falhando.

Breno riu baixo, safado, e deu um tapa forte na minha bunda.

— Olha só o iniciante mandando. Então aguenta, porra.

Segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com vontade, o saco batendo na minha bunda a cada estocada pesada. Uma das mãos dele veio na frente e masturbou meu pau no mesmo ritmo, apertando a cabeça, espalhando o pré-gozo. Eu já estava pingando no chão, as pernas tremendo.

— Tá gostando de levar essa pica, né? — ele rosnou no meu ouvido. — Fala. Quero ouvir.

— Tô… porra, tô gostando pra caralho… não para…

Quando senti que ia gozar, ele parou de repente e saiu, deixando meu cu latejando e aberto.

— Agora você me come — falou, virando o corpo e se apoiando no banco do vestiário, de quatro, a bunda empinada. — Quero sentir esse pau de novato me abrindo. Mete com vontade.

Eu estava tremendo de tesão. Passei saliva no meu pau, alinhei a cabeça na entrada apertada dele e entrei devagar. Breno soltou um gemido grave, a cabeça baixa, os dedos cravados no banco.

— Isso… empurra tudo… porra, Vitor… você é maior do que eu pensava. Caralho…

Comecei a meter. No começo com cuidado, sentindo o calor apertado engolir cada centímetro. Depois com mais força, segurando os quadris firmes dele. O corpo menor e denso rebolava de encontro às minhas estocadas, a bunda batendo na minha virilha com um estalo molhado. Eu inclinava pra frente, beijava a nuca suada, mordia o ombro, puxava a barba dele pra trás pra beijar a boca.

— Você fica tão gostoso de quatro… — eu sussurrava, ofegante. — Esse cu apertado tá me mamando inteiro. Aperta em mim…

— Mais forte… não tem dó não — ele pedia, a voz falhada e rouca. — Me fode como se fosse a última vez. Quero sentir amanhã.

Troquei de posição. Deitei no banco frio e ele sentou em cima, de costas pra mim, as mãos apoiadas nas minhas coxas, rebolando enquanto eu empurrava pra cima com força. O ângulo era profundo. Eu segurava a cintura dele e metia sem parar, vendo a piroca dele balançar e pingar no meu abdômen. Depois ele me virou de novo, me colocou de quatro no banco e voltou a me comer, agora mais bruto, segurando meu cabelo com uma mão e a cintura com a outra, metendo fundo e rápido.

— Vai gozar? — ele perguntou, ofegante, a respiração quente no meu ouvido.

— Vou… porra, vou…

— Então goza. Quero sentir você gozando no meu pau. Aperta esse cu em mim.

Ele meteu fundo, até o talo, e eu explodi sem nem tocar em mim, jorrando forte no banco e no chão, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo em volta da pica dele. Breno gemeu alto, quase um urro, acelerou as últimas estocadas pesadas e gozou dentro de mim, o corpo travando, os jatos quentes enchendo meu cu enquanto ele ainda empurrava fundo, esvaziando tudo.

Ficamos ali, ofegantes, suados, o cheiro de sexo misturado com cloro. Ele ainda dentro de mim, respirando pesado no meu pescoço, o coração batendo forte contra minhas costas.

Foi então que ouvimos.

Um rangido curto e baixo da porta do vestiário, como se alguém tivesse empurrado devagar e desistido. Os dois ficaram parados por um segundo. Depois Breno saiu de dentro de mim com cuidado, me beijou na boca e riu baixo, ainda sem fôlego.

— Aula particular de verdade, hein.

Eu ri também, ainda com as pernas moles, o gozo dele escorrendo pela minha coxa.

— Pode marcar a próxima quando quiser.

Breno passou a mão na minha bunda ainda aberta e deu um tapa leve.

— Pode deixar. A partir de agora a gente treina junto… dentro e fora da água.

E pela primeira vez desde que comecei a nadar, eu não tive pressa nenhuma de ir embora do clube.

Foto 1 do Conto erotico: O Nadador e o Novato: Aula Particular no Vestiário

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Comentários


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sethek Comentou em 25/10/2026

Eita eita delícia de conto. Mais que votado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Nadador e o Novato: Aula Particular no Vestiário

Codigo do conto:
275559

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/10/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
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