?A boca dele era quente, cheia de gosto de cachaça e tabaco. Ele me beijou com força, com uma fome reprimida que me tirou o fôlego. Minhas mãos subiram pelos ombros largos dele, cravando os dedos na camisa de flanela, enquanto o corpo dele colava no meu, fazendo o pijama fino parecer completamente invisível.
?— Caralho... — Juca disse contra os meus lábios, quebrando o beijo por um instante para me olhar de cima a baixo. — Você pediu, Luana. Não tem volta.
?Antes que eu pudesse responder, José já estava atrás de mim. Senti os braços fortes dele envolverem minha cintura, puxando-me contra o seu corpo enquanto sua boca desviava para o meu pescoço. Ele enterrou o rosto na curva do meu ombro, beijando e mordiscando a pele sensível, enquanto as mãos ásperas desciam pelas minhas costas, apertando minha bunda com uma possessividade que me fez arquear as costas e gemer baixinho.
?— Ela é louca... ela é uma delícia... — José murmurava contra a minha pele, completamente fora de si.
?E Marcelo, que parecia o mais hesitante de todos segundos antes, já não resistia mais. Ele se aproximou por lateral, ajoelhou-se levemente e começou a beijar minhas coxas, levantando o tecido leve do pijama com uma muita urgência.
?O cenário era de completo delírio: três homens, amigos de longa data, maridos de família, perdendo a cabeça por mim, ali, na clareira iluminada apenas pelo fogo. E a poucos metros de distância, dentro da barraca, o zíper estava fechado, mas eu sabia que o Ricardo estava ali. Conhecia a Boneca. Sabia que ele estava deitado com os olhos esbugalhados, a mão enfiada na calça, ouvindo cada gemido, cada estalar de beijo, cada toque. A nossa fantasia coletiva estava se tornando a mais pura realidade.
?— Na barraca não... — consegui sussurrar, com a voz embargada pelo tesão, enquanto a mão de Juca afundava no elástico do meu pijama. — Aqui... na luz do fogo.
?Juca não hesitou. Com uma força impressionante, ele me ergueu do chão, encaixando meu corpo contra o tronco de uma árvore grossa logo na borda da clareira. Minhas pernas envolveram a cintura dele por instinto, e o pijama rasgou levemente na lateral com o atrito.
?— Juca... Juca, espera... — eu gemia, enquanto José me beijava na boca ao mesmo tempo, e as mãos de Marcelo massageavam minhas pernas e meus quadris.
?Juca me empalou com uma estocada firme e profunda.
?— AAAAAHHHHH! — gritei, jogando a cabeça para trás, batendo de leve na casca da árvore.
?Ele era pesado, quente, e me enchia de uma forma que fazia o mundo ao redor sumir. A floresta inteira parecia girar em torno daquela clareira.
Juca começou a meter com ritmo, forte e ritmado, enquanto José, logo na minha frente, abriu a calça e empurrou seu próprio pau duro na minha direção.
?— Chupa, Luana! Chupa o José também! — Juca exigia, ofegante, com o suor brilhando na testa.
?Sem pensar duas vezes, com o corpo de Juca me rasgando por dentro e me fazendo ver estrelas, eu avancei e abocanhei o pau de José. A cabeça grossa entrou direto na minha boca, me fazendo engasgar, mas eu agarrei a base com a mão e comecei a chupar, dividindo minha atenção entre o homem que me comia por trás e o homem que me usava pela boca.
?Marcelo, logo abaixo, não perdia um segundo: ele lambia minhas pernas, beijava minha virilha, participando daquela orgia rústica onde as barreiras da civilização haviam simplesmente deixado de existir.
?— Olha para a barraca, Luana... — Juca sussurrou no meu ouvido, mordendo minha orelha enquanto acelerava o ritmo das estocadas. — Olha pro teu marido ali... ele tá vendo tudo... ele tá gozando com a gente.
?Virei o rosto na direção da barraca escura. A silhueta do Ricardo na lona parecia imóvel, mas o som de um gemido abafado veio de lá de dentro. Ele estava lá. A Boneca estava assistindo a sua rainha ser compartilhada por três machos alfa no meio do mato escuro.
?A visão daquela barraca fechada, sabendo o que acontecia lá dentro, foi o gatilho final. O meu corpo contraiu com uma violência absurda.
?— EU VOU GOZAR! — gritei, sem me importar se a floresta inteira ouvia.
?Juca deu mais estocadas fundas, brutais, que me fizeram gritar ainda mais alto, enquanto eu descarregava no pau do Juca, que gemia alto e empurrava o pau com mais força contra a minha buceta. Gozei em ondas quentes, agarrada ao pescoço do Juca, sentindo o calor do corpo dele começar a pulsar dentro de mim também, enquanto José disparava logo em seguida, enchendo minha boca com o seu leite quente.
?Quando Juca finalmente parou, desabei nos braços deles, as pernas bambas, incapaz de tocar o chão. Eles me seguraram com cuidado, como se eu fosse o tesouro mais valioso do mundo — o troféu daquela noite inesquecível.
?O silêncio voltou a reinar na clareira, cortado apenas pelo crepitar da fogueira e pela nossa respiração pesada. Olhei para a barraca. O zíper continuava fechado. Mas o ar na floresta nunca mais seria o mesmo.
Quando Marcelo me disse, você acha que acabou Luana ? A noite está apenas começando......
