Eu e Patrícia tínhamos planejado aquele fim de semana como uma viagem simples, daquelas em que a gente sai de casa sem muita programação, conhece alguns lugares e volta descansado. No sábado, descemos cedo para tomar café na pousada. O salão estava cheio, um burburinho gostoso de gente que, como a gente, estava acordando devagar para mais um dia de folga. Enquanto eu me servia de um café preto forte, Patrícia estava perto da mesa de frutas, escolhendo um mamão com aquela cara de crítica de gastrônoma. Foi aí que o vi.
Sentado sozinho em uma mesa próxima à janela, um homem de cabelos grisalhos e barba curta tomava seu café com uma tranquilidade que parecia uma bênção. Ele lia alguma coisa no celular, completamente alheio à movimentação. Moreno claro, pele lisa, um corpo robusto que dava a impressão de ter sido forte a vida inteira e agora estava apenas acomodado no tempo.
— Coitado, viajar sozinho deve ser um pouco solitário, não acha? — Patrícia apareceu do meu lado com o prato de frutas, seguindo com o olhar na direção do homem.
— Dependendo do dia, pode ser a liberdade em pessoa — brinquei, passando mel no pão. — Pelo menos, ninguém discute com ele sobre o horário de sair do hotel.
Rimos, mas nossos olhos se encontraram e ficamos por um instante olhando para o desconhecido, como se a gente estivesse tentando decifrar o que passava pela cabeça dele. Foi quando aconteceu. Patrícia, se equilibrando com o prato e o suco, deixou cair um guardanapo de papel. Ele caiu perto da mesa do homem, quase roçando a perna da calça dele.
Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o homem se abaixou com uma agilidade que contradizia a idade, pegou o guardanapo e o estendeu para Patrícia com um sorriso. Um sorriso sem pressa, olhos que pareciam ler um pouco além da superfície.
— Desculpe o incômodo — disse Patrícia, um pouco sem graça.
— Nenhum incômodo. Pelo contrário. Só me dá uma boa desculpa para interromper a leitura e dizer que este café da manhã da pousada é dos melhores que já encontrei — ele disse, com a voz um pouco rouca, como se não a usasse há muito tempo.
Patrícia sorriu, aquele sorriso dela que desarma qualquer um.
— É cedo demais pra concordar, estou apenas na primeira xícara.
— Então me dê o privilégio de te convencer a ficar para a segunda — ele respondeu, e a conversa começou. Fluiu. Natural como um rio que encontra seu leito.
Ele se apresentou como Augusto. Patrícia, gentil como sempre, me apresentou como André, seu marido. Augusto nos contou que estava aposentado, depois de muitos anos na estrada como representante comercial. O negócio pegou. Eu também trabalho como gerente comercial, e logo estávamos trocando histórias sobre hotéis com cama ruim, restaurantes escondidos que eram jóias e situações engraçadas que só quem vive na estrada entende.
Augusto tinha uma forma de contar as coisas, com um humor seco que me fez rir várias vezes. Ele não se lamentava do passado, mas o revivia com uma carinha de quem se deu bem na maior parte do tempo.
— Hoje em dia é diferente — ele disse, tomando um gole de café. — Antes, a gente rodava com uma pasta e uma lista de telefones. Agora tenho um celular e mais tempo para decidir se quero sair da cama.
Patrícia estava encantada. Inclinada para a frente, cotovelo na mesa, ouvindo atentamente a cada palavra dele. Eu via a brilho nos olhos dela, aquela curiosidade que sempre me atraiu nela.
Em algum momento da conversa, Augusto mencionou um restaurante que um funcionário da pousada havia indicado, um lugar fora do circuito turístico, mas supostamente fantástico.
— A gente também tá procurando um lugar pra almoçar — disse Patrícia, rápido demais. Quase como uma oferta.
Eu ri. — Pelo jeito, hoje vamos acabar seguindo as recomendações de quem conhece a cidade.
Augusto olhou de mim para Patrícia, um sorriso leve nos lábios.
— Então vocês podem me acompanhar. Pelo menos assim eu não preciso almoçar sozinho.
A conversa continuou, agora sobre o que faríamos antes do almoço. Augusto se ofereceu para nos mostrar um pequeno roteiro turístico que ele descobrira em uma visita anterior. Uma igrejinha antiga, uma vista da cidade de um mirante que poucos turistas conheciam, e uma loja de artesanato onde a esposa do dono fazia os doces mais incríveis que ele já havia provado. Patrícia aceitou antes mesmo que eu pudesse pensar em alguma desculpa para passarmos o dia sozinhos. E eu, sinceramente, não queria nenhuma desculpa.
Combinamos de nos encontrar no estacionamento da pousada em quarenta e cinco minutos. Subimos para o quarto. Patrícia parecia animada, quase flutuando.
— Tu gostou dele — comentei, enquanto ela penteava o cabelo em frente ao espelho.
Ela me olhou pelo reflexo, um sorriso maroto no canto da boca.
— Gostei da conversa dele. Gostei da forma como ele olha pra gente. Gostei que ele não parece um tarado velho tentando meter a mão em todo mundo. Parece... seguro. Interessante.
— Parece um homem velho, Patrícia. Com 62 anos.
— E com 62 anos ele parece mais vivo do que muitos caras de 30 que a gente conhece. — Ela virou para me encostar. — E você? Não gostou?
— Gostei. É um cara agradável, com boas histórias. Mas ainda é um estranho,Pat.
Ela encolheu os ombros, voltando para o espelho.
— Todo mundo é um estranho até a gente conversar, meu amor. A gente está viajando justamente pra isso. Pra conversar com estranhos.
Eu não podia negar. Era verdade. E se havia algo que eu amava em Patrícia, era essa capacidade dela de se jogar na vida sem medo.
Descemos e o encontramos no estacionamento. Augusto estava de óculos escuros, com uma camisa de linho clara e bermudas bege. Parecia ter saído de uma revista de viagem para aposentados, mas sem a pose forçada. Ele nos conduziu em seu carro, um SUV bem cuidado mas com anos de estrada, e a gente passou a manhã conhecendo a cidade por um ângulo que jamais descobriríamos sozinhos.
Andávamos pelas ruas de paralelepípedo, Augusto apontando detalhes arquitetônicos, contando histórias de como aquela cidade era nos anos 80, quando ele passava por lá a trabalho. Patrícia caminhava entre nós, às vezes mais perto dele, às vezes perto de mim, e em alguns momentos, notei que sua mão roçava intencionalmente o braço de Augusto enquanto ele falava. Um toque rápido, quase imperceptível. Mas eu vi.
Em certo momento, ao atravessarmos uma praça, Patrícia tropeçou propositalmente em uma pedra solta e se agarrou no braço de Augusto para se equilibrar. Ele a segurou firme, a mão dele repousando um pouco mais no braço dela do que o necessário. Ela sorriu, pediu desculpas, mas os olhos dela encontraram os dele por um segundo a mais. Eu estava ali, do lado, e não senti ciúme. Senti algo mais... curioso. Uma eletricidade no ar que eu não sentia há tempos.
Mais tarde, subindo um pequeno morro para chegar ao mirante, la em cima Patricia se abaixo para arrumar a sandalia e encostou a bunda na perna de Augusto por um instante enquanto se recuperava. Ele não se moveu. Apenas disse "cuidado aí" com um tom que não era de advertência, mas de... atenção. Patrícia se levantou, vermelha, mas com um brilho nos olhos.
Eu me senti um espectador de um filme que eu não sabia o roteiro, mas que estava começando a me interessar cada vez mais.
Perto do meio-dia, chegamos ao restaurante. Um lugar simples, mesas espalhadas por um quintal coberto por um parreiral. Conseguimos uma mesa num canto, com um pouco mais de privacidade. A conversa fluiu, agora mais pessoal.
Augusto perguntou sobre a gente. Há quanto tempo estávamos juntos, o que fazíamos. Falamos que eram 15 anos de casamento.
— Quinze anos... — disse ele, com um olhar distante. — Tempo bom. Dá tempo pra criar uma história, criar cumplicidade. Mas também dá tempo pra cair na rotina, não é?
Patrícia concordou com a cabeça.
— Com certeza. A gente tenta sempre inovar, fazer coisas diferentes. Viajar, sair, conhecer gente nova.
— E o sexo? — perguntou Augusto, direto, sem papas na língua. — Depois de quinze anos, como fica?
Patrícia e eu nos olhamos. Eu esperava que ela ficasse sem jeito, mas ela encostou os cotovelos na mesa, como se fosse contar um segredo.
— Às vezes é melhor que no começo. Às vezes... a gente só cansa. Acha que já conhece tudo. Falta o novo, sabe? — disse ela, olhando diretamente para Augusto.
— Falta o elemento surpresa — completou ele, entendendo exatamente o que ela queria dizer. — É por isso que eu gosto de viajar sozinho às vezes. Não é por falta de gostar de companhia. É pra não perder essa capacidade de ser surpreendido. De surpreender.
Ele fez uma pausa, tomou um gole de sua cerveja.
— E, falando nisso, sentindo falta... o que eu mais sinto é do sexo. Não é saudade de ter alguém todo dia. É daquela surpresa, daquela descoberta de um corpo novo, de uma reação nova. Mas aprendi a não confundir saudade com necessidade. Não tô atrás de nada, nem de ninguém. Mas se algo bom acontecer... por que não?
Patrícia estava presa a cada palavra dele. Eu podia ver o peito dela subindo e descendo mais rápido. Sua mão estava na mesa, a poucos centímetros da mão dele.
— Tu acha que a gente pode encontrar essa surpresa de novo depois de tanto tempo? — perguntou ela, a voz um pouco mais baixa.
Augusto sorriu. Um sorriso genuíno, meio cínico, meio compreensivo.
— Acho que a gente pode encontrar surpresas em qualquer lugar, Patrícia. A gente só precisa estar aberto pra elas. E deixar o medo de lado.
Ele olhou de Patrícia pra mim. Como se estivesse pedindo minha permissão, ou ta testando minha reação. Eu não disse nada. Apenas fiz um sinal com a cabeça. Um gesto pequeno que significava tudo: eu estou vendo, eu estou entendendo, e eu estou junto.
O almoço acabou, mas a conversa não. Combinamos de nos encontrar novamente na pousada, no final da tarde. Augusto disse que ia descansar um pouco. Patrícia e eu decidimos caminhar pelo centro, visitar algumas lojinhas.
Voltamos para o quarto lá pelas quatro da tarde. Eu caí na cama, cansado. Patrícia ficou em pé, olhando pela janela.
— Tu gostou dele — disse eu, mais como uma afirmação do que como uma pergunta.
Ela se virou. O sol da tarde entrava pela janela e iluminava o corpo dela. Estava linda. Mais viva do que eu a via há tempos.
— Gostei — disse ela, sem rodeios. — Achei ele atraente, André. Diferente. Daquele jeito que me mexe por dentro.
— É só pela conversa, então? — brinquei, mas a pergunta era séria.
— Não precisa fingir que não percebeu a energia dele, meu amor. A presença dele. A forma como ele me olha. E a forma como ele te olha também. Ele não está olhando só pra mim. Ele está olhando pra gente.
Ela caminhou até a cama, se sentou na beira. Sua mão encontrou minha perna.
— Sabe, eu estou com tesão por ele, André. Não sei explicar direito. É algo animal, quase irracional. Não é por falta de te amar. É justamente porque te amo que eu consigo sentir isso sem medo. Sem culpa.
Eu não sabia o que dizer. Minha cabeça girava. Era tudo muito rápido, muito real. Patrícia não estava fantasiando. Ela estava declarando um desejo, aqui e agora.
— E o que tu quer fazer, Pat?
— Eu quero... sentir ele. Quero saber como é. Quero sentir ele dentro de mim.
A frase me atingiu como um soco no estômago. Mas não foi um socco de raiva. Foi um soco de... excitação. De pura e crua excitação.
Ela deve ter visto em meu rosto a confusão e o desejo misturados. Porque ela se inclinou, desfez o botão da minha calça e tirou meu pau para fora. Estava duro. Duro como nunca.
Ela não disse mais nada. Apenas abaixou a cabeça e me chupou. Com uma fome, uma intensidade que eu nunca tinha visto nela. Era como se ela quisesse me devorar, como se o desejo que ela sentia por Augusto estivesse transbordando pra mim.
Eu atinei. Fiquei sem reação, apenas sentindo a boca dela quente e úmida em mim. Era uma sensação nova, intensa, quase dolorida de tão boa. Eu nunca a tinha visto assim. Tão entregue, tão... selvagem.
Quando eu gozei, ela engoliu tudo. Depois veio, me beijou. Um beijo profundo, com o gosto de mim na boca dela.
— A gente vai tentar — disse ela, não como uma pergunta, mas como um fato. — Se você estiver bem com isso.
Eu olhei nos olhos dela. Eram os mesmos olhos com quem eu me casara, mas agora eles continham um universo novo.
— Estou — disse eu. — Estou bem com isso.
***
No final da tarde, voltamos para o restaurante da pousada. Augusto estava lá, sentado na varanda, tomando uma caipirinha. Ele tinha trocado a camisa por uma regata e sunga branca, que deixava ver os braços fortes e uma pele ainda firme para a idade.
Patrícia foi até ele com um sorriso fácil. Eu a segui.
— Boa tarde, guia turístico — ela brincou. — Achou algum lugar escondido pra gente passar a noite?
Augusto sorriu, mas o sorriso dele era diferente agora. Tinha uma carga de... conhecimento. De cumplicidade.
— Talvez eu tenha. Mas antes, jantar? Conheço um lugar perto dali que tem um filé à milanesa que vale a pena.
Eu olhei para Patrícia. Ela olhou para mim. Era a pergunta final. A decisão de ir ou não.
— Vamos — disse eu.
O jantar foi... diferente. A gente ainda ria, ainda contava histórias. Mas agora havia uma tensão no ar. Uma eletricidade que pulsava entre os três. A cada toque acidental da mão de Patrícia no braço de Augusto. A cada olhar comprido que ele me dava sobre a mesa. A cada vez que as pernas de mim e de Augusto se roçavam debaixo da mesa, por acaso.
Não houve mais conversas sobre sexo ou relacionamentos. Não era necessário. A gente já sabia. A gente já estava falando a mesma língua secreta.
Voltamos para a pousada. O silêncio no carro era pesado, mas de forma boa. Cheio de antecipação.
Augusto sugeriu que a gente continuasse a conversa em algum lugar. A sala de estar de seu quarto na pousada, que dava pra uma varanda vazia.
A gente se sentou nos sofás de couro. Patrícia entre eu e Augusto. Ele se levantou, pegou uma garrafa de whisky e três copos. Serviu a gente.
— Pelos imprevistos — ele brindeou.
A gente bateu os copos. O whisky desceu suave na garganta, mas também acendeu algo dentro de mim.
Patrícia foi a primeira. Ela se virou para Augusto e o beijou. Um beijo lento, profundo, de descoberta. Eu vi a mão dela ir para o cabelo dele, os dedos se entrelaçando nos fios grisalhos. Eu vi a mão dele repousar nas costas dela, descendo lentamente até a curva do bumbum.
Eles se beijaram por um tempo que pareceu uma eternidade. E eu fiquei ali, olhando, sentindo o meu corpo reagir, o meu pau endurecendo de novo.
Quando eles se separaram, Patrícia virou para mim. Os olhos dela brilhavam, cheios de uma pergunta silenciosa.
Então ela me beijou. Com a mesma intensidade, com a mesma fome. E enquanto me beijava, eu senti a mão de Augusto no meu ombro. Depois, no meu pescoço. Seus dedos eram fortes, com uma leve tremideira que traía a própria excitação.
Patrícia se afastou do meu beijo, mas não muito. Ela ficou com a testa encostada na minha. Ofegante.
— Meus dois homens — ela sussurrou, e a palavra "meus" soou como a coisa mais natural do mundo.
Ela se levantou, se despiu lentamente. A roupa caindo no chão como peles de uma antiga identidade. O corpo dela à luz fraca da sala era uma obra de arte. Curvas, marcas do tempo, da vida comigo. Ela era minha, mas naquele momento, ela era de nós dois.
Ela se ajoelhou na frente de Augusto. Desfez o nó do calção dele e o pau dele saltou fora, ele estava sem cueca. Grande. Mais grosso que o meu, com uma cabeça grande e rosada, um saco lisinho e firme. Dezoito ou Dezenove centímetros de puro tesão maduro. Patrícia olhou pra ele com fome, depois olhou pra mim, como se pedindo permissão. Eu apenas assenti, incapaz de dizer qualquer coisa.
Ela começou a chupá-lo. Devagar, com a língua explorando cada centímetro, da base à cabeça. Augusto encostou a cabeça no sofá e soltou um gemido baixo. Um som de pura satisfação. Eu vi a bochecha dela inchar, vi a mão dela segurando a base dele, apertando, vendo o que ele gostava.
Eu me levantei, me despindo também. Fui até eles, me ajoelhei atrás de Patrícia. Meu pau, duro e pulsante, encostou nas nádegas dela. Ela se inclinou mais, abrindo as pernas, me dando a permissão que eu precisava.
Enquanto ela mamava Augusto com uma dedicação que me fazia arder, eu entrei ela. De uma vez. Sem aviso. Ela gemeu contra o pau dele, a vibração fazendo Augusto gemer também. Era um círculo de prazer. Eu dentro dela, ela com ele na boca.
— Que lindo... — sussurrou Augusto, com os olhos semiabertos, olhando a cena. — Vocês dois são lindos assim.
Eu comecei a mexer dentro dela, devagar, sentindo cada centímetro da buceta dela molhada e quente. Patrícia respondia a cada meu movimento, balançando o quadril, me levando mais fundo. Ela chupava Augusto com mais força agora, a mão dela massageando o saco dele.
— Não vou aguentar muito tempo assim, menina — disse Augusto, a voz embargada. — Tu é muito boa de boca.
Patrícia tirou o pau da boca por um instante, olhando pra ele.
— Goza na minha boca, Augusto. Quero te sentir.
E ela voltou a chupá-lo, com mais fome ainda. Eu acelerei os meus movimentos, sentindo o meu próprio orgasmo se aproximando. Patrícia começou a gemer mais alto, o corpo todo tremendo.
— Foda... — ela gemeu, o prazer tomando conta dela.
Ouvir aquilo, ver a minha esposa gozando comigo dentro dela enquanto chupava outro homem, foi demais pra mim acelerei as estocadas e ela gemia com mais força enquanto chupava. Eu gozei. Forte, dentro dela, sentindo o meu esperma escorrer, misturando-se com o suco dela.
Ao mesmo tempo, Augusto gritou. Patrícia não tirou a boca de lá. Eu vi a garganta dela mover enquanto ela engolia tudo. Ela tomou tudo, sem desperdiçar uma só gota.
Nós caímos os três no sofá, exaustos, ofegantes. O cheiro de sexo, de suor, de whisky no ar. Patrícia deitou entre nós, a cabeça na minha coxa peito, e a bunda virada para Augusto.
e apontou aquela jeba em direção a minuscula buceta de minha esposa, que apesar de eu ter o pau legal cerca de 15 cm 3.5 de grossura ela era muito apertada, eu estava com receio por ela , mas o meu tesão era tanto que meu pinto paracia que ia estourar de tão duro que estava denovo, por sua vez ele começou a pincelar a buceta de minha esposa passado seu pau para cima e para baixo levando minha querida esposa ao delirio, Augusto começa a forçar a entrada, mas a bucetinha de minha esposa oferece um pouco de resistencia
— Calma, gata... — ele sussurrou, a voz rouca de desejo. — Relaxe pra mim.
Ela arqueou as costas, oferecendo-se a ele. E ele empurrou. A cabeça grande do pau dele entrou, forçando a entrada. Patrícia gemeu alto, um misto de dor e prazer. Vi a cara de dor se transformar em puro prazer enquanto ele avançava devagar, centímetro por centímetro.
— Caralho... — ela conseguiu dizer. — É tão grande...
Ele não disse nada. Apenas sorriu, um sorriso de poder, e continuou a entrar, até que ele ficou totalmente dentro dela. O pau dele estava enterrado até o fim, os sacos dele batendo na pele dela. Ele ficou parado por um instante, deixando ela se acostumar com o tamanho dele.
Depois, ele começou a se mover. Devagar, com movimentos longos e profundos. Cada estocada dele fazia Patrícia gemer. Eu vi a bunda dela tremer a cada impacto dele. Eu vi o cano dele brilhando com a lubrificação dela enquanto saía, para depois desaparecer de novo dentro dela.
Que sena maravilhosa tudo aquilo fazia eu amar mais e mais minha esposa, eu era naquele momento o mais novo corno de minha cidade, que tesão que praser indescritivel ver minha mulher se acabando na pica de outro macho enquanto chupa meu pau ali no sofa. Minha esposa começa gozar como nunca havia gozado antes em sua vida pois urrava e gemia muito alto com aquela pica atolada em sua xana. ele nao parava e parecia que nao ia parar tao cedo. Patrícia começou a me chupar de novo, com uma fome que me deixou louco. Ela chupava meu pau enquanto Augusto fodia ela, seus gemidos abafados pelo meu pau na boca dele.
— Isso, meu amor... chupa ele... — disse Augusto, puxando o cabelo dela. — Mostra pra ele como tu gosta de uma pica de verdade.
A palavra "verdade" me cortou como uma faca, mas em vez de dor, só senti mais tesão. Era verdade. Aquilo era verdadeiro. Era cru, era animal, era a vida pulsando em sua forma mais pura.
Augusto começou a acelerar o ritmo, as estocadas dele ficando mais fortes, mais profundas. Patrícia soltou meu pau da boca e começou a gemer alto, sem vergonha, perdida no prazer.
— Augusto! Caralho! Não para! Fode essa buceta! — ela gritou, as palavras saindo em jorros.
Ele agarrou os quadris dela com força e fodia ela como se não houvesse amanhã. O som das coxas deles batendo, os gemidos dela, os grunhidos dele, tudo se misturava em uma sinfonia de prazer.
Ele sai de cima de minha esposa e manda que ela cavalgue aquele mastro riste, que visão maravilhosa quando ela sentou em cima daquele pau enorme e foi engolindo ele com a bucetinha até sentar completamente sobre aqueles 19 cm, Silvia subia e descia sem parar parecendo que aquela era a ultima foda de sua vida, Patricia começa a gozar novamente, Augusto por baixo acelera os movimentos, que dava para ouvir os estalos do toque dos dois corpos quando se chocavam, Ele peda para eu ir atras dela, ele pede para eu colocar meu pau no cuzinho dela junto com o dele. Pela primeira vez na vida Patrícia iria ter uma dupla penetração, O cu de Patrícia era apertado, já tinha comido ele varias vezes mas nunca senti tão apertado e apertado como agora, comecei a forçar a entrada, ele por baixo parou os movimentos para dar mais espaco. Patricia gemeu alto o cu dela cedeu e o meu pau entrou.
Putz que delicia que sensação maravilhosa, eu sentia meu pau roçando o dele atravez da parede fina do corpo de minha esposa, ela uivava como loba no cio.
— Fodam! me fodam! — gemia ela, a voz falhada, ofegante.
Começamos a mover-nos em um ritmo torturante. Enquanto um entrava, o outro saía. Patrícia estava presa entre nós, completamente preenchida, entregue àquele prazer brutal. As mãos dela se agarravam no pescoço dele, as unhas cravando na pele. Os gemidos dela não eram mais palavras, eram apenas sons primitivos, puros.
— Olha pra mim, Patrícia — disse Augusto, a voz rouca. — Olha pra mim enquanto ele te come teu cu.
Ela virou o rosto, os olhos dela vidrados, perdidos.
— Tu é nossa agora, não é? — ele continuou, empurrando com mais força. — Tu é nossa Putinha.
Ela apenas balançou a cabeça, incapaz de falar. Um gemido baixo e longo confirmou tudo.
Não sei quanto tempo a gente ficou assim. Era uma eternidade de pele contra pele, de suor, de gemidos, de cheiro de sexo. O whisky na mesa, o silêncio do quarto da pousada lá fora, nada importava. Só existíamos nós três, naquele exato momento.
— Vou gozar, Patrícia... — eu avisei, sentindo o meu corpo estremecer.
— Goza! Goza no meu cu! — ela pediu.
Mais alguns golpes e eu descarreguei nela. Senti meu esperma escorrendo, quente. Isso pareceu detonar Augusto.
— Vira pra mim — ele ordenou.
Com uma agilidade que eu não sabia que ela tinha, Patrícia se virou, sentando-se de costa pra ele, meu pau escorregando do cu dela. Ele agarrou os quadris dela e a fudiu com uma fúria animal. Poucos segundos depois ele gemeu alto, o corpo todo se contorcendo, e despejou o resto de seu desejo dentro dela.
Nós caímos os três em cima dos sofás, exaustos. Sem forças, sem palavras. Só o som da nossa respiração, tentando voltar ao normal. Patrícia estava entre nós, coberta de suor e esperma, um brilho satisfeito nos olhos. Eu a puxei pra mim e a beijei. Um beijo diferente agora. Um beijo de cumplicidade. De agradecimento.
Augusto se levantou, foi até o banheiro. Voltou com uma toalha molhada e limpou Patrícia com uma delicadeza que me surpreendeu. Como se estivesse cuidando de uma obra de arte preciosa.
Depois ele se sentou no chão, encostado no sofá. Patrícia se aninhou em meus braços, a cabeça no meu peito.
— Vocês me surpreenderam — disse ele. — De verdade.
— Vocês me surpreenderam — Patrícia sussurrou, a voz cansada. — A gente... se perdeu um pouco, não foi?
— A gente se encontrou, Pat — corrigi eu. — A gente se encontrou de um jeito novo.
Nós ficamos ali por um tempo, apenas respirando, sentindo os corpos se acalmando. Ninguém falou sobre o que aquilo significava, ou o que viria depois. Não era preciso. Aquele momento era completo em si mesmo.
Eu não sei quanto tempo a gente ficou ali. Até que Patrícia começou a cochilar. Augusto se levantou, estendeu a mão pra mim.
— Vamos levá-la pra cama.
A gente a carregou até a cama do quarto, deitando-a com cuidado. Ela dormiu imediatamente, um leve sorriso nos lábios.
Eu e Augusto ficamos olhando pra ela por um instante.
— Ela é incrível — disse ele.
— Ela é tudo — eu respondi.
Augusto se virou, pegou suas roupas.
— Acho que é melhor eu ir pro meu quarto. Deixar vocês descansarem.
insisti pra ele se deitar com nos, nus. Ele aceitou, a gente se deitou nos dois lados de Patrícia, como dois guardiões. Eu peguei a mão dela, Augusto passou a mão pelos cabelos dela. E a gente dormiu. Três corpos, três histórias que se cruzaram naquela noite, se entrelaçando no sono.
***
Acordei no meio da madrugada. Um ruído baixo. Um gemido quase inaudível. A luz da lua entrava pela janela, iluminando o quarto. Patrícia não estava ao meu lado. Eu me virei lentamente.
Ela estava ajoelhada no chão, ao lado da cama. E Augusto estava deitado de lado, o corpo nu à luz fraca. A cabeça de Patrícia estava no colo dele, e ela o chupava. Com uma suavidade, uma devoção que me arrepiou. Era diferente da fome de antes. Era mais... íntimo. Mais pessoal.
Eu fingi estar dormindo, mas meus olhos não se desgrudaram da cena. Eu via as bochechas dela se contraindo, a mão dela acariciando o saco dele. Augusto tinha os olhos fechados, o rosto contraído, um gemido baixo escapando dos lábios dele.
O corpo dele começou a se estremecer. Ele gemeu, o som baixo e profundo. Patrícia não parou. Ela continuou, até que ele relaxou completamente, ofegante.
Ela o chupou por mais um instante, depois levantou a cabeça. Olhou para ele, um sorriso satisfeito no rosto. Depois, ela se virou na minha direção.
Eu fechei os olhos rapidamente, fingindo estar profundamente adormecido. Senti o peso dela na cama, o cheiro dela, o cheiro dele. Ela se inclinou sobre mim e me beijou.
Seus lábios estavam molhados, salgados. Senti uma textura diferente na boca dela. Espessa. E eu soube. Era o esperma dele. Ela estava passando o esperma dele para a minha boca, num beijo lento, profundo. Um ato de partilha. De cumplicidade.
Ela se afastou, me observando. Eu abri os olhos. Ela sorriu.
— Agora a gente está igual — ela sussurrou.
Eu não respondi. Apenas a puxe pra um beijo novo. Desse vez, eu tomei a iniciativa. Eu queria sentir tudo, queria sentir o gosto dele, o gosto dela, a confissão daquela noite toda num só beijo. A gente se beijou por muito tempo, até que o sono nos venceu de novo.
***
Domingo. A luz do sol entrando pela janela me acordou. Eu me virei, procurando Patrícia. O lado dela da cama estava vazio, mas ainda morno. Ouvi sons baixos vindos da sala. Risos. A voz de Patrícia, a voz de Augusto.
Eu me levantei, ainda nu, e caminhei até a porta do quarto. Abri devagar.
Eles estavam na varanda, sentados em duas cadeiras, de mãos dadas. Nus. O sol da manhã batia neles, dando um brilho dourado à pele. Patrícia ria de algo que Augusto dizia, a cabeça jogada para trás.
Ela com pernas delicadas abertas, bucetinha pequena brilhando de tesão residual, entramos na sala ele a colocou de quatro e enfiou de novo aquele enorme pedaço de carne pulsante na sua xota de uma vez! Segurava seus quadris e a puxava com força na direção do seu pau, que entrava com violência. Ele a arrombava sem dó. Metia com uma força, que só se vê em filme pornô. Após alguns minutos, ele sentou-se no sofa e a colocou sentada na enorme vara. Ela já meio desfalecida, apenas era amparada por ele, que a pegava pela cintura e forçava para cima e para baixo. Ela não tinha nem mais forças para gritar
Assim foram alternando várias posições, até que ele a colocou de quatro novamente, a agarrou pelos cabelos e disse que gozaria dentro dela. Urrava feito um animal no cio e aí acreditei realmente que ele estava sem mulher há um tempo, pois gozou tanto, que parecia que um litro de leite grosso escorria pelas pernas da minha amada Patricia. ela me chamou querendo me chupar, e augusto aproveito para tentar comer o cuzinho dela, mas ela resiste um pouco
— Não sei se aguento... — gemeu ela, a voz embargada. — Vocês dois...
— Vai, minha gata — eu disse, passando a mão pelos cabelos dela. — Deixa ele te sentir todinha.
Augusto ficou parado, esperando. O olhar dele era respeitoso, mas cheio de desejo. Patrícia respirou fundo . Ela virou as costas para ele e se ajoelhou na cama, o bumbum levantado, oferecido.
Ele começou a beijar as nádegas dela, a lamber a fresta do bumbum, a preparar ela com a língua. Patrícia gemia, o corpo todo tremendo. Quando ele começou a introduzir um dedo, ela gemeu alto.
— Devagar, Augusto... por favor...
— Vou ter todo o cuidado do mundo, menina — ele prometeu.
Ele se posicionou atrás dela, a cabeça do pau dele encostando no cuzinho dela. Empurrou devagar. Muito devagar. Vi a cara de esforço de Patrícia, as mãos dela se agarrando nos lençóis. Vi o cuzinho dela ceder, a cabeça do pau dele desaparecendo dentro dela.
— Caralho... — gemeu ela, um som de puro e intenso prazer.
Ele começou a se mover, com uma lentidão que era torturante e deliciosa ao mesmo tempo. Cada movimento dele era uma nova descoberta, um novo limite sendo superado. Patrícia respondia, empurrando o bumbum contra ele, pedindo mais, sempre mais.
Eu fiquei de frente pra ela e a puxei para um beijo. Ela me beijou com fome, enquanto Augusto a comia por trás.
— Tu gosta, não é, Pat? Tu gosta de ter o cuzinho comido enquanto me beija? — sussurrei no ouvido dela.
Ela apenas gemeu, um som de confirmação.
Augusto começou a acelerar o ritmo, as estocadas ficando mais fortes. Patrícia soltou meu beijo e começou a gemer alto.
— Vou gozar, Patrícia... — disse ele. — Onde tu quer?
— Na minha boca — ela pediu, virando-se rapidamente. — Goza na minha boca de novo, por favor.
Ele se ajoelhou na frente dela e começou a se masturbar. Patrícia abriu a boca, a língua para fora, esperando. Eu também me masturbei, excitado pela cena.
Augusto foi o primeiro a gozar. Jatos grossos de esperma caíram na boca e no rosto dela. Ela tentou pegar tudo, mas um pouco escorreu pelo queixo. Isso foi suficiente pra mim. Eu gozei também, na sua boca, caiu um pouco sobre o peito dela.
Quando terminamos, Patrícia estava coberta de esperma. Brilhando. Ela me olhou, um sorriso maroto no rosto. Depois, olhou para Augusto.
— Agora é a minha vez — ela disse.
Ela se virou pra mim e começou a me chupar de novo, com uma fome que me deixou louco. Eu ainda estava sensível do orgasmo recente, e a sensação foi quase dolorida. Eu me contorci, gemendo, mas ela não parava.
Augusto veio por trás, começou a lamber o cuzinho dela, a prepará-la de novo. meu pau e de augusto duro novamente depois de uns 15 minutos de pausa e caricias entre os tres. Patricia me puxou para cima da cama e me montou, mas ao inves de encaixar na bucetinha ela me levou diretamente ao cu. Com a experiencia anterior foi mais facil a entrada e ela começou a cavalgar meu pau.
Augusto veio por frente e colocou a pica dele na buceta dela, e ela uivou de prazer, uma dupla penetração invertida. Nós dois fomos fudendo ela, um ritmo de idas e vindas, de prazer compartilhado. Patrícia estava perdida, em outro lugar, apenas gemendo, suando, entregue.
— Vocês... vocês são perfeitos... — ela conseguiu dizer, ofegante.
— Nós é que somos perfeitos pra ti, Pat — respondeu Augusto, beijando-a.
A gente fudeu por mais um tempo, até que Patrícia não aguentou mais. Ela gemeu alto, um grito de prazer puro, e o corpo dela estremeceu inteiro, um orgasmo que pareceu durar uma eternidade. Nós gozamos quase junto com ela, eu no cu dela e ele na buceta, enchendo-a de novo. dessa vez quase que saiu so uma agua de nossos paus
A gente ficou ali, os três, esmagados um no outro, até que a respiração voltou ao normal. A gente se limpou com os lençóis, rindo do tempo que a gente levou pra conseguir se levantar.
— Preciso tomar um banho — disse Patrícia, tentando se levantar, mas as pernas dela tremiam.
— A gente toma junto — sugeriu Augusto.
O chuveiro da suíte era grande, cabia a gente três tranquilo. A gente se lavou, se ensaboou, se beijou sob a água quente. Era uma intimidade diferente, mais calma, mais caseira. Mas não menos potente.
Quando saímos, a gente se vestiu. Augusto vestiu a mesma roupe de ontem. Nós, roupas limpas. A gente estava pronto pra partir, mas ninguém se movia. A gente se sentou na varanda de novo, com mais café. A nudez tinha sido trocada por roupas, mas a cumplicidade continuava lá, no ar.
— Então... — disse Augusto, quebrando o silêncio. — A gente... se encontra de novo?
Patrícia e eu nos olhamos. Foi ela quem respondeu.
— A gente gostaria muito, Augusto. De verdade.
— Eu tenho uns contatos em Gramado. Uns restaurantes, uma pousada chique que me deve umas favores... — ele começou, e a gente ouviu, rindo, planejando uma próxima viagem que talvez nunca acontecesse, mas que naquele momento parecia a coisa mais certa do mundo.
***
A gente almoçou junto. Um último almoço. Num lugar simples, com comida boa. A conversa fluiu fácil. Não sobre sexo. Mas sobre as coisas da vida. Sobre o trabalho dele antes de se aposentar. Sobre os planos da gente. Sobre livros, sobre filmes. Era como se a gente tivesse se conhecido há anos, e não há menos de 48 horas.
No fim, a gente se despediu no estacionamento da pousada. Um aperto de mão firme entre eu e Augusto. Um abraço longo entre ele e Patrícia.
— Foi... inesquecível — disse ela.
— Pra mim também — respondeu ele, e os olhos dele me encontraram por cima do ombro dela. — Foi pra mim também.
A gente entrou no carro. Patrícia calada, olhando pela janela enquanto eu dirigia. Saímos da cidade, entrando na rodovia que nos levaria de volta pra casa. Foram uns vinte minutos de silêncio. Um silêncio confortável, não pesado.
Foi Patrícia quem quebrou.
— Tu acha que a gente teria conversado com ele se eu não tivesse derrubado aquele guardanapo? — ela perguntou, sem me olhar.
Eu sorri. Olhei pra estrada à minha frente.
— Provavelmente não. Mas agora vou começar a desconfiar que tu derruba as coisas de propósito quando quer conhecer alguém.
Patrícia começou a rir. Uma risada limpa, alta, que encheu o carro. Uma risada que me disse que tudo estava bem. Que tudo estava mais do que bem.
— Talvez eu tenha derrubado mesmo, André — ela disse, finalmente me olhando, um brilho maroto nos olhos. — Acho que meu coração já sabia de algo que minha cabeça ainda não tinha descoberto.