A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)



Oieeee... Karolzinha aqui. A japinha mais desejada do site. Espero que tenham lido nossos outros contos e tenham ficado mais sakaninhas...hihihi. Moro com meus pais, tenho 22 aninhos, seios redondinhos e pele branquinha. Uma ninfetinha de dar água na boca com meu 1,65m e 60kg, deixo qualquer homem caidinho por mim. Enfim, vamos ao conto!

Em frente a minha casa reformaram a praça que há muitos anos estava abandonada. Desde então, comecei a ficar em frente a minha casa, observando. Mas, nada e nem ninguém chamava a minha atenção. Até que um dia, faltei da escola e resolvi sentar na praça ao entardecer, o tempo estava nublado e aquilo me agradava. No banco de concreto, precisei segurar minha saia devido as rajadas de vento. Senti os bicos dos meus seios endureceram marcando a camisetinha branca.

Foi então que um senhor surgiu caminhando pela praça com um cãozinho. Logo, vieram em minha direção.
— Calma, Scooby..se controla!
Dei um pulo temendo ser atacada, mas logo, percebi que era dócil.
— Está tudo bem... ele não morde!

O cãozinho cheirou meus pés e abanou o rabinho. Passei a mão na cabeça dele.
— Parece ser bonzinho!
— É sim... você mora aqui perto?
Olhei para o coroa, seu rosto redondo com uma barba rala grisalha assim como seu cabelo curto.
— Por que quer saber?

Ele se sentou ao meu lado e pegou o cachorro no colo.
— Passeio aqui todo dia e nunca te vi.
O coroa usava um short preto coladinho além de uma camiseta azul. Conforme Scooby se mexia no colo dele, o short subia cada vez mais deixando as coxas à mostra. Claro que fiquei de olho e ele percebeu.
— Sou Juca. Moro do lado daquela sorveteria. — disse apontando com o dedo.
— Sou Karol. — apontei com o dedo. — Moro ali na esquina. Hoje, pedi para faltar da escola.
Quando olhei para o coroa, ele estava de olho nas minhas coxas.
— Ah sim. Tem quantos anos?

Eu respondi. Depois de um tempo, descobri que Juca estava com 52 anos, era casado, tinha dois filhos que moravam em outra cidade. Estava de férias do trabalho e a esposa, naquele momento, estava dando aula.
O vento aumentou e Scooby ficou agitado.
— Calma, garoto. Vamos... logo, logo, vai dar um pé d’água daqueles.

Juca se levantou ficando de lado para mim. Percebi o formato que se formara no short e tossi.
— Tudo bem, Karol?
— Está sim. Só engasguei com a saliva. — menti. — Estou bem.
O coroa então colocou o pé direito sobre o banco fazendo com que o short subisse e ficou de frente pra mim. Apoiou a mão sobre a coxa enquanto segurava a coleira do cachorrinho.
— Olha lá aquela nuvem. Não dou mais que dez minutos para começar a chover.

Eu nem queria saber de chuva. Apenas fiquei vidrada no cacete que apareceu entre o pano e a coxa do coroa. Quando levantei a cabeça, ele riu.
— Melhor ir pra casa ou vai se molhar.
As pessoas em volta já caminhavam mais rápido devido as primeiras gotas. Abaixei a cabeça novamente e vi a rola pulsando, como se tivesse me chamando.
— Eu... eu... — engoli em seco.

Juca se levantou, colocou a mão sobre o short e apertou a rola.
— Se continuar olhando assim...hahaha... vamos ter problema!
Levantei do banco segurando minha saia.
— Melhor eu ir pra casa. Foi bom conhecer o senhor.

Fui caminhando sob o olhar do coroa que vinha logo atrás. Quando chegamos perto de atravessar a rua, a chuva caiu intensamente. Juca e Scooby saíram correndo passando por mim, eu fui até a sorveteria e vi o coroa abrindo o portão de casa. Não sei o que me deu, antes que Juca fechasse o portão, corri e passei por ele.
— Falei pra você! Olha só... agora, vai demorar pra parar!

O coroa olhava a chuva admirado enquanto eu passava as mãos pelo cabelo. Quando olhei pra minha camiseta, quase estava transparente.
— Pode ficar aqui até essa tempestade passar. — disse o coroa passando por mim indo até a porta. — Venha... não precisa ficar ai passando frio.

Passei pela porta da sala, Juca fechou a porta e disse para eu me sentar no sofá que voltaria com uma toalha para me enxugar. Esperei e o coroa voltou, sorrindo.
— É sempre bom ter alguém pra conversar. Toma!

Depois de me enxugar, devolvi a toalha, tensa.
— Se continuar assim, a cidade vai alagar.
Juca concordou com um aceno de cabeça.
— Verdade. Vou deixar o Scooby no quartinho dele e fazer um chocolate quente pra gente, já volto!

Ele saiu pela porta da cozinha, escutei barulhos e resolvi ir até ele. Quando cheguei na porta, coloquei a mão na boca. Seu Juca estava em frente a mesa e tinha tirado a camiseta. A barriga redondinha exibia alguns cabelos grisalhos e o short estava bem abaixado, quase mostrando a rola. Dei alguns passos para trás e sentei no sofá. Alguns minutos depois, ele apareceu com algumas xícaras.
— Aqui está. Espero que goste!
Bebemos o chocolate quente em silêncio. O coroa sentado ao meu lado, abria e fechava as pernas; cada vez mais, marcando a rola sobre o short.
— Seu Juca... e se sua esposa chegasse agora?!
— O que tem?
— O que ela iria pensar sobre...
— Ela só vem amanhã a tarde. A noite irá viajar para uma palestra e...

Um trovão surgiu, a energia caiu e ficamos no escuro.
— Vou pegar uma vela!
Antes que o coroa se levantasse, me joguei sobre ele sentando em seu colo.
— O que é isso?

Passei as mãos em volta do pescoço dele e dei um beijo bem demorado. O coroa alisou minha bunda.
— HMMMMM que delicia, Karolzinha.
Dei um tapinha na cara dele.
— Me chama de japinha. — Rebolei bem devagar e voltei a beijá-lo.
Lá fora, a chuva caia intensamente, ouvíamos barulho de trovão e da água caindo no telhado. Tirei minha camisetinha, passei a mão na nuca do coroa.
— Chupa, seu velho safado! HMMMMM...ISSSOOO... ASSIMMMM..

Fiquei de pé no sofá, a energia voltou e a lâmpada acendeu. Tirei meu shortinho junto com a calcinha, peguei a cabeça do coroa e coloquei entre minhas coxas.
— OHHHNNN.. HMMM..QUE BUCETAAA GOSTOSAAAA, JAPINHAAAA..HMMMMM..
Ele lambia minha buceta enquanto eu acariciava a cabeça dele.
— Sabia que gostava de uma ninfetinhaaaainnnn...asimmmm... mostrando a rola na praça pra mim?!? SAFADOOO

Então, joguei a cabeça dele pra trás, me sentei novamente. Beijei o pescoço do coroa e fui descendo me posicionando de pé em frente a ele. Quando cheguei até o short, parei. Sentei no chão e coloquei um dedinho na boca.
— O que estou fazendo?! Isso é tão errado.
Seu Juca se levantou ficando de frente para mim.
— Está tudo bem. Você está na melhor fase para ter experiências.

O coroa colocou a perna esquerda sobre o sofá, a rola apontou no short.
— Mas o senhor é casado. Não quero te dar problemas.
Ele acariciou minha cabeça, subiu o short sobre a coxa esquerda e pegou a rola apontando para mim.
— Se uma japinha deliciosa dessas for um problema. Eu quero é mais!

GLUB, GLUB ,GLUB

Ele me botou pra mamar, até que o saco saltou e ficou batendo no meu queixo conforme eu me movimentava.
— Que boquinha gostossaaaaunnnn.. ainnnn.. hmmmmmm. Mamaaaaahnnn
GLUB, GLUB, GLUB

O cacete dele invadia minha boca cada vez mais rápido fazendo eu salivar bastante. Até que o coroa parou e guardou a rola.
— Que foi?
— Você tem razão. — falou o coroa me provocando. — Você vai me dar problema.

Fiquei de pé, puta da vida.
— Está brincando, né?
Ele me puxou pelo braço, me beijou enquanto me pegava pelo colo.
— Vamos brincar na cama que é mais gostoso!
O coroa me levou até o quarto. Acendeu a luz e, quando chegou próximo a cama, me jogou. Quando se deitou sobre mim, outro trovão fez com que a energia caísse.
— Que droga! É hoje!

Ficamos alguns segundos esperando a luz voltar e nada.
— Vou dar um jeito nisso!
Em poucos segundos, o coroa voltou com algumas velas e colocou sobre a escrivaninha. Eu estava deitada de lado na cama, então ele parou na minha frente e tirou o short.
— Hoje, você vai mamar à luz de velas!

O coroa pegou na minha cabeça me afundando debaixo da barriga. Ele segurava minha cabeça com uma mão enquanto alisava meus seios.
GLUB, GLUB, GLUB
— Oooohh tesão da porra! Precisa faltar mais vezes da escola pra vir aqui, putinhaaa...ahnnnnnn..hmmmm
Apertei o saco dele com força e chupei em seguida.
— Gostosa do caralho! Chupeteiraaaa ahnnn!

Ele tirou a rola de mim.
— Fica de 4, japinha...aqui na beiradinha.
Me posicionei enquanto nossas sombras dançavam nas paredes. Seu Juca deu uma cuspida no meu cuzinho e pincelou bem devagar.
— Vou entrar aqui, ok?
— Ai não...ainda tá seco. — falei manhosinha piscando o cuzinho.
— Se ele piscar assim de novo vai levar rola, sim...hmmmmmmm..safada! Tu quer rola no cu!

O coroa foi enfiando me segurando pela cintura. Me encurvei toda ficando com a cara no travesseiro e empinando ainda mais a bunda.
— Boa garota...sem reclamaarrrr... se for bem obediente, vou rechear seu cuzinho com meu leite condensadoooo ohnnnnnnn

PLAU, PLAU, PLAU

Não tinha escapatória, o gordinho me segurou de jeito e bombava como um touro.
— TOMAAAAAA! PIRANHAAAAAAAA! PUTAAAAAAA!
— CARALHUUUU... HUIIINNN.. HUINNN..HUINNNN
— Ui ui ui?!? É pra você gritar, cachorraaaa!

Ele deu uma batida tão violenta que dei um berro e cai pra frente.
— Aiinnn.. arrebentou meu cuuuuuu ainnnnnn! — reclamei me virando.
Seu Juca ficou parado me olhando, o pau se mexia sem ele botar a mão.
— Volta aqui pro seu macho! — disse dando uma ordem. — Se eu foi ai, vai ser pior.
Me posicionei novamente de 4. O filho da puta colocou a cabeça e deu uma estocada forte, me fazendo cair pra frente.
— Assim não dá...ainnnnnn!

Ele apenas apontou com o dedo, voltei a ficar de 4 já com as pernas tremendo imaginando o que viria.
— AINNNN CARALHUUUUUU! — Choraminguei caindo na cama.
— Ainda vai ficar de manhã ou já entendeu que quem manda aqui sou eu? Se eu quiser, deixo seu cuzinho do diâmetro de uma laranja.
Fiquei de 4 novamente, choramingando.
— Eu já entendi...vai devagar...ainnnn

O coroa abriu uma gaveta da escrivaninha, abriu minha bunda com as mãos, fiquei com medo do que viria. Então ele passou um gelzinho.
— Relaxa... ainda vou usar muito esse buraco!
As luzes voltaram e o coroa riu ao se deitar na cama.
— Vem, japinha. Mostra pra mim se já aprendeu a cavalgar na piroca.

Fui sentando de frente e ele me barrou.
— De costas pra mim, vagabunda! Não quero ver essa cara de choro!
Passei o dorso da mão e enxuguei as lágrimas.
— Vou arregaçar seu pau, seu filho da putaaaaa!

Sentei na rola do coroa que comemorava.
— Finalmenteeeee.... se solta, porra! Não sou o corno do seu namorado pra ahnnnnnnn..ainnnnnnn
Pulei freneticamente mexendo a bunda.
— Você vai ver do que sou capazzz...ainnnnn.hmmmmmmmm
Como meu cuzinho estava anestesiado, subia e descia rebolando, era como se eu tivesse dançando na pica do coroa.
— CARALHOOOO! PUTAAAAAA! OHNNNNNN
Ele segurava minha cintura, então parei, me joguei para trás colocando as mãos sobre o peitoral dele.
— Por que parou? Está tão gostosooo!
Virei um pouco a cabeça e sorri.
— Vou ficar paradinha pro meu macho meter. Explode meu cuzinho, vai! Arrebentaaaaaaa ainnnnnnn hmmmmm

O coroa apertou ainda mais minha cintura, com o movimento de quadril, socava que nem um doido.

POC, POC, PLOC, PLAU

O sacão batendo em mim enquanto a rola batia bem no fundo.
— PUTONAAAAAA..AHNNNN..TOMAAAAAA!
POC, PLAU, POC
Revirei os olhos quando senti a rola inchar.
— Vou encher seu rabooooo ohnnnn arghhhhh!

POC, PLAU, POC

— AINNNNNNNN....GOSTOSOOOOO! PORRRAAA MEU CUUUUUU!
Quando ele parou de gozar, meu rabo estava totalmente preenchido. Cai sobre o coroa, desfalecida.
— Gostou, japinha?!?
Nem consegui responder, apenas o beijei. Depois, ainda tomamos um banho, a chuva parou e Seu Juca me acompanhou até o portão.
— Combinado, Karol. Quando faltar, aparece ai na praça pra gente se ver.
— Pode deixar.

Foi ai que ele se assustou quando a esposa chegou de carro.
— O que houve?
— Ah, querido.. com essa chuva toda remarcaram a palestra. Quem é você? — perguntou olhando para mim.
— Ela veio apenas saber se a energia já tinha voltado aqui. — mentiu o coroa piscando pra mim.

Apenas me virei e sai andando. Depois, ainda me encontrei com Seu Juca, mas sempre acompanhado da esposa. Infelizmente, nunca mais tive oportunidade de levar aquele cacete gostoso.

Quem sabe algum dia encontre algum de vocês na pracinha..hahaha

Se curtiram, comentem... nossos contos deixam vocês como?.. queremos saber!
Bjinhos da sua japinha!

Foto 1 do Conto erotico: A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)

Foto 2 do Conto erotico: A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)

Foto 3 do Conto erotico: A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)

Foto 4 do Conto erotico: A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)

Foto 5 do Conto erotico: A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)


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Comentários


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claudinhaninfo Comentou em 06/11/2026

Muito tesão este conto!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A japinha encontrou o coroa na praça e acabou transando a luz de velas - Um conto de Karol (4•conto)

Codigo do conto:
276518

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
05/11/2026

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